O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) informou que houve uma queda na produção industrial no Brasil nos últimos 12 meses. De acordo com os dados, a queda acumulada nesse período é de 3,1%.

André Macedo, gerente da coordenação da indústria do IBGE, afirmou que o setor industrial precisa apresentar melhora na sua performance nos últimos meses do ano para evitar que fique estagnado. De acordo com a pesquisa do IBGE  o setor industrial apresentou uma queda de 1% em relação ao mês de agosto no mês de setembro deste ano. O mau resultado do setor industrial, de acordo com analistas de mercado, já era esperado.

Na comparação com setembro de 2011 a produção industrial caiu 3,8% neste ano. Nesta base de comparação os analistas esperavam uma queda de até 4,30%.

Mesmo com a queda apresentada no mês de setembro, o 3º trimestre teve um bom resultado para a indústria com uma alta de 1% no período. Esse resultado interrompeu uma tendência de queda no setor industrial que já se seguia há quatro trimestres consecutivos

Entre julho e setembro deste ano todos os setores da indústria apresentaram alta em sua produtividade. O setor que apresentou a maior alta foi o de bens de consumo duráveis. Esse setor aumentou sua produtividade em 5,2% neste período. O setor de bens de capital subiu 0,5 % neste período e o setor de bens intermediários subiu cerca de 1,1%.

Por Matheus Camargo

Fonte: Estadão


Índice de Preços ao Produtor, IPP, mede a variação de preços para produtos vendidos na cadeia industrial brasileira. Segundo a pesquisa do IPP feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) o preço das bebidas apresentou uma variação positiva de 4,62% no mês de setembro.

Alexandre Brandão, gerente da pesquisa do IBGE, afirma que o aumento expressivo do preço de bebidas em setembro influenciou o resultado final do IPP, fato que não é usual. De acordo com ele, normalmente o setor de bebidas não causa grande impacto no cálculo final do índice. Porém a grande variação dos preços no setor em setembro tiveram uma participação expressiva no resultado de elevação de preços em 0,72% nos produtos para a indústria.

Em um primeiro momento, comenta Brandão, o IBGE pensou que o aumento de preços no setor estivesse relacionado com o aumento do imposto no setor de bebidas. Porém, o governo acabou postergando a entrada em vigor do reajuste do valor do imposto e isso não poderia ter impactado os preços das bebidas em setembro.

O IBGE cogita que o aumento de preço tenha sido resultado de um reposicionamento das bebidas dentro do conjunto do mercado brasileiro.

Por Matheus Camargo


O IBGE, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, apresentou estudo em que mostra que a região metropolitana de São Paulo teve aumento de desemprego em setembro. Segundo os dados do IBGE, o aumento foi considerável. Em agosto, a taxa de desempregado em São Paulo estava em 5,8% da população economicamente ativa, esse valor subiu para 6,5% em setembro.

Segundo a pesquisa, não houve redução do número de vagas de emprego, mas sim um aumento no número de pessoas buscando vagas. A taxa de desemprego nacional também subiu de 5,3% em agosto para 5,4% em setembro. Com esses dados, a soma da população desempregada no país subiu para 1,3 milhão de pessoas no mês de setembro. O que corresponde a um aumento de três por cento em relação a agosto.

Em relação ao mesmo período do ano passado, a taxa diminuiu. Em setembro de 2011 eram 8,6% da população ativa que estava a procura de emprego. A população com ocupação remunerada somou 23,2 milhões de pessoas no mês. Equivalente a um aumento de 0,9 por cento frente a agosto.

Assim 212 mil conseguiram arrumar ocupações para prover seu sustento nesse período. Em relação ao ano passado, o aumento é de 512 mil pessoas a mais com empregos, frente À setembro de 2011. Isso representa um aumento de 2,3 por cento no número de trabalhadores.

Por Matheus Camargo


Segundo dado do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) medido na semana passada, 68,53% dos produtos pesquisados tiveram reajustes de preços para cima. Esse indicador chamado de difusão do IPC-S mantém-se na mesma taxa que da segunda semana de outubro.

O resultado geral é que o IPC-S da terceira semana deste mês apresentou uma variação negativa de 0,05%, o que deixa a inflação acumulada pelo índice em 0,57% para o mês de outubro, até agora. Na semana passada os preços dos produtos pesquisados no IPC-S apresentaram uma alta em média de 0,62%.

No mesmo período do ano passado o índice de difusão do IPC-S apresentou uma alta em 61,22% dos produtos. Na primeira semana de outubro 70,29% dos produtos apresentaram alta de preços.  Em declaração para a Agência Estado, um pesquisador do IBGE afirmou que essa taxa do índice de difusão do IPC-S é "um número alto para padrões de média histórica. Estamos vivendo um momento de pressão (inflacionária) bem generalizada".

Reiterando que " não é descontrolada, tampouco é um patamar desejável", o economista faz coro com outros analistas da situação que vêem com preocupação o aumento do índice inflacionário nos meses de agosto e setembro.

Por Matheus Camargo

Fonte: UOL


Segundo dados de uma pesquisa do IBGE, a agropecuária brasileira se modernizou nos último ano. Nessa sexta-feira, dia 19 de outubro, o IBGE lançou o Atlas do Espaço Rural Brasileiro, com pesquisas sobre a situação da agricultura no Brasil. De acordo com a publicação, a mecanização e a irrigação aumentaram significativamente no país desde 2006.

No setor da pecuária bovina, o uso de transferências de embriões, razões industriais, inseminação artificial e tecnologias de rastreamento de animais, são as principais novidades.

Segundo o Atlas, o Brasil possuiu 5,3 milhões de empresas agropecuárias, possuídas por 3,9 milhões de pessoas. Delas, 82% são analfabetos ou não completaram o ensino fundamental. A participação das mulheres como proprietárias rurais é de aproximadamente 13% e elas possuem melhor índice de escolaridade que os homens.

O documento mostra também que o bioma (um conjunto de ecossistemas próximos) mais impactado pelo agronegócio é a região do Pampa Gaúcho, que possui mais de 70% de sua extensão ocupada para uso do agronegócio. Na sequência dos biomas mais afetados estão: o Pantanal (com 69% de ocupação), a Mata Atlântica (com 66% de ocupação) e o Cerrado (com 59% de ocupação). 

Fonte: O Estado de São Paulo

Por Matheus Camargo


No dia 19 de outubro, o IBGE divulgou o resultado do indicador IPCA-15, com os resultados do índice de preço ao consumidor de espectro amplo para os primeiros quinze dias do mês. O IPCA-15 é considerado uma prévia da inflação do mês medida pelo IPCA.

O IPCA-15 para os primeiros quinze dias de outubro apresentou uma alta média de 0,65 pontos percentuais. Esse valor é o teto das estimativas projetadas para o índice no período, que variavam entre 0,55% e 0,65%. O dado preocupa, pois parece consolidar uma tendência de alta de preços, com os índices inflacionários aumentando sucessivamente.

Pelos os dados, os alimentos novamente lideram o ranking da alta de preços. Esse grupo de produtos pesquisados subiu 1,56% na primeira quinzena de outubro, acima dos 1,08% apresentado no mesmo período em setembro. Um dos itens que mais subiram dentro do grupo foi o arroz, com uma alta de impressionantes 11,91%. Houve também uma subida expressiva do preço da batata-inglesa, que ficou em média 19,23% mais cara no período. No conjunto das fortes altas dos preços dos alimentos há ainda a cebola, com 9,97% e as carnes, que ficaram 2,92% mais caras.

Como ocorreu no índice do IPCA-15 de setembro, outro grupo que puxou a inflação para cima foi a habitação. Esse grupo também apresentou uma alta em outubro superior a alta de setembro, ficando agora 0,72% mais cara frente aos 0,43% do mês passado.

Por Matheus Camargo

Fonte: Estadão


O Índice de Produção Industrial no Brasil é medido pelo IBGE em 14 localidades pesquisadas. Apesar de 9 das 14 regiões terem apresentado índices positivos no mês de agosto frente aos resultados de julho, o resultado geral continua a tendência de queda iniciada em outubro de 2010, alcançando agora a variação negativa de 2,9% no acumulado dos últimos doze meses e é a pior taxa desde janeiro de 2010, onde se registrou a queda de 5% da produção industrial.

