As taxas de juros das operações de crédito apresentaram redução pelo oitavo mês consecutivo, de acordo com pesquisa feita pela Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

Para a pessoa física, caiu de 5,81% ao mês em setembro para 5,5% em outubro. Para a pessoa jurídica, passou de 3,31% ao mês em setembro para 3,17% ao mês em outubro.

Os números mostram que, pela primeira vez, a taxa de juros média do cartão de crédito rotativo ficou abaixo de 10% ao mês devido à redução de 9,99% nas taxas agora em outubro.

Segundo a Anefac, as reduções estão ligadas à melhora dos indicadores econômicos e à maior competição no sistema financeiro depois de os bancos públicos diminuírem os juros. A expectativa dos executivos em finanças é que as taxas de juros continuem caindo nos próximos meses.


A Bolsa de Valores de São Paulo, Bovespa, apresentou uma tendência de queda no pregão do dia 9 de novembro, sexta-feira.

A Bovespa está acompanhando de perto a crescente tensão do mercado financeiro americano com os problemas das contas pública do país. A discussão deve ser o centro da vida política americana até o final do ano, quando será decidido o orçamento para 2013, agora que as eleições presidenciais terminaram.

O Ibovespa chegou a bater no piso dos 57 mil pontos pela manhã de sexta-feira acompanhando Nova York, onde o mercado de futuros caía 0,46%. A tendência de queda se alastrou nos índices da S&P 500, que caiam 0,44%. Somente o índice da Nasdaq apresentou variação positiva, com 0,33%.

O problema é o abismo fiscal nos Estados Unidos. Com a arrecadação estagnada pela recessão econômica, o governo norte-americano vê sua dívida pública chegar a patamares gigantescos, nunca antes alcançados. Além disso, o risco de recessão neste final de ano na França, que é a segunda maior economia da zona do euro, impacta o mundo financeiro.

Outro fator de desestabilização é a situação crítica na Espanha. O país em recessão não quer pedir socorro financeiro ao Banco Central Europeu, que certamente irá impor medidas de austeridade em troca do empréstimo ao país.

Por Matheus Camargo

Fonte: UOL   


Somente no dia 7 de novembro os investidores estrangeiros retiraram cerca de R$ 270,918 milhões da Bolsa de Valores de São Paulo, a Bovespa.

No pregão do dia 7 de novembro houve uma queda de 1,58% no Ibovespa, índice de negociações da Bovespa, atingindo um patamar de 58.517,35 pontos. O volume de negociações financeiras ficou em R$ 6,073 bilhões.

O saldo de investimentos estrangeiros aplicados na Bovespa está em R$ 4,730 milhões em negativo nos primeiros quatro dias úteis de novembro.

A debandada de capital externo na Bolsa deveu-se às expectativas ruins no mercado financeiro mundial nos últimos dias. As notícias sobre a possibilidade do não pagamento da dívida Grega, mais o problema nas contas públicas dos Estados Unidos fizeram os investidores recuarem em todo o mundo.

Para piorar a situação o Banco Central da França fez um anúncio em que prevê que a economia do país entrará em recessão nos últimos meses do ano.

As compras dos investidores estrangeiros na Bovespa ficaram no começo de novembro, até o dia 7, em R$ 9,698 bilhões. Já as vendas ficaram em R$ 9,703 bilhões. No acumulado desse ano o déficit de recursos externos nas comercializações da Bovespa está na casa dos R$ 2,431 bilhões.

Por Matheus Camargo

Fonte: UOL


As bolsas de Nova York  no dia 9 de novembro ampliaram suas perdas da semana. Os investidores estão cada vez mais preocupados com a crise financeira na Grécia e com a situação das contas públicas dos Estados Unidos.

A situação das contas públicas dos EUA mais preocupante é o abismo fiscal que vem demandando do governo norte-americano uma política de cortes de gastos vigorosa. Por outro lado, há também o temor do final dos incentivos fiscais adotados no governo Bush. Sem uma solução para a estabilidade do endividamento público dos EUA o país vive a ameaça de voltar a uma profunda recessão. O Congresso norte-americano precisa posicionar-se até final do ano  sobre a situação orçamentária do governo.

Wall Street teme também com a situação das exportações no país. Dados do departamento de comércio do governo americano apontam que os custos para exportar subiram nos Estados Unidos nos últimos meses. Isso pode afetar negativamente a economia americana.

Em Nova York também se teme pelos rumos da economia europeia. Os mercados financeiros da Europa recuam com a incerteza sobre o futuro da Grécia. O Parlamento grego discutiu no domingo, 11 de novembro, o orçamento do país. Os investidores temem que a Grécia volte a não pagar a próxima parcela de empréstimo de seu pacote de ajuda financeira.

Por Matheus Camargo


No dia 6 de novembro, terça-feira, o preço do dólar caiu na Bovespa sob a expectativa do resultado do processo eleitoral para a presidência dos Estados Unidos que ocorre neste dia. As cotações operaram neste dia apertadas com a maioria dos investidores aguardando o resultado do pleito americano.

O baixo movimento no mercado cambial na terça-feira fez com que o preço do dólar caísse no pregão na Bolsa de Valores do Dow Jones. Em Nova Iorque o clima de suspense também cerca os investidores, com as últimas pesquisas dando uma vitória apertada de Barack Obama.

Por lá, o euro oscilou frente ao dólar sendo negociado a até US$ 1,2816. Na Europa o problema da insolvência do governo grego continua. Sem margem de recursos para continuar a pagar sua dívida o governo de Atenas ameaça dar um novo calote em seus credores. No dia 7 de novembro foi em votação no parlamento grego novas medidas de austeridade fiscal. As mobilizações contra as medida já começaram e uma greve geral de dois dias foi lançada na terça, dia 6, no país deverá parar toda Atenas.

Por Matheus Camargo

Fonte: UOL


Com o clima positivo nos mercados financeiros mundiais a Bovespa seguiu uma trajetória de alta rumo ao patamar de 60 mil pontos. O patamar é considerado como o "teto" atual das negociações da Bovespa, pois sempre que a bolsa consegue atingir ele não sustenta o patamar por muitos pregões consecutivos, apresentando queda logo em seguida.

Os principais papéis que apresentaram alta e ajudaram no bom resultado do pregão de terça-feira, 6 de novembro, foram os das siderúrgicas Vale e Petrobras.

Contribuiu para o clima positivo no mercado financeiro internacional o rápido processo de apuração de votos das eleições presidenciais no Estados Unidos. Já, durante a madrugada de terça para quarta-feira, 7 de novembro, os resultados foram anunciados e Obama foi reeleito para mais quatro anos na Casa Branca.

No pregão de terça-feirs o índice Ibovespa encerrou com uma variação positiva de 2,15% chegando a 59.458,59 pontos. No pico o índice apresentou uma alta de 2,32% com cerca e 59.561 pontos. Foram movimentados cerca de R$ 6,231 bilhões nesse pregão.

As ações da empresas Petrobras, Vale, Usiminas e outras siderúrgicas operaram em alta junto com a subida de preço das commodities no mercado exterior. As ações nominativas ordinárias da Petrobras (ON) apresentaram uma alta de 2,00%, enquanto as ações nominativas preferenciais subiram cerca de 2,07%.

Outro fator que poderia ter impulsionado as ações da petroleira teria sido rumores entre os investidores da bolsa de que o novo reajuste do preço dos combustíveis poderia ocorrer ainda esse ano, mesmo sem nenhuma sinalização oficial por parte do governo que isso poderia ocorrer.

Por Matheus Camargo





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