Nelson Hubner, diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica, a Aneel, afirma que o setor de geração de energia possuem custos muito dispares entre cada unidade. Para ele, as novas regras deverão corrigir as assimetrias e levar o setor a nivelar seus custos dentro de um certo tempo. Hubner fez a declaração nesta última sexta-feira, 9 de novembro, em sua participação em um  seminário da Confederação Nacional da Indústria.

Para Hubner, o governo estaria regredindo ao regime de tarifa pelo custo. Para ele " a filosofia" do sistema de concessão continua a mesma no setor elétrico. E não há nenhuma surpresa com o novo modelo. Hubner acrescenta ainda que as regras são compatíveis com as que a Aneel pratica.

O diretor-geral da Aneel afirmou também que o levantamento dos custos das usinas de produção de energia elétrica no país buscou informações em oitenta por cento dos centros de geração no Brasil.

Na contabilidade da Aneel, para as novas tarifas e custos foi focado também os custos futuros de usinas novas. Segundo ele, as novas usinas que estão sendo construídas possuem um  custo operacional inferior as antigas usinas, que produzem menos gastando mais.

Por Matheus Camargo


A Agência Nacional de Energia Elétrica, Aneel, ratificou que deverá fazer uma audiência pública sobre a revisão da tarifa de energia elétrica. O dispositivo de revisão dos preços da tarifa é conhecido como a Terceira Revisão Tarifária Periódica sobre os serviços da Energisa Borborema. O anuncio foi dado nesta última terça-feira, 6 de novembro.

A audiência versará sobre a proposta inicial da agência o aumento médio de 2,09% no custo de energia na concessionária Energisa que entraria em vigor a partir de quatro de fevereiro de 2013. A Energisa Borborema é uma distribuidora de energia elétrica que atua em 6 municípios de São Paulo, localizados no interior paulista.

A audiência pública faz parte dos procedimentos da Aneel para o controle público dos serviços e da qualidade da energia fornecida pelas empresas concessionárias do setor no país

A ausência pública contará com um período para envio de sugestões de alteração na proposta da Aneel. O período para o recebimento de sugestões sobre a proposta original vai do dia 8 de novembro até o dia 10 de dezembro deste ano.

A audiência pública sobre a revisão tarifária da Energisa Borborema ocorrerá no dia 7 de dezembro de 2012, na cidade de Campina Grande.

Por Matheus Camargo


A Aneel, Agência Nacional de Energia Elétrica, imporá restrições contra três empresas de energia elétrica no leilão de concessões da rede de transmissão do país. O próximo leilão esta marcado para o dia 5 de dezembro e deve ocorrer na sede da Bolsa de Valores de São Paulo, Bovespa.

A Aneel não tem o poder de impedir que empresas participem do leilão de concessões do setor elétrico, mas pode emitir regras restritivas contra elas. Esse foi o caso para as empresa Furnas, Chesf e Eletronorte, todas pertencentes ao grupo Eletrobrás.

De acordo com as restrições essas empresas poderão participar das negociações, desde que sua participação na compra de concessões com outras companhias não ultrapasse o limite de 49 por cento. Entretanto, elas não poderão fazer ofertas individuais pelos setores em leilão.

A motivação das restrições da Aneel contra essas empresas se deve aos atrasos na entrega de empreendimentos dessas companhias. As empresas apresentaram atrasos superiores a cento e oitenta dias na entra de operação de seus empreendimentos firmados em contrato de concessões anteriores.

A proposta inicial de restrição contra as empresas era de que elas não pudesse participar mais do que em 10% em compras conjuntas no leilão. Porém, posteriormente a restrição foi relaxada.

Segundo Julião Coelho, relator da proposta de restrição aprovada apenas impedir que elas detenham a participação majoritária e, portanto, o controle de gestão das novas concessões já é o suficiente para minimizar os riscos de novos atrasos na entrega de empreendimentos.

Por Matheus Camargo


A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) informou que a intervenção no Grupo Rede pode estar próxima do fim. A intervenção foi decretada em agosto nas distribuidoras de energia elétrica do grupo, após a verificação por parte da agência de má administração, o que colocaria em risco o fornecimento de energia a população.

As informações vêm do diretor da agência, Julião Coelho. De acordo com ele, tudo depende de como vão avançar as negociações para a compra do Grupo Rede. Ele afirma ainda que a expectativa é de que essa intervenção possa ser retirada com rapidez.

No dia 11 de outubro a CPFL Energia e a Equatorial Energia assinaram um memorando de intenção de compra do Grupo Rede com Jorge Queiroz de Moraes Júnior, seu controlador. De acordo com o memorando, a CPFL e a Equatorial comprariam a Rede Energia e as demais empresas sob controle do grupo.

Menos de uma semana depois, a Energisa e a Copel também informaram a Aneel o interesse em comprar o Grupo Rede. As enxurradas de ofertas pelo Grupo Rede devem decidir o futuro do grupo até o final do ano. O memorando de compra preferencial da CPFL e da Equatorial expira até lá.

Fonte: O Estado de São Paulo

Por Matheus Camargo





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