Os Estados que mais sofreram com a queda da produção industrial no acumulado dos últimos doze meses foram Rio de Janeiro, na liderança, com menos 4,9%, seguido de perto por São Paulo, com menos 4,8%, na sequência Santa Catarina, com variação negativa de 4,2%, depois Ceará, com 3,6%, e Espírito Santo, com 3,5% de queda.

Alguns Estados apresentam resultados positivos nos últimos doze meses. Dentre eles, os com melhores resultados são: Goiás, com 7% disparado na frente do crescimento, seguido do Paraná, com 3,9% e Pernambuco, com 3,8% de expansão.

Em relação ao mês de julho, o Índice de Produção Industrial de agosto, considerando as regiões pesquisadas, apresenta um ritmo de crescimento em 9 das 14 regiões. Goiás recuperou parte das perdas do índice de julho frente a junho, quando registrou uma baixa de 13,3%, ficando agora com 10,3% de alta. É a região com maior crescimento em agosto seguido do Amazonas, com 7,6%, Rio Grande do Sul, com 4,8%, Minas Gerais, com 3,3% e Paraná, com 3,0%.  

Por Matheus Camargo


Levantamento expresso pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) relacionou alta de 0,51% em outubro no custo do metro quadrado da construção civil do país. No mês passado o valor abrangeu R$ 757,86, saltando, deste modo, para R$ 761,74 no relatório atual.

Do novo valor acima relacionado R$ 331,53 referem-se a custos com mão-de-obra e R$ 430,21 atinentes a materiais. De acordo com o IBGE, o Índice Nacional de Construção Civil (INCC) acelerou o avanço em 0,16% entre setembro e outubro.

Matéria do portal de Economia Terra aponta que os materiais de construção sofreram alta de 0,50% em outubro sobre setembro, ao mesmo tempo em que a mão de obra progrediu 0,53% na mesma base de comparação. Respectivamente, esses elementos acumulam expansão no ano (até o mês passado) de 4,26% e 9,16%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


As diferenças entre as classes sociais vão desde o salário familiar obtido por cada casta até o tipo de convivência que estabelecem com seus semelhantes, além, é claro, de como usufruem cada centavo nos locais por onde percorrem. Reportagens confeccionadas por diversos veículos têm levado aos cidadãos informações sobre as condições vividas por seres humanos distintos, desde aqueles que mal possuem comida até outros com viagens mensais a várias regiões do mundo.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quarta-feira, 23 de junho, dados relativos aos ganhos dos lares brasileiros. Segundo o instituto, por meio da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) concernente a 2008 e 2009, as famílias do país têm remuneração média mensal de R$ 2.763,47, com destaque ao Sudeste, com R$ 3.348,44, diferentemente da outra ponta, o Nordeste, com R$ 1.764,62.

O portal de economia UOL indica que foram pesquisadas 60 mil residências brasileiras entre maio de 2008 e o mês igual do ano seguinte. Além desses pontos levantados na reportagem, outro foi bem agravante: mais de 75% das famílias admitem certa dificuldade em encerrar o mês com a remuneração obtida, índice inferior ao período compreendido entre 2002 e 2003, quando o percentual chegou a 85%

Por Luiz Felipe T. Erdei


Em dados levantados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) ilustrou que o número de contribuintes para a Previdência, no Brasil, ascendeu 5,9% no ano passado para seu antecessor, ou seja, 2007.

Para os técnicos do instituto, o aumento no número de contribuintes foi estimulado pelo crescimento do emprego formal, ou seja, aquele que apresenta carteira assinada. A região que melhor representou, por assim dizer, esse percentual, foi a Sudeste, com 62,9% do total de ocupados em 2008, enquanto o Nordeste apresentou o menor de todos, exatos 33,9%.

Substancialmente, a Pnad confessou que o número de trabalhadores integrantes a sindicatos apresentou pequena elevação de 18,2% do total de pessoas com ocupação no país, aproximadamente 16,8 milhões de sindicalizados, diferentemente de 2007, quando a mesma questão abordava um percentual de 17,7%, ou, em miúdos, 15,9 milhões de indivíduos.





CONTINUE NAVEGANDO: