A moeda nacional do Brasil é o Real. Essa moeda que recebemos pelos trabalhos prestados e que merece melhor investimento para termos um retorno satisfatório. Devemos planejar a vida financeira, porque encontramos muitas mudanças no cenário econômico.

Adquirimos gastos pela indisciplina durante o uso incorreto desta moeda, no entanto, devemos planejar com o que vamos gastar, avaliar a necessidade do gasto e se é de prioridade tal investimento.

A palavra economizar, basicamente, significa que devemos gastar menos com algo do orçamento como, por exemplo, comparar preços antes de efetuar uma compra ou não e gastar menos energia elétrica e água em casa, ensinando ou estabelecendo metas com os demais integrantes da família.

Essa dica também vale para a conta de telefone. O uso deste somente para necessidades e negócios e atentar ao valor da tarifa cobrada. Hoje em dia as empresas de telecomunicações, geralmente, oferecem tarifas melhores para cada orçamento.

Ao economizarmos, tendemos gastar a mais com algo, por isso, é preciso e necessário obter metas voltadas ao hábito da poupança. Quando sobrar algum dinheiro, separe qualquer quantia e faça uma poupança e deixe render. Portanto, é conveniente gastarmos menos do que ganhamos; regrinha básica para o aumento de capital.

Com o dinheiro na poupança, o cliente tem opção de investimento com juros melhores, porém com algumas condições.

Existem várias maneiras de investimentos que podem adequar ao perfil de cada investidor e é importante o cliente manter-se informado desses investimentos com os gerentes dos respectivos bancos, escolhendo o que melhor atenderá cada situação.

Outra dica interessante é a inflação. O investidor deve proteger-se, ou seja, se você não protege o que poupou em investimentos com rendimentos que superem a inflação, terá uma queda no seu padrão de vida ao longo dos anos. Mesmo quando a inflação é baixa, a longo prazo ela pode ter um efeito negativo para seu negócio.

Por Railson Tomás de Araújo Lopes

Foto:divulgação


A caderneta de poupança, reconhecida como um bom investimento nos anos 90, quando as altas inflações garantiam uma alta rentabilidade, vive momentos de oscilação, acompanhando a instabilidade do mercado financeiro brasileiro.

O Banco Central revela que, no mês de setembro, os depósitos da poupança superaram os saques em R$ 1,36 bilhão. O saldo total da caderneta passou de R$ 638,474 bilhões no mês de agosto para R$ 643,413 bilhões no mês de setembro. A informação foi divulgada pelo Banco Central na última segunda-feira, dia 06 de outubro.

Foram R$ 145,095 bilhões depositados e R$ 143,725 bilhões sacados. Contudo, no mês de setembro do ano passado, os depósitos superaram os saques em R$ 6,695 bilhões, uma diferença significativa para o mesmo período do ano corrente.

Acumulando os meses de janeiro a setembro de 2014, a poupança obteve captação líquida positiva de R$ 15,5 bilhões.

Mesmo com os altos e baixos, a poupança continua sendo uma boa opção para os investidores, principalmente para os pequenos e médios investidores, com um perfil mais conservador, uma vez que a caderneta de poupança é um investimento de baixo risco e que tem rentabilidade estável e segura.

A poupança chegou a ter sua rentabilidade abaixo da maioria dos investimentos entre os anos de 2011 e 2012, com uma baixa significativa da rentabilidade mensal. Contudo, com as mudanças nas taxas de juros e a taxa Selic, além de algumas mudanças adotadas pelo Governo Federal, a velha poupança voltou a ter rentabilidade mensal na casa de 0,5% ao mês, o que voltou a atrair novos investidores.

Outra vantagem da caderneta de poupança é a isenção de imposto de renda e outros impostos, diferente de outros investimentos que, apesar de ter maior rentabilidade mensal, descontam-se alguns impostos, o que acarreta, em muitos os casos, na equiparação dos lucros mensais ou até mesmo em uma superação da caderneta de poupança, se comparado a investimentos como CDB e CDI.

Por André César

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A poupança já não é tão atraente quanto alguns anos atrás, principalmente depois da nova regra de rendimento, e isso leva muita gente a buscar novos investimentos. Quem tem algo em torno de R$ 30 mil e tempo para esperar, pode escolher entre diferentes investimentos, como a alocação dos recursos em Letras de Crédito Imobiliário, o LCIs ou o Certificado de Crédito bancário, o CDB. Conheça mais sobre cada uma delas e suas vantagens:

O LCIs é um fundo de investimento em que o investidor empresta seu dinheiro ao banco e este irá financiar obras e demais empreendimentos imobiliários e o investidor recebe de acordo com os juros e taxas que podem incidir.

O CDB é semelhante, contudo, o empréstimo é feito para empresas e para o governo e o investidor também recebe a diferença de juros referentes a este empréstimo.

