No domingo, dia 4 de novembro, representantes do grupo dos vinte países mais ricos do mundo, o G-20, avaliaram uma melhora no quadro da economia mundial, embora haja muitos riscos imediatos. A reunião acontece na Cidade do México.

Segundo os representantes do G-20 as medidas contra a crise na Europa oferecem riscos. O documento de analise do grupo, publicado nesta segunda-feira, dia 5 de novembro, aponta também para riscos em relação ao Japão e os Estados Unidos.

O documento é o produto das discussões dos ministros da área financeira e dos bancos centrais dos países mais ricos do mundo. Para eles, a situação fiscal dos Estados Unidos preocupa, com a relação entre o endividamento público e Produto Interno Bruto desse pais continuar a crescer.

A análise do documento da reunião de 4 de novembro do G-20 permanece a avaliação de que globalmente o crescimento econômico anda lento e que a situação da Europa continua preocupantes. A Europa ainda não ultrapassou o limite da recessão Econômica, e os dados do Espanha não animam. O país é a quarta maior economia da zona do euro e enfrenta uma forte recessão já há mais de um ano.

Por Matheus Camargo


Presidente da nação estopim da crise financeira mundial do biênio 2008 e 2009 e do mais recente entrave global devido à injeção de US$ 600 bilhões na esfera econômica local por meio de seu banco central (Federal Reserve), Barack Obama, dos Estados Unidos, avaliou na última quinta-feira, 10 de novembro, que uma economia forte de seu país é essencial para a recuperação de todo o planeta.

Em discurso emitido com foco na cúpula do G20 (grupo das 20 maiores economias), Obama pediu aos participantes do grupo deixarem para trás as disparidades e perpetrarem sua parte para estimular o desenvolvimento econômico. Em sua visão, quando isso ocorrer todos sairão ganhando.

Conforme carta enviada aos líderes do G20, Obama endossou que a força da moeda dos Estados Unidos depende da própria economia do país. Avaliou, de acordo com a agência de notícias Reuters, que assim como os Estados Unidos precisam mudas seus trejeitos para gerir recuperação forte e estável, outras economias que dependeram de exportações em outras ocasiões – no intuito de encobrir a fragilidade de sua própria demanda – também necessitam de modificações.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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