Codefat libera R$ 5 bilhões para capital de giro de micro e pequenas empresas.

Para uma empresa ser considerada micro empresa, geralmente ela precisa ter um faturamento anual de aproximadamente 240 mil reais e empregar no máximo até 9 pessoas. Já as pequenas empresas recebem um faturamento anual entre 240 mil reais e 2,4 milhões, empregando entre 20 e 99 pessoas.

No dia 9 de maio (segunda-feira) foi autorizado pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), a contribuição de 5 bilhões de reais no capital de giro de micro e pequenas empresas. Sendo que 2 bilhões de reais serão oferecidos pelo FAT e 3 bilhões de reais pelo BNDES. Entretanto, somente as empresas que tem o faturamento bruto de até 3,6 bilhões de reais ao ano terão o direito ao financiamento.

De acordo com Miguel Rossetto, ministro do Trabalho e Previdência Social, esse investimento nas micro e pequenas empresas contribuirá para preservar os empregos e gerar oportunidades para os jovens. Assim sendo, as empresas que contem 10 ou mais funcionários serão obrigadas a contratar um jovem aprendiz. E terão que manter os demais empregos por 12 meses.

O limite máximo de financiamento que o FAT oferecerá para cada empresa é de R$ 200.000,00 e as empresas terão o prazo de 4 anos para o pagamento do dinheiro, com uma taxa de 12% ao ano. Já o financiamento do BNDES, as empresas terão 3 anos para o pagamento do dinheiro, com um acréscimo de 9,6% ao ano.

Esses financiamentos têm como objetivo diminuir o número de desemprego que há hoje no Brasil, envolvendo o Programa de Proteção ao Emprego (PPE) e o decreto que foi assinado pela presidente Dilma Roussef, que tem como objetivo aumentar o número de oportunidades para os jovens no mercado de trabalho através da Lei de Aprendizagem.

O MTPS (Ministério do Trabalho e Previdência Social) supõe que aproximadamente 100 mil empresas utilizarão os financiamentos oferecidos pelo FAT e BNDES, concedendo assim R$ 50.000,00 para o capital de giro de cada empresa. Se o número de empresas que solicitar o financiamento coincidir com o número estimado pelo MTPS, 1,5 milhão de empregos serão preservados e cerca de 100 mil jovens aprendizes serão contratados até dezembro de 2017.

Aline Aparecida Feitosa Dias


Dicas de empréstimos interessantes e com juros baixos.

Por vezes uma pessoa está com suas finanças em baixa e necessita um empréstimo para equilibrar isso. Porém, você deve observar alguns pontos para não ficar com uma dívida maior ainda devido a contratar um empréstimo errado.

Primeiro vamos entender como estão os juros, segundo dados do Banco Central:

Cheque Especial – por volta de 230% ao ano.

Cartão de crédito rotativo (cobrança quando a fatura do cartão não consegue ser paga) – por volta de 360% ao ano.

Crédito Consignado Privado – O juro médio fica por volta de 40% no ano.

Os juros vão começar a aparecer quando a pessoa se encontra no negativo ou não paga a sua fatura. Porém, alguns clientes pagam juros de valores elevados, mas não percebem que há outras opções de empréstimo que são mais baratas.

Os especialistas apontam que a pessoa deve, primeiramente, observar se as suas dívidas podem ser sanadas em um empréstimo. Caso não seja possível, ela deve fazer uma avaliação sobre as linhas de crédito que possam ser mais vantajosas.

Nenhum tipo de empréstimo é muito barato, mas alguns apresentam taxas de juros mais baixas em comparação como o cheque especial, por exemplo.

O Crédito Consignado:

Os especialistas indicam muito essa modalidade, pois apresenta no mercado com juros mais reduzidos. As parcelas da dívida ficam descontadas na folha salarial da pessoa endividada. Os bancos contam com uma garantia maior de que vão receber e as taxas ficam menores.

Porém, nem todos os clientes contam com o acesso ao crédito consignado. Essa modalidade é voltada para aposentados do INSS e aos pensionistas.

Sites que disponibilizam crédito pessoal:

Certos portais oferece o crédito pessoal com uma taxa de juros reduzida em relação aos bancos de renome. Os sites não apresentam custos de manutenção com as agências físicas e ficam com um rigor maior em termos da concessão do crédito. Os sites contam com uma parceria com bancos médios e pequenos do mercado.

O ponto negativo é uma análise rigorosa do crédito que se faz, o que pode deixar algumas pessoas de fora.

Imóvel refinanciado:

Nessa modalidade de empréstimo o proprietário vai apontar o seu imóvel para ser uma garantia de dívida. O banco pode retomar o imóvel, uma vez que não tenha o pagamento da dívida. Com juros mais reduzidos, os valores do empréstimo chegam a ultrapassar os R$ 20 milhões com prazos bem longos.

O seu ponto negativo é o não pagamento da dívida e o banco retomar o imóvel.

O 13° salário antecipado:

Conta com a contrapartida do décimo terceiro salário e apresenta taxas de juros bem baixas em comparação com os outros empréstimos pessoais. O seu ponto de desvantagem é que, uma vez que o empregador não faça o depósito do 13° salário, a dívida será descontada na conta da pessoa com a dívida na data acordada.

A restituição do Imposto de Renda antecipada:

O pagamento da dívida é feito na conta do devedor quando acontece o depósito da restituição do Imposto de Renda. Com isso, os bancos também possuem maior garantia que vão receber e as taxas são reduzidas (a partir de 1,93% por mês e 25,78% anual).

Porém, caso aconteça uma inconsistência na declaração do seu Imposto de Renda, a pessoa poderá ficar na Malha Fina e o valor da restituição fica reduzido, ou então, nem é depositado.

Empréstimos


Em setembro, a taxa de juros dos empréstimos bateu recorde dos últimos 6 anos.

A taxa de juros em empréstimos bateu recorde no mês de setembro de 2015. Desde junho de 2009 a elevação dos índices não alcançava esses patamares.

A taxa média acumulada no ano chegou a 131,1%, com alta de 1,26% se comparado ao mês de agosto do mesmo ano, conforme a Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças Administração e Contabilidade).

O empréstimo para financiamento de automóveis foi o índice que apontou maior correção com 2,7% de aumento no mês.

O juro do cartão de crédito chegou a 13,59%, com alta de 1,65% se comparado a agosto de 2015. O acumulado de 361,40% ao ano faz do juro do cartão de crédito o maior desde março de 1996.

Foi constatada elevação nas taxas nas seguintes modalidades de crédito para pessoa física: juros do comércio em geral (crediário), cartão de crédito rotativo, empréstimo pessoal de bancos, cheque especial, empréstimo pessoal de financeiras e CDC bancos para financiamentos de veículos.

Alguns bancos já tinham anunciado a elevação da taxa de juros do cheque especial. O consumidor deve estar em alerta com as facilidades promovidas na aquisição de crédito pelas instituições financeiras. Inclusive o Procon pede que retardem certas compras que dependam dessa situação para quando a conjuntura econômica estiver mais favorável, pois a situação deve continuar mais delicada por algum tempo.

Para pessoa jurídica houve aumento nas linhas de conta garantida, capital de giro e desconto de duplicatas.  A linha de conta garantida apresentou o maior aumento desde outubro de 1999.

Segundo a Anefac, em virtude do atual cenário econômico o risco de inadimplência se torna maior, acarretando na permanência dos altos índices das taxas de juros para os próximos meses. A turbulência econômica e também política, a alta carga tributária e a queda da nota de crédito do país, ajudam a manter os índices altos.

Por Jean Fretta Pereira

Empréstimo


Alguns tipos de empréstimos contam com juros mais baixos e facilitam a condição de pagamento dos clientes.

Quem está com o orçamento mais baixo, por vezes tem que optar pela opção de empréstimos, para suprir alguma emergência financeira que surja. Só que os juros de algumas opções de empréstimos podem ser tão altos que o valor pago ao final, em alguns casos, pode ser maior que o dobro do valor contratado inicialmente, trazendo assim prejuízo ao consumidor. Para ficar atento às taxas de juros e não cair em uma furada, confira abaixo algumas opções de empréstimos que oferecem juros mais baixos:

1-      Crédito consignado:

Se você é aposentado, recebe por cartão eletrônico ou é servidor público, pode optar por essa linha de crédito que dentre as outras é a que oferece a menor taxa de juros. Isso acontece porque as parcelas são descontadas diretamente na folha de pagamento do devedor, evitando assim inadimplência. Como os funcionários públicos e aposentados possuem salário fixo, os empréstimos são seguros para os bancos, que não precisam cobrar juros por possíveis faltas de pagamento.

2-      Refinanciamento de imóvel:

O cliente oferece seu imóvel como garantia da dívida, e o banco tem a certeza de que tem uma forma de compensar a dívida, caso o cliente não pague as parcelas que deve. Em alguns casos, os juros do refinanciamento podem ser menores que a do crédito consignado, estando na faixa entre 19,56% e 26,82% ao ano, sem contar os outros custos da operação, que podem encarecer o contrato.

O cliente tem que ficar atento, já que o risco de perder o imóvel existe e é grande. Caso as parcelas não sejam pagas, corre-se o risco de ter o imóvel tomado pelo banco.

3-      Antecipação da Restituição do Imposto de Renda:

Como também é um fundo que o banco sabe que o cliente terá no futuro os juros costumam cobrir somente as tarifas da transação bancária. As taxas ficam por volta de 1,93% ao mês o que equivale a 25,87% ao final do ano.

A única desvantagem é que se houver algum problema com a sua declaração e seu nome cair na malha fina, o seu valor de restituição pode ser menor ou mesmo não ser devolvido e o banco continuará cobrando a sua dívida, mesmo que você não receba a restituição. Por isso todo o cuidado é necessário para que seu nome não caia na malha fina.

4-      Antecipação do 13º:

Assim como a antecipação do Imposto de renda, a antecipação do 13º salário oferece menor risco aos bancos e, portanto, menor juros para o consumidor. Os riscos são a de o empregador não depositar o benefício, o que pode deixar o trabalhador sem saldo para quitar sua dívida.

Além disso, antecipar o seu 13º salário é uma medida que deve ser tomada só em casos extremos já que no final do ano costuma-se gastar muito mais do que em outras épocas do ano, e caso  o13º já tenha sido usado, o trabalhador  corre o risco de adquirir mais dívidas para cobrir sua dívida.

5-      Crédito oferecido por sites:

Como não são aliados a uma instituição bancária, nem a uma loja física, alguns custos com manutenção de agências não existem, o que faz com que os juros sejam reduzidos. A concessão de empréstimos ,no entanto, é um pouco mais rigorosa, gerando um processo de muita burocracia, que pode aborrecer alguns clientes. O processo de análise é necessário para garantir a confiabilidade dos clientes. Como o ambiente é virtual, desconfie de sites pouco conhecidos e que ofereçam grandes vantagens logo a princípio.

Mesmo com essas opções, os especialistas aconselham a só pegar empréstimos em último caso, em casos extremos ou de emergência, para não comprometer o orçamento familiar.

Por Patrícia Generoso

Empréstimo


Os bancos apostam na facilidade da tecnologia para oferecer empréstimos por meio dos smartphones.

Cada dia mais as funcionalidades nos celulares estão crescendo. O celular atualmente é praticamente uma extensão do computador e para alguns usuários o substitui completamente.

Os bancos sabem dessa funcionalidade crescente dos aparelhos e atualmente já oferecem serviços de movimentações simples de conta bancária, como consultas, pagamentos e transferências.  E agora uma novidade pretende revolucionar a forma como os usuários utilizam o celular para acesso a conta. A opção de solicitar um empréstimo estará disponível também via celular!

Atualmente o número de empréstimos pessoais vem crescendo, mas as pessoas ainda têm algumas barreiras, como ter que ir à sua agência, ou chegar em algum local com computadores com acesso à internet para solicitar o empréstimo.  O problema é que com a cultura imediatista implantada nos dias atuais, as pessoas querem cada vez mais acessibilidade imediata. Os bancos apostam nessa tendência ao oferecer essa nova funcionalidade. A expectativa é que aumentam ainda mais os pedidos de empréstimo com essa nova facilidade.

O perigo dos empréstimos por celular ainda deve ser medido. O acesso instantâneo a opção de empréstimo com apenas um toque na tela do celular, pode causar o perigo do consumo excessivo. Apesar de ser uma facilidade que ajudará em casos de emergência, por exemplo, alguns clientes podem acabar lesados por tamanha facilidade. Chegará ao fim, por exemplo, o momento de decisão antes de contratar um pacote financeiro de emergência.

O empréstimo pessoal é um recurso para momentos de crise e emergência financeira e deve ser usado com cautela pelos usuários. É preciso ter a consciência de que o empréstimo não é renda extra. Todo o dinheiro emprestado a você deverá ser pago em um prazo determinado para o banco. Mesmo que a tentação de pegar um empréstimo seja grande é preciso pensar se ele é realmente necessário e principalmente se você terá a possibilidade de pagar as parcelas sem maiores prejuízos para sua a renda familiar.

