O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgou a pesquisa que mostra um recuo no valor real da folha de pagamento dos trabalhadores do setor industrial no Brasil. O recuo é de 2,1% no mês de setembro frente ao mês de agosto deste ano.

A folha de pagamento real de setembro aumentou em relação ao mesmo período do ano de 2011. O aumento foi de 1,4%. No acumulado para o ano a folha de pagamento do setor industrial teve um crescimento de 3,2%. Comparado com os dados dos últimos 12 meses, contados a partir de setembro, o aumento foi de 3,0%.

Na comparação com mesmo período de 2011 a folha de pagamento teve uma alta em 11 localidades, das 14 pesquisadas pelo IBGE. Em especial no Rio de Janeiro, com uma alta de 6,9%. No Estado do Paraná a alta foi de 4,5%. Nas regiões Norte e Centro-Oeste houve aumentos de 3,2%. Na região metropolitana de São Paulo houve uma queda de 0,2%.

Das atividades pesquisadas pelo IBGE, 9  tiveram aumentos de um total de 18. O maior aumento da folha de pagamento foi nas atividades industriais de refino de petróleo e produção de álcool, com uma variação positiva de 7,7%.

Por Matheus Camargo

Fonte: Diário de Pernambuco


A Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis, ANP, afirmou que a produção do pré-sal de setembro foi recorde. O anúncio foi feito no dia 8 de novembro.

Segundo os dados da ANP, o pré-sal teria produzido somente naquele mês cerca de 220,1 mil barris de óleo por dia. Um aumento de 8,3% em relação ao mês de agosto desse ano. Foi produzido cerca de 182 mil barris de óleo por dia. A produção de petróleo em poços pós-sal caiu 4% em setembro, ficando em 1,924 milhão de barris por dia.

José Miranda Formigli, diretor de Exploração e Produção da Petrobras informou que a plataforma Cidade de São Vicente passou por uma mudança de localização e testes de longa duração, o que teria feito cair temporariamente a produção da empresa no pré-sal. A plataforma está sendo transferida de Iracema Sul para os campos de Sapinhoá Norte.

Formigli explicou ainda que não é possível controlar a produção dia a dia, pois ela flutua naturalmente.

Foi inaugurada uma nova plataforma de exploração no Campo de Baleia Azul, litoral do Espírito Santo. A plataforma já está produzindo cerca de 65 mil barris de óleo por dia e deverá alcançar um pico de produção de 100 mil quando todos os poços extratores estiverem em operação.  

Por Matheus Camargo


Foi anunciado no dia 31 de outubro, pelo Ministério da Previdência Social, que o resultado das contas do Regime Geral de Previdência Social apresentou um déficit de R$ 11,121 bilhões somente no mês de setembro. O Regime Geral é a instituição que governa o pagamento de benefícios sociais do Governo Federal através do INSS.

De acordo com os dados publicados pelo Ministério a arrecadação líquida do Regime Geral de Previdência Social foi de R$ 21,6 bilhões no mês passado. No entanto, o pagamento de benefícios previdenciários chegou a um valor de R$ 32,7 bilhões. Com esses resultados a contabilidade da Previdência Social apresentou um déficit expressivo no mês.

Para os valores acumulados nos primeiros nove meses de 2012 as contas da Previdência alcançam um déficit de R$ 39,8 bilhões. Esse valor representa um aumento de 6,6% no déficit da Previdência para igual período do ano de 2011.

Com as contas deficitárias a Previdência Social requer remessas de dinheiro do Tesouro Nacional para conseguir efetivar o pagamento de benefícios. Boa parte desse dinheiro vem dos impostos arrecadados pelo Governo Federal.

Por Matheus Camargo

Fonte:  Estadão


De acordo com dados apresentados essa semana pelo Tesouro Nacional, o acumulado de superávit primário nas contas do governo para o ano de 2012, até setembro, está em R$ 56,765 bilhões. A meta do governo para o superávit desse ano era de R$ 96,9 bilhões.

Isso representa que até agora o esforço financeiro do governo conseguiu cumprir apenas 56% da meta do superávit fiscal primário da administração central, que inclui o Banco Central, a Previdência Social e o Tesouro Nacional para o ano de 2012.

Restando apenas três meses para arrecadar 44% da meta de economia fiscal o governo deve tomar medidas para reduzir gastos e ficar mais próximo da meta. Segundo a Agência Estado, o Governo Federal deve formalizar abatimento nas despesas de investimento relacionadas ao PAC para essa finalidade.

As despesas com o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) atingiram em 2012, no período de janeiro a setembro, um volume de R$ 24,3 bilhões. Segundo dados do governo, houve uma desaceleração no montante de investimento no programa no mês de setembro, que acumula um crescimento em torno de 30%.

Por Matheus Camargo


O Tesouro Nacional publicou no dia 26 de outubro um relatório das finanças do Governo Federal que mostra um vultoso volume de arrecadação de dividendos por parte do governo com o lucro das empresas estatais. De acordo com o relatório somente no mês de setembro o Governo Federal recebeu R$ 3,602 bilhões com o pagamento de dividendos de suas empresas públicas.

Esse resultado bom da arrecadação de dividendos das empresas estatais também foi registrado em agosto. Naquele mês o governo recebeu cerca de R$ 5,828 bilhões. No acumulado do ano de 2012 a administração central já recebeu R$ 19,728 bilhões de lucro de empresas estatais. Isso representa um crescimento de 13,9% do que foi arrecadado com essas empresas no ano de 2011, no mesmo período.

Ainda de acordo com dados do Tesouro Nacional as despesas do Governo aumentaram esse ano. Entre janeiro e setembro as despesas do Governo Federal chegaram a R$ 587,679 bilhões, uma alta de 11,8% em relação ao mesmo período do ano passado. No total de arrecadação para 2012, até setembro, acumula-se um montante no valor de R$ 773,234 bilhões.

Por Matheus Camargo

Fonte: Isto É


Em setembro de 2012 a Balança Comercial Exterior do Brasil manteve seu superávit com um saldo positivo de 2,6 bilhões de dólares. No entanto, o desempenho não foi tão bom quanto o do mesmo período do ano passado, quando o superávit alcançou 3,1 bilhões de dólares.

Os resultados desse ano representam uma queda de menos 17% do que o do mesmo período do ano passado. As importações em setembro ficaram no patamar de 17,6 bilhões e as exportações em 20,4 bilhões.

Outro fator importante apontado nesse resultado é que diversos analistas de mercado esperavam um desempenho melhor da balança de comércio exterior do Brasil. As avaliações projetavam um desempenho entre 2,3 e 3,2 bilhões de dólares. O resultado chegou perto do mínimo esperado. No ano o Brasil acumula um superávit da balança comercial de 15,7 bilhões com esse resultado de setembro.

Os dados da balança apontam que houve um decréscimo no ritmo das exportações de produtos brasileiros no último mês, com taxa de menos 5,1% quando comparado ao mesmo período do  ano passado.

A baixa no ritmo de exportações foram puxadas, especialmente, pela queda da venda de produtos semimanufaturados, que variaram menos 15,6%. Os produtos básicos –  como o minério de ferro, aço e óleo de soja –  tradicionais carros-chefe das exportações brasileiras também registraram queda de menos 7,9%.

Por Matheus Camargo

Fonte: FEBRABAN


Nesta terça (11), o Dólar encerrou com uma leve queda frente ao real. Com isso, foi a quarta sessão seguida de perdas e ficando mais próximo do piso informal de R$ 2.

Ocorreu uma pressão na divisa norte-americana no exterior depois da agência de classificação de riscos Moody’s apontar um alerta sobre o rating dos Estados Unidos.

