Manter as contas em dia depois de perder o emprego requer disciplina e cuidados. Confira aqui algumas dicas do que fazer nesta situação.

A economia brasileira vive uma fase muito delicada, o desemprego já alcançou sua maior taxa em oito anos e a previsão de inflação para os próximos meses é iminente, então se você já sente os efeitos da atual recessão econômica, leia esta matéria e confira dicas preciosas para manter o seu orçamento em dia, mesmo estando fora do mercado de trabalho.

Faça uma avaliação minuciosa de sua atual situação financeira:

Depois do choque de ficar sem emprego, é necessário reunir a família e fincar os pés no chão. Aceitar a nova realidade e se unir com as pessoas que convivem com você. Faça uma reunião familiar e descreva todas as suas despesas. Estabeleça suas despesas fixas (despesas de sobrevivências como: água, luz, alimentação, etc.) e despesas variáveis (telefone, tv a cabo, combustível, etc.). Calcule os valores e tenha em mente o montante necessário mensal para você sobreviver com sua família.

Defina o novo padrão de vida:

Estabeleça a quantia mensal ideal para você viver mensalmente com sua família. É importante ter em mente a quantia mensal que deverá ser desembolsada para que você mantenha o seu padrão de vida a partir da nova realidade. Você deverá cortar despesas, vai ser um momento difícil, porém, acredite que será temporário e que essas atitudes serão necessárias para a manutenção da saúde financeira da família.

Defina a sua reserva de emergência:

Não é aconselhável utilizar os valores recebidos na quitação para o pagamento de dívidas contraídas quando se estava empregado. O ideal é manter um montante guardado de no mínimo seis meses, que garanta o sustento de sua família durante o período em que estiver sem receber receita de nenhuma fonte.

Não utilize cartão de crédito e nem cheque especial:

Utilizar cheque especial e cartão de crédito são atitudes muito arriscadas em tempos de crise. Praticamente se torna inviável, pois os juros são os maiores do mercado, principalmente o do cheque especial. Prefira pagar tudo no dinheiro vivo e evite contrair dívidas com coisas supérfluas que não agregam valor em sua vida nesse momento tão delicado.

Além das dicas acima, não se desespere, encare a realidade com serenidade e acredite que será passageiro. A união da família nesse momento é muito importante, então economize e busque formas alternativas de contrair novas receitas, faça pesquisa na internet, assista vídeos, se matricule em cursos e converse com pessoas que possam oferecer oportunidades de trabalho.

Por Rodrigo da Silva Monteiro


O IBGE, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, apresentou estudo em que mostra que a região metropolitana de São Paulo teve aumento de desemprego em setembro. Segundo os dados do IBGE, o aumento foi considerável. Em agosto, a taxa de desempregado em São Paulo estava em 5,8% da população economicamente ativa, esse valor subiu para 6,5% em setembro.

Segundo a pesquisa, não houve redução do número de vagas de emprego, mas sim um aumento no número de pessoas buscando vagas. A taxa de desemprego nacional também subiu de 5,3% em agosto para 5,4% em setembro. Com esses dados, a soma da população desempregada no país subiu para 1,3 milhão de pessoas no mês de setembro. O que corresponde a um aumento de três por cento em relação a agosto.

Em relação ao mesmo período do ano passado, a taxa diminuiu. Em setembro de 2011 eram 8,6% da população ativa que estava a procura de emprego. A população com ocupação remunerada somou 23,2 milhões de pessoas no mês. Equivalente a um aumento de 0,9 por cento frente a agosto.

Assim 212 mil conseguiram arrumar ocupações para prover seu sustento nesse período. Em relação ao ano passado, o aumento é de 512 mil pessoas a mais com empregos, frente À setembro de 2011. Isso representa um aumento de 2,3 por cento no número de trabalhadores.

Por Matheus Camargo


Um estudo feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) mostrou que a capital paulista tem renda per capita maior que a média nacional, assim como o índice de desemprego.

A pesquisa mostrou ainda que em 2009 a renda per capita do Brasil era de pouco mais de R$600, enquanto na cidade de São Paulo a média da renda por pessoa já passava dos R$800.

Tal situação por ser vista como contraditória, visto que a taxa de desemprego registrada em São Paulo é 9,34%, enquanto que no resto do país a média é de 8,16%. O que prova que embora o desemprego seja um problema a ser resolvido, os que estão empregados tem ganhado salários razoáveis.

Esse estudo faz parte das pesquisas da “Situação Social nos Estados”, com base nas estatísticas do IBGE. O objetivo é pesquisar a qualidade de vida dos moradores de cada estado, para assim obter uma visão geral da situação do país.

A pesquisa também mostrou que no ano passado cerca de 4,2% da população paulistana vivia na pobreza extrema, enquanto que no resto do Brasil o índice é de 10,5%.

Fonte: IPEA

Por Jéssica Posenato


A taxa de desemprego no país caiu quase 0,5 ponto percentual no mês de setembro em relação a agosto, de acordo com dados divulgados nesta semana pela Fundação Seade e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Segundo a pesquisa, a taxa de desemprego, que era de 11,9% em agosto caiu para 11,4% no mês de setembro. De acordo com o Dieese, a taxa de desempregados no mês foi de 2,5 milhões de pessoas nas sete regiões pesquisadas, 109 mil a menos que o número registrado no mês de agosto.

No conjunto das sete regiões pesquisadas pelo Dieese, o nível ocupacional no setor construção civil subiu 2,7%, seguido pelo setor de serviços, que cresceu 1,6%. O setor de Comércio subiu 0,4%.

Por Luana Neves


A taxa de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas do Brasil caiu a 6,7% em agosto, atingindo o menor nível já registrado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatítica) desde o início da série história, em 2002. 

Em julho, a taxa de desemprego foi de 6,9%, sendo que, em agosto de 2009, o índice ficou em 8,1%.

De acordo com o IBGE, a renda média do trabalhador cresceu 1,4% em relação a julho, atingindo R$ 1.472,10 no mês passado, valor nunca antes registrado. 

Os dados referem-se às informações obtidas nas regiões metropolitanas de São Paulo, Porto Alegre, Recife, Salvador, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

Por BFF


A dívida é uma questão de reflexão. O credor paga com dificuldade, deixa de pagar por estar desempregado ou por má fé. O recebedor acredita ser a vitima, afinal foi quem arcou com o prejuízo e na ânsia de receber ao invés de facilitar, dificulta, cobrando mais juros.

E nesta situação já bem complicada, entra uma terceira pessoa para mediar o acordo. Certamente, receberá pelo serviço e o valor da divida, que nem foi paga, aumenta mais um pouco. Sem sucesso na mediação, vão se agregando a situação insultos e difamações entre as partes. Por fim, chega ao judiciário, que decreta a sentença e encerra-se o caso.

E no caso dos políticos? Como será esta reflexão? Se nem a própria dívida que, muitas vezes, se dá pela posse indevida de dinheiro público, como cogita a hipótese de determinar se uma empresa ao contratar um trabalhador poderá, legalmente, consultar se este possui ou não restrições ao crédito?

Por Patricia Gujev

 





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