Um levantamento realizado pelo Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) apontou que o preço de certos medicamentos pode variar em até 200% de farmácia para farmácia.

Foram selecionados 24 medicamentos para análise, durante o período de 20 de dezembro a 09 de janeiro.

Ao todo, foram observados 91 valores distintos e a diferença entre o menor e o maior preço chega a ultrapassar 60%.

Tais discrepâncias nos valores acabam causando certo desconforto no consumidor, uma vez que, caso ele não saiba se o preço estipulado em determinada drogaria é apropriado ou não, ele pode vir a pagar muito mais pelo produto.

Um dos piores casos listados foi o de antibióticos. A amoxicilina, por exemplo, variou de R$ 6,03 a R$ 20,09. Isso mesmo, uma diferença de mais de R$ 14,00!

O Idec acredita que o motivo para perceptíveis diferenças de preços se deve ao fato da CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos) estabelecer valores máximos. No entanto, certas drogarias comercializam o produto 80% mais barato. Infelizmente, esse desconto pode ser retirado a qualquer instante, o que acarreta na variação de preços.

Por Nestor Turano Junior


Os preços dos medicamentos vendidos nas farmácias de São Paulo possuem variação de mais de 295% entre si, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Procon-SP entre os dias 30 de julho e 1 de agosto.

Foram pesquisados 52 medicamentos em 15 farmácias e drogarias distintas nas cinco regiões da capital paulista. Segundo a pesquisa, os preços dos medicamentos genéricos ficam cerca de 52,8% abaixo dos preços referência dos demais medicamentos.

A pesquisa, no entanto, revelou outras informações. Segundo o Procon, a diferença entre os preços praticados na venda dos medicamentos entre as farmácias chegou a 295,92%. A principal diferença foi encontrada nos preços da Dipirona Spodica, de 500mg/ml. De acordo com o Procon, o medicamento foi encontrado por R$ 0,98 em uma farmácia e R$ 3,88 em outro estabelecimento.

Por Luana Neves





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