Por Patrícia Generoso

Empréstimo por celular

Foto: Divulgação


As taxas que os bancos cobram através da solicitação do Cheque Especial são os maiores do mercado, pois existem instituições financeiras que já cobraram até 200,6% de juros ao ano, sendo essa a maior porcentagem desde 1999.

Isso significa que entrar o ano no vermelho está cada vez mais caro, e os brasileiros precisam se atentar a quais são os melhores e os piores bancos para fazer a solicitação desse tipo de empréstimo.

A taxa de juros para aqueles que solicitam o cheque especial pode variar até 100% entre os principais bancos do Brasil.

Em uma pesquisa realizada pela Exame.com foi possível constatar que hoje a Caixa Econômica Federal é a que oferece as menores taxas de juros, e em contrapartida, o Santander é a instituição financeira com as maiores cobranças.

Um cliente que pega hoje o valor de R$ 500 na Caixa vai ter o total a pagar de R$ 529. Sendo isso avaliado após o período de um ano. Porém, se o cliente optar em pegar o mesmo valor no Santander, o valor final que o correntista vai pagar será de R$ 1.061, sendo 100,35% a mais.

Todas as informações sobre o valor cobrado de taxa de juros de cada banco foram fornecidas pelo Banco Central (BC), sendo isso referente ao período de 26 a 30 de janeiro de 2015.

Veja abaixo quais são os melhores e piores bancos para cair no cheque especial:

– A Caixa Econômica Federal cobra 7,34% de juros ao mês e 133,83% ao ano.

– Em segundo lugar vem o Banco do Brasil com a cobrança de 8,53% ao mês e 166,93% ao ano.

– Depois vem o Bradesco com 9,84% ao mês, e juros de 208,38% ao ano.

– O Itaú cobra 9,89% ao mês e 210,12% ao ano.

– O HSBC tem 12,54% de cobrança de juros ao mês e 312,77% por ano.

– E o último banco analisado é o Santander com o total de 12,81% ao mês e 324,69% por ano.

Dessa forma você pode comparar qual é a melhor instituição financeira para você fazer a aquisição do valor emergencial.

Por Yasmin Fernandes Robles

Cheque especial

Foto: Divulgação


Para os consumidores que pretendem utilizar o cheque especial ou empréstimo segundo as pesquisas realizadas recentemente pela Fundação Procon/SP, o momento é de bastante cautela, haja vista que no mês de fevereiro em alguns bancos foi verificado que os juros dessas modalidades de empréstimos subiram.

Após a realização das comparações na pesquisa foi constatado que no Banco do Brasil foram verificados os maiores aumentos das taxas do cheque especial, sendo que a taxa que era de 9,12% passou para 9,16% ao mês. A título de conhecimento nas outras instituições as taxas ficaram da seguinte forma: no Bradesco a taxa que era de 10,41% foi reajustada para 10,45%, já na Caixa Econômica Federal a taxa que era de 7,64% passou a ser de 8,19% e no Banco Safra ela era de 9,5% passou para 9,75%. O certo é que com estes reajustes a taxa média cobrada pelos bancos pelo uso do cheque especial subiu de 10,37% para 10,5%.

Já para o empréstimo pessoal, as alterações também foram significativas, haja vista que os juros dessa modalidade no Banco do Brasil passaram de 5,07% para 5,11% ao mês, já no Bradesco a taxa que era de 6,49% subiu para 6,53%, na Caixa Econômica Federal de 3,91% passou para 4,04% e no HSBC a taxa que era de 6,39% passou a ser de 7,3%. O fato é que a taxa média que os bancos cobram pelo empréstimo pessoal passou de 5,85% para 6,01%.

Sendo assim devido a estes reajustes e a estes aumentos dessas modalidades de crédito, o momento é de bastante cautela para o consumidor que deve fazer uma reflexão e verificar a real necessidade de fazer ou contratar um empréstimo.

Uma boa dica é que o consumidor faça a análise das suas finanças e caso haja a ocorrência de pendências em cartões de créditos ou até mesmo no cheque especial a melhor saída é procurar outras linhas de crédito que tenham juros mais baratos para realizar a quitação das pendências. 

Por Adriano Oliveira

Juros


No dia 25 de outubro, o Conselho Monetário Nacional declarou que reduziu juros de empréstimos feitos a partir de fundos constitucionais para 2,94%. A medida é temporária e tem ação retroativa. Segundo a declaração os juros de 2,94% terão efeito para os empréstimos realizados entre 1º de outubro a 31 de dezembro desse ano.

