Para aproveitar as ofertas da Black Friday é preciso tomar muitos cuidados e, assim, não cair em falsas ofertas e armadilhas.

Quem não gosta de obter um bom desconto em qualquer loja? Talvez aquele sonho de consumo que jamais foi realizado porque os preços estão realmente altos e impraticáveis.

Quem sabe chegou a hora de trocar de geladeira, fogão, TV? O momento de comprar por um preço compensador pode ser esse!

Foi pensando nesse público que as Black Fridays foram criadas. Na verdade, o termo surgiu nos Estados Unidos nos idos de 1869, e tinha um significado bem distinto naquele período. O termo estava sempre ligado a fatos desagradáveis, como os problemas nas bolsas de valores americanas.

Com o passar do tempo, passou a significar momento de pechinchar. Por lá, por volta de 1939, o mês de novembro, próximo ao Dia de Ações de Graças, foi escolhido para oferecer ofertas arrasadoras.

De lá pra cá, boa parte do mundo adotou o evento, sendo muito aguardado por consumidores e comerciantes.

O fato é que, de fato, as vendas “bombam” em todo lugar neste período. Mas por conta dessa suposta avalanche de ofertas, muitos cuidados precisam ser tomados. É sabido, por exemplo, que muitos comerciantes aumentam seus preços pouco antes do evento a fim de que o preço promocional pareça de fato arrasador.

Os especialistas apontam alguns caminhos que o consumidor deve trilhar para fugir das armadilhas das promoções miraculosas. Dentre elas, eis algumas importantes:

1) Mesmo sendo produtos promocionais, os mesmos não estão isentos das regras que regem os direitos do consumidor. Ou seja, a loja deve cumprir todos os itens legais com relação à venda do produto;

2) É preciso ter cuidado ao fornecer informações pessoais aos sites na internet. Tente escolher lojas conhecidas e consagradas por sua capacidade de cumprir as normas legais;

3) Muitos sites ficam estranhamente fora do ar por horas, e quando retornam, as promoções já não mais existem;

4) Procure conhecer o produto desejado, seu preço normal, e o que pode ser entendido como um bom desconto. Não acredite nos “milagres de venda”. Saiba discernir um bom desconto e aquilo que é bom demais para ser verdade;

5) Guarde todos os comprovantes das compras realizadas e certifique-se dos prazos das garantias dos produtos.

No mais, boas compras!

Por Dan Dias

Black Friday


Pesquisa revelou que no e-commerce brasileiro a média de descontos em compras à vista é de 8%.

Sobre o e-commerce? Ele veio para ficar. Atualmente o varejo apresenta uma queda crescente nas vendas, enquanto isso, o e-commerce mostra um ótimo crescimento. Quem afirma a informação é a Sieve – empresa de inteligência de preços. Para obter o detalhe, o estudo da Sieve foi realizado no mês de agosto, com 305 mil URLs.

Além disso, a empresa analisou mais de 53 mil produtos, em 22 departamentos e analisou mais de 1.500 marcas. O resultado? Segundo a pesquisa, em média, 8% é o desconto que o e-commerce brasileiro oferece nas compras à vista.

De acordo com as informações da Sieve, o desconto pode chegar até a 10%, atingindo principalmente os departamentos de Esporte e Lazer e Câmeras e Filmadoras. Ainda com o levantamento, o setor que atinge o menor desconto é o setor de Cama, Mesa e Banho, apresentando aos brasileiros um desconto de apenas 2%.

O levantamento ainda mostrou a diferença de preços entre o varejo e o e-commerce, que, segundo os dados da pesquisa, a média de preço por item no e-commerce é de R$ 354, enquanto no varejo o valor é de R$ 376,55 – valores atingidos no primeiro semestre deste ano.

Mesmo com a média, é possível notar preço superior em nove departamentos, onde os maiores preços são detectados em setores de produtos de compra mais longa, como telefonia celular, eletrodomésticos e eletrônicos. Já os departamentos de perfumaria, livros e petshop são os que proporcionam preços mais baixos.

Detalhes dos preços nos setores de produtos:

– Eletrodomésticos (R$ 1.537);

– Eletrônicos (R$ 1.228);

– Telefonia Celular (R$ 584);

– Livros (R$ 51);

– Petshop (R$ 92);

– Perfumaria (R$ 148).

Ainda com detalhes do estudo, o mesmo apresenta a categoria com maior e com menor disponibilidade de produtos, juntas ocupam 83% dos produtos nos sites brasileiros. Na categoria com maior disponibilidade de produtos, o estoque de Livros chega a 96%. As Ferramentas ocupam 64%, categoria que possui a menor disponibilidade.

Por Flavinha Santos

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