Em julho, o número de dívidas regularizadas diminuiu em 8,34%.

O número de brasileiros endividados cresceu nos últimos tempos. Só em julho, o percentual de dívidas regularizadas diminuiu em 8,34%, quando comparado ao mesmo período do ano passado. Os dados são do indicador de recuperação de crédito do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) juntamente com a CNDL – Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas.

Trata-se da sexta queda seguida e a segunda queda mais intensa desde o início de 2013. Se comparado ao mês de junho, a diminuição de 0,40% do número de brasileiros inadimplentes que pagavam as dívidas em atraso e tiveram os CPFs retirados dos órgãos de proteção ao crédito. No acumulado de janeiro até julho, o percentual de consumidores que negociaram as dívidas também foi negativo, de -5,39%.

A economista chefe do SPC, Marcela Kawauti, informou em nota, que a diminuição do indicador está intrinsecamente relacionada ao cenário da economia. Segundo ela, os brasileiros têm sentido os efeitos da crise, que acarretou em um menor crescimento da renda. Além disso, o desemprego cresceu, fazendo com que os consumidores priorizassem determinadas contas, contribuindo para a piora na recuperação do crédito.

Segundo o SPC, o brasileiro inadimplente deve, em média, sete vezes mais do que ganha e isso acaba comprometendo a diminuição do endividamento. O agravamento recorrente dos indicadores de quitação de dívidas, diminuição das vendas a prazo e inadimplência mostra que o ano é de cautela. O consumidor deve se resguardar em 2015 e se precaver. O ideal é fazer uma reserva financeira para lidar com as adversidades e optar sempre pelo pagamento à vista.

O brasileiro está mais precavido quanto às compras a prazo. Segundo dados do CNDL e do SPC, a diminuição de compras a prazo foi de 3,26% em julho, em relação ao mesmo mês do ano passado. Também é a sexta queda seguida, computada desde janeiro de 2014 e o indicador revelou que há queda em 12 dos últimos 19 meses. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

Endividados


Com a crise econômica, os consumidores estão mais cautelosos e não estão buscando mais crédito.

Com a crise econômica que assola o Brasil, o consumidor tem se mostrado cada vez menos interessado em adquirir crédito e, enquanto isso, a taxa de famílias brasileiras que se encontram endividadas subiu para 62,4%. Quem não se endividou "ainda", está evitando entrar nesta difícil situação, porque os juros estão cada vez mais altos e a situação econômica do país não tende a melhorar tão cedo.

Em maior, o porcentual de famílias brasileiras que estão endividadas, seja com cartão de crédito, cheque especial ou até mesmo com cheque pré-datado já ultrapassou os 60% e especialistas dizem que este número tende a aumentar neste segundo semestre.

O PEIC – Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, que foi divulgada pela CNC – Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, deixou isso claro, que é muito grande o número de famílias endividadas, inclusive com empréstimos pessoais, prestação do carro, carnês de loja, entre outras dívidas e isso está afastando as pessoas de buscarem crédito.

Uma outra pesquisa, esta feita pelo Boa Vista SCPC, apontou que no segundo trimestre deste ano, a busca por crédito caiu 1,2% e em 12 meses a queda chega a 10,2%. É uma queda recorde, desde que o indicador foi criado, há 5 anos atrás.

Em tempos de crises e, principalmente, de incerteza quanto ao futuro econômico do país, o consumidor brasileiro tem se mostrado muito mais cauteloso.

E outro fator que tem contribuído muito para a queda na busca por crédito, é a alta das taxas de juros, um mal considerado necessário pelo Governo.

E tem ainda, um outro fator que faz com que o consumidor pense melhor antes de buscar por crédito, que é a insegurança no mercado de trabalho. O número de trabalhadores demitidos continua aumentando e quem ainda tem o seu emprego sabe que é melhor não fazer novas dívidas agora, pois o melhor a ser feito é aguardar um pouco mais para ver se a situação melhora ou ao menos, dê sinal de que vai melhorar.

E, por fim, números que tornam o cenário ainda mais assustador: o porcentual de famílias brasileiras que estão assumindo não terem condições de pagar suas contas está aumentando e isso, somando aos fatores anteriores, faz com que a busca por crédito caia ainda mais nos próximos meses.

Por Russel

Famílias endividadas


É preciso muita determinação e organização para conseguir se livrar das dívidas neste momento de crise econômica.

Com a atual crise, tem muito brasileiro endividado e que não está conseguindo se livrar de vez das dívidas adquiridas. Se você se encaixa neste perfil, saiba que é possível eliminar as dívidas, porém, você terá que ser determinado e muito organizado.

Não adianta ler as dicas, achar interessante, mas não colocá-las em prática, isso não vai ajudar em nada. Então vamos ver o que você precisa começar a fazer agora para se livrar das suas dívidas.

O primeiro passo é saber exatamente quanto você deve, para quem você deve, quando a dívida deverá ser paga e de quanto é o juro cobrado. O endividado que faz este controle já está com meio caminho andado para se ver livre das dívidas, porque é muito importante que você tenha este controle, pois só com ele você conseguirá se livrar das dívidas.

Feito isso, é hora de organizar o orçamento, porque você só vai se livrar de suas dívidas depois que pagá-las e quanto mais rápido fizer isso, melhor.

Tendo a relação de tudo que deve, você vai procurar negociar juros menores, prazos maiores se for preciso, mas não adianta a pessoa ficar do lado de lá querendo te ajudar, se do lado de cá você não está cortando gastos para sobrar dinheiro para você pagar as dívidas.

Então é hora de termos um outro controle, onde você irá anotar o seu rendimento mensal e todos os seus gastos, porque a primeira coisa a ser feita, é fazer com que você gaste menos do que ganha, pois esta é a primeira forma de conseguir com que sobre dinheiro para ir quitando as dívidas. O segundo passo é verificar em seu orçamento, quais os gastos podem ser eliminados de vez e quais os que podem ao menos ser reduzidos.

Isto não significa que você terá que deixar que sair com os amigos, deixar de ir ao cinema ou se divertir, mas até quitar as dívidas, sacrifícios serão necessários, então veja o que você poderá fazer para reduzir os gastos e anote tudo!

Não deixe de anotar, porque você vai ter que se cobrar no final de cada semana, analisando a semana que passou e vendo se você conseguiu atingir todas as metas. E sabendo quanto está economizando a cada semana, poderá calcular o tempo que vai demorar para pagar as dívidas.

Como foi dito no início, você terá que ser determinado e muito organizado, mas no final verá que valeu a pena todo o sacrifício, ao se ver livre de todas as dívidas.

Por Russel

Quitar as dívidas





CONTINUE NAVEGANDO: