IPCA-15 acelera para 0,77% em abril

25, abril, 2011

Cumprindo seu papel de posicionar a população não apenas quanto aos dispositivos enquadrados pelo Censo, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou na última quarta-feira (20) informações sobre o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) de abril.

De acordo com o estudo, o indicador apresentou variação de 0,77% no mês, superior em 0,17% ao constatado em março. No acumulado anual, o IPCA-15 registra taxa de 3,14% e levando-se em apreço os doze últimos meses encerrados em abril, o índice atinge 6,44%.

Dois grupos pressionaram com ímpeto mais elevado o indicador. A taxa em Alimentos e Bebidas ascendeu de 0,46% de março para 0,79% em abril, enquanto a elevação em Transportes, na mesma base comparativa, passou de 1,11% para 1,45%. Na última categoria, vale destacar a atuação dos combustíveis, sobretudo o etanol, que variou de 4,68% para 16,40%.

Ainda abrangendo o IPCA-15, o grupo Habitação sofreu alta de 0,39% para 0,72% em função do aluguel residencial e do condomínio. O grupo Vestuário também acelerou no período, para 1,46% (em março ocorreu recuo de 0,37%). Variação positiva também foi constatada em Saúde e Cuidados pessoais, de 0,35% para 0,57%.

O grupo Artigos de Residência sofreu baixa de 0,26% para -0,07% entre março e abril. Em Despesas Pessoais a desaceleração registrada foi de 1,04% para 0,51%, enquanto em Educação ocorreu arrefecimento de 1,03% para 0,07% e em Comunicação de 0,44% para 0,06%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

IPCA-15, Preços

Banda Larga mo brasil tem aumento de 51,5%

20, abril, 2011

O setor de telecomunicações passou a se expandir com elasticidade após a privatização da antiga Telesp, segundo afirmações do ex-governador de São Paulo, José Serra. O segmento, aliás, cresce ano a ano, tanto que na cidade de São Paulo, por exemplo, medidas de expansão de números para a telefonia móvel tiveram de ser emplacadas – tais como adição do dígito 5, antes utilizado apenas pela modalidade fixa.

Compreendo o setor, informações da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil) apontam aumento de 51,5% no número de acessos em banda larga móvel e fixa das prestadoras de telecomunicações no primeiro trimestre de 2011 em comparação ao período igual de um ano antes, para 38,5 milhões.

Os números favorecem alguns pontos estatísticos ao Brasil. Segundo a Telebrasil, consultorias internacionais indicam o país como o oitavo mais bem posicionado no mundio no ramo de banda larga móvel e a nova colocação entre as nações com os maiores acessos fixos.

Destacada a banda larga fixa, os acessos ao final do primeiro trimestre chegaram a 14 milhões, dados que representam aumento de 20,5% em comparação ao período análogo de 2010. Em relação às conexões móveis, 24,4 milhões, avanço de 77,7% em detrimento aos 13,7 milhões registrados no mesmo intervalo do ano passado.

Mantendo-se essa tendência o Brasil precisará, em poucos anos, adotar medidas que permitam a expansão do número de acessos fixos e móveis. Este setor, em especial, é um ótimo campo para quem deseja conquistar uma oportunidade de emprego e crescer profissionalmente, aos poucos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Banda Larga, Internet, Telefonia

IPC-S tem variação de 0,83%

19, abril, 2011

A atenção do consumidor deve ser redobrada no atual momento, pois com o início da desaceleração econômica os preços de muitos produtos passaram a sofrer variação, mesmo que ínfimas e oscilantes. Dados expressos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) assinalam que o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) variou para 0,83% em 15 de abril, 0,06% inferior ao índice constatado no último levantamento.

De acordo com a FGV, somente o grupo Alimentação pressionou o IPC-S para baixo ao passar de 1,50% para 1,10%. Dos 21 componentes analisados, 13 registraram baixas em suas taxas, ficando a hortaliças e legumes o mais severo arrefecimento, de 8,86% para 5,53%. O índice das frutas, logo em seguida, decresceu de 0,56% positivo para 1,02% negativo, enquanto em pescados frescos a variação deixou 4,49% para abraçar 4,77%.

O único grupo a manter o mesmo índice do levantamento anterior para o mais recente foi Habitação, com taxa de 0,35%.

Os demais grupos, por outro lado, registraram acelerações em suas taxas de variação. O destaque ficou por conta de Transportes, que subiu de 1,49% para 1,71%. Em Despesas Diversas o índice cresceu de 0,16% para 0,34%, enquanto Educação, Leitura & Recreação delineou progresso de 0,34% para 0,48%. Saúde e Cuidados Pessoais, com avanço de 0,73% para 0,81%, e Vestuário, de 1,03% para 1,08%, completam a lista.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Economia, Índice de Preços ao Consumidor, IPC

BC volta a elevar inflação IPCA de 2011

19, abril, 2011

Relatório Focus divulgado pelo Banco Central (BC) no início desta semana voltou a elevar a perspectiva de inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2011, tendência que já se repete pela sexta semana seguida. A taxa anterior, de 6,26%, foi majorada para 6,29%. A 2012, por outro lado, o índice se manteve em 5,00% pela segunda semana seguida.

Em relação à taxa básica de juros da economia, a Selic, o BC manteve a taxa de 2011 em 12,25% pela terceira semana consecutiva, mas para 2012 aumentou a perspectiva para 11,75%, comportamento que se repete desde o levantamento anterior.

A projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 foi mantida em 4,00%. Para o próximo ano, o BC elevou sucintamente o índice, de 4,24% da última semana para 4,25% de agora.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Inflação, IPCA, Juros

IPC-10 desacelera para alta de 0,56% em abril

18, abril, 2011

Dados apregoados na última sexta-feira (15) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontam que o Índice Geral de Preços - 10 (IGP-10) desacelerou para 0,56% neste mês, contra taxa de 0,84% registrada em março. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) delineou variação de 0,49%, contra 0,99% de antes.

Segundo a FGV, Bens Finais apresentou decréscimo de 0,94% constatado em março para 0,86% em abril. A subcategoria alimentos in natura descreveu diminuição na taxa do período, de 7,44% para 6,16% no mês atual.

A taxa registrada no grupo Bens Intermediários passou de 0,67% em março para 0,49% no mês seguinte. Das cinco subcategorias examinadas, quatro ilustraram baixa nos índices, com destaque para suprimentos, que arrefeceu de 1,08% para 0,11%.

A taxa relativa a Matérias-Primas decresceu de 1,48% para 0,07% entre março e abril. O maio r recuo constatado foi no algodão em caroço, cujo índice decresceu de 11,44% para 0,04%. Em seguida figurou milho em grão, de 4,71% para 0,84%, acompanhado por café, também em grão, com arrefecimento de 12,01% para 4,94%. As altas foram constatadas em suínos, de -11,17% para 4,48%, cana-de-açúcar, de 1,12% para 3,08%, e soja em grão, de -4,41% para -3,46%.

Outro indicador analisado pela FGV foi o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que no mês variou 0,77% sobre 0,59% registrado em março. Das sete classes estudadas, cinco contabilizaram aumento. Alimentação foi o grupo de maior destaque, com taxa passando de 0,57% para 1,11%. O grupo Vestuário registrou alta de 0,28% para 0,91%, enquanto Transportes descreveu avanço de 1,10% para 1,54%, Saúde & Cuidados Pessoais de 0,54% para 0,71% e Educação, Leitura & Recreação, por fim,de 0,20% para 0,36%.

Em contrapartida, os grupos Despesas Diversas e Habitação inverteram o sentido das categorias acima descritas ao recuarem de 0,98% para 0,20% e de 0,53% para 0,33%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Índice de Preços ao Consumidor, IPC-10, Notícias

Classes D e E devem puxar consumo do Brasil até 2012

18, abril, 2011

Um ditado deve ser salientado sempre que possível por economistas: “Há males que vêm para o bem”. Entre 2008 e 2009, o Brasil e o mundo sofreram com a crise financeira mundial, a mesma que aumentou os índices de desemprego em muitos países e que estancou algumas nações em patamares negativos de desenvolvimento.

Sempre que o colapso desse biênio for citado, invariavelmente o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sua equipe econômica serão citados. O governo fez o possível para conter os principais efeitos da crise com várias medidas estimulantes, entre elas isenções de impostos. Obviamente, não houve somente acertos, mas isso é outra história.

Boas constatações foram possíveis nos últimos meses. As classes sociais menos favorecidas financeiramente puxaram o Brasil a um patamar de crescimento de 7,5% do Produto Interno Bruto (PIB). O maior poder de renda, a ampla inserção no mercado de trabalho e a confiança são pontos que merecem destaque.

De acordo com o levantamento ‘Mudanças no Mercado Brasileiro 2011’ desenvolvido pela Nielson, o aumento do consumo do país em 2010 adveio em maior gênero e grau das classes C2, D e E. Acompanha esse progresso por elas o interesse por novos serviços e produtos de custos mais elevados.

A Nielsen assoalha que a base da pirâmide social transita mais vezes em pontos de venda, tanto que representa 65% de todo o incremento do consumo no ano passado. A tendência é que, aos poucos, as classes D e E participem ainda mais dessa alta, possivelmente até 2012.

Uma das medidas do novo governo deve ser incentivar o consumo consciente, e não brecá-lo totalmente. Basta crer que a confiança dos consumidores possa manter o Brasil num patamar de elevado crescimento, algo que beneficia a atual e as futuras gerações.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Associação Paulista de Supermercados

Brasil, Classes D e E, Economia

Serasa revela aumento de inadimplentes em 2011

13, abril, 2011

Parece simples citar que o crescimento da economia brasileira no ano de 2010 ocorreu pontualmente. De fato, a alta de 7,5% do Produto Interno Bruto (PIB) no período aconteceu de modo surpreendente, mas esse registro só pode assim ser citado graças a medidas adotadas há muitos, muitos anos.

Exemplo quase-perfeito é a criação do real durante a curta gestão de Itamar Franco, que na época contava com Fernando Henrique Cardoso como ministro da Fazenda – que depois viria a ser presidente da República.

A crise financeira mundial, na metade do caminho da segunda gestão do também ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, requereu dele e de toda sua equipe medidas audazes. A aceleração do PIB em 2010, por outro lado, foi substituída por seu antônimo nos dias atuais: desaceleração. Por consequência, a inadimplência do consumidor passa a ser afetada.

De acordo com a Serasa Experian, o Indicador de Inadimplência aumentou 21,4% entre janeiro e março de 2011 em comparação ao 1º trimestre de 2010, taxa superior, pois, à constatada no 4º trimestre de 2010 sobre o período igual de 2009 (20,3%).

Os economistas da entidade ressaltam que o endividamento do consumidor no decorrer dos dois últimos anos e o aumento da inflação em 2011 incidiram no indicador, tanto que a população passa por dificuldades em honrar seus compromissos.

Em março de 2011, a inadimplência subiu 3,5% sobre fevereiro, ou seja, a primeira vez que isso ocorreu em 2011. Economistas da Serasa ponderam que essa situação tem por base o pagamento da última parcela do imposto de carros (IPVA) no mês de março, bem como despesas com Carnaval, férias e materiais escolares.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Economistas, Inadimplência, PIB, Serasa

Finanças Iradas – Novo aplicativo para iPhone auxilia no controle dos gastos financeiros

13, abril, 2011

Encerrar o mês com dinheiro em conta é para poucos. Estudos apontam que parte da população possui dificuldades em administrar seu salário para que ele compreenda todo um período. Controlar os gastos, sobretudo em meio às novas medidas do governo federal, é praticamente um desafio.

Quem possui iPhone já conta com um aplicativo capaz de colaborar para o intento. Denominado ‘Finanças Iradas’, baseado na coleção de livros “Meninas Iradas”, de Mara Luquet e Andrea Assef, ambas jornalistas, o software promete assessorar o usuário no controle de gastos, melhor organização financeira e, por fim, como investir na Bolsa de Valores.

A ferramenta, segundo Flávia Bravin, diretora-editorial da Editora Saraiva, permite ao brasileiro administrar suas receitas e despesas, inclusive assinalando em qual área é possível economizar e tornar o dinheiro mais rentável. O aplicativo possui um jogo integrado que mostra ao usuário mais informações sobre o mercado de ações.

O ‘Finanças Iradas’, desenvolvido para iPhone 3GS ou 4 e iPods touch da 2ª a 4ª geração está disponível na Apple Store por apenas US$ 3,99.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa

Economizar, Finanças, Gastos, Notícias, Novidades

FGV – ICC – Estabilidade em março de 2011

1, abril, 2011

Empresário confiante é sinônimo de investimentos, aumento da mão de obra e lançamentos de produtos ou serviços pelo país e, dependendo da atuação, pelo mundo afora. Se a descrição é oposta, começam haver preocupações. Por isso, medidas devem ser adotadas caso a queda desse tal otimismo comece a ficar ampla.

Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice de Confiança da Indústria (ICC) apresentou estabilidade em março, ao decair de 112,5 para 112,4 pontos, já com dados sazonalmente ajustados. Embora a queda seja inexpressiva, é a terceira vez seguida, em termos mensais, que isso ocorre.

A FGV aponta que após esse baque no ICC, este é o nível mais baixo constatado desde novembro de 2009, ocasião em que 109,6 pontos foram registrados.

O Índice da Situação Atual (ISA) avançou 0,8% entre fevereiro e março, para 113,0 pontos. O Índice de Expectativas (IE), porém, decresceu 1%, para 111,7 pontos, o patamar mais ameno desde novembro do ano passado. O ISA, por sinal, conseguiu crescimento significativo em função do nível de satisfação da indústria com o ambiente dos negócios.

O levantamento da FGV também indica que as perspectivas do setor são menos otimistas se delimitada a produção para os próximos três meses, uma vez que o indicador recuou para 128,5 pontos.

Deve haver um temor, atualmente, quanto aos números futuros da economia brasileira. Os especialistas vêm alertando para o alto consumo, mesmo após a adoção de medidas dirigida pelo Banco Central (BC). Por consequência, o empresário se sente impelido a ter mais cautela.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV

Empresas, FGV, ICC, Notícias

Dinheiro – Sistema de pagamento preferido da população

29, março, 2011

Os brasileiros possuem uma infinidade de formas de pagamento a serem utilizadas na aquisição de bens e serviços. Embora a popularidade do cartão de crédito e débito tenha aumentado nos últimos anos, o levantamento ‘O brasileiro e sua relação com o dinheiro’ aponta que o dinheiro ainda é o preferido da população, com 72% de representação.

O Banco Central (BC), responsável por divulgar a pesquisa, revela também que 55% dos trabalhadores recebem seu salário em dinheiro.

O processo de bancarização do brasileiro também foi ilustrado pela autoridade monetária. O percentual de pessoas com conta corrente em 2007 era de 39%, passando para 51% no ano passado, curiosamente o período em que os cartões de débito e crédito passaram a ser utilizados em maior escala para compras em supermercados, calçados, roupas e eletrodomésticos, bem como para o pagamento de contas.

As pessoas mais velhas geralmente passam adiante o hábito de carregar notas em carteiras, bolsas ou pochetes, culminando, portanto, que boa parte dos consultados pelo estudo portam até R$ 20, em média, todos os dias. Se relacionadas as moedas, 21% das pessoas examinadas afirmam transportar até R$ 3 todos os dias.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Banco Central

Dinheiro, Notícias