A Fundação Getúlio Vargas (FVG) divulgou uma notícia nesta terça-feira, 6 de novembro, sobre a pesquisa no mercado consumidor de materiais de construção. Segundo a FGV, os consumidores desse tipo de produto devem passar por mudanças de perfil no próximo ano.

Segundo o pesquisador Robson Gonçalves, deverá ter uma maior presença de vendas no varejo de materiais de construção em 2013, acompanhado pelo crescimento do setor de infraestrutura e uma diminuição da demanda por materiais importados.

Segundo ele, as mudanças devem ocorrer pois as empresas construtoras estão entregando um grande volume de obras e não tem se notado um crescimento no lançamento de grandes projetos. Isso deverá fazer com que as compras no atacado de materiais de construção caiam no futuro em favor de compras no varejo. Além disso, o setor de infraestrutura deve ampliar a demanda com a aceleração das obras para a Copa de 2014 no país.

Os dados da FGV mostram que no ano passado as vendas de materiais de construção no varejo representavam cerca de 47% do total do mercado, enquanto o setor de empresas imobiliárias era responsável por 31% das compras.

Por Matheus Camargo

Fonte: A Tarde


A construção civil brasileira aguarda meses positivos daqui em diante, até 2016, ocasião na qual o país agregará os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro. Antes, porém, a Copa do Mundo, em 2014, deverá estender a área de atuação a todo o país nas regiões que abrigarão as partidas do mundial de futebol.

Mesmo antes da edificação de espaços destinados às modalidades esportivas, a nação governada por Luiz Inácio Lula da Silva experimentou aumento nas vendas de materiais de construção e aquisição de novas residências, entre casas e apartamentos, devido ao “Minha Casa, Minha Vida”, bem como, a outra esfera, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que atualmente já atravessa sua segunda fase de implementação.

Apesar de todo esse otimismo envolto ao setor, a Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco) divulgou nas últimas horas que as vendas pelo setor apresentaram queda de 5,5% no mês passado em relação a maio. Segundo a entidade em reportagem emitida pelo Folha UOL, é a primeira vez desde março do ano passado que o varejo do segmento abriga arrefecimento.

Cláudio Elias Conz, presidente da Anamaco, diz-se surpreso com a constatação, mas relaciona que para isso a Copa do Mundo surtiu como peso preponderante no cenário, pois as lojas agregadas pela entidade – ao todo 138 mil – conferiram o baque na comercialização de materiais de construção em virtude da ausência de consumidores.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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