Consumidores podem realizar a pesquisa gratuita através do site da empresa.

Para os consumidores que andam preocupados com o seu nome sujo na praça, a Boa Vista SCPC oferece mais um serviço online para os consumidores que desejam ter um bom nome na tentativa de obter um bom crédito para realizar a suas transações financeiras.

A partir de agora, qualquer pessoa poderá saber quais são as suas chances de conseguir um empréstimo junto a qualquer instituição financeira. A Boa Vista lança o serviço de consulta de pontuação de qualquer pessoa (scores), que é utilizado de forma rotineira pelas empresas e instituições bancárias que trabalham com a oferta de crédito a seus clientes.

Para ter acesso ao serviço, o consumidor deverá se cadastrar no site https://www.boavistaservicos.com.br/ e seguir todos os passos para que possa ter o nome consultado junto a uma plataforma de avaliação que engloba a participação de várias instituições financeiras. Para cada consulta é atribuído uma pontuação que pode ir de zero a mil. Quanto mais próximo de atingir os mil pontos, maiores são as chances dos consumidores poderem conseguir um bom empréstimo.

Quais são os critérios para que os consumidores possam atingir uma boa pontuação ?

Pelo atual sistema oferecido pela Boa Vista SCPC, para que o consumidor possa ter uma boa performance de pontos (scores), ela precisa prestar atenção em alguns detalhes de sua vida financeira:

1 – Ter uma vida financeira organizada, ou seja, conseguir pagar os seus compromissos financeiros em dia;

2 – Não ter o nome negativado;

3 – Para quem está pagando empréstimos junto a instituições financeiras ou financiamentos, é bom sempre estar sempre em dia com seus compromissos;

4 – Manter sempre os seus dados como o CPF em dia, ou seja, sempre estar consultando o seu cadastro a fim de verificar se não há nenhuma operação ilícita ou não autorizada que envolva o seu nome.

5 – Cuidado com a quantidade de empréstimos feitos nos últimos tempos. A avaliação da plataforma leva em consideração a quantidade e a frequência de vezes que um consumidor pediu dinheiro emprestado na praça e isto pode levar a um rebaixamento de sua quantidade de pontos.

Enfim, o novo serviço oferecido pela Boa Vista visa favorecer os bons pagadores e regular as operações de crédito junto às instituições financeiras para que possam ter menos prejuízo.

A plataforma utilizada atualmente opera com cerca de 300 milhões de cadastros de consumidores em todo o país e recebe uma média superior a seis milhões de pedidos de análise de dados de clientes diariamente.

Emmanoel Gomes


Saiba aqui o que muda com as novas regras do crédito rotativo no cartão.

O Banco Central do Brasil (BCB) determinou novas regras para utilizar o rotativo dos cartões de crédito. A mudança já é válida a partir do dia 3 de abril (segunda-feira). Confira aqui quais são as principais alterações.

restrição para pagar o valor mínimo da fatura. Não será mais possível escolher essa opção de pagamento por vária vezes subsequentes no ano. Antes, funcionava da seguinte maneira: o cliente, para evitar a inadimplência, deveria pagar até a data de vencimento pelo menos 15% do montante total da fatura do cartão do crédito. Assim, o saldo devedor seria cobrado com juros no próximo mês. Caso o consumidor não conseguisse realizar o pagamento integral, seria possível efetuar o pagamento do valor mínimo novamente e por quantas vezes quisesse.

Para evitar a conhecida "bola de neve" que esse tipo de pagamento pode gerar aos consumidores, o BCB estabeleceu que eles podem quitar 15% do valor da fatura, como antes. Todavia, não é mais permitido realizar essa operação seguidas vezes. De acordo com as novas regras, os bancos devem ofertar uma linha de crédito para que os clientes parcelem a dívida. Os prazos e taxas de juros serão negociados. Alguns bancos já divulgaram que os juros cobrados serão menores do que aqueles cobrados com o parcelamento do cartão de crédito. A variação está entre 1,99% e 9,99% por mês.