No Brasil, porém, o dólar não apresentou força para acompanhar o movimento no exterior e cair ainda mais, uma vez que os investidores acreditam que o Banco Central deve intervir frente ao mercado de câmbio, se a moeda comece a ameaçar romper o piso da banda informal de R$ 2 a R$ 2,10.

O dólar teve queda de 0,3% para R$ 2,0165. Nestas últimas três sessões, a divisa teve uma perca de aproximadamente 1%. Para a semana, a desvalorização é de 0,59%. Já no mês de setembro, a desvalorização é de 0,69%.

Para o ano, no entanto, o dólar teve uma alta de 7,92%. Segundo Jankiel Santos, economista-chefe do BES Investimento:

“Quando a moeda começa a chegar perto de R$ 2 já se espera que o BC vai atuar. Esse nível não é mais uma barreira psicológica, é uma barreira efetiva que o BC definiu”.

Foi em 21 de agosto a última vez que o BC atuou no mercado de câmbio, quando o dólar era negociado por volta de R$ 2,01, isso com o exterior pressionando a divisa para baixo.


Nesta terça (11), os preços dos contratos futuros de petróleo terminaram o dia em alta em Nova York.

O mercado está apostando em uma intervenção do banco central norte-americano e também por uma queda das reservas de petróleo.

O barril de “light sweet crude” (WTI) com entrega no mês de outubro, teve uma elevação de 63 centavos de dólar com relação ao fechamento de segunda no New York Mercantile Exchange (Nymex), com o valor de US$ 97,17.

Já no Interncontinental Exchange (ICE), o barril de Brent do Mar do Norte teve alta de 59 centavos de dólar, a US$ 115,40.

Segundo especialistas, as medidas de estímulo do Fed, sendo principalmente as injeções de liquidez, conseguem debilitar o dólar e favorecem as matérias-primas, o que faz impulsionar as compras de petróleo.

Os investidores também tomaram posições a favor para uma queda das reservas norte-americanas, pois a produção deve ter sido afetada pela passagem do furacão Isaac pelo Golfo do México.

Nesta quarta, o Departamento de Energia (DoE) vai publicar as cifras semanais e operadores esperam uma queda significativa, podendo ser até a mínima em cinco meses.


Nesta terça (11), a Bovespa encerrou em alta, quando o governo brasileiro divulgou a redução de tarifas de energia elétrica.

Tal medida deverá beneficiar ações do setor industrial, com maior destaque para as siderúrgicas. Em âmbito externo, os pacotes de estímulo na China e nos Estados Unidos influenciaram os mercados.

Para os Estados Unidos, o pensamento é para que aconteça uma nova rodada de afrouxamento monetário. Já na China, o pacote de estímulos que foi anunciado na semana passada contribuiu para o avanço das ações na sessão, de acordo com os operadores.

O Ibovespa, que é principal índice da bolsa de São Paulo, subiu 1,74%, a 59.422 pontos. Os investidores ainda esperam o anúncio do Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, nesta quinta (13).

Na quarta (12), será conhecida a decisão da corte da Alemanha sobre o fundo de resgate da zona do euro.

 Nesta terça, o governo brasileiro anunciou a redução de tarifas de energia elétrica de 16% para 28% para a indústria e consumidores residenciais. Segundo especialistas, a medida deverá ajudar especialmente as siderúrgicas.


Nesta terça (04), a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera em queda, acompanhando o clima de cautela dos mercados externos.

Os investidores estão em compasso de espera por detalhes da ação vinda do Banco Central Europeu (BCE) nesta semana.

Por volta das 15h22 (horário de Brasília), o Ibovespa apresentava recuo de 1,14%, a 56.621 pontos.

Nesta quinta-feira, haverá a decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE), o que deixa os agentes na expectativa. O presidente da Instituição, Mario Draghi, fará uma coletiva de imprensa, que poderá anunciar medidas de estímulo frente a zona do euro.

Nesta segunda-feira, o principal indicador do mercado acionário brasileiro operou em alta de 0,39%, a 57.281 pontos.





CONTINUE NAVEGANDO: