PIB do Brasil cai 0,3% no trimestre, segundo IBGE. Especialistas acreditam em recuperação do país.

O PIB (Produto Interno Bruto), que é a soma de todas as riquezas de um país, apresentou queda de 0,3% no primeiro trimestre de 2016, quando comparado com os três meses anteriores. Os dados foram divulgados na quarta-feira (1º/06) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

De acordo com o orgão, esta é a quinta queda trimestral seguida do PIB do Brasil. Segundos especialistas em economia, isto é reflexo da recessão do país. Porém, economistas acreditam que esta pode ser a chance para o país sair do "fundo do poço", visto que o Brasil poderá agora encontrar as condições iniciais para a recuperação econômica.

A explicação para acreditar em condições melhores para a economia do país, que segue mergulhado em uma crise política e econômica sem precedentes históricos, se deve ao resultado da dinâmica da crise. Ou seja, o país enfrenta um longo período de quedas e, em certo momento, ocorre a estabilidade do ritmo da queda. Para especialistas em economia, o Brasil passa por este momento agora, o que pode ocasionar condições iniciais para uma recuperação. Porém, esse é apenas o começo dessa melhora no quadro desfavorável da economia do país.

Ainda segundo economistas, até mesmo as empresas que contribuíram para a queda do PIB no passado precisam agora realizar investimentos pontuais em suas linhas de produção para a própria sobrevivência no mercado, já que os cortes ou o adiamento de projetos importantes já foram realizados. Isso pode ser comparado com a dinâmica de uma família, que também enfrenta a crise, adiando a aquisição de bens de consumo duráveis, mas em certo momento ocorrerá a necessidade da reposição dessas mercadorias.

Segundo o IBGE, em valores correntes, o PIB do Brasil chegou a R$ 1,47 trilhão no primeiro trimestre de 2016, apresentando uma queda de 5,4% quando comparado com o mesmo período de 2015. Isso tudo reflete no consumo das famílias, que apresentou uma queda de 6,3%, quando comparado com o mesmo período de 2015. Para economistas, isso ocorre devido ao desemprego e a queda da renda das famílias brasileiras. Já o PIB na indústria registrou -1,2%. Agropecuária e setor de serviços também apresentaram quedas. O único que fechou no positivo foi o consumo do governo, com 1,1%.

Porém, o comércio exterior apresentou resultados positivos. Dessa forma, as exportações brasileiras cresceram 6,5% quando comparado com os três últimos meses do ano passado. Se para alguns especialistas, como já citamos, este "fundo do poço" traria uma melhora para o país, outros não pensam da mesma forma e apresentam previsões pessimistas para o país. De acordo com a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), a situação econômica do Brasil vai se deteriorar ainda mais com a contração de 4,3% do PIB brasileiro.

E para você, quais são as dificuldades encontradas no atual quadro de recessão econômica do país? Está otimista ou pessimista com relação ao PIB brasileiro? Deixe seu comentário!

Rodolfo Cruz Merino


Queda do PIB deve-se ao resultado negativo dos investimentos, explica IBGE.

No Brasil a economia teve queda de 3,8% no decorrer de 2015 comparando ao ano anterior, conforme números anunciados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) nesta quinta-feira (3). Ainda de acordo com o instituto, essa é a maior queda sofrida por nossa economia desde 1990, quando despencou 4,35%. Somente no quarto trimestre, comparado ao mesmo período de 2014, é que a retração foi de 5,9% e sobre o ano anterior teve uma baixa de 1,4%.

Alguns setores tiveram um ligeiro crescimento no ano de 2015, como a Agropecuária com 1,8%. Porém, a indústria encolheu 6,2% e os serviços tiveram redução de 1,4%. O PIB do ano anterior totalizou em valores correntes 5,9 trilhões de reais. Já o PIB per capita somatizou 28,87 mil reais, com uma queda de 4,6% se comparado com 2014.

Segundo o IBGE, a queda do PIB foi guiada por resultados negativos de investimentos. Este retrocesso tem justificativa pelo fato da produção interna e importação de bens de capital terem sofrido uma queda, com influência negativa da Construção no decorrer do ano”.

Por outro lado, o consumo das famílias tiveram queda de 4% se comparado a 2014 (quando o crescimento foi de 1,3%). Os gastos de consumo do governo deram uma desacelerada comparado a 2014, tendo uma baixa de 1,2%. Analistas não ficaram surpresos com resultado tão negativo.

“Não se pode dizer que esse desastre não foi anunciado. Muitos indicadores já indicavam que haveria uma retração em 2015, só não se sabia a gravidade”. Diz Luiz Alberto Machado, Conselheiro do Cofen (Conselho Federal de Economia).

“Ainda não dá para festejar a economia do país em 2016, mas destacamos o dólar em alta como um fator que deve motivar a exportação industrial. Porém, é certo que será um ano negativo para o Brasil. Nosso país tem uma líder que não comanda nem a base do seu governo”, critica Luiz Alberto.

O IBGE ainda informa que as exportações de bens e serviços, no setor externo, tiveram ligeiro crescimento de 6,1% enquanto que as importações caíram 14,3%. Já o petróleo, a soja, os produtos siderúrgicos e o minério de ferro foram os que mais cresceram.

Confira abaixo alguns números divulgados pela IBGE:

  • PIB 2015: -3,8%
  • Agropecuária: +1,8%
  • Indústria: – 6,2%
  • Serviços: – 2,7%
  • Investimentos: -14,1%
  • Consumo das Famílias: – 4,%

Por Ruth Galvão


Rombo previsto é de R$ 60 bilhões para 2015, o que representa 1% do PIB do País.

Após quase três meses desde a redução da meta fiscal, o Governo Federal, juntamente com sua equipe econômica, já estuda analisar novamente a antiga promessa de economizar cerca de 0,15% do PIB que serviria para pagar os juros da dívida pública em 2015. Tal possibilidade surgiu logo após a reunião entre Joaquim Levy (ministro da Fazenda), Nelson Barbosa (ministro do Planejamento) e Jaques Wagner (ministro da Casa Civil). Essa é uma consequência direta do rombo avaliado pelo Governo para 2015: R$ 60 bilhões que representam 1% do nosso PIB.

É importante destacar que em julho de 2015 o Governo Federal diminuiu a então meta fiscal de 1,1% para 0,15% do PIB, sendo que 0,1% seria a parte do Governo Federal e 0,05% seriam dos Estados e municípios. Além disso, é importante destacar que o Governo também havia prometido um abatimento de R$ 26,4 bilhões da meta, sendo que tal montante seria resultado da recuperação de débitos de empresas em atraso além da regularização de ativos no exterior.

Segundo o Governo, o atual rombo de R$ 60 bilhões, que é maior que o previsto anteriormente seria um resultado direto da queda na arrecadação e pelo pagamento de dívidas da administração anterior com as “pedaladas fiscais”.

Também é importante destacar que o Governo Federal agora se empenha em priorizar a meta de um superávit em 2016 de 0,7% do PIB brasileiro. Essa é uma consequência direta do atual momento econômico, haja vista ser quase impossível uma recuperação a ponto de atingir um superávit em 2015.

Portanto, para que seja legal a mudança na meta ou até mesmo ampliar o abatimento aqui citados, é preciso que o Governo Federal altere o projeto de lei que foi encaminhado ao Congresso que estabeleceu uma meta fiscal de 0,15% do PIB. É importante destacar que tal medida ainda não foi analisada pelos parlamentares, ou seja, está parada na Comissão Mista de Orçamento.

Além disso, saiba que em reunião com alguns parlamentares, Joaquim Levy já avisou ao grupo presente que o Governo Federal irá propor uma alteração à proposta orçamentária de 2015. Tal ação por parte do governo deve ocorrer em breve.

Por Bruno Henrique

Dinheiro


Novo registro aponta queda no PIB de 2,55% neste ano.

O mercado financeiro ainda está com poucas esperanças de uma alteração na situação econômica para este final de ano, pois existe uma previsão que ocorra um registro de queda no PIB (Produto Interno Bruto) que sairia de 2,44% chegando a 2,55%.

Como já sabemos o PIB é um registro direto da soma dos serviços que são produzidos direto no país mais todos os bens, e a sua retração ficou em uma margem baixa para o ano de 2016, ou seja, indo de 0,5% até 0,6%.

As instituições financeiras estão cientes dessa situação tanto que não pode ser esquecido que a recessão segue junto com a inflação, agora em um valor acima da meta de 4,5%, no caso superior a cifra de 6,5%.

O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) teve um ajuste que foi de 9,29% para 9,28% e para o ano de 2016 é provável que essa inflação fique em 5,64%, sendo que na semana passada já tinha ficado em uma projeção de 5,58% (o sexto aumento seguido). O Banco Central do Brasil (Bacen), por exemplo, já elevou a Selic (taxa básica que envolve juros) em sete seguidas vezes e, com isso, o Copom (Comitê de Política Monetária) a manteve em 14,25% ao ano.

Para 2016 a Selic precisa ficar na marca de 12%, pois o valor de 14,25% deve permanecer até o mês de dezembro de 2015 e se sair fora desse registro teremos sérios problemas para as negociações de grande porte, como aquelas que são ligadas direto na Selic, ou seja, envolvendo os títulos públicos que estão no Sistema Especial de Liquidação e Custódia.

Independente das expectativas do Bacen, dos investidores e também demais profissionais do mercado financeiro é preciso uma atenção redobrada para a Selic, pois ela está ligada com a alteração nos preços direto para o consumidor, pois com esses juros tendo uma alta, o crédito fica encarecido e ao mesmo instante a poupança consegue ter um estímulo.

Por um lado temos juros reduzidos e o Copom realizando transações de crédito com valores menores, mas por outro lado temos uma produção com mais incentivo e também consumo, aliviando o controle direto com a inflação, onde até mesmo o dólar pode ficar na marca de R$ 3,80 em 2016.

Por Fernanda de Godoi

Queda do PIB


O Governo descartava a projeção de redução de 2% na economia brasileira, contando com a melhora no cenário econômico no 3º trimestre deste ano, porém, a expectativa mais otimista é de que a economia mantenha-se estável até o final de setembro.

O Governo Federal já mudou a sua projeção oficial para a economia deste ano e agora considera a retração de cerca de 1,5% do PIB (Produto Interno Bruto). Mas em uma previsão mais pessimista a crença é de que o PIB baterá 2% de queda até o final deste ano.

Na última quarta-feira (dia 15) a Receita Federal anunciou que houve uma queda real de 2,87% na arrecadação da união no primeiro semestre de 2015. A queda vem como resultado direto da redução do nível de atividade no país. Alguns assessores da presidência ainda afirmaram que a desaceleração da economia pode piorar ainda mais nos próximos meses, pois a crise anda cada vez pior com as últimas descobertas da CPI que investiga operação lava jato, que agora estão voltadas para o ambiente político.

A equipe responsável pela economia no país teme que aconteça uma paralisação das votações mais importantes no congresso, por conta da CPI da lava jato. Isso teria um forte impacto negativo na economia do país, e retardaria ainda mais a recuperação econômica do país.

Até pouco tempo atrás o governo descartava completamente a projeção de redução de 2% na economia brasileira, contando com a melhora no cenário econômico no terceiro trimestre deste ano, agora a expectativa mais otimista é de que a economia mantenha-se estável até o final de setembro.

Claudenir Malaquias, que trabalha na Receita Federal como chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros, afirmou que a realidade é bem pior do que os indicadores do governo apontam, pois há uma junção de vários resultados negativos, que juntos acrescentam força à crise econômica do país.

Além das projeções negativas, a baixa arrecadação durante o ano torna praticamente impossível, sem novas intervenções para geração de receita, a missão do governo de cumprir a meta do superávit primário de 1,1% do PIB, o que equivale em valores reais R$ 66,3 bilhões. Até o mês de maio o governo havia cumprido apenas 12% dessa meta. Agora ou o governo consegue outras formas de gerar renda para cumprir a sua meta para o ano de 2015, ou revê a meta e diminui os valores.

É um cenário de incertezas para todos os brasileiros. A época é de recessão e qualquer medida de defesa é bem-vinda. Investimentos arriscados ou ousados devem ser analisados com cuidado pelo brasileiro para evitar perdas.

Por Patrícia Generoso

Economia


Taxa atingiu seu maior valor em 6 anos, após acumular sua quinta alta consecutiva.

A taxa Selic está próxima de alcançar o seu índice histórico de 2009, quando atingiu a marca de 13,75%. Como previa os “gurus” do mercado financeiro, o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) deu o seu aval para mais uma subida na taxa de juros. Com uma alta 0,50 ponto percentual ela atingiu o seu maior valor em 6 anos, 13,25% de acordo com anúncio feito pelo comitê na última quarta-feira (29/04).

A Selic acumula a sua quinta subida consecutiva: a primeira foi em outubro do ano passado quando alcançou 11,25%, em dezembro foi elevada a 11,75%, janeiro e março atingiu 12,25% e 12,75%, respectivamente. Vale ressaltar um detalhe, as subidas têm mantido uma constância no seu valor, todas foram de 0,50 ponto percentual.

A subida da taxa é a principal ferramenta utilizada pelo Banco Central para controlar o consumo e consequentemente a inflação, que atingiu agora em março um recorde em 20 anos, 1,32%; elevada em sua maior parte devido à subida dos preços dos combustíveis e energia elétrica autorizadas pelo governo.

Esse controle inflacionário através da Selic se dá da seguinte forma: quando os juros sobem as pessoas consomem menos forçando assim os preços em geral a caírem, todavia, se por um lado controla, em parte, a inflação por outro trava o Produto Interno Bruto, já que a economia não cresce, não gera empregos e o País fica estagnado.

Em contrapartida quando os juros estão baixos as pessoas passam a consumir mais, as empresas crescem e geram mais empregos e, com isso, o PIB do País se eleva, porém, como as empresas brasileiras não estão preparadas para um grande aumento de demanda por produtos e serviços, os preços sobem gerando a inconveniente inflação.

Apesar dos pesares, a poupança, que é o único investimento da maioria dos brasileiros, continua rendendo a mesma coisa, pois de acordo com uma regra do ano de 2012 este investimento só renderá menos quando a Selic estiver em valor menos que 8,5% ao ano, como não é o caso ela permanece rendendo os seus habituais 6,71%.

Mas há mais alguém que se beneficia, e muito, com a alta da Selic: os bancos, pois com ela vem o aumento de algumas tarifas bancárias como o cheque especial, que chegou a 220,4% em março, de acordo com o Banco Central.

A alta da Selic até agora tem sido um mal necessário, mas que nunca será bem aceito, principalmente pela classe trabalhadora desse País.

Por Édson Dassib

Alta da Selic


No entanto, poderá haver uma melhora em 2016

O atual cenário da economia brasileira fez com que o Banco Central projetasse que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro irá cair 0,5% em 2015, sendo que há 90% de chance de estourar a meta da inflação para este ano. Apesar das notícias, haverá uma melhora em 2016, tendo em vista as apostas para o fim do arrocho monetário em abril.

Em Relatório Trimestral de Inflação divulgado na quinta-feira, dia 27 de março, a alta do IPCA vai atingir 7,9% em 2015, conforme o cenário de referência, ante a previsão anterior de 6,1%.

No ano que vem, o IPCA vai subir 4,9%, sendo este percentual 0,1% menor que a estimativa anterior de 5,0%. A meta da inflação será de 4,5% com margem de 2 pontos percentuais para mais ou menos. Lembrando que o indicado chegou, em fevereiro, a 7,70% em 12 meses, maior percentual em quase dez anos.

Indicando a desaceleração nos preços para o próximo ano, o Banco Central dá sinal que do fim do arrocho dos juros, contudo, é importante esperar um pouco mais. Segundo avaliação do próprio BC, haverá mais uma alta de 0,25% e depois os juros serão paralisados. O cenário não é dos melhores, tendo em vista que o Banco Central ainda avaliou que os esforços para controlar a alta nos preços não são suficientes para uma melhora significativa.

O BC começou no mês de outubro de 2014 um novo ciclo de aperto monetário, elevando a Selic em março em 0,5% e chegou a 12,75% ao ano. Acontece que vivemos uma realidade com alta da inflação e a economia não se recuperou.

Nessa perspectiva, uma pesquisa realizada pela Focus do BC mostrou que o arrocho monetário não terminou e a taxa básica de juros pode chegar a 13% até o fim do ano. Ainda tem o dólar, que já ultrapassou a barreira dos R$ 3,00 e pode ficar em constantes R$ 3,15. 

Por Ana Rosa Martins Rocha


Entre junho e agosto de 2012 a economia do Nordeste apresentou um crescimento de 1,6%. ,

O Produto Interno Bruto, PIB, do Ceará, Pernambuco e Bahia lideraram o crescimento. A expansão do mercado interno tem impulsionado o movimento, como no resto do país.

 As informações são do Banco Central em seu Boletim Regional Econômico, divulgado nesta quinta-feira, dia 8 de novembro.

O documento afirma que essa trajetória é ratificada pela evolução dos recentes de indicadores das atividades varejista e industrial. Isso tem favorecido maior dinamismo dos mercados de trabalho. O documento salienta também que houve impacto positivo dos programas de transferência de renda do governo federal, como por exemplo, o Bolsa Família.

O Boletim do Índice de Atividade Econômica Regional da Região Nordeste aponta um crescimento no segundo trimestre também. Dessa forma, a região conseguiu um bom resultado ficando à frente do Sul do país, que observou um crescimento de 1,2 por cento neste mesmo período.

A maior taxa de crescimento regional informada pelo relatório do Banco Central está com a região Sudeste que obteve um crescimento superior a dois por cento no período.

Por Matheus Camargo


Miriam Belchior, Ministra do Planejamento do governo federal disse que PIB do Brasil pode crescer mais do que 4,5% em 2013. O valor é a meta do governo de crescimento para a econômia nacional de acordo com o projeto de lei orçamentária para o ano que vem.

Segundo a ministra, o país pode obter um resultado melhor do que é apresentado pela proposta de orçamento do governo, devido aos efeitos das medidas do governo para o estímulo da industria adotadas este ano.

As afirmações da ministra foram feitas em audiência pública da comissão que discute o orçamento no congresso nacional. A ministra afirmou ainda que o governo deverá cumprir uma meta de superávit primário de139,8 bilhões de reais no ano de 2013. Reafirmando as previsões das projeções do Tesouro Nacional.

Segundo ela, a presidenta da república Dilma Rousseff analisa a liberação adicional de verbas para cobrir dificuldades financeiras nos orçamentos dos municípios em relação ao pagamento do INSS. A ministra defendeu ainda em sUa fala, o modelo econômico adotado pelas administrações petistas nos últimos anos no governo federal.

Por Matheus Camargo
 


Pequim anunciou ontem à noite, dia 17 de outubro, que o crescimento do Produto Interno Bruto chinês caiu para 7,4% no acumulado de 2012. A queda do crescimento chinês é um resultado positivo, pois afastam as expectativas do mercado de que a manutenção da alta taxa de crescimento do país pudesse ser insustentável.

Segundo Wen Jiabao, primeiro ministro do país, o crescimento chinês deve ficar dentro do previsto para 2012, com uma taxa de 7,5%. Isso é um bom resultado após quase uma década de crescimento em taxas superiores a 10% ao ano. O vigoroso crescimento do país fez com que a China se tornasse a maior economia do mundo e com expectativas de se tornar a primeira economia superando os Estados Unidos daqui uma ou duas décadas.

As bolsas de valores orientais refletiram o resultado positivo do cumprimento da meta de crescimento da China e mantiveram uma média de alta de 0,7%, puxadas pelas ações das empresas de energia elétrica e construção civil.

Analistas afirmam que o cumprimento da meta de crescimento da China é muito positivo. Isso revela que o país consegue fazer frente a maré da crise econômica internacional, com uma taxa estável sem oscilações imprevistas.

Por Matheus Camargo


IBC-Br cresceu 0,75% em junho

O IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central), considerado como um sinalizador do PIB brasileiro, alavancou 0,75% no mês de junho deste ano ante maio. Segundo a Reuters, o mercado esperava um avanço de 0,70%.

Com isso, a sinalização é de que a economia brasileira cresceu mais do que o esperado no mês analisado, indicando que a atividade já estava dando sinais de recuperação.

Essa foi a maior variação mensal desde março de 2011, quando o crescimento apresentou 1,47%.

Influenciado pelo resultado de junho, o 2º tri fechou em alta de 0,38% em comparação ao 1º tri.

O IBC-Br engloba as estimativas para a produção nos setores básicos da economia, que são: indústria, serviços e agropecuária.

Portanto, o governo vem realizando várias medidas para estimular a economia, que foi afetada pela crise mundial. E os resultados estão surgindo, como os bons números das vendas no varejo, que registraram alta de 1,5% em junho ante maio, e a criação de 142.496 postos de trabalho formal em julho.