As taxas de juros para os empréstimos em adimplência feitos a partir dos fundos poderão cair ainda mais, indo para o patamar de 2,50%. Bruno Leal, assessor do Tesouro Nacional afirma que os mecanismos de redução da taxa para empresas adimplentes, que pagam suas parcelas em dia, funcionam como um bônus para os bons pagadores. Leal disse que a redução vem acompanhar as medidas do governo de melhoria das taxas de juros no país.

Os fundos constitucionais foram criados a partir da constituição de 1988 e reservam 3% da arrecadação de impostos federais para investir em financiamento das regiões menos industrializadas do país. A motivação para a criação dos Fundos Constitucionais foi a possibilidade de gerar um mecanismo de integração nacional e correção de desigualdades econômicas. Os fundos são destinados para as regiões Nordeste, Norte e Centro Oeste.

Por Matheus Camargo

Fonte: Estadão


O BNDES, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, liberou até agora em 2012 três por cento a mais de crédito do que no mesmo período de 2011, com a soma de 94,6 bilhões de reais emprestado pelo banco entre janeiro e setembro desse ano.

A indústria e a infra-estrutura foram as que mais se beneficiaram do crédito do BNDES. Elas participam de 68% do total de empréstimos feitos pelo banco nesse ano, informa o banco em nota pública emitida nessa última terça-feira, 23 de outubro.

A indústria recebeu do BNDES 33,5 bilhões de reais em 2012 e o setor de infra-estrutura outros 31 bilhões. Esses número indicam, de acordo com o BNDES, uma retomada de investimentos da industria nacional. Os setores industriais que mais receberam dinheiro do governo foi o de papel e celulose, a indústria química e petroquímica, setor de mecânica e material de transporte.

Esse ano o BNDES apresenta uma expansão em todos os seus ramos de empréstimo, quando comprado com 2011. De acordo com a nota emitida pelo banco na terça-feira a expectativa da instituição é de que o ritmo de liberações de empréstimos se acelere nos próximos meses.

Isso ocorreria com os efeitos da redução das taxas de juros para algumas linhas de crédito no BNDES. Essas linhas seriam em especial a do Programa BNDES de Sustentação do Investimento voltado para a aquisição de máquinas e equipamentos

Considerando somente o mês de setembro, o BNDES realizou empréstimos de 13,4 bilhões de reais para empresas nacionais. Isso representa um valor 20,5% maior do que o mesmo período do ano passado. As consultas para a realização de empréstimos também aumentaram expressivamente em setembro somando um montante de 33,1 bilhão de reais, número 64,4 por cento maior do que no mesmo período do ano passado.

Por Matheus Camargo


Bancos irão restringir financiamentos no 3º tri

Grandes bancos estão pessimistas diante da economia estagnada e de indícios de moderação no mercado de trabalho brasileiro. Apesar das diversas medidas implantadas pelo governo e dos juros estarem no menor patamar já visto, a oferta e a aprovação de novos financiamentos deverão ser restritas neste trimestre.

Na semana passada, Guido Mantega, ministro da Fazenda, convocou nove dos maiores banqueiros do país para tentar modificar a posição do grupo, que diz que o crédito não irá deslanchar como o governo prevê. Os argumentos dos banqueiros são: o emprego fraco, a desaceleração da renda e a falta de confiança na economia.

Esse pessimismo já era visto um mês antes da reunião com Mantega, quando 17 instituições financeiras foram sondadas pelo Bacen sobre as expectativas do mercado de crédito. Este grupo representa 85% do total de empréstimos ao consumo, sendo considerado essencial para manter o aquecimento da economia.

Nessa sondagem, o grupo declarou que a oferta de novos empréstimos terá moderada contração neste trimestre. Sendo assim, há uma tendência de redução da disponibilidade de empréstimos.

Os bancos também observam que os clientes não estarão com uma situação econômica boa o suficiente, por isso a aprovação de novos financiamentos terá uma leve contração.


O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou na quinta-feira (19/04) que os desembolsos relativos ao primeiro trimestre do ano atingiram R$ 24,5 bilhões, com leve queda de 1% se comparado ao mesmo período do ano passado. No entanto, a consulta e enquadramento de projetos tiveram aumento nos três primeiros meses do ano, sendo que as consultas somaram R$ 55,7 bilhões (alta de 37% em relação ao resultado de janeiro, fevereiro e março de 2011) e os enquadramentos de projetos totalizaram R$ 48,3 bilhões (crescimento de 28% no período).

O resultado obtido no ano foi impulsionado principalmente pela indústria, que registrou alta de 120% nas consultas e de 104% nos enquadramentos. Os setores industriais que mais contribuíram com os dados foram o de Química e Petroquímica e Material de Transporte.

Já a infraestrutura teve participação de 41% nas liberações feitas pelo BNDES de janeiro a março deste ano. No total, o segmento somou R$ 9,9 bilhões, sendo que os principais destaques foram os setores de transporte rodoviário (R$ 4,2 bilhões) e energia elétrica (somando R$ 2,6 bilhões liberados).

O estudo ainda apontou que as micro, pequenas e médias empresas tiveram participação recorde no trimestre, com soma de R$ 10,1 bilhões investidos pelo BNDES nos três primeiros meses do ano e respondendo por 41% do valor total liberado pelo Banco.

Por Matheus Camargo

Fonte: BNDES


A Caixa Econômica Federal anunciou que a liberação de crédito para Pessoa Física aumentou 17% após o anúncio do seu pacote de redução de juros. Ao todo o volume de empréstimos somou R$ 518 milhões.

A comparação foi feita com a semana anterior ao anúncio da redução de juros. Com relação aos empréstimos liberados para empresas, esse valor foi de R$ 323 milhões, o que representou um crescimento de 9%.

Antes da redução, a linha Crédito Direto Caixa liberava em média R$ 10 milhões por dia, sendo que com o novo pacote, as contratações dobraram, vale lembrar que a redução da taxa nesse caso foi de 28% por ano.

A taxa anual cobrada para as empresas teve redução de 65% ao ano, isso fez com que a média de procura diária subisse de R$ 5,3 milhões para R$ 39,2 milhões, as campeãs de solicitação são as micro e pequenas empresas que totalizaram juntas um valor de R$ 196 milhões a serem aplicadas no capital de giro.

Os recursos de linha de crédito consignado foram os que tiveram maior volume de contratações, muito por causa da garantia atrelada ao salário, nesse caso as taxas foram reduzidas em 31%, a média de contratações antes era de R$ 77 milhões por dia, com as novas taxas esse valor passou para R$ 135 milhões.

Por Joyce Silva


Segundo o que foi decidido hoje pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), os bancos que trabalham com microcrédito produtivo em breve estarão habilitados para utilizar essas linhas de crédito em empréstimos para deficientes. Estes empréstimos poderão ser utilizados para a compra de bens e serviços, como cadeira de rodas, muletas, próteses e aparelhos auditivos.

De acordo com Sérgio Odilon dos Anjos, chefe do Departamento de Normas do Banco Central, a medida ainda não está válida e em breve será divulgada uma lista com todos os produtos que poderão ser comprados com esse crédito. A lista será feita em parceria com o Ministério da Fazenda, o Ministério da Ciência e Tecnologia e a Secretaria de Direitos Humanos.

A taxa de juros para este tipo de empréstimo não poderá passar de 2% ao mês. Além disso, a tarifa de abertura de crédito não pode exceder 2% do total do crédito cedido.

A linha de crédito também terá algumas regras importantes. Não terá direito quem ganhar mais que dez salários mínimos mensais, o valor máximo que poderá ser emprestado é de R$30 mil e os bens adquiridos não poderão ser utilizados para fins de comércio.

Fonte: G1

Por Jéssica Posenato


Em meio à expectativa pela cerimônia de posse da presidente Dilma Rousseff, indicações de quem viria a compor a base de seu governo permearam os noticiários de vários portais de comunicação entre novembro e dezembro. Guido Mantega, por exemplo, foi mantido como Ministro da Fazenda, enquanto Henrique Meirelles deixou o cargo de presidente do Banco Central (BC) para o funcionário de carreira Alexandre Tombini.

E se o início deste artigo tende a convergir ao tema econômico, eis que no mês passado, por sinal, a taxa média de juros do crédito ao consumidor avançou de 39,1% para 40,6% ao ano, a mais alta constatada desde maio de 2010, conforme informações registradas pelo BC.

Essa constatação reflete a intenção de o governo frear o alto consumo interno e controlar a tão temida inflação. Para José Pereira da Silva, professor especialista em crédito da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP), a taxa de juros deve permanecer nesse nível em 2011, refletindo em alta e menor oferta de crédito para o consumidor.

Para as pessoas que querem contrair empréstimos, Pereira avalia como melhor solução o crédito consignado, por conter, justamente, a menor taxa de juros praticada no mercado.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Insight Engenharia de Comunicação-SP





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