Estudo do IBGE apresenta dados recentes sobre a desigualdade de gênero



São Paulo, SP 29/6/2021 – O mercado financeiro é muito duro. Os bancos e as financeiras, por exemplo, não foram pensados por ou para nós, mulheres, para nossas necessidades e desejos

Dados do IBGE mostram que a igualdade de gênero é algo distante no Brasil. Como uma forma de ajudar as mulheres que podem realizar o que quiserem por meio do consórcio, startup chega com foco exclusivo no público feminino.



O IBGE divulgou recentemente os resultados da segunda edição do estudo “Estatísticas de gênero: indicadores sociais das mulheres no Brasil”, que traz informações variadas sobre as condições de vida das brasileiras. Os números caminham na direção contrária à igualdade de gênero. 

As mulheres recebem apenas 77,7% dos salários dos homens no mesmo cargo e apenas 34,7% dos cargos gerenciais são ocupados pelo sexo feminino. Elas têm menor inserção no mercado de trabalho: 54,6% das mulheres de 25 a 49 anos com crianças de até três anos de idade estavam empregadas em 2019, contra 89,2% dos homens na mesma condição. Isso, apesar de serem mais escolarizadas: 25,5% delas concluiu o ensino superior, contra 18,3% dos homens com idades entre 25 a 34 anos.



Os dados são de 2019, mas trazem uma fotografia atual. Apesar de as mulheres serem chefe de família em 45% dos lares brasileiros e decisoras de compras em diversas categorias, ainda assim não são bem atendidas no mercado financeiro.

Dificuldades também no acesso ao crédito

Dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), realizada pelo IBGE, mostram que cerca de 9,3 milhões de mulheres estão à frente de negócios no Brasil e que, em 2018, elas já eram 34% dos “donos de negócio”.

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De acordo com dados do Sebrae, as mulheres empresárias acessam um valor médio de empréstimos de R$ 13.000 a menos que a média liberada aos homens. Apesar disso, elas pagam taxas de juros 3,5% acima do sexo masculino.

“O mercado financeiro é muito duro. Os bancos e as financeiras, por exemplo, não foram pensados por ou para as mulheres, para suas necessidades e desejos”, afirma Cristina Famano, sócia-fundadora e CEO da eutbem, o primeiro consórcio exclusivo para mulheres. 

Uma opção para a aquisição de bens e serviços é o consórcio, um produto regulado pelo Banco Central do Brasil. O produto é uma alternativa para quem quer poupar com consistência e sem riscos – principalmente em ofertas em que a taxa de administração é cobrada somente após a contemplação.

A startup eutbem chega com foco em ajudar as mulheres que precisam de crédito para realizar diversos planos, como empreender, reformar a casa, viajar, pagar um curso, uma cirurgia plástica e o que mais desejarem sem pagar altas taxas de juros de empréstimos ou financiamentos tradicionais. Ou ainda como uma alternativa à poupança tradicional, sem a cobrança de taxas e com rendimento muito mais atrativo.

Para saber mais, basta acessar www.eutbem.com.br

 

 

 

 

Estudo do IBGE apresenta dados recentes sobre a desigualdade de gênero

Website: https://www.eutbem.com.br/

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