Ambos os investimentos possuem uma semelhança em relação à caderneta de poupança: são cobertos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) com o limite de até R$ 250 mil. O retorno também é maior do que a poupança, sendo que o LCIs pode render entre 80% e 90% do valor investido, dependendo do período.

Vale ressaltar que tanto o CDB quanto o LCIs são investimentos que não se pode retirar o dinheiro a qualquer tempo e é necessário aguardar até o momento firmado em contrato.

É importante se atentar ao evento come-cotas, que acontece apenas com quem aplica seu dinheiro em fundos de investimentos e é a antecipação da cobrança do imposto de renda sobre o lucro que o fundo de investimento renderá.

A cobrança ocorre sempre nos meses de maio e novembro, sendo que o recolhimento se dará sobre o número de cotas que o investidor possui em seu fundo de investimento. O que diminui a quantidade de cotas que os investidores tem, daí o nome come-cotas.

Por Robson Quirino de Moraes

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Sempre quando pensamos em guardar dinheiro, a primeira palavra que vem à nossa mente é poupança. Mas, o que não sabemos é que com as mudanças que houveram nas regras de rendimento, muitas pessoas ficaram muito confusas a respeito do assunto.

As novas leis da poupança foram instituídas no dia 4 de maio de 2012, mas a rentabilidade só passou a valer quando a taxa básica de juros, denominada de Selic, foi reduzida para 8,5% ao ano. A partir desta mudança, a remuneração da sua poupança vai depender da taxa Selic, que é definida pelo Conselho de Política Monetária (Copom) mensalmente.

Se a Selic for menor que 8,5%, o rendimento passará a ser fixado em 70% da taxa Selic e mais a Taxa Referencial (TR), que será calculada a partir do rendimentos dos CDBs (Certificados e Recibos de Depósitos Bancários) mensais.

Veja agora como ficou na prática para quem aplicava R$ 500 na poupança por mês:

Antes: Com 0,5% ao mês + TR= R$ 2,74 por mês. Depois: Se a taxa Selic chegar a 7,5%, de acordo como previsto pelo governo, a poupança pode pagar até 5,25% + TR: nesse caso, o rendimento será de R$ 2,14 por mês.

Para prazos de investimentos que são inferiores a um período de quatro meses e com taxa Selic abaixo de 8,5% por ano, a conta poupança se torna a melhor opção, pois ela será isenta de Imposto de Renda e ainda oferecerá liquidez imediata.

Para períodos maiores, as Letras Financeiras do Tesouro (LFT), que pagam normalmente a variação da taxa Selic, tornam-se um negócio mais atrativo, pois todos os custos são embutidos e variam de 0,3% ao ano para taxas de CBLC e de 0,10% do valor total investido no ato da compra.

Você precisa deixar o dinheiro aplicado no Tesouro por um período mínimo de quatro meses. Se você quiser ficar mexendo no dinheiro deverá optar pela poupança mesmo.

Por Daniela Almeida da Silva

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Novembro e dezembro são os dois meses em que o pagamento do 13º salário é realizado nas empresas. Levantamento feito pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) assinalou que o intento deverá inserir R$ 102 bilhões na economia brasileira neste ano, montante superior em 20% ao constatado em 2009, quando R$ 85 milhões foram pagos.

Especialistas, antecipando-se à atual euforia dos consumidores, recomendam que cada qual se preocupe em poupar dinheiro. Para Mauro Calil, educador financeiro, é interessante que os cidadãos destinem 50% do valor para aplicações, no entanto, quando há dividas, deve-se descrevê-las e saber a causa do endividamento. Caso sejam constatados gastos acima de ganhos, o consumidor tem de estar atento, cortar despesas e elaborar, deste modo, uma educação financeira.

De acordo com Reinaldo Domingos, consultor financeiro presidente da Dsop Educação Financeira, gastos de final de ano e viagens podem estar na pauta dos consumidores desde que a pessoa já tenha elaborado seu planejamento e, sobretudo, que não precise quitar dívidas contraídas ao longo do ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Band Online


Você gasta mais do que ganha? Será que é você que ganha pouco, ou você não está sabendo como administrar o dinheiro?

Já diria o bom poupador: “Mais vale ganhar R$ 2 mil / mês e economizar R$ 200, do que ganhar R$ 5 mil e não economizar nada”.

Muitas vezes o problema em não economizar está justamente nas pequenas despesas, as quais você não dá tanto valor. São aquelas despesas que não constam em sua planilha de gastos, mas que no final do mês acabam tendo grande representatividade.

As pessoas tendem a analisar apenas as despesas de supermercado, alimentação, internet, tv a cabo, água, energia, etc., porém, esquecem de que aquela compra diária de supérfluos pode impactar fortemente no orçamento doméstico.

É fácil hoje encontrar pessoas com bons salários (R$ 6 mil ou acima), e que no final do mês esquentam a cabeça com dívidas de cartão de crédito, compras parceladas, e outros transtornos mil. Não siga esses maus hábitos! Crie uma fórmula para controlar o que você gasta.





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