Saiba aqui um pouco mais sobre o Inventário.

Sempre que alguém falece e esse alguém possui bens, independente do que sejam esses bens, eles passam a pertencer aos herdeiros. Contudo, para que estes tenham acesso a esses bens, assim como para que seja realizada uma divisão, é necessário realizar um inventário. Assim, o inventário é uma documentação que pode ser feita de forma judicial ou extrajudicial (quando não existe testamento e há um acordo entre as partes beneficiadas).

Em outras palavras, um inventário é um documento necessário quando alguém morre e como possuidor de bens e patrimônios, estes passam a ser legalmente dos herdeiros. Sua finalidade é registar todos os bens do falecido, assim como todos os herdeiros legais e estabelecer o que ficará para cada um. E somente depois de pronto e registrado em cartório os herdeiros poderão usufruir de suas heranças.

De acordo com o Código de Processo Civil, o inventário deve ser realizado dentre de um prazo de 60 dias, a contar do falecimento do proprietário de bens e patrimônios. Passado este prazo a Fazenda Estadual emite uma multa que envolve juros e ainda correção monetária. O valor da multa é estipulada pela própria Fazenda Estadual.

Dessa forma, em caso de falecimento de um parente para resolver as questões do inventário, a primeira coisa a se fazer é contratar um advogado, contudo, é necessário que ele tenha experiência no assunto ou que seja especialista em Direito de Família e Sucessões.

A experiência do advogado nessa área é fundamental, pois a realização do inventário é um processo demorado que envolve desgaste emocional e econômico. O advogado torna-se o representante legal da família, já que precisa ter acesso a diversos documentos, por isso deve ser uma pessoa de confiança. Também faça um orçamento sobre o valor a ser cobrados pelos seus serviços, pois estes profissionais cobram honorários de acordo com o trabalho que têm em resolver certas causas.

Com o inventário, nada que esteja no nome do ente falecido ficará de fora da partilha, isso inclui bens, patrimônios e até mesmo dívidas. E tudo deve estar em situação regulamentada na Receita Federal, para que possam ser liberados para os herdeiros. Para isso alguns documentos devem ser apurados como escrituras de imóveis, contratos de financiamento, documentos de carro. Esses bens devem ser avaliados e devidamente regulamentados. Assim como os documentos dos herdeiros que também devem estar em situação regular.

Geralmente na realização de um inventário um representante da família deve ser escolhido como inventariante, pode ser o cônjuge, filho, enfim, que seja um dos herdeiros. O inventariante na realidade não possui um papel muito significativo, ele se torna um representante do espólio da família até que o inventário fique pronto e caso seja necessário é ele quem deve comparecer em fóruns ou cartórios, representando toda a família envolvida.

Na questão que envolve partilha dos bens, o advogado deve coordenar as discussões a fim de haja um acordo entre as partes. Definido a divisão, um Plano de Partilha é elaborado com todas as informações sobre os bens e quem irá herdá-los e esse plano é apresentado a um Juiz.

Após realizada a homologação da partilha é preciso fazer a declaração de ITCMD, que na realidade é um imposto que a Secretaria da Fazenda cobra em que cada herdeiro fica encarregado de pagar uma parte. Para que Inventário seja registrado, o imposto deve estar totalmente pago.

Feito isto, o documento poderá ser registrado em cartório e se dará como pronto.

A realização e um inventário é muitas vezes um processo trabalhoso e por isso lento, mas é um documento necessário para que os herdeiros possam ter acesso àquilo que lhe é de direito.

Sirlene Montes


Auxílio visa beneficiar famílias de baixa renda na reforma de suas residências.

O Governo Federal, nesta quarta-feira (9), lançou um benefício que vai ajudar famílias de baixa renda e tem o objetivo de alavancar os empregos no setor da construção civil.

O Ministério das Cidades informou que 7,8 milhões de residências no Brasil necessitam ser reformadas, sendo que cerca de 3,8 milhões são de famílias cuja renda se enquadram nas regras do programa. O orçamento de 2017 reservou para esta iniciativa R$ 500 milhões.

Lançamento

O presidente da república, Michel Temer, destacou no Palácio do Planalto durante o lançamento que esta ação gerará muitos empregos e que o objetivo do cartão reforma é : “fazer com que a pessoa tenha cada vez mais condições dignas”.

Afirmou ainda: “Não há outra fórmula de gerar emprego senão incentivar a iniciativa privada”, alertou que quando milhares de pessoas vão às lojas de construção, elas estão contratando mais funcionários.

O que é o programa?

O programa deverá fornecer um valor cerca de R$ 5.000,00, em média, aquelas pessoas que pretendem reformar seus imóveis residenciais. Será concedido este beneficio à partir de 2017 às famílias com renda total de até R$ 1.800,00 por mês, exclusivamente para a aquisição de materiais de construção.

Para quem for contemplado não precisará comprar os materiais em uma loja específica. Poderão escolher a loja de sua preferência.

Como funciona?

As regras do programa do cartão reforma determina que os Estados e municípios farão a seleção de quem será beneficiado com o cartão.

A responsabilidade também conta a “indicação dos locais” para compra dos materiais, além do mais, fornecer assistência técnica e fiscalizar a obra. A indicação não é obrigatória para escolha do estabelecimento.

O programa é para quem construiu suas casas, porém, mantém condições precárias e que precise melhorar a qualidade de sua residência.

Lojas Cadastradas

Apenas as lojas de construção cadastradas pela Caixa (Construcard) poderão comercializar os materiais para a reforma.

Existe a preocupação do uso da verba de forma adequada e segura, proporcionando melhor experiência para o beneficiário e que o programa funcione corretamente.

Regiões de Risco

Áreas de risco não poderão receber o benefício, salvo se receberem obras de infraestrutura adequadas e deixem de ser consideradas regiões de risco.

Este programa, além de melhorar a qualidade de vida das pessoas em suas moradias, é um incentivo a indústria da construção civil.

Marcio Ferraz


Equação leva em conta o mercado norte-americano e nele o valor do imóvel não pode ultrapassar a soma de 15 anos de aluguel mensal.

Será que vale mais a pena comprar ou alugar um imóvel? Essa pergunta é comum e especialistas da área de investimentos contam com opiniões distintas. Para Erik Brynjolfsson, que é economista do MIT, a melhor opção é comprar se fizer uma observação no ponto de vista de dívidas. Outros já apontam que é uma má ideia investir na compra.

Os dois lados apresentam bons argumentos. No mercado brasileiro de imóveis, os especialistas dão conta que há de se ter um cuidado no momento que fará o investimento em um imóvel. O autor do livro "How Millenials Can Get Rich Slowly", William Bernstein, aponta que há uma equação para esse tipo de pensamento antes de colocar dinheiro no investimento. A equação foi retratada em uma das edições do New York Times.

A publicação apresenta que a pessoa não deverá gastar na compra de um imóvel um valor que supera os 15 anos do aluguel mensal. O motivo para isso seria que um comprador que invista mais que esse tempo citado de aluguel poderia fazer uso melhor desse dinheiro com no mercado imobiliário (sempre observando o custo de uma casa própria).

Em um apartamento que tem o custo do aluguel mensal em quatro mil dólares, por exemplo, a pessoa não deveria, segundo a equação de Bernstein, pagar um valor maior que 720 mil dólares em uma propriedade equivalente.

A reportagem do New York Times aponta que o cálculo a ser feito é: 180 vezes o preço do aluguel mensal do imóvel que será igual ao preço máximo da compra. Esse cálculo é bom ressaltar, é feito com base nos valores do mercado dos Estados Unidos. A dica dos especialistas nesse caso é procurar por investimentos que façam sentindo frente ao seu perfil e realizar uma análise da rentabilidade dos mesmos em 180 meses.

Especialistas do mercado brasileiro apontam que um cálculo destes é complicado de se fazer para a nossa realidade. Isso acontece pois os prazos de financiamento, exigência da comprovação de renda, taxas do financiamento, entre outros detalhes, são distintos no Brasil em relação aos Estados Unidos.

No mercado norte-americano, por exemplo, não existe um custo alto do cartório, o que já apresenta uma grande parte dos ganhos em uma operação de imóveis.


Veja aqui algumas dicas para aproveitar os descontos em imóveis na Black Friday 2015.

A Black Friday também vai contar com ofertas de imóveis que são realizadas por sites, construtoras e incorporadoras. São várias as empresas que prometem os descontos nesse segmento, mas alguns cuidados devem ser tomados.

Mas será que vale a pena?

A principal dica é que a pessoa observe se realmente o desconto acontece. Se sim, é uma boa oportunidade, uma vez que a economia não está boa e encalha a venda de alguns imóveis.

Internet:

Utilize a web para fazer uma pesquisa sobre como estão os preços do imóvel que procura.

Conheça o Imóvel:

O consumidor deverá visitar a região do imóvel para observar se tudo está de acordo com o que busca (tamanho, vagas da garagem, entre outros). Outro ponto a se verificar é a localização do mesmo dentro do condomínio, por exemplo. Alguns imóveis podem se apresentar em andares mais baixos do prédio ou de frente para ruas, por exemplo, o que ocasionam mais barulho e fazem o preço ser menor. Os especialistas dão conta que essas são as unidades que são as que mais encalham.

Como estão as ofertas no prédio?

Você deve verificar se no local existem outras ofertas, pois elas podem ter preços melhores. A crise faz com que o repasse de imóveis seja maior, o que resulta em custo menores.

Conheça a empresa:

Você deverá pesquisar como é o histórico da empresa. Faça uma pesquisa sobre reclamações no Procon e em outros sites. Observe também ações judiciais da companhia nos sites do Tribunal de Justiça da região.

Caso seja um imóvel já mais antigo, você deverá pedir uma ajuda para algum engenheiro ou arquiteto para verificar a estrutura. A documentação também deve estar em dia.

Pagamento:

Verifique se você tem realmente condições de pagar o imóvel. Observe qual é o que você deseja e peça crédito pré-aprovado para o banco. Não se deve confiar apenas em avaliação feita por simulador, pois as mesmas não vão considerar a real situação de dívidas do consumidor. 


No site da Prefeitura de São Paulo, os colaboradores do IPTU podem consultar as certidões dos tributos que se referem ao imóvel. É possível fazer não apenas a consulta das certidões negativas, como também dos dados cadastrais. Conheça os principais serviços:

  • Certidão Negativa de Débitos de Tributos Imobiliários: Com essa opção os contribuintes podem emitir e confirmar a autenticidade das certidões do IPTU, taxas de conservação pública, índices da limpeza pública, entre outros serviços que se referem ao destino do imposto.
  • Certidão Negativa de Débitos de Tributos Mobiliários: Com essa opção as pessoas podem comprovar de modo oficial como se encontra a regularidade no que tange aos recolhimentos do TRSS, TFE, TFA e ISS.
  • Certidão de Dados Cadastrais do Imóvel (Valor Venal): Além de emitir, os contribuintes também podem autentificar os dados cadastrais dos imóveis, basta colocar o número do cadastro que se encontra no boleto de pagamento e fazer a consulta. Também existe o informe da base de cálculo sobre a cobrança do IPTU.
  • Certidão de Rol Nominal: É possível requerer, emitir e fazer a confirmação da autenticação que se refere à pessoa jurídica ou física no Rol Nominal.
  • Certidão de Informações de Tributos Imobiliários: É possível confirmar e realizar a emissão do número de cadastro para confirmar informações da certidão e dos dados de lançamento do IPTU. As ações podem ser do ano vigente ou dos períodos anuais posteriores.
  • Certidão de Recolhimento da Taxa do Lixo: Com essa opção os contribuintes emitem certidão não apenas da TRSD, como também sobre a TRSS. Na lista do sistema há o quadro completo de pagamentos, desde o ano de 2010.
  • Outras Certidões de Tributos Mobiliários: Com essa opção os contribuintes podem requerer certidões do quadro geral dos tributos imobiliários que são emitidos via Secretaria Municipal de Finanças.

Clique aqui e conheça maiores informações sobre as certidões dos tributos imobiliários.

Por Renato Duarte Plantier


A Fundação Getúlio Vargas realizou um estudo para saber se a subida expressiva dos preços de imóveis no Brasil, em especial em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, estariam ocorrendo pela especulação desenfreada no setor. Há rumores entre os investidores de fundos imobiliários que a expressiva valorização desses nos últimos anos poderia ter se dado pela formação de uma bolha imobiliária.

