Confira aqui algumas dicas de como ter renda extra e cortar gastos.

A crise que começou como uma pequena marola em 2008 chegou ao Brasil em cheio. Ao que tudo indica, os motivos não estão relacionados com um momento global de recessão, mas sim ao fato de nosso país ter mantido durante anos um esquema de corrupção que sugava o dinheiro dos cofres públicos. Todavia, como sabemos, não é possível “chorar” o leite derramado, a partir de agora precisamos votar com mais consciência, manter uma organização para vigiar os atos de nossos políticos e cobrar punições aos que usurparam nosso dinheiro público.

Além de uma mudança na consciência civil e social do povo brasileiro, algumas coisinhas também podem ser feitas para manter as contas em dia dentro da casa e passar por cima desse momento de crise. A primeira é a de praxe: cortar gastos.

Para cortar os gastos é preciso fazer anotações sistemáticas, ou seja, anotar tudo que entra e sai de receita. Com esses dados, é possível fazer uma análise estratégica de onde os gastos poderão ser cortados. Não é muito eficiente sair cortando gastos para todo o lado, isso pode aumentar seu stress e ainda retirar coisas da sua rotina que não eram influentes nos gastos mensais.

Outra estratégia para manter as contas em dia é tirar aquelas roupas velhas do guarda-roupa e partir para negociação. Isso mesmo, existem muitas plataformas de venda online que possibilitam negociações de itens usados de sua casa. Pode parecer que não fará muita diferença, no entanto, é possível tirar uma boa grana extra só vendendo aquilo que está acumulando pó em sua casa.

Também, ao invés de você fazer compras de produtos novos, é possível realizar negociações com os outros usuários desses sites.

Um exemplo de plataforma que trabalha com a venda de produtos usados é a Enjoei.com (link para acesso aqui). Além da plataforma Enjoei você pode visitar o OLX (link para acesso aqui) e o Mercado Livre (link para acesso aqui). Lembre-se de procurar grupos de compra e venda no Facebook, eles também são uma ótima alternativa para vender suas coisas que estão em desuso.

A crise é um momento difícil, mas também, é um momento de aprendizado, de criatividade e de resiliência. Passar por momentos de dificuldade sem entrar em desespero é uma das características mais valiosas que alguém pode ter.

Matheus Griebeler


Confira aqui algumas dicas de como conseguir um dinheiro extra em épocas de crise.

Muitas famílias se encontram com problemas financeiros devido a crise que o nosso país se acomete. Porém, há algumas maneiras até simples de ajudar no caixa no final do mês. Confira algumas opções!

Freelancers:

Também chamados de “bicos”, os freelancers podem ajudar nas horas vagas para possibilitar uma renda extra. Verifique a sua rede de contatos e ofereça para os mesmos serviços de ordem temporária. São exemplos, aulas particulares, prestação de consultoria ou qualquer outro tipo que tenha afinidade com o seu talento.

Vendas de Produtos Usados:

Você pode ter livros, roupas e outros acessórios que ficam parados na sua casa. Eles podem ser uma alternativa para ganhar um dinheiro a mais no final do mês. Você pode vendê-los em sebos e brechós, ou então, aquelas plataformas online que existem em larga escala na internet. São comunidades virtuais para a compra e a venda de produtos. Até o Facebook pode ser uma boa opção nesse momento.

Alugue algo que não usa tanto:

Não é somente imóveis e automóveis que podem ser alugados. Roupas sociais e até ferramentas também pode ser objetivos que você poderá “emprestar” através da internet com outras pessoas. Há aplicativos como o Armário Compartilhado e o Dress Go que são voltados para o aluguel de vestidos de festas.

O aluguel de um quarto não utilizado:

Você pode apresentar espaços em sua casa que não utiliza. Muitas pessoas chegam à sua cidade para estudo ou algum trabalho temporário, sendo que o aluguel de um espaço pode ser uma maneira de obter uma renda extra. Na internet você encontra o site Airbnb que ajuda a encontrar locatários e inquilinos. Outra opção são grupos do Facebook que você pode anunciar as vagas.