Porém, as expectativas ficam em torno da próxima reunião do Copom (nos dias 28 e 29 deste mês), onde a taxa básica de juros poderá ser reduzida em 0,50 ponto percentual, marcando uma nova mínima histórica de 7,50%, continuando com suas medidas de incentivo à economia brasileira.


Corte na previsão de alta do PIB de 2012

O relatório bimestral de receitas e despesas do orçamento, divulgado no dia 20 de  julho, revelou o corte da previsão de alta do PIB (Produto Interno Bruto) de 2012, de 4,5% para 3%, feito pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.

Mesmo com a cautela da previsão de alta para esse ano, o governo acredita que a economia continuará acelerando.

O Ministério se mantém mais otimista que o Bacen, que prevê uma alta de 2,5% do PIB deste ano. Já os economistas do mercado financeiro, acreditam que a alta será de apenas 1,9%.

Esse corte feito na estimativa está relacionado com a crise financeira mundial, que influencia todas as economias do mundo.

Segundo o relatório, o Brasil está bem mais preparado e em melhores condições do que os países centrais, e está crescendo gradualmente, sendo que as medidas de estímulo adotadas pelo governo ainda não afetaram a economia.

Portanto, o crescimento econômico brasileiro deverá apresentar uma aceleração no segundo semestre deste ano devido às medidas já adotadas.


Parece simples citar que o crescimento da economia brasileira no ano de 2010 ocorreu pontualmente. De fato, a alta de 7,5% do Produto Interno Bruto (PIB) no período aconteceu de modo surpreendente, mas esse registro só pode assim ser citado graças a medidas adotadas há muitos, muitos anos.

Exemplo quase-perfeito é a criação do real durante a curta gestão de Itamar Franco, que na época contava com Fernando Henrique Cardoso como ministro da Fazenda – que depois viria a ser presidente da República.

A crise financeira mundial, na metade do caminho da segunda gestão do também ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, requereu dele e de toda sua equipe medidas audazes. A aceleração do PIB em 2010, por outro lado, foi substituída por seu antônimo nos dias atuais: desaceleração. Por consequência, a inadimplência do consumidor passa a ser afetada.

De acordo com a Serasa Experian, o Indicador de Inadimplência aumentou 21,4% entre janeiro e março de 2011 em comparação ao 1º trimestre de 2010, taxa superior, pois, à constatada no 4º trimestre de 2010 sobre o período igual de 2009 (20,3%).

Os economistas da entidade ressaltam que o endividamento do consumidor no decorrer dos dois últimos anos e o aumento da inflação em 2011 incidiram no indicador, tanto que a população passa por dificuldades em honrar seus compromissos.

Em março de 2011, a inadimplência subiu 3,5% sobre fevereiro, ou seja, a primeira vez que isso ocorreu em 2011. Economistas da Serasa ponderam que essa situação tem por base o pagamento da última parcela do imposto de carros (IPVA) no mês de março, bem como despesas com Carnaval, férias e materiais escolares.

Por Luiz Felipe T. Erdei


As empresas brasileiras têm acreditado no potencial do Brasil, em termos particulares a cada setor, e da própria população tupiniquim. O crescimento percebido nos últimos meses é reflexo de iniciativas do governo federal, tanto no sentido quantitativo como no qualitativo. A propagação de ideologias, portanto, foram peças fundamentais para a nação ter gerido com certa facilidade medidas de estímulo, tanto que no primeiro trimestre deste ano o Produto Interno Bruto (PIB) apresentou elevação ante os três meses anteriores.

Embora exista aguardada queda no aquecimento da atividade varejista e outros segmentos, o número de companhias nacionais na busca por crédito ascendeu 0,5% no mês passado em comparação a junho depois de travar 90 dias seguidos de arrefecimento. O diagnóstico, emitido pela Serasa Experian, avaliou, também, que em confronto a julho de 2009, um recuo de quase 2% fora assinalado.

Mesmo assim, no acumulado anual até julho, existe aumento na demanda em 7,7% ante o período igual do ano passado. Economistas da entidade, de acordo com o portal de Economia Terra, avaliam o poder de reação visto em julho como fator sinalizador da retomada do desenvolvimento econômico no país, embora mais ameno daquele registrado no início deste ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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