Queda identificada foi de 47%. De janeiro a setembro deste ano, os brasileiros gastaram em viagens ao exterior 14,1 bilhões de dólares.

Diante da crise política e financeira que o País enfrenta e com o valor exorbitante do dólar, que inclusive fechou sua cotação no dia 23 de outubro de 2015 em R$ 3,89, os gastos dos brasileiros diminuíram também nas compras realizadas no exterior.

Os gastos caíram, pois com a nossa moeda desvalorizada, o valor da passagem para viajar para fora aumentou, o valor dos hotéis ficou elevado, o valor da comida subiu, o valor do transporte cresceu, dentre outros gastos necessários em uma viagem.

Com os dados coletados e publicados pelo Banco Central foi possível verificar que houve queda na quantidade de dinheiro desembolsado pelo turista brasileiro para compra em outros países. No mês de setembro o valor gasto pelos brasileiros perfaz um montante de 1,26 bilhão de dólares. Foi identificada uma diminuição de 47%, se comparado com o mesmo período do ano passado, quando esse valor totalizou 2,38 bilhões de dólares.

Ainda, foi constatado que durante os primeiros nove meses do ano corrente houve uma grande queda também e essa porcentagem foi de 27,7%, ou seja, nas viagens internacionais os cidadãos do Brasil despenderam 14,1 bilhões de dólares e no último ano esse valor foi de 19,57 bilhões de dólares. Isso demonstra que o poder aquisitivo do brasileiro está reduzindo significativamente frente às dificuldades que o País encara.

Mesmo com a desvalorização do real, os gastos dos gringos aqui no Brasil também caiu 0,1%. O valor deixado pelos estrangeiros no País no último mês foi de 486 milhões de dólares. Se compararmos o valor que gastamos fora e o valor que os visitantes gastam aqui podemos perceber uma diferença de 744 milhões de dólares. Isso representa uma diminuição de 59,1% diante da mesma época do ano de 2014. A quantia deixada pelos estrangeiros até o mês de setembro foi de 4,33 bilhões de dólares.

Por Paula Barretto Guerra

Dólar


Com a crise econômica afetando todos os setores do País, as pessoas estão evitando gastos desnecessários e economizando com roupas, lazer e alimentação.

O brasileiro em 2015 está enfrentando uma inflação com índices exorbitantes, reflexo do aumento das taxas de juros no país e a má gestão, contribuiu para que se ocorressem os aumentos dos preços, atingindo todos os setores da economia. O salário não acompanha os índices de aumento e as pessoas precisam saber poupar e evitar supérfluos, pois há os constantes aumentos e para driblar a inflação é preciso economizar e cortar custos. 

É preciso reinventar, criar condições para enxugar o orçamento e manter as contas em dia, assim as pessoas acabam comprando menos e poupando mais, para que o dinheiro dure até o fim do mês e consigam sobreviver frente à crise. 

A agência Hello Research pesquisou 2.002 pessoas no Brasil em torno de 70 cidades e verificou que elas estão procurando gastar menos e economizar com roupas, lazer e alimentação. Esse indicador mostra que o povo brasileiro está sentindo no bolso, e fazer economia é a melhor saída, pois o salário continua o mesmo, e as contas precisam fechar. 

A pesquisa fez um levantamento por região no país mostrando os índices de diminuição dos gastos. Regiões como norte-sul, centro-oeste, sudeste, nordeste, tiveram respectivamente o percentual de 91%, 91%, 92%, 82%, e 80%. Em setembro a inflação foi em torno do demonstrativo de 9,5%, levando em conta 12 meses, o que revelou a maior alta dos últimos tempos. 

Esse índice da pesquisa revela a crise que o país atravessa e os reflexos se fazem sentir, e para manter a equação: salário x gastos é preciso muitas vezes se sacrificar e as famílias são as que mais sofrem. Apelar para o bom senso é a melhor saída, e o brasileiro é criativo, inovador e perspicaz, e quando se trata de economizar as saídas sempre aparecem. 

O governo precisa viabilizar melhores fórmulas para engrenar o país, sem sacrificar o bolso do trabalhador. 

Por Marisa Torres

Cortando gastos


Com a alta do dólar, os brasileiros estão gastando menos no exterior. Queda registrada no mês de agosto ficou em torno de 46,2%.

É sabido que estamos em uma enorme crise política no Brasil, face às séries de acontecimentos que abalaram a credibilidade e a confiança de investidores internacionais em nosso País.

Os reflexos da crise econômica que estamos passando têm afetado todos os brasileiros, independente da classe social que pertence. Um dos aspectos que tem contribuído para esse problema é a disparada no preço do dólar. Com essa alta, a moeda americana nos últimos dias vem alcançando patamares estrondosos, chegando a fechar nas bolsas de valores acima dos R$ 4,00. Esses valores estão deixando os brasileiros bastante assustados, pois é considerado um dos mais altos já registrados pelas bolsas de valores nos últimos anos. Só para se ter uma ideia, no primeiro semestre de 2015, o dólar obteve alta de, aproximadamente, 36,42%.

Segundo dados do próprio Banco Central, divulgados na última terça, dia 22, a redução nos gastos, representou só no mês de agosto, uma queda em torno de 46,2%. Com essa alta crescente da moeda americana, os brasileiros estão muito receosos quanto a gastos que realizam fora do Brasil.

Vale registrar ainda que essa redução de gastos no exterior pelos brasileiros, ocorre em um período crítico, pois as consequências da alta no preço do dólar geram reflexos em cascata nos preços de diversos produtos como: alta nos preços/custos de produtos importados, nas viagens internacionais, nas passagens aéreas, diárias em hotéis e ainda, o pior de todos, que é a alta dos juros no uso dos cartões de crédito bem como de débito quando usados no exterior.

Ressalta-se que esse momento é propício para aqueles que querem ganhar um dinheirinho extra, usando do momento para investir na compra e venda de dólares.

Concluindo, antes de sair por aí gastando, faça uma consulta quanto à cotação da moeda, para verificar se é viável ou não, pois as consequências serão elevadas.

Fique atento!

Por Valter Falinácio

Gastos no exterior

Foto: Divulgação


Mais da metade dos consumidores brasileiros estão mudando seus hábitos para conseguirem reduzir gastos nesta época de crise econômica.

A crise já fez com que mais da metade dos brasileiros mudassem seus hábitos na hora do consumo e este número tende a aumentar ainda mais neste final de ano. E a principal mudança está justamente na hora da compra, ainda mais quando se trata de produtos mais caros, mas também já se notam mudanças nas compras mais baratas, estas do dia a dia.

Se o brasileiro já era conhecido por pesquisar muito antes de comprar, agora ainda mais, pois o consumidor tem se dado ao trabalho de pesquisar em um número maior de estabelecimentos antes concluir a compra.

E outra mudança importante está na mudança de local das compras, pois aquele antigo costume das pessoas de se habituarem a fazer suas compras em  um mesmo lugar está acabando. O brasileiro está deixando a preguiça de lado e buscando novos fornecedores para conseguir menores preços.

Todos estes dados fazem parte da pesquisa realizada pela CNI – Confederação Nacional da Indústria, que entrevistou 2.002 pessoas de várias partes do Brasil no intuito de saber como a população tem se comportado diante da crise. Pessoas de 141 cidades foram ouvidas no mês de junho e os dados revelam mudanças no perfil do consumidor brasileiro.

A pesquisa mostra atitudes que sempre foram comuns entre os brasileiros só que agora estão sendo adotadas por um número muito maior de pessoas. Os brasileiros estão fazendo de tudo que podem para reduzir custos e não só trocam o local das compras, como estão reduzindo as compras, cortando gastos em casa, compram produtos similares que custam menos, adiaram a compra de algum produto mais caro e até a escola dos filhos está sendo trocada em busca de mais economia.

A pesquisa aponta que as principais economias feitas pelos brasileiros estão ligadas ao lazer,restaurantes e também ao consumo de carne vermelha.

E um fato curioso é que 16% dos entrevistados revelaram que até trocaram de residência para conseguirem reduzir os gastos. Este perfil de consumidor geralmente faz parte do grupo que paga aluguel e quando o contrato vence, ao invés de renová-lo, busca por um imóvel com valor mais baixo, mesmo que seja uma residência mais simples ou em um ponto mais afastado.

A pesquisa ainda deixou claro o medo do brasileiro em relação ao faturo, por isso o consumidor não só vem cortando gastos como também vem adiando compras mais caras, para evitar surpresas desagradáveis nos próximos meses, já que a crise não tem dado sinais de que vai melhorar tão cedo.

Por Russel

Gastar menos


Como  podemos nos  divertir com tão pouco?

Diga-se de passagem, que o lazer do  brasileiro está mesmo custando os olhos da cara.

A contar pelo salário que se ganha no final de cada  mês, o brasileiro paga muito  caro para  se  divertir no  final de  semana. A cervejinha tão apreciada por muitos na praia, no clube ou até mesmo no barzinho está  ficando cada vez mais cara.

Estudos  mostram que  as classes A e B gastam, em média, em uma viagem de  final de semana R$ 573, enquanto as  classes C, D e E gastam quase metade, R$ 281.

Esse  comparativo aponta que  as classes A e B têm uma  folga no  bolso, podendo  desfrutar de viagens e apreciar eventos como teatro, boates e cinema.

Mas o que dizer das classes C, D e E, que por  sinal  são a maioria?

Sim, essas  classes são a maioria. Trabalhadores que trabalham o mês  inteiro, se  matam de trabalhar e  ainda nas  horas de folga fazem bicos para dar uma equilibrada no orçamento, não conseguem se  quer  ter tempo para desfrutar de um final de semana de lazer.

Foram 620 pessoas entrevistadas nas 27 capitas brasileiras, onde  descobriu-se que o brasileiro tem R$ 389 por mês destinado a gastar em lazer.

Porém, esses dados não refletem a  vida  do povo brasileiro, pois esses  valores não condizem com nossa condição financeira.

As pessoas  desprovidas de muito  dinheiro sabem se  divertir e fazer de seu final de semana um ótimo  momento de  lazer, pessoas que sabem aproveitar o pouco que tem.

Se levar  tudo na ponta do lápis, certamente nem  teremos como ter momentos de  lazer, afinal com o que se  ganha não dá nem para chegar à praia e comer um pastel.

Mas,  diga-se  de  passagem, muitas vezes com o pouco que temos ou que nos sobra sabemos aproveitar  os momentos de lazer.

Por Andre Escobar

Gastos com lazer


Quando chega o final de ano logo pensamos em comemorações, festas e diversões. É justamente por causa dessas comemorações e festividades todas que às vezes acabamos por nos entregar aos gastos que elas proporcionam.

São festas por todos os lados, viagens, além de presentes e enfeites de natal por toda a parte. Se você está entre um desses atributos, preste atenção nas dicas a seguir e aprenda como não gastar muito dinheiro no final de ano:

– Presentes:

Os presentes são os maiores causadores de gastos nessa época. Para evitar isso, procure fazer uma lista de presentes, ou de pessoas que você pretende presentear. Organize pelas quais você conhece mais e tem mais afinidades. Comece primeiro pelos filhos, se você tiver, depois pela esposa, depois pelos parentes e por último colegas ou amigos mais íntimos. Prefira as lembrancinhas do que os presentes mais caros. É claro que pode haver exceções, desde que você as tenham planejado durante o ano, como, por exemplo, aquele carrinho de brinquedo que seu filho tanto quer ou aquela surpresa que você vinha planejando há tempos para sua esposa ou marido.

– Festas:

Depois dos presentes, as festas com certeza são uma das maiores causadoras de gastos nessa época. É a sogra que te chama pra passar o natal na casa dela, são os amigos que vão fazer aquele churrasco e te convidam, etc. E numa dessas, você acaba indo ao supermercado só para não aparecer na festa de mãos vazias. É aí que mora o perigo. Caso decida levar alguma coisa para contribuir com a festa, verifique junto à pessoa que te convidou e veja a possibilidade de levar algo que esteja ao seu alcance. Se for comida, faça algo em casa. Uma receita simples, mas bem caprichosa. Caso você tiver que levar bebida, opte pela mais barata ou rache com mais alguma pessoa que também vai à festa.

Por Daniela Almeida da Silva


Algumas pessoas não sabem, mas o dinheiro tem que ser levado muito a sério e tratado com muito carinho. Ele deve ser considerado como um meio de troca muito importante, uma moeda que materializa as coisas. Na verdade, quem não tem costume de tratar bem o dinheiro acaba, por fim, de ser abandonado por ele mesmo.

Infelizmente a nossa cultura do consumismo não privilegia aqueles que têm cuidado com o dinheiro, mas com aqueles que fazem parte do sistema de consumo de bens no mundo, pois a intenção da sociedade é estar sempre ganhando e gastando, gastando e ganhando, e assim, permanecer nessa esfera viciosa e conseguir um bom status. Tem aqueles que o fazem no bom sentido, mas mesmo assim não têm um equilíbrio, um limite adequado. Mas não são apenas essas pessoas que agem assim. Não é só a classe da burguesia que atua assim, há também a classe trabalhadora que gasta até mais que pessoas burguesas. Esse desequilíbrio social nos mostra de forma clara, a que ponto nossa sociedade chegou.

Damos prioridade para coisas descartáveis, e são milhares de pessoas que deixam se levarem pela maré do consumo, fazendo despesas totalmente desnecessárias. Essas pessoas exageram tanto nos gastos que no fim do mês acabam passando necessidade, pois já não têm nenhum dinheiro para comprar o necessário.

Economizar é a função dos inteligentes, pois eles sabem que mais vale saborear os gastos num tempo bom e propício para isso do que cair na armadilha do consumismo imediato, deliberado, demasiado e não planejado. Para saber economizar, você só precisa parar e refletir se esse desejo de comprar algo que você tanto quer tem a ver com suas necessidades básicas do momento ou não. Normalmente, consideramos necessidades básicas coisas essenciais para nossa sobrevivência de forma digna no dia a dia, como comida, água, pagamento de dívidas, e outros meios para sobreviver de uma forma tranquila.

Por Daniela Almeida da Silva

Dinheiro

Foto: Divulgação


Quando falamos em dinheiro logo vem a sensação do consumismo exagerado. Por mais que não tenhamos tendência a sermos consumistas, acabamos nos envolvendo nessa camada da sociedade, que determina quem é o melhor só porque tem mais ou menos dinheiro que o outro.

A maioria da população é assalariada, e quando se trata de algo limitado, as pessoas realmente não têm autocontrole. É mais fácil controlar o muito do que o pouco, pois quanto menos uma pessoa tem, mais ela vai querer gastar, consumir e se individuar para ter algo. Se você é uma das pessoas que possuem dificuldades de administrar seu salário, ou mesmo aquela sua renda mensal, vinda da conta poupança ou outro tipo de benefício, atente-se a estas dicas a seguir:

– Faça uma lista de suas dívidas e pague-as primeiro. Antes de pensar em fazer qualquer coisa com o seu dinheiro, priorize suas contas mensais, tais como aluguel, água, luz, IPTU, condomínio, telefone, faturas de cartão de crédito, entre outras.

– Divida seu dinheiro ao meio. Depois que você pagar todas as suas dívidas, separe o restante do dinheiro que sobrou e use metade para necessidades básicas como alimentação, e a outra para bem-estar, como comprar aquele lindo sapato da vitrine da loja que você estava namorando há tempos, entre outras coisas que sejam relevantes para o seu bem estar, mas vá com muita calma. É importante você fazer isso mesmo que você receba adiantando salarial no meio do mês, pois assim fica mais fácil de manter seus gastos no controle.

– Outra dica interessante também é anotar tudo o que você gasta durante o mês, até aquele cafezinho que você toma toda manhã na lanchonete da esquina. Assim, seus gastos ficarão controlados na prática e com o tempo, a tendência será gastar menos. Quando isso acontecer, você estará totalmente no controle dos seus rendimentos.

Por Daniela Almeida da Silva


Para atingir as suas metas e realizar tudo aquilo que planeja, é essencial que as pessoas diminuam os gastos com itens desnecessários. Essa não é uma tarefa nada fácil e para isso sugerimos algumas dicas para que você controle suas finanças e consiga alcançar aquilo que espera.

  1. Entenda os seus gastos: Entender os motivos que faz com que você gaste mais é um bom passo para iniciar a resolução do problema. Analise os principais gastos, se são consumos relacionados ao prazer emocional ou se são realmente necessários.
  2. Controle seus gastos: Realizar anotações sobre as suas compras podem facilitar o controle total dos seus rendimentos, por isso, anote tudo que compre.
  3. Considere as parcelas como um gasto único: Contabilize em suas anotações o gasto total no mês referente à compra, para não ter sustos posteriores.
  4. Compreenda que os lucros virão depois: Entender que precisa economizar agora para atingir as suas metas futuras é um dos principais pontos para não gastar demais.
  5. Não gaste nada agora: Pesquisar e economizar podem gerar excelentes compras se o planejamento for feito de maneira adequada.
  6. Guarde o dinheiro no início do mês: Para que você não tenha surpresas até o próximo pagamento, é interessante segurar um pouco o dinheiro no início do mês e gastar apenas com as prioridades.

Seguindo estes poucos passos é possível que sua vida financeira se estabilize em breve e os gastos demasiados não sejam tão recorrentes, para isso, um bom planejamento e dedicação às finanças pessoais podem gerar boas expectativas no final de tudo.

Por Jeana Barreiro


O novo Maracanã ficou conhecendo nessa quinta-feira o novo consórcio que administrará e explorará suas dependências. O grupo formado pela Odebrecht, pela empresa americana AEG e pela IMX, empresa de Eike Batista, será responsável pelo estádio durante 35 anos.

A reforma do Maracanã está sendo feita pela Odebrecht e orçamento da obra até o momento é de R$ 1,1 bilhão. Um valor considerado muito alto para uma reforma. Mas, alguns números podem nos ajudar a entender o tamanho da obra em questão.

Desde 2009 até maio de 2013, foram gerados 6,5 mil empregos diretos responsáveis por construir um estádio de 78.639 lugares, uma estrutura multimídia de quatro telões com 100 metros quadrados de área de projeção, 60 bares de alimentação, estacionamento no interior do estádio que terá capacidade para guardar 358 automóveis e uma área construída que passará de 112 para 124 metros quadrados.

No entanto, muita controvérsia tem sido gerada desde o início do projeto, já que foi estimado em R$ 859,4 milhões, mas em 2013 já ultrapassou um R$ 1 bilhão. Além disso, a polêmica gerada na licitação da concessão coloca em cheque o futuro do estádio.

Por BCC


Os brasileiros estão gastando menos em suas viagens ao exterior, a informação foi divulgada pelo Banco Central.

De acordo com a pesquisa realizada pela instituição, os gastos atingiram o valor de US$ 1,627 bilhão no mês de março, sendo que em fevereiro esse número foi de US$ 1,746 bilhão, já em janeiro esse valor foi de US$ 1,996 bilhão. Quando comparado ao mesmo período do ano passado, as despesas também apresentaram queda, em 2011 o valor foi de US$ 1,645 bilhão em março.

Mesmo com esse resultado de queda, os gastos de uma forma geral apresentaram aumento quando levado em consideração o período de janeiro a março de 2011 e 2012. Os gastos desse ano foram de US$ 5,381 bilhões, já em 2011 os gastos foram de US$ 4,752 bilhões.

O estudo também analisou os gastos dos estrangeiros que estão de passagem pelo Brasil. De acordo com os dados, o valor foi de US$ 630 milhões no mês de março desse ano, a receita total para o ano foi de US$ 1,92 bilhão, em 2011 o valor foi de US$ 1,748 bilhão nos primeiros meses.

Ao fazer a comparação dos gastos dos brasileiros e estrangeiros, o mês de fevereiro fechou com um déficit de US$ 997 milhões.

Por Joyce Silva


No ano de 2011 os brasileiros gastaram fora do país cerca de US$ 21 bilhões, afirmou o Banco Central (BC). Isso representa um aumento de quase 30% dos gastos no exterior em relação ao ano de 2010.

Alguns fatores que contribuíram para que os brasileiros gastassem mais foram o aumento da renda e a queda do dólar, que foi cotado abaixo de R$1,70 na maior parte do ano.

Com o dólar em baixa ficou mais fácil aproveitar as facilidades do turismo fora do Brasil, tudo ficou mais barato, desde passagens aéreas a hotéis.

Mas quem ainda está pensando em fazer uma viagem internacional deve ficar atento, pois com a crise no final de 2011 houve algumas mudanças que provavelmente perdurarão em 2012. A prova disso é que em julho a soma dos gastos dos brasileiros no exterior era de mais de dois bilhões de dólares, já em novembro este valor caiu para um bilhão e meio.

Segundo o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Túlio Maciel, a alteração da taxa de câmbio ainda trará mais mudanças.

Fonte: Banco Central

Por Jéssica Posenato


Encerrar o mês com dinheiro em conta é para poucos. Estudos apontam que parte da população possui dificuldades em administrar seu salário para que ele compreenda todo um período. Controlar os gastos, sobretudo em meio às novas medidas do governo federal, é praticamente um desafio.

Quem possui iPhone já conta com um aplicativo capaz de colaborar para o intento. Denominado ‘Finanças Iradas’, baseado na coleção de livros “Meninas Iradas”, de Mara Luquet e Andrea Assef, ambas jornalistas, o software promete assessorar o usuário no controle de gastos, melhor organização financeira e, por fim, como investir na Bolsa de Valores.

A ferramenta, segundo Flávia Bravin, diretora-editorial da Editora Saraiva, permite ao brasileiro administrar suas receitas e despesas, inclusive assinalando em qual área é possível economizar e tornar o dinheiro mais rentável. O aplicativo possui um jogo integrado que mostra ao usuário mais informações sobre o mercado de ações.

O ‘Finanças Iradas’, desenvolvido para iPhone 3GS ou 4 e iPods touch da 2ª a 4ª geração está disponível na Apple Store por apenas US$ 3,99.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa


Os próximos três meses serão certamente marcantes para a maior parte da população brasileira. Dezembro sempre é caracterizado por compras de presentes, quitutes e outros mais ao Natal e Ano Novo. De janeiro em diante é momento de preocupação com o pagamento de tributos, entre eles o Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) e Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), além de materiais e livros escolares, que elevam significativamente a despesa do consumidor.

Por esses e outros fatores que cada um, leitor, pode mensurar da maneira como convier, a empresa de análise de crédito Serasa Experian acredita que ocorrerá elevação da inadimplência na virada dos primeiros três meses de 2011 para o período imediatamente sucessor. O cálculo feito com base na alta de 0,6% do Indicador de Perspectiva da Inadimplência do Consumidor de setembro é capaz de sintetizar, num período médio de seis meses, movimentos periódicos da inadimplência.

Apesar dessa previsão, a Serasa pondera que o indicador continua inferior em relação ao padrão histórico do país, tanto que não se conjeturam possibilidades de a inadimplência tornar inviável a assiduidade da ampliação do crédito aos consumidores, pelo menos no que diz respeito ao curto prazo.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1





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