"Aluguel" do seu Carro:

Na verdade você pode alugar o carro para um amigo ou vizinho. Outra opção é oferecer carona para os mesmos em troca de uma quantia. Eles ajudarão com certa quantia de dinheiro ou na gasolina, o que já é algo caro nos dias atuais. Há o aplicativo Fleety, onde o usuário aluga o seu carro para outras pessoas por dia, semana ou até hora.

As opções para você obter uma renda extra nesse momento de crise estão aí. Agora, basta você selecionar alguma delas ou criar outra com a sua criatividade.


É muito comum no Brasil encontrarmos pessoas que possuem profissões com salários distintos a depender de um estado para outro. Contudo, isso pode variar conforme a demanda que temos de uma cidade para outra. Podemos citar o caso do Acre que possui poucos Médicos e há pouca demanda para a região.

Entretanto, ter um salário que proporcione tranquilidade e estabilidade é o que muitos desejam, porém, nem sempre é possível quanto a cidade já está saturada daqueles profissionais. Sendo assim, vamos abordar nesta matéria as cidades que possuem o mais elevado salário, sendo que a cidade que ficou em primeiro lugar possui renda per capita duas vezes maior que a média nacional. Vale lembrar que as cidades que serão citadas possuem alto índice de Desenvolvimento Humano Municipal e a ONU também avalia além da renda, o nível de educação e a expectativa de vida.

Assim, a que ficou em primeiro lugar foi a cidade de São Caetano do Sul (SP), seguida por Niterói (RJ). Para se ter uma base, elas possuem 2,5 vezes a renda maior que a média do país. Enquanto a renda por pessoa no Brasil é de R$ 793,00, em São Caetano do Sul (SP) ela chega a R$ 2.043,74.

Em terceiro lugar temos a cidade de Vitória (ES); seguidas por Santana de Parnaíba (SP); Florianópolis (SC); Porto Alegre (RS); Nova Lima (MG); Brasília (DF); Santos (SP); e, por último, em 10º lugar, Balneário Camboriú (SC).

A renda per capita é obtida através da soma de todos os salários ganhos pelos habitantes de cada município dividido pelo número total de habitantes. Ressalte-se que, o resultado é considerado não apenas por quem possui qualquer tipo de renda, mas são incluídos na divisão os desempregados, estudantes, entre outros. É ela quem avalia o indicador de riqueza, porém, nada diz sobre a distribuição dela. Além disso, a pesquisa tem mostrado que nessas cidades as pessoas têm uma maior qualidade de vida.

Por Luciana Viturino

Renda per capita

Foto: Divulgação


A Febraban, Federação Brasileira de Bancos, considerou em seu último Informativo Semanal de Economia Bancária, que o crédito rotativo, cheque especial e cartões de crédito, estão pesando expressivamente na economia das famílias brasileiras. Os dados do Relatório de Estabilidade Financeira do Banco Central também confirmam essa informação.

Segundo o relatório do BC o crédito pessoal comprometia, em abril de 2012, 43% da renda da população brasileira. Desse montante, 27% são destinados ao pagamento das linhas de crédito rotativo. Dentre os pagamentos deste a maior parte é destinada aos cartões de crédito que representam 80% do total de dinheiro gasto com pagamento desse tipo de crédito, afirma a Febraban.

Ainda segundo essa entidade, o comprometimento de renda com o pagamento de linhas de crédito no Brasil poderia ser muito menor, caso a maior parte do crédito disponível estivesse concentrada em crédito imobiliário, como nos Estados Unidos. A Febraban afirma que o comprometimento de renda com pagamento de crédito poderia cair no Brasil dos atuais 22,1% para 9,8% se 80% das linhas de crédito brasileiras fossem para gastos imobiliários. Isso ocorreria, pois o crédito imobiliário tem juros menos elevados.

O Relatório do BC aponta, ainda, que os bancos públicos ganharam parcela considerável de mercado de linhas de crédito no último ano. A participação deles passou de 41,8% em julho de 2011 para o patamar 45,1% em julho deste ano.

Os bancos privados tiveram sua parcela reduzida dos anteriores 40,9% para atuais 38% do total do mercado de crédito. Isso ocorreu devido à ofensiva da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil, com a redução das taxas de juros em suas linhas de crédito, o que atraiu muitos clientes no período.

Por Matheus Camargo


Famílias comprometem42% da renda com dívidas

Segundo uma pesquisa feita pela Proteste Associação de Consumidores, as dívidas comprometem 42% da renda familiar dos brasileiros.

A análise foi feita com famílias dos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo, com renda média de R$ 2.401.

Segundo o estudo, as famílias têm pelo menos 3 dívidas ativas. Porém, aproximadamente 23% das famílias têm 5 ou mais dívidas, sendo as maiores relacionadas a cartões de crédito, crediários em lojas, e parcelamento de faturas.

O endividamento é maior entre famílias da classe C, com 46,36% da renda comprometida. As famílias de classe A e B comprometem 35,10% da renda, e, por fim, as famílias de classe D comprometem 26%.

Segundo a pesquisa, o uso do cartão de crédito e o não pagamento integral da fatura são os responsáveis pelo endividamento das famílias da classe C, sendo que o gasto médio é de até R$ 500.

Aproximadamente 30% dos entrevistados afirmaram que não quitaram nenhuma dívida ainda.

De acordo com a Proteste, o “labirinto sem saída” das famílias começa quando é realizado um empréstimo para quitar outro e a dívida acaba não sendo liquidada.


O estudo "O Observador Brasil 2012", realizado por empresas privadas, apontou que a classe C continua crescendo no Brasil. Cerca de 2,7 milhões de pessoas foram incorporadas a este segmento, totalizando 103,054 milhões de brasileiros no ano passado.

A classe DE diminuiu, sofrendo uma redução de 47,948 milhões de pessoas para 45,243 milhões. Já a classe AB sofreu alta, mas num ritmo menor, passando de 42,195 milhões de brasileiros para 42,434 milhões.

Todos os dados são relativos ao período de 2010 para 2011.

De acordo com o levantamento, os dados demonstram que a estrutura das classes econômicas brasileiras continua sendo na forma de um losango, deixando para trás a tradicional forma de pirâmide.

Em porcentagem, a classe C agora detém 54% da população, sendo que em 2010 era de 53%. Comparando com o primeiro ano do estudo, feito em 2005, o aumento deste segmento de renda foi de 20 pontos percentuais, indo de 34% para 54%.

Em contrapartida, a classe DE encolheu muito no período, o que demonstra que o nível econômico dos brasileiros vem aumentando. Em 2005, a classe DE representava 51% do total e hoje está em 24%. Já a classe AB cresceu de 15% para 22%.

Fonte: O Observador Brasil

Por Matheus Camargo


A renda média dos trabalhadores do Rio de Janeiro teve uma alta de 33,8% entre 2003 e 2011, é o que revela a Pesquisa Mensal do Emprego (PME) realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O índice ficou acima dos apresentados por outras cidades, a cidade maravilhosa ultrapassou pela primeira vez a metrópole São Paulo, cidade que costuma apresentar o maior índice de renda do Brasil.

Com relação ao poder de compra, a Região Metropolitana do Rio de Janeiro teve um aumento de 33,8%, em segundo lugar aparece a cidade de Belo Horizonte com 32,1%, seguida por Porto Alegre (com 25,5%), Recife (com 21,1%) e São Paulo (com 13,8%).

Devido à boa fase da economia fluminense, houve uma redução da diferença de renda entre os moradores do Rio de Janeiro e de São Paulo. Os paulistas ganhavam em média R$ 234,99 a mais em 2003, sendo que em 2011 essa diferença caiu para R$ 10,87.

A renda média do carioca passou de R$ 1.284,93 (em 2003) para R$ 1.719,35 (em 2011). Em São Paulo a renda passou de R$ 1.519,92 para R$ 1.730,22.

De acordo com uma nota divulgada pelo secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, Júlio Bueno, o desempenho apresentado é uma reunião de esforços do governo do estado em áreas importantes como infraestrutura e segurança.

Por Joyce Silva





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