O principal fator para o grande superávit na balança comercial foi a baixa nas importações no mês de julho.

Em meio ao atual cenário econômico brasileiro a balança comercial favorável tem se tornado uma exceção quando o assunto são resultados positivos. O mês de julho, por exemplo, conseguiu alcançar o patamar de maior superávit para o referido mês em três anos. Com isso, as exportações conseguiram superar em nada menos que US$ 2,37 bilhões as importações. Esse é um dado oficial do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

É importante destacar que a balança comercial favorável vem se recuperando de forma bastante positiva depois de péssimos resultados no início de 2015. A dobradinha de janeiro e fevereiro de 2015, por exemplo, registrou déficits de US$ 3,17 bilhões e US$ 2,84 bilhões, respectivamente.

Um dos principais motivos para o superávit na balança comercial favorável de julho foi a baixa nas importações. Vale destacar que julho de 2015 conseguiu registrar US$ 16,14 bilhões de compras no exterior, ou seja, US$ 702 milhões por dia útil. Esse valor registrou uma queda de 24,8% quando comparado ao mesmo período em 2014.

Além disso, saiba que esses US$ 702 milhões a cada dia útil em julho é algo bastante próximo dos US$ 700 milhões em maio de 2015. É importante destacar que o valor em maio foi o menor para todo e qualquer mês desde o ano de 2010.

Apesar do resultado positivo em julho, o que significou vendas ao exterior no valor de US$ 18,52 bilhões, esse resultado sofreu um recuo de 19,5% em relação a julho de 2014. Os principais índices que refletiram este recuo em relação ao mesmo período em 2014 foram: produtos básicos, manufaturados e semimanufaturados.

O grande resultado é de fato quando comparamos o acumulado de 2015. Os sete primeiros meses de 2015 conseguiram registrar um superávit de US$ 4,56 bilhões na balança comercial favorável. É algo bastante superior ao déficit de US$ 952 milhões no mesmo período em 2014.

Outro destaque bastante interessante é que o superávit acumulado de janeiro a julho de 2015 é nada menos que o maior para este período desde 2012. Na ocasião o superávit foi de US$ 9,92 bilhões.

Por Bruno Henrique

Balança comercial


Balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 2,222 bilhões no 1º semestre de 2015. Somente em junho houve um superávit de US$ 4,527 bilhões.

Em meio ao cenário econômico bastante complicado em 2015, uma notícia bastante agradável surgiu: a balança comercial brasileira registrou um superávit de US$ 2,222 bilhões no primeiro semestre de 2015. A balança comercial nada mais é que a diferença entre exportações e importações. Portanto, o resultado apresentado é positivo e indica que o país exportou mais do que importou. Esses são números oficiais do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comercial Exterior.

Com este resultado, esse passa a ser o melhor resultado para o referido período desde o ano de 2012. Nesta ocasião também havia sido registrado um superávit no primeiro semestre. É importante destacar que um dos protagonistas neste resultado foi o mês de junho. Apenas em junho, a balança conseguiu registrar superávit de US$ 4,527 bilhões. Com este resultado foi possível se recuperar do até então saldo negativo de US$ 2,305 bilhões que vinha sendo acumulado desde maio.

Como já foi destacado acima, o mês de junho foi um dos principais destaques para o saldo positivo no primeiro semestre. As exportações em junho conseguiram somar, ao todo, US$ 16,628 bilhões, enquanto isso as importações conseguiram registrar US$ 15,101 bilhões. Com isso, o resultado apresentando no mês de junho foi o segundo melhor para o mês, perde apenas para junho de 2009 onde foi registrado superávit de US$ 4,603 bilhões.

Um dos principais fatores que influenciaram o bom resultado da balança comercial em junho foram as importações referentes à safra de grãos do país, sendo o principal destaque a soja. Além disso, outro grande destaque foi a exportação no valor de US$ 690 milhões referentes a uma plataforma de petróleo.

Esse resultado trouxe uma melhoria significativa quando o assunto é o acumulado do ano. O grande motivo dessa melhoria está diretamente relacionado com a queda das importações, haja vista as mesmas estarem caindo com maior velocidade que as exportações. O acumulado do ano registra que desde janeiro foram exportados US$ 94,329 bilhões, um recuo de 14,7% se considerarmos a média diária. Seguindo o mesmo ritmo, porém, com intensidade maior, as importações registram um recuo de 18,5%.

Apesar do resultado positivo em junho e uma leve recuperação no acumulado, é importante destacar que todas as categorias de produtos do mercado brasileiro vêm sofrendo quedas durante o ano. Uma das principais quedas quando comprada ao ano de 2014 está nos produtos básicos que já registram recuo de 21,6%.

Por Bruno Henrique

Balança comercial


Balança comercial registrou superávit de US$ 491 milhões em abril deste ano, ou seja, houve o resultado positivo pelo 2º mês consecutivo em 2015.

Algo inédito aconteceu em nossa economia neste ano de 2015: a balança comercial brasileira conseguiu registrar um resultado positivo pelo segundo mês consecutivo. A mesma conseguiu um superávit de US$ 491 milhões no mês de abril. Um dos principais motivos para tal resultado foi, sem sombra de dúvidas, a queda nas importações, com destaque para os combustíveis e lubrificantes. O resultado, inclusive, foi acima do esperado, haja vista a expectativa dos especialistas consultados ter sido de um superávit de US$ 150 milhões.

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior divulgou que as exportações registraram US$ 15,156 bilhões, em contrapartida as importações chegaram a US$ 14,655 bilhões em abril. Mesmo com tais resultados e um superávit de US$ 491 milhões, esse foi o pior mês de abril desde 2010.

Como já foi destacado, o mês de abril foi marcado por uma queda em vários segmentos das importações. O principal índice de queda foi registrado na linha de combustíveis e lubrificantes que registram um recuo de 48,3% em relação ao mesmo período em 2014. Além disso, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior explicou que a queda se deu pela diminuição nos preços de naftas, óleos combustíveis, gasolina, gás natural, petróleo e carvão.

Mas não foi apenas o setor citado acima que registrou um recuo. A importação de matérias-primas e intermediários, por exemplo, registrou queda de 19,8% quando comparado a abril de 2014. Já o setor de bens de consumo registrou contração de 17,9% e o de bens de capital, 16,4% de recuo.

Todo este cenário é bastante conturbado, pois as importações estão sofrendo queda em meio ao péssimo desempenho da economia brasileira. O cenário também é de ajustes fiscais, aperto monetário e inflação em alta.

E apesar do superávit, é importante destacar que as exportações também sofreram um declínio em abril de 2015. Os básicos registraram queda de 28,9%, sendo tal resultado impulsionado pelo menor envio de produtos como o minério de ferro, a carne de frango e etc.

Por Bruno Henrique

Balança comercial

Foto: Divulgação


Foi anunciado nesta segunda-feira, 23 de fevereiro, pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o resultado da balança comercial em fevereiro, e ele não foi nada animador. Entre a segunda e a terceira semana de fevereiro foi registrado um déficit no acumulado de US$ 1,754 bilhão na balança comercial do Brasil. 

O resultado negativo foi fruto de um excesso de importações comparado ao valor total dos produtos exportados. Enquanto as compras do país somaram US$ 10,787 bilhões as exportações foram de US$ 9,008 bilhões.

Na segunda semana do mês o déficit registrado foi de US$ 1,178 bilhão, já na terceira semana foi de US$ 576 milhões. Na primeira semana o déficit foi de US$ 25 milhões.

Até agora, o déficit acumulado do ano foi de US$ 4,953 bilhões, este valor é resultado da diferença entre importações de US$ 27,665 bilhões e exportações de US$ 22,712 bilhões.

No que refere-se às médias diárias da importação e da exportação, no mês de fevereiro as exportações tiveram uma média diária de US$ 692,9 milhões, as importações tiveram uma média diária de US$ 829,8 milhões até a terceira semana deste mês. Ao comparar os resultados destas médias com as médias do ano passado neste mesmo período, percebe-se a diferença. Em fevereiro de 2014 a média diária das exportações era de US$ 796,7 milhões, 13% a mais do que a média registrada em fevereiro de 2015. As importações no segundo mês do ano de 2014 tiveram uma média diária de US$ 903,1 milhões, 8,1% mais alta do que a média diária das importações registradas neste mês.

A exportação de produtos manufaturados diminuiu em 8,1%, a razão desta queda está na diminuição das vendas externas de hidróxidos e óxidos de alumínio, máquinas de terraplanagem, motores refinados, açúcar refinado, autopeças, polímero plásticos. A queda das vendas externas de semimanufaturados foi de 1,3%, os responsáveis por esta retração foram o ferro fundido, peles e couros, produtos de aço e ferro, açúcar bruto, ligas de ferro.

As importações registraram uma retração em decorrência da diminuição dos gastos com peças de veículos, automóveis, produtos farmacêuticos, instrumentos de precisão / ótica, equipamentos mecânicos, produtos orgânicos e inorgânicos, borracha, combustíveis e lubrificantes.

Por Melina Menezes

Balan?a comercial

Foto: Divulgação


O déficit da balança comercial dos Estados Unidos em setembro alcançou um patamar de 41,55 bilhões de dólares. Os dados são do Departamento do Comércio do governo norte-americano. Os analistas financeiros inquiridos pela Dow Jones previam que o déficit da balança comercial do país ficasse em 45,0 bilhões de dólares. Apesar do mal resultado, os números surpreenderam positivamente o mercado. Isso se deve pelo fato do déficit de setembro ser o menor desde o final do ano de 2010.

A queda do déficit da balança comercial dos Estados Unidos ocorreu graças às exportações. Elas mostram uma recuperação em setembro, após meses de resultados ruins. Em setembro, as exportações dos EUA cresceram cerca de 3,1%. Essa foi a maior alta das exportações desde o começo de 2011. Os EUA exportaram produtos no valor de 187 bilhões de dólares e importaram cerca de 228,54 bilhões de dólares, um valor 1,5% maior do que no mês anterior.

Um fator que pressiona a balança comercial americana é a necessidade de importação de petróleo. Com a alta dos preços do petróleo recentemente, o produto foi menos comprado pelo país. Mesmo assim atingiram um recorde de gastos, ficando em 11,18 bilhões de dólares.

Nas transações EUA China o déficit americano é 29,06 bilhões de dólares, com uma alta de 1,5% em favor dos chineses. Eles enviaram para os EUA produtos no valor de 37,85 bilhões de dólares, enquanto os chinês compraram dos americanos apenas 8,79 bilhões de dólares.

Por Matheus Camargo


Em setembro de 2012 a Balança Comercial Exterior do Brasil manteve seu superávit com um saldo positivo de 2,6 bilhões de dólares. No entanto, o desempenho não foi tão bom quanto o do mesmo período do ano passado, quando o superávit alcançou 3,1 bilhões de dólares.

Os resultados desse ano representam uma queda de menos 17% do que o do mesmo período do ano passado. As importações em setembro ficaram no patamar de 17,6 bilhões e as exportações em 20,4 bilhões.

Outro fator importante apontado nesse resultado é que diversos analistas de mercado esperavam um desempenho melhor da balança de comércio exterior do Brasil. As avaliações projetavam um desempenho entre 2,3 e 3,2 bilhões de dólares. O resultado chegou perto do mínimo esperado. No ano o Brasil acumula um superávit da balança comercial de 15,7 bilhões com esse resultado de setembro.

Os dados da balança apontam que houve um decréscimo no ritmo das exportações de produtos brasileiros no último mês, com taxa de menos 5,1% quando comparado ao mesmo período do  ano passado.

A baixa no ritmo de exportações foram puxadas, especialmente, pela queda da venda de produtos semimanufaturados, que variaram menos 15,6%. Os produtos básicos –  como o minério de ferro, aço e óleo de soja –  tradicionais carros-chefe das exportações brasileiras também registraram queda de menos 7,9%.

Por Matheus Camargo

Fonte: FEBRABAN


Balança comercial brasileira: superávit de US$ 574 milhões na 3ª semana de agosto

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior divulgou nesta segunda-feira (20/08) os dados da balança comercial brasileira da terceira semana de agosto.

A análise foi feita entre os dias 13 e 19 de agosto, e o resultado do superávit (exportações menos importações) foi de US$ 574 milhões. Portanto, o Brasil exportou US$ 4,909 bilhões e importou R$ 4,335 bilhões.

No acumulado mensal, as exportações apresentam US$ 12,749 bilhões e as importações, US$ 10,619 bilhões, deixando a balança comercial com um saldo positivo de US$ 2,130 bilhões.

Desde o início do ano, até a 3ª semana deste mês, o superávit atingiu US$ 12,075 bilhões (exportações: US$ 150,966 bilhões; importações: US$ 138,891 bilhões), resultado 34,3% menor do que o visto no mesmo período do ano passado (US$ 18,392 bilhões).


Balança comercial brasileira: superávit de US$ 1,098 bi na 2ª semana de agosto

O superávit (exportações menos importações) da balança comercial brasileira apresentou US$ 1,098 bilhão na 2ª semana de agosto, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Esse resultado é 60% menor do que o visto no mesmo período do ano passado, quando o saldo ficou em US$ 3,893 bilhões.

Entre os dias 6 e 12 deste mês o Brasil exportou US$ 5,027 bilhões e importou US$ 3,929 bilhões. Comparando com o mesmo período de 2011, as exportações caíram 13,8% e as importações, 18,9%.

No acumulado mensal, as importações somam US$ 6,284 bilhões, e as exportações, US$ 7,840. Com isso, o superávit fica em US$ 1,556 bilhão. Já, neste ano, até a segunda semana de agosto, o saldo está positivo em US$ 11,501 bilhões, porém, este valor está 34,3% inferior ante o mesmo período de 2011.

O fator que influencia na queda do saldo comercial brasileiro é a nova situação da crise financeira internacional, pois com o pequeno crescimento da economia mundial as exportações para outros países diminuem. Essa crise também intensifica a competição internacional por mercados compradores, como o Brasil, e dificulta as vendas externas brasileiras em outros países.


Superávit na balança comercial: queda de 53,2% até a 3ª semana de julho

Segundo as informações divulgadas nesta segunda-feira (23/07) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, as exportações brasileiras ultrapassaram as importações em US$ 1,470 bilhão, até a terceira semana do mês de julho (até o dia 22). Com isso, o saldo comercial ficou 53,2% menor se comparado ao mesmo período de 2011, quando registrou US$ 3,138 bilhões.

Portanto, o valor das exportações é de US$ 14,229 bilhões, e o das importações é de US$ 12,759 bilhões.

O saldo anual ficou positivo em US$ 8,540 bilhões, pois no acumulado as exportações somam US$ 131,443 bilhões e as importações, US$ 122,903 bilhões.

Já, no acumulado mensal, a média por dia útil ficou em US$ 948,6 milhões, apresentando uma queda de 10,5% com relação ao mesmo período de 2011 (US$ 1,060 bilhão).

Analisando somente a 3ª semana deste mês (entre os dias 16 e 22), as exportações somaram US$ 4,940 bilhões, superando as importações em US$ 758 milhões.

Segundo o governo, as três categorias de produtos que influenciaram nessa retração foram: manufaturados (-7,8%), semimanufaturados (-9,4%) e básicos (-12,9%).





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