As bolhas imobiliárias são subidas insustentáveis de preços no mercado de imóveis, sem base real na demanda dos compradores. O estudo da FGV no mercado imobiliário em São Paulo apontou que não há indícios da formação de bolha imobiliária. Foram usados métodos de pesquisa desenvolvidos pelo estudioso do mercado imobiliário Peter Phillips.

De acordo com os pesquisadores da FGV, o perigo da formação de uma bolha imobiliária não pode ser completamente descartado no país, embora eles não tenham encontrado nenhum indício contundente do fenômeno. Ainda segundo o estudo, a elevação expressiva dos preços de imóveis teria sido gerada por fatores normais do mercado, associados ao aumento da demanda impulsionada pela facilitação das condições de crédito.

Além do barateamento das taxas de juros nas linhas de crédito, anunciadas recentemente, outro fator chave para o barateamento do crédito imobiliário foi a iniciativa do Governo Federal no setor, com o lançamento do programa “Minha Casa, Minha Vida”.

Por Matheus Camargo


Dados coletados nos pregões da Bovespa mostram que as aplicações em fundos imobiliários tiveram uma expressiva alta esse ano. O número de investidores nos fundos imobiliários passou de 35.282 para 46.959, até o fim de agosto de 2012.

O motivo é o rendimento expressivo dos fundos. Segundo o índice Ifix, que mede o comportamento de 44 fundos de investimento na Bolsa de Valores de São Paulo, o papeis dos fundos imobiliários tiveram uma alta de 31,5% entre julho e setembro deste ano,  enquanto o índice da Ibovespa para as principais ações brasileiras tiveram ganhos de apenas 4,27%.

Os fundos imobiliários são criados por investidores, que juntam seus recursos para aplicar em vários imóveis. Eles pagam um retorno sobre o investimento inicial com alugueis ou através da venda de imóveis com valorização.

Com as altas de preço no mercado imobiliário brasileiro nos últimos dois anos, os fundos têm retribuído cada vez mais seus investidores. Porém, alguns analistas começam a lançar um sinal amarelo sobre o crescimento dos fundos, pois há rumores de que o mercado imobiliário está inchando seus preços acima do padrão da demanda.

Um pesquisador do Instituo Insper avalia que: "Se as taxas de juros continuarem caindo e os bancos continuarem dando crédito, dificilmente os preços dos imóveis vão cair". Resumindo, a avaliação comum entre os economistas e analistas é de que os preços devem se manter altos no mercado imobiliário no próximo período.

Por Matheus Camargo


Seja para morar ou investir, o mercado imobiliário e a construção civil registraram surpreendente crescimento nos últimos anos, sobretudo pelas facilidades oferecidas pelos bancos e pelo Governo Federal para financiamento. Aliás, os preços continuam subindo. No entanto, os economistas registram hoje o que já parecia inevitável: uma desaceleração do crescimento.

Um dos índices que mede os preços é o FipeZap Composto. Ele registra o preço médio do m² de apartamentos das cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Fortaleza, Recife, Salvador e do Distrito Federal.

Em janeiro, o índice teve alta de 1,1% em comparação com o mês de dezembro. A mesma alta ocorreu em dezembro, com relação a novembro.  

Isso indica uma desaceleração do crescimento e várias comparações sustentam a previsão. De setembro de 2010 a setembro de 2011, por exemplo, a variação acumulada foi de 30%. Já nos últimos doze meses (janeiro de 2011 a janeiro de 2012), o acumulado foi de 25,5%.

É claro que os índices variam de acordo com a região, pois há especificidades em cada uma delas, de acordo com a oferta e a procura.

Para conferir informações mais detalhadas sobre cada uma das regiões analisadas pelo FipeZap, clique aqui.

Por Géssica Valentini 


A Caixa Econômica Federal (CEC) bateu mais um recorde no quesito de concessão de crédito imobiliário aos seus clientes. De acordo com informações divulgadas nesta semana pela instituição bancária, até o dia 24 de agosto, a Caixa Econômica atingiu o volume recorde de R$ 44 bilhões em empréstimos no setor imobiliário.

