A economia brasileira vem passando por diversas dificuldades desde o ano de 2014. Dessa forma, presenciamos alta nos juros e diversas outras medidas impopulares que o Governo Federal adotou visando superar a atual crise econômica. Um grande exemplo de aumento está na alta da taxa básica de juros da economia, a chamada taxa Selic. Essa taxa já chegou ao valor de 12,75% ao ano. Com isso, a poupança acabou perdendo atração e os investimentos em fundos ganharam mais destaque.

Para aqueles que não sabem, o aumento da taxa Selic para 12,75% ao ano acabou beneficiando os investimentos em renda fixa. Dentre esses investimentos, podemos destacar: DI, CDBs, LCIs e LCAs. Com isso, aqueles que possuem dinheiro para aplicar em tais investimentos poderão ganhar mais juros através de tais modalidades, pois as mesmas pagam uma porcentagem do CDI, uma taxa que é fixada diariamente pelos bancos e sempre acompanha a evolução da Selic.

Apesar do grande destaque dos investimentos em fundos, a poupança perdeu bastante competitividade neste atual cenário. Outro fator que acaba influenciado na baixa da poupança é a inflação. Portanto, os economistas recomendam um investimento baixo em poupanças, sendo que alguns dos economistas sequer cogitam a opção de investimento neste segmento, mesmo que a quantia seja baixa.

Uma das grandes sugestões dos economistas é o investimento em títulos do Tesouro Direto que estiverem atrelados à taxa Selic. No entanto, caso esteja interessado em investir através de fundos, a dica é buscar opções com taxas de administração inferiores a 1%.

O atual cenário é bastante complicado para investimentos, haja vista os juros elevados, pois neste cenário a Bolsa costuma não ter um bom desempenho. "Apesar de termos até ótimas opções de compras em um ambiente de retração econômica, as ações terão perda de valor e os dividendos pagos pelas empresas serão reduzidos frente a resultados ruins em seus balanços", destacou Miguel Ribeiro de Oliveira, economista da Anefac.

Além disso, para aqueles que pretendem investir no dólar, saibam que tal investimento não é aconselhado pelos especialistas. Porém, se o investidor pretende efetuar gastos na moeda estrangeira, o investimento pode ser lucrativo.

Por Bruno Henrique

Investimento

Foto: Divulgação


Para quem não possui dívidas, e deseja investir e poupar, deve estar se perguntando: qual é a melhor opção de investimento em tempos de tantas crises?

Com as fortes oscilações nas Bolsas de Valores, a melhor opção para as pessoas que não querem correr riscos são os investimentos de renda fixa, como poupança, fundos de renda fixa e títulos do tesouro direto, que são títulos de dívidas garantidos pelo Governo Federal, por exemplo.

Os investimentos em renda variável, mais especificamente Ações em Bolsa de Valores, são recomendáveis somente para longo prazo, ou seja, para investidores que não precisarão resgatar estes recursos nos próximos dois anos, pelo menos.

E para quem possui dívidas, a boa estratégia é estabelecer uma prioridade para pagá-las, começando com as que têm juros mais altos como ''cheque especial'' e parcelamento de cartão de crédito.

Uma dica para se livrar deste tipo de dívida é substituí-las por dívidas mais ''baratas'', por exemplo, vender seu carro usado para quitar suas dívidas e comprar um carro novo com financiamento mais barato.

O importante é planejar as finanças. Muitos problemas financeiros podem ser evitados e muitos sonhos podem ser realizados.

O planejamento é fundamental para atingir suas metas e passar o ano todo com ''dinheiro no bolso''.

Por Daniela Almeida da Silva





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