IGP-M do 1º decêndio de agosto teve variação de 1,21%

Segundo a FGV, a inflação medida pelo IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) do 1º decêndio de agosto (medido entre 21 e 31 de julho) teve variação de 1,21%.

O índice serve como base para o reajuste dos aluguéis, e no acumulado dos últimos 12 meses terminados em agosto, ficou registrado em 7,49%.

Os preços medidos pelo IPA (Índice de Preços por Atacado) tiveram variação de 1,25% para 1,73%, no período analisado. Já, o INCC (Índice Nacional da Construção Civil) registrou 0,39% ante 0,79% da última análise feita.

Outro índice que integra o IGP-M, o IPC (Índice de Preços ao Consumidor), apresentou desaceleração no 1º decêndio de agosto, ficando em 0,08% contra 0,19% registrado um mês antes.

Sobre o IGP-M:

O cálculo do IGP-M é composto pelo IPC, IPA e INCC. Esses indicadores medem a inflação de alguns itens, como: bens de produção, bens de consumo, preços de aluguéis, transportes, condomínios, entre outros.

Portanto, o Índice Geral de Preços – Mercado mede os níveis de inflação para toda a população, sendo utilizado para o cálculo dos reajustes de contratos de aluguel, tarifas públicas e planos de saúde (para contratos antigos).


IGP-M registrou alta de 1,21% na 1ª prévia de agosto

Segundo a FGV, a primeira prévia de agosto do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) foi a mais elevada desde a primeira leitura de junho de 2010 (2,21%), com a alta de 1,21%.

A alta nos preços das matérias-primas brutas no atacado, de 1,41% para 3,63%, fortaleceu a inflação atacadista, que foi de 1,25% para 1,73% de julho para agosto, na primeira análise do IGP-M. O atacado corresponde a 60% do total do índice.

As commodities agrícolas foram os grandes destaques entre as matérias-primas brutas no atacado. As altas dos preços do milho em grão (de -0,42% para 18,05%) e da soja em grão (de 9% para 9,93%) foram essenciais para a taxa mais elevada de preços. Esses produtos sofrem com os problemas climáticos, que prejudicaram as safras no início do ano, refletindo na menor oferta no mercado doméstico.

Além disso, o que ajudou a elevar a inflação no atacado foi o impacto do segundo reajuste no valor do diesel, pois em consequência disso o preço do produto saiu da alta de 3,94% para 6% na primeira prévia de julho, sendo a mesma na prévia vista em agosto.

Porém, o IGP-M do mês total de agosto não deverá ser tão alto quanto o de julho (que aumentou 1,34%), pois o mês passado teve o impacto do reajuste do preço da gasolina, fator que não irá influenciar o resultado do índice em agosto.





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