Evento busca negociar dívidas dos consumidores e limpar o nome no Serasa.

Para quem deseja retirar o nome do Serasa e deixar de ter restrições de crédito, está previsto para o período que vai do dia 08 até o dia 26 deste mês, o Super Feirão Limpa Nome, serviço que será disponibilizado para pessoas de todo o Brasil, através do site www.serasaconsumidor.com.br/feirao, oferecendo propostas de negociação de dívidas.

Ao negociar suas dívidas em atraso, o cidadão pode contar com condições de pagamento favoráveis e ainda descontos acordados diretamente com os seus credores.

Em uma pesquisa realizada pelo Serasa Experian, o equivalente a 59,3 milhões de pessoas se encontram com dívidas atrasadas, o que significa que 40% da população brasileira faz parte do quadro de inadimplentes.

O Super Feirão em sua versão online possui parceria com muitas empresas credoras, que estarão à disposição de quem quiser negociar suas dívidas. O site funcionará 24 horas por dia, para assim facilitar o contato e o acordo entre as partes, sem cobrar nada pelo serviço.

Para fazer uma negociação é muito simples, basta acessar o link www.serasaconsumidor.com.br/feirao e preencher um cadastro com seus dados pessoais. O sistema realizará uma busca no Serasa onde aparecerá as dívidas constantes em seu nome e estabelecerá uma conexão com as empresas credoras, deixando a disposição telefone, e-mail e chat, para que ocorra a negociação.

Dessa forma, o cidadão devedor e seus credores estarão em contato direto e podem chegar a um acordo, sendo que nesses casos as empresas oferecem descontos relevantes e formas diferenciadas de pagamento, facilitando ao consumidor a quitação da dívida e a remoção do nome na lista do Serasa. E em alguns casos todo o processo da negociação pode ser feito pela internet, até mesmo a emissão dos boletos já com os descontos.

O Super Feirão Limpa Nome se configura em uma forma inteligente de negócio, que beneficia todas as partes envolvidas no processo, pois com o nome “limpo” o consumidor não passa mais a ter restrição de crédito, podendo realizar novas aquisições ou negociações em bancos. Já as empresas credoras, por sua vez, não ficam com o prejuízo financeiro.

Se você está com o seu nome negativado no Serasa Experian, não perca a oportunidade de limpar o seu nome. Acesse e site e saiba mais informações.

Sirlene Montes


Alta registrada foi de 16,9% de janeiro a agosto deste ano.

O cenário econômico adverso que o país está passando nos últimos meses vem desencadeando uma série de consequências à economia. É neste contexto que o Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor fez a divulgação dos dados na última segunda-feira, dia 14 de setembro de 2015, referentes à inadimplência dos consumidores brasileiros obtidos nos oito primeiros meses deste ano de 2015, em comparação com os dados obtidos no ano passado foi verificado que a inadimplência teve uma alta de 16,9%.

Quando esta comparação foi feita levando em consideração somente o mês de agosto, do ano atual com o ano passado, constatou-se que também houve um acréscimo de 16,7%. Um dos únicos dados que, apesar de não representar muito para o atual momento, foi satisfatório, foi o relativo à variação mensal, dado este que é obtido por meio da comparação com o mês de julho, neste caso em especifico verificou-se uma queda de 2,8% na inadimplência.

Os principais vilões da inadimplência dos cidadãos brasileiros são as dívidas não bancárias que incluem os seguintes serviços: lojas em geral e serviço de telefonia e fornecimento de energia elétrica, financeiras, cartões de crédito, setor este que impulsionou o valor médio das dívidas com uma elevação de 22,5%, ao subir de R$ 363,17, valor este mensurado no período de janeiro a agosto de 2014, para R$ 445,02 na mensuração feita no mesmo período do ano de 2015.

Com relação aos dados referentes aos valores médios dos cheques sem fundo e da inadimplência com os bancos, no acumulado dos oito primeiros meses do ano de 2015 em comparação com o mesmo período do ano passado, as notícias também não são boas, uma vez que houve (com relação aos cheques sem fundo) um crescimento de 9,7%, valor médio este que subiu de R$ 1.715,50 para R$ 1.882,47. Já com relação a inadimplência com as instituições bancárias o aumento foi de 1,4%, sendo que o valor médio passou de R$ 1.265,15 para R$ 1.282,87. Outro dado teve uma mensuração positiva foi o valor médio dos títulos protestados que teve um decréscimo de 2,9%, tendo em vista que era de R$ 1.428,39 e caiu para R$ 1.387,24.

Por Adriano Oliveira

Inadimplência


Dívidas dos brasileiros se deram em transações efetuadas a cartões de crédito, lojas em geral, financeiras, prestadoras de serviços, entre outras.

Com toda a crise que o Brasil está passando a Serasa Experian divulgou esta semana que a inadimplência do consumidor subiu no começo do 2º semestre.

Para ter uma ideia de como isso é preocupante essa pesquisa acabou revelando que no mês de julho essa marca ficou em 0,6% e se compararmos com relação ao mês de julho do ano passado temos o valor de 19,4%, sem esquecer que o acumulado dos 7 primeiros meses de 2015 comparados com o mesmo período no ano passado chegou em 16,8% e, com isso, temos um povo que a cada dia não consegue sair tão cedo do “vermelho”.

Em qual área essa inadimplência é mais acentuada?

Por incrível que pareça a maior marca vem de serviços que não são diretos da área bancária, onde podemos destacar transações efetuadas a cartões de crédito, lojas em geral, financeiras, prestadoras de serviços (onde temos aqueles que oferecem serviços de telefonia, fornecimento de água, energia elétrica etc.) e outras, onde tivemos um aumento considerável de 3,5% e isso não aumentou mais por causa das dívidas dos bancos.

A dívida dos bancos teve uma queda de 2,2% e com isso deixou o avanço do índice mensal estagnado, mas ao mesmo tempo continua a causar preocupação aos especialistas, pois mesmo com tudo isso o valor médio das dívidas que não são de ordem bancárias cresceu em torno de 10,0% dos meses de janeiro a julho de 2015, se levarmos em consideração os mesmos meses, mas durante o ano de 2014.

Outros dados revelados na pesquisa foram que:

  • A inadimplência direta com relação aos bancos teve um valor médio, um crescimento, e ficou em 0,9%;
  • O Cheque sem Fundos também teve um valor médio que alcançou um aumento e chegou ao registro de 10,4%;
  • Os Títulos Protestados conseguiram um valor médio que obteve uma queda, chegando a 1,9%;
  • E o desemprego constantemente aumentando junto com os juros que a cada dia ficam bem mais altos e além da inflação exorbitante faz com que a vida financeira do consumidor fique muito prejudicada e, com isso, a população acaba tendo problemas para conseguir colocar todas as contas em dia.

Por Fernanda de Godoi

Inadimplência


34% dos consumidores estão com a renda comprometida com dívidas, e a expectativa para os próximos 12 meses não é nada animadora.

Se antes era baixo o otimismo quanto à economia para o resto do ano, agora a falta de otimismo é para os próximos 12 meses e com o aumento da inadimplência a situação se agrava ainda mais, tanto para quem deve quanto para quem fica sem receber.

Atualmente no Brasil, cerca de 34% dos consumidores estão com sua renda comprometida com as dívidas e um dos principais motivos é o desemprego que continua crescendo e deixando famílias inteiras em situação difícil.

A pesquisa "Perfil do Consumidor Inadimplente", foi realizado no segundo trimestre deste ano e mais de mil consumidores participaram, sendo todos eles inadimplentes. Estes consumidores foram à unidade de atendimento Boa Vista SCPC – Serviço Central de Proteção ao Crédito – e deram detalhes de suas dívidas e a situação financeira que viviam.

O resultado, quando comparado com o primeiro trimestre deste ano, aponta que de um trimestre para o outro, o número de consumidores que passaram a ter sua renda comprometida com as dívidas subiu 12%, o que é muito preocupante, pois as previsões para este segundo semestre não são nada animadoras, já que estão sendo programados aumentos para a conta de luz e também para a gasolina e isso eleva os preços de um modo geral na economia brasileira.

E a pesquisa ainda apontou que para 31% destes consumidores, o desemprego é a causa da inadimplência. A segunda causa da inadimplência, atingindo 28% dos entrevistados, é o descontrole financeiro e para 13% o motivo apontado é o empréstimo feito para amigos e parentes.

Uma curiosidade apontada por esta pesquisa é que para 22% dos entrevistados, a compra de móveis e eletroeletrônicos foi que levou à inadimplência e quando questionados o que pretendem comprar quando quitarem suas dúvidas, somente uma minoria disse que voltarão a comprar móveis e eletroeletrônicos. A grande maioria disse que tem intenção de comprar um veículo, ficando em 40% dos entrevistados. 16% disseram que pretendem comprar um imóvel. E somente 9% têm intenção de voltar a comprar móveis e eletroeletrônicos.

Especialistas apontam a falta de um planejamento financeiro como um agravante para a situação neste segundo semestre, pois se o consumidor se endividou para pagar móveis e eletroeletrônicos, o que dizer então quando este mesmo consumidor assumir dívidas ainda maiores como de automóveis e até de imóveis!

Mesmo estando empregado, se não houver controle financeiro, a inadimplência tende a ser alta, por isso, gerar empregos ajuda, mas não resolve o problema da inadimplência no país. É preciso criar uma cultura entre o consumidor brasileiro de evitar gastos desnecessários e ter um controle maior dos gastos realmente necessários.

Por Russel

Dívida

Foto: Divulgação


O segmento que apresentou o maior aumento de inadimplência foi o de recursos livres.

O mês de maio registrou mais um dado negativo: pelo segundo mês consecutivo a inadimplência no mercado de crédito registrou aumento. Em maio o aumento foi significativo no segmento de recursos livres. Com isso, este passa a ser o maior patamar desde o ano de 2013. O cenário é bastante preocupante, pois em meio ao aumento da inadimplência também temos o aumentos dos juros, bem como o forte aperto monetário do Banco Central visando ao controle da inflação.

Como já foi destacado, um dos seguimentos que mais registrou aumento de inadimplência foi o de recursos livres. Vale ressaltar que este segmento se destaca pelas taxas de juros bastante livres, ou seja, as próprias instituições financeiras são quem decidem as taxas nestes segmentos. Neste segmento tivemos a taxa de inadimplência passando de 4,6% em abril para 4,7% em maio.

Seguindo a linha do aumento da taxa de inadimplência, a taxa de juros também não ficou para trás no segmento de recursos livres: foram registrados 42,5% em maio, sendo que a taxa em abril era de 41,8%.

Vale ressaltar que toda essa movimentação no segmento de recursos livres é consequência direta da elevação da taxa Selic promovida pelo Banco Central desde outubro de 2014. O objetivo do BC era controlar a inflação, que já chegou a 8,47% em maio, sendo que a meta do governo era de 4,5%.

Além disso, saiba que o cenário ainda pode piorar, pois o BC já anunciou no Comitê de Política Monetário que elevou a Selic para 13,75% ao ano. Esse aumento nada mais é que um índice de que novos aumentos devem surgir nessa missão do BC para amenizar a inflação que já estourou a meta.

A boa notícia do Banco Central é quanto ao segmento de recursos direcionados. Segundo a entidade, esse segmento conseguiu manter sua taxa de inadimplência, 1,2% no mês de maio. No entanto, a taxa de juros no segmento conseguiu elevação para 9,3%. Caso não saiba, o segmento de recursos direcionados conta com operação que dispõem de taxas ou recursos que são previamente definidos através de normas do governo.

Por Bruno Henrique

Inadimplência


É cada vez maior o número de brasileiros que não conseguem manter suas contas em dia, e o atual momento econômico do país tem contribuído bastante para este fato.

De acordo com informações do Banco Central (BC), hoje no Brasil 45,88% da renda anual das famílias está comprometida para a quitação de suas dívidas. Deste percentual, 11% da população possui débitos em atrasados com o cheque especial e cerca de 39% dos consumidores têm dívidas com o crédito rotativo do cartão de crédito.

Estas dívidas em atraso, tanto com o cheque especial quanto no cartão de crédito, acabam se tornando verdadeiras bolas de neve, pois os juros praticados pelos bancos e administradoras de cartões de crédito são extremamente elevados e os consumidores não conseguem se livrar destes débitos facilmente.

No mês de novembro 2014, o Serviço de Proteção ao Crédito – SPC registrou uma elevação nos índices de inadimplência entre os consumidores. Esta alta representa um percentual 3,37% maior que em novembro de 2013.

Atualmente, são 55 milhões de consumidores brasileiros que estão com contas em atraso, segundo fontes do SPC Brasil.

Para a economista chefe da entidade, as causas que mais contribuem para o avanço da inadimplência no Brasil estão ligadas à alta na taxa de juros, a alta da inflação, o fraco desempenho econômico que assola o país e a falta de confiança da população na economia.

E um dos fatores que podem contribuir para a diminuição das taxas de inadimplência em médio prazo é, exatamente, a falta de confiança que os consumidores estão sentindo em relação à economia hoje, pois, desta forma, a população está reduzindo seus gastos e têm optado por não fazerem parcelamentos de longo prazo, devido a este cenário de insegurança gerado pela economia.

Em uma pesquisa realizada com 2 mil pessoas pelo Boston Consulting Group – BCG, que foi baseada em dados do último Censo realizado pelo IBGE, percebe-se que, além da desconfiança com a economia, os consumidores estão mais dispostos a quitarem suas dívidas e que pretendem diminuir suas despesas em 2015, pois, mesmo com o aumento salarial que acontecerá a partir de janeiro desse ano, estes entrevistados creem que o valor dos seus salários não terá a mesma capacidade de aquisição de antes.

A pesquisa do BCG mostrou também que os entrevistados estão com uma consciência maior sobre a importância de se economizar neste momento, tanto para se prevenirem contra crises econômicas ainda maiores que as enfrentadas atualmente, quanto para fugirem das altas taxas de juros dos financiamentos e dos crediários.

Esta mudança na conduta dos consumidores já foi sentida no comércio neste final de ano com relação às compras de natal, onde o nível das vendas foi o menor registrado dos últimos 11 anos.

Por André F.C.

Foto: divulgação


O brasileiro está pagando menos suas dívidas. É o que mostra um relatório do Banco Central, que afirmou que houve aumento na taxa de inadimplência das pessoas físicas em relação aos empréstimos bancários com recursos livres (não levando em consideração o crédito rural e habitacional), que mensuram os atrasos de mais de 90 dias nos pagamentos. A taxa voltou a subir em julho e é preocupante.

A inadimplência de pessoas físicas nas operações bancárias passou de 6,5% em junho para 6,6% em julho e esta é a maior medição desde maio desse ano, quando o percentual foi de 6,7%.

Segundo o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Tulio Maciel: “O aumento em julho não tem significância, dada a magnitude. Os atrasos de 15 a 90 dias, que são um indicador antecedente relevante para a inadimplência, continuaram recuando. Evoluíram favoravelmente. Isso dá mais robustez ainda à percepção de que a inadimplência encontra-se em patamar historicamente baixo e estável".

As empresas também estão com dificuldade em pagar. A taxa de inadimplência em operações bancárias subiu de 3,4% para 3,5%, sendo este o percentual mais alto desde maio, quando chegou a 3,7%.

No somatório da taxa total de inadimplência, que engloba operações de pessoas físicas e jurídicas, houve alta de 4,8% em junho para 4,9% em julho. Trata-se do maior percentual desde maio, quando os números chegaram a 5%.

Vale ressaltar que neste montante não são considerados os créditos habitacionais e rurais, além das operações do BNDES Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social.

Nessa perspectiva, o governo ainda anunciou medidas de estímulo ao crédito, que pode aumentar essa taxa de inadimplência. É mais uma tentativa para ajudar no crescimento da economia brasileira, cujos níveis estão aquém do esperado, no ano de 2014.

Entre as medidas, estão a liberação de R$ 25 bilhões para os bancos emprestarem aos clientes e medidas para facilitar o financiamento de imóveis. 

Por Robson Quirino de Moraes

Foto: divulgação


O presidente do banco Santander do Brasil, Marcial Portela, afirmou em entrevista a jornalista na manhã de quinta-feira, 25 de outubro, que a taxa de inadimplência deve cair no último trimestre do ano. Ela apresentou que os resultados do banco Santander mostram que a taxa de não pagamento do banco subiu no terceiro trimestre desse ano.

Segundo os dados o indicador de inadimplentes no Santander entre julho e setembro de 2012 ficou em 5,1 por cento, contra 4,9 por cento no segundo trimestres.

Portala advertiu que a inadimplência no país é o resultado do endividamento excessivo das famílias. Ele pontuou que das sessenta milhões de famílias, entre oito e dez milhões, haviam contraído dívidas que não podiam pagar. Porém essa quantidade deve se reduzir no último trimestre do ano.

Um dos motivos da redução é a injeção de dinheiro no orçamento das famílias, com o pagamento do décimo terceiro. Muitas pessoas aproveitam também os pagamentos extras do final do ano para quitar suas dívidas e regularizar sua situação financeira.

O presidente do Santander estima que o banco deve alcançar uma participação de oito a dez por cento no mercado de credenciamento de lojistas brasileiro no ano que vem. Atualmente, o Santander subiu sua participação para quatro por cento, em fins de setembro, contra os 2,06 por cento no mês período do ano passado.

Por Matheus Camargo


Inadimplência do consumidor teve queda em julho deste ano

Segundo a Serasa Experian, a inadimplência do consumidor apresentou queda de 1,5% em julho deste ano em relação a junho. Essa baixa foi a segunda mensal consecutiva do indicador, pois em junho houve uma queda de 0,5% ante maio. Porém, na comparação anual houve uma alta de 10,5%, mas ela foi a menor desde julho de 2010, de acordo com a Serasa.

Já, no acumulado do ano até julho em relação ao mesmo período de 2011, a inadimplência cresceu 17,8%.

A queda em julho deste ano foi um fato atípico, pois, de acordo com a Serasa, normalmente no mês de julho sempre há alta na inadimplência, pois são realizados os pagamentos das compras parceladas do Dia das Mães, Dia dos Namorados e dos gastos com as férias escolares.

Porém, neste ano a queda ocorreu pelo fato do recuo no comprometimento da renda, dos lotes recordes de restituição do IR (que ajudaram no pagamento das dívidas), e dos juros mais baixos, evitando uma ampliação da inadimplência.

Dívidas:

A queda da inadimplência nas dívidas com os bancos fez com que o indicador da Serasa caísse em julho, com variação negativa de 4%. Já, a inadimplência no pagamento das dívidas não bancárias (financeiras, lojas em geral, cartões de crédito, prestadoras de serviço como telefonia e fornecimento de água e energia elétrica) caiu 0,8%.

Os cheques sem fundos e os títulos protestados registraram variações positivas e contribuíam para que a queda da inadimplência não fosse maior.

Segundo a Serasa, o valor médio das dívidas com bancos apresentou queda de 1% de janeiro a julho deste ano, indo para R$ 1.295,34, em relação ao mesmo período de 2011. Já, as dívidas não bancárias, os títulos protestados e os cheques sem fundos tiveram alta de 16,6%, 6,8% e 11,4%, indo para R$ 351,20, R$ 1.423,57 e R$ 1.476,45, respectivamente.


Inadimplência no varejo recuou em julho

Segundo informações do SPC Brasil, divulgadas pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) nesta quarta-feira (8), a inadimplência no varejo diminuiu em julho deste ano em relação ao mesmo mês de 2011, apresentando queda de 5,68%. Já, com relação ao mês de junho, o recuo visto foi de 4,4%.

Na comparação anual, esta é a segunda maior queda vista em 12 meses, perdendo somente para o mês de março deste ano, quando a baixa ficou em 11,95%. De acordo com a entidade, a tendência é que a diminuição da inadimplência tenha uma leve queda no segundo semestre deste ano.

Já, as vendas do varejo caíram 0,28% no mês passado em comparação ao mesmo período de 2011. Porém, há aspectos positivos para as vendas do setor no segundo semestre, pois no dia 12 de agosto será o Dia dos Pais (segundo uma pesquisa encomendada pelo SPC Brasil, a maioria das pessoas deverá pagar as compras à vista), em outubro, o Dia das Crianças, e em dezembro, o Natal.

Na comparação entre junho e julho, as vendas aumentaram 1,86%.


Inadimplência com cheques caiu em junho de 2012

Segundo uma pesquisa da Telecheque, divulgada no dia 19 de julho, a taxa de inadimplência com cheques registrou queda no mês de junho, ficando em 2,80%, se comparada ao mês anterior, que ficou em 3,41%. Já, no mesmo mês de 2011 a taxa ficou em 2,58%.

Dentre os principais motivos para o atraso do pagamento está a falta de fundos, que corresponde a 77,5%. Depois aparecem os cheques sustados (8,9%), “roubos e furtos” (3,8%), fraudes (1,4%), e os demais motivos (8,4%).

Na comparação geográfica, o Sudeste corresponde a 49% da taxa inadimplência, seguido do Nordeste, com 20%, do Sul, com 18%, Norte, com 8%, e Centro-Oeste, com 5%.

O valor médio dos cheques usados aumentou 18,08%, passando de R$ 284,53 para R$ 335,98, entre junho de 2011 e junho de 2012.


O Banco Central (BC) divulgou na quarta-feira (dia 23 de maio) o seu Boletim Regional Trimestral de abril. De acordo com o documento, as operações de crédito estão com a inadimplência em expansão, sendo que, em fevereiro, o resultado foi de 3,3%. Em novembro de 2011, o índice tinha ficado em 3,1% e em fevereiro de 2011 a taxa foi de 2,5%.

Entre as regiões brasileiras, a que teve o maior nível de inadimplência em pessoas físicas foi o Centro-Oeste, com alta de 0,2 ponto percentual. Já em relação às pessoas jurídicas, a maior alta no índice de não pagamento foi registrada no Norte, com crescimento de 0,6 ponto percentual.

O documento ainda apontou que as operações de crédito em valores acima de R$ 1 mil tiveram alta no trimestre. O que motivou a alta neste indicador foi a alta na concessão de empréstimos, que fechou em 7,7% para pessoas físicas e em 1,7% para pessoas jurídicas. Neste ínterim, as operações de crédito nos últimos 12 meses cresceram 20,6%. A maior concessão de crédito foi registrada no Nordeste, sendo de 6,2%. Em seguida ficou o Sul, com alta de 4,6%.

Fonte: Banco Central

Por Matheus Camargo


A qualidade de crédito das empresas subiu para 95,8 pontos nos três primeiros meses deste ano, segundo dados divulgados pela Serasa Experian na última sexta-feira (27).

Este resultado foi a primeira alta apresentada pelo indicador desde o quarto trimestre de 2010.

A qualidade de crédito avalia a probabilidade de inadimplência das empresas, sendo que, quanto mais alto foi o resultado, menor é a probabilidade (a escala varia de zero a 100).

De acordo com os especialistas da Serasa Experian, os motivos que impulsionaram a alta do indicador foram as medidas de estímulo à produção das empresas, a retração do nível de inadimplência dos consumidores, a retomada do crescimento da economia e a redução dos juros da taxa básica, a Selic.

A análise por porte das empresas apresentou que as micro e pequenas empresas (MPEs) tiveram melhora no índice de qualidade de crédito, sendo que passaram de 95,66 pontos (registrados no quarto trimestre do ano passado) para 95,72 pontos (apresentado nos três primeiros meses deste ano).

Apesar disso, as MPEs ainda têm maior risco de inadimplência do que as empresas de grande porte (que fecharam o valor com 98,3 pontos) e das médias (98,4 pontos).

 

Fonte: Serasa Experian


De acordo com uma pesquisa realizada pela empresa Telecheque, o número de cheques que tiveram problemas apresentou um aumento no último mês. Segundo o estudo, esse índice teve alta de 10,94% quando comparado ao mesmo período do ano passado. Este ano, o índice de inadimplência foi de 3,65%, enquanto que em 2011 esse valor foi de 3,29%.

Vários foram os problemas apresentados, sendo que a falta de fundos foi o principal fator. Segundo a pesquisa, 77,53% dos cheques voltaram por falta de fundos, os outros motivos foram sustação (com 8,77%), roubo ou furto (com 4,11%), fraude (com 1,92%), entre outros.

A região que apresentou mais problemas com cheques nesse período foi a Centro-Oeste (com 39,22%), seguida pela região Sul (com 18,97%), Nordeste (com 16,93%) e Sudeste (com 10,97%). A região Norte foi a única que apresentou redução, passou de 4,82% em 2011 para 3,78% em 2012.

O valor dos cheques, em média, também apresentou alta de 18,87%, passou de R$ 267,74 para R$ 318,25. Isso fez com que o ticket médio também tivesse alta, esse aumento foi impulsionado pelo crescimento do poder aquisitivo dos brasileiros. 

Por Joyce Silva


Um negócio nem sempre é bem sucedido. Sonhos e idealizações podem se transformar em cinzas caso um planejamento ocorra de forma irregular, além do próprio mercado de atuação de determinado empreendimento, que dita regras tanto explicáveis como inexplicáveis.

A crise financeira do biênio 2008 e 2009 expôs ao mundo o quanto o cenário internacional pode afetar o sucesso de negócios. Entretanto, como para o Brasil os principais efeitos do colapso são praticamente situações do passado, cabe enumerar, aqui, alguns dados da atualidade.

O Indicador de Inadimplência das Empresas divulgado pela Serasa Experian ilustra elevação de 1,5% na inadimplência das empresas entre janeiro e março de 2001. Considerando-se apenas o mês passado, a instituição registra baixa de 0,6% no confronto anual e salto de 16,3% na base comparativa mensal.

Os economistas da Serasa creditam ao resultado o ciclo de alta da taxa básica de juros da economia, a Selic, além da valorização do real e a paulatina recuperação mundial como motivadoras sobre os caixas das empresas (por isso o aumento de 1,5% da inadimplência). Mesmo em meio a esse conjunto de fatores, a atividade econômica no país tem segurado com unhas e dentes a configuração de um cenário pior.

A inadimplência nas micros e pequenas empresas subiu 1,7% entre fevereiro e março, taxa superior à registrada nas médias empresas, que descreveram recuo de 3,0%. Nas grandes empresas o índice ascendeu 1,7%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Parece simples citar que o crescimento da economia brasileira no ano de 2010 ocorreu pontualmente. De fato, a alta de 7,5% do Produto Interno Bruto (PIB) no período aconteceu de modo surpreendente, mas esse registro só pode assim ser citado graças a medidas adotadas há muitos, muitos anos.

Exemplo quase-perfeito é a criação do real durante a curta gestão de Itamar Franco, que na época contava com Fernando Henrique Cardoso como ministro da Fazenda – que depois viria a ser presidente da República.

A crise financeira mundial, na metade do caminho da segunda gestão do também ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, requereu dele e de toda sua equipe medidas audazes. A aceleração do PIB em 2010, por outro lado, foi substituída por seu antônimo nos dias atuais: desaceleração. Por consequência, a inadimplência do consumidor passa a ser afetada.

De acordo com a Serasa Experian, o Indicador de Inadimplência aumentou 21,4% entre janeiro e março de 2011 em comparação ao 1º trimestre de 2010, taxa superior, pois, à constatada no 4º trimestre de 2010 sobre o período igual de 2009 (20,3%).

Os economistas da entidade ressaltam que o endividamento do consumidor no decorrer dos dois últimos anos e o aumento da inflação em 2011 incidiram no indicador, tanto que a população passa por dificuldades em honrar seus compromissos.

Em março de 2011, a inadimplência subiu 3,5% sobre fevereiro, ou seja, a primeira vez que isso ocorreu em 2011. Economistas da Serasa ponderam que essa situação tem por base o pagamento da última parcela do imposto de carros (IPVA) no mês de março, bem como despesas com Carnaval, férias e materiais escolares.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os próximos três meses serão certamente marcantes para a maior parte da população brasileira. Dezembro sempre é caracterizado por compras de presentes, quitutes e outros mais ao Natal e Ano Novo. De janeiro em diante é momento de preocupação com o pagamento de tributos, entre eles o Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) e Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), além de materiais e livros escolares, que elevam significativamente a despesa do consumidor.

Por esses e outros fatores que cada um, leitor, pode mensurar da maneira como convier, a empresa de análise de crédito Serasa Experian acredita que ocorrerá elevação da inadimplência na virada dos primeiros três meses de 2011 para o período imediatamente sucessor. O cálculo feito com base na alta de 0,6% do Indicador de Perspectiva da Inadimplência do Consumidor de setembro é capaz de sintetizar, num período médio de seis meses, movimentos periódicos da inadimplência.

Apesar dessa previsão, a Serasa pondera que o indicador continua inferior em relação ao padrão histórico do país, tanto que não se conjeturam possibilidades de a inadimplência tornar inviável a assiduidade da ampliação do crédito aos consumidores, pelo menos no que diz respeito ao curto prazo.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1


Dados do Serviço Nacional de Proteção ao Crédito (SPC) revelaram que no mês de julho deste ano houve uma queda de 1,41% no número de consumidores inadimplentes, em relação ao mês anterior. Isto reflete um maior poder aquisitivo da população do país, aliado a uma maior oferta de emprego.

Em comparação com o mês de julho do ano passado, a queda apresenta-se ainda maior, registrando-se em 5,99%. Além disso, o número de pessoas que regularizaram suas dívidas no mês de julho deste ano foi maior em 17,92% se comparado com o mês anterior.

Fatores que também contribuíram para uma melhor renda do trabalhador brasileiro foram a liberação do segundo lote da restituição do IRPF e o adiantamento da primeira parcela do 13º salário durante as férias.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Band, O Estadão


Dados relacionados ao Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor apontaram que a inadimplência da população caiu 5,1% desde maio até o mês de julho deste ano. Este resultado parte do pressuposto de que a retomada positiva da economia brasileira e o chamado efeito calendário contribuíram com tais resultados.

O saldo supracitado é correlato com as informações divulgadas na semana passada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IGBE), quando revelou que o Produto Interno Bruto (PIB) ascendeu em 1,9% do segundo trimestre em relação aos três primeiros meses de 2009.

No entanto, mesmo com essa notícia favorável, o índice de inadimplência acumulado de janeiro até agosto é de 9,5% em paralelo ao mesmo período do ano passado.





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