A Caixa Econômica finaliza, em média, 4 mil contratos por dia de crédito imobiliário, segundo a instituição. Com o crescimento da oferta e da demanda, a expectativa é que a CEC disponibilize R$ 60 bilhões em crédito imobiliário até o final do ano.

Em comparação ao primeiro semestre do ano passado, os seis primeiros meses do ano acumularam um crescimento de R$ 10 bilhões em relação à concessão de crédito imobiliário.

Por Luana Neves


Cada vez mais no mercado imobiliário a compra de imóvel por meio do sistema de administração ganha adeptos.

Para quem não se enquadra em programas do governo para adquirir imóveis mais em conta ou seja ganha em média renda acima de R$4.900,00,mas mesmo assim quer ter uma casa pra chamar de sua sem ter que se endividar todo, o sistema de obra por admnistração é um bom negócio que chega a custar em média 30% menos do que comparada ao modelo tradicional.

A única exigência que se faz é que o grupo de compradores se comprometa a pagar em dia as parcelas mensais.

Basicamente o sistema quer dizer que os próprios moradores pagam pelo empreendimento e pelo rateio do terreno. Algumas empresas oferecem um seguro que garanta a entrega da obra. Dê uma olhada neste sistema e se você se enquadra no perfil, não perca a chance de adquirir um imóvel sem gastar muito mais do que a sua própria renda.

Por Teresa Almeida


A caixa econômica federal e os correios assinaram um convênio visando facilitar a compra da casa própria para 100 mil funcionários ativos na empresa brasileira de correios e telégrafos (ECT).

Somente no Rio de Janeiro serão pelo menos 12.000 empregados que se beneficiarão da parceria.

As novas regras já estão valendo e os bancos também estão entrando na jogada para implementar o  convênio.

Os juros se tornarão mais acessíveis e o financiamente pode chegar a 100% do valor total do imóvel que só não pode ultrapassar R$350.000,00.

Quem possui vencimentos salariais de até R$2.790,00 contará com subsídios variantes de R$3.000,00 a R$23.000,00.

Por Teresa Almeida


A construção civil brasileira aguarda meses positivos daqui em diante, até 2016, ocasião na qual o país agregará os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro. Antes, porém, a Copa do Mundo, em 2014, deverá estender a área de atuação a todo o país nas regiões que abrigarão as partidas do mundial de futebol.

Mesmo antes da edificação de espaços destinados às modalidades esportivas, a nação governada por Luiz Inácio Lula da Silva experimentou aumento nas vendas de materiais de construção e aquisição de novas residências, entre casas e apartamentos, devido ao “Minha Casa, Minha Vida”, bem como, a outra esfera, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que atualmente já atravessa sua segunda fase de implementação.

Apesar de todo esse otimismo envolto ao setor, a Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco) divulgou nas últimas horas que as vendas pelo setor apresentaram queda de 5,5% no mês passado em relação a maio. Segundo a entidade em reportagem emitida pelo Folha UOL, é a primeira vez desde março do ano passado que o varejo do segmento abriga arrefecimento.

Cláudio Elias Conz, presidente da Anamaco, diz-se surpreso com a constatação, mas relaciona que para isso a Copa do Mundo surtiu como peso preponderante no cenário, pois as lojas agregadas pela entidade – ao todo 138 mil – conferiram o baque na comercialização de materiais de construção em virtude da ausência de consumidores.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A manutenção da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) a materiais de construção até dezembro deste ano foi muito comemorada por pessoas que dependem do setor para estabelecerem negócios e possibilitar a realização de sonhos ao próximo. O programa do governo “Minha Casa, Minha Vida”, convergido a esse fator, tem aumentado a perspectiva de compras de residências novas.

O Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP) divulgou no princípio desta semana que a comercialização de imóveis novos na região metropolitana de São Paulo ascendeu 1,9% em abril em comparação ao mês imediatamente antecessor. Os 39 municípios na Grande SP colaboraram, pois, para o aumento das vendas de lares com dois dormitórios, enquanto aqueles com três quartos tiveram baque de 9,4% no mesmo período base.

No acumulado quadrimestral, de acordo com o portal de economia Terra, foram mais de 24,5 mil unidades novas vendidas na Grande São Paulo, quase 11,7 mil correspondentes à capital paulista, ou 47,7%, segundo o Secovi-SP.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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