É válido esclarecer que o cliente pode, a qualquer tempo, mesmo antes do prazo para pagamento da conta do cartão, extinguir a dívida, pagando o valor total. O Banco Central esclarece que essa alternativa é para que os clientes, acostumados ao uso rotativo dos cartões de crédito, não acumulem dívidas com juros exorbitantes. Essa determinação visa por fim ao uso sem fim do pagamento mínimo e ao descontrole financeiro.

As taxas menores permitem menos dívidas. Mas os clientes devem ficar atentos ao financiamento dos débitos que venha a fazer junto aos bancos para não ficar inadimplente. Avalie o seu orçamento financeiro e faça um acompanhamento dos gastos para evitar déficit.

A mudança foi divulgada pelo BCB em 26 de janeiro (quinta-feira).

O Banco Central foi instituído em 1964. Trata-se de uma autarquia federal vinculada ao Ministério da Fazenda responsável pela política monetária e cambial do Brasil.

Melisse V.


Linha de Crédito visa incentivar o empreendedorismo e ampliar as rendas das famílias.

O Governo Federal deve lançar em setembro uma linha de crédito especial para os beneficiários do programa social Bolsa Família. A linha visa incentivar as atividades produtivas formais, com a finalidade de reaquecer o mercado interno, ampliar a rendas das famílias e incentivar o empreendedorismo.

A ideia do serviço é estimular o mercado formal. Assim, a iniciativa servirá para fornecer crédito à atividade produtiva e propiciar a compra de materiais de trabalho, prestação de serviços e outras atividades que gerem uma renda formal. Quem receber o crédito não perderá o benefício do Bolsa Família. A medida tem como uma das principais intenções incentivar a entrada dos beneficiários do programa social no mercado formal. Muitas dessas pessoas têm medo de entrar em uma atividade formal e perder a bolsa.

A fim de acabar com esses temores, o ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, afirmou que o governo dará a garantia de dois anos no Bolsa Família às famílias que pegarem crédito no programa. Caso o beneficiário perca o emprego depois deste prazo, ele será reintegrado ao Bolsa Família.

Segundo o ministro, em entrevista ao Broadcast, o aporte pode ir de R$ 100 milhões a mais de R$ 1 bilhão. A medida terá grande restrição na exigência de garantias e, de acordo com o site Terra, está descartada a hipótese de que a linha possa beneficiar o microcrédito ou o consumo.

O programa está sendo planejado em conjunto com bancos públicos, como o BNDES, a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil, além de outros bancos regionais. Os valores finais ainda serão definidos. O Governo Federal irá criar um fundo de aval para garantir os empréstimos. Em caso de inadimplência, o pagamento das dívidas aos bancos sairá deste fundo de investimentos.

Por outro lado, os municípios que conseguirem aumentar o número de famílias emancipadas do Bolsa Família ganharão prêmios. O valor dessa premiação pode variar entre R$ 100 mil até R$ 3 milhões.

O programa de linha de crédito a famílias beneficiárias do Bolsa Família vem em conjunto com outro programa da mesma natureza, porém, para famílias beneficiárias do Minha Casa, Minha Vida. Ambos fazem parte da estratégia do presidente em exercício Michel Temer conseguir o apoio das camadas mais pobres da população, caso o impeachment da presidente Dilma Rousseff seja consumado na próxima semana.

Renato Senna Maia


No acumulado do ano até agosto, a busca por crédito por parte dos consumidores teve uma redução de 9,2%.

Continua em queda a procura do consumidor por crédito no Brasil. De acordo com a Boa Vista SCPC – Serviço Central de Proteção ao Crédito, o acumulado do ano até o mês de agosto já chega a apresentar uma redução de 9,2% em comparação ao mesmo período do ano passado.

Neste último mês de agosto a queda por crédito apresentou uma queda de 4,5% em relação a julho, já dando sinais claros de que o brasileiro está cada vez mais preocupado com os próximos meses e a crise que não quer passar. Vale ressaltar que entre agosto e julho de 2014 a queda chegou a 4%.

E no acumulado dos últimos 12 meses a redução na procura por crédito foi de 9,9% sendo que entre todos os seguimentos que formam este indicador, a procura por crédito nas instituições financeiras ficou entre as que apresentaram maior baixa, com uma redução de 4,8% de agosto para julho e no setor financeiro a queda chegou a 4,3%.

A redução na busca por crédito demonstra claramente como o consumidor brasileiro está cauteloso em uma época em que o país atravessa uma forte crise.

Outros motivos também estão contribuindo para manter o consumidor afastado do crédito, por exemplo, o crescente desemprego. O comércio continua com as vendas em baixa, as indústrias produzindo menos e ambos os setores estão demitindo. Final de ano é uma época em que há um número maior de contratações, mas para este ano não há expectativa que sejam oferecidos muitos novos empregos e sem remuneração, as pessoas acabam não tendo como buscar por crédito, mesmo que esta seja sua vontade.

Outra questão que tem afastado o consumidor da busca por crédito é a questão dos juros que continuam altos.
As pessoas, em muitos casos, preferem ficar inadimplentes, com o nome cadastrado nas empresas de proteção ao crédito, do que buscar por crédito e mais adiante se complicarem ainda mais.

Diante deste cenário a expectativa é que a busca do consumidor brasileiro por crédito continue em queda pelo menos até o segundo semestre do próximo ano.

Por Russel

Busca por crédito


Alta registrada foi de 8,5% comparado ao mês de junho de 2015.

Mesmo com as incertezas e fraquezas econômicas, que influenciam a confiança dos brasileiros na economia, a procura por crédito cresceu no último mês de julho, segundo uma pesquisa realizada pelo Serasa e publicada na última terça-feira (dia 11). A alta registrada foi de 8,5% se comparado com o mês anterior e de 7% quando comparado ao mesmo período no ano de 2014. No percentual acumulado do ano, a procura por crédito registrou alta de 5,1% se comparado ao primeiro semestre do ano de 2014.

Segundo a pesquisa, a demanda teria crescido em todas as faixas salariais, com destaque para a faixa mais baixa: quem recebe entre R$ 500 e R$ 1.000 teve uma alta de 9% da demanda por crédito. E os que ganham entre R$ 5.000 e 10.000 a procura por crédito teve alta de 7,5%.

Todas as regiões também registraram alta segundo o informado pela pesquisa: o maior índice foi o registrado no Centro-Oeste, com 9,4% de alta do crédito, seguido de perto pelo Sul do país, com índice de 9%, em seguida vem o Nordeste, com 8,3% de aumento, Sudeste também com 8,3% e o Norte, que registrou o menor aumento: 8%.

A entidade, no entanto, acredita que a alta pode ter sido influenciada pela quantidade a mais de dias úteis no mês de julho, que além de possuir 31 dias, não tem nenhum feriado (são 23 dias em julho, contra 21 em julho). Se o ajuste dos dias úteis for feito, os números serão mais pessimistas: uma queda de 0,9% na passagem de junho para julho deste ano, o que reflete com mais realidade o cenário econômico do país.

A entidade acredita que a comparação entre os meses acaba sendo irreal, pelo aumento da quantidade de dias úteis, da mesma forma que a Copa do Mundo do Brasil, encerrada no dia 13 de julho de 2014, também mudou o cenário e enfraqueceu a comparação real dos meses e das relações anuais de crédito.

Por Patrícia Generoso

Busca por crédito

Foto: Divulgação


Com a crise econômica, os consumidores estão mais cautelosos e não estão buscando mais crédito.

Com a crise econômica que assola o Brasil, o consumidor tem se mostrado cada vez menos interessado em adquirir crédito e, enquanto isso, a taxa de famílias brasileiras que se encontram endividadas subiu para 62,4%. Quem não se endividou "ainda", está evitando entrar nesta difícil situação, porque os juros estão cada vez mais altos e a situação econômica do país não tende a melhorar tão cedo.

Em maior, o porcentual de famílias brasileiras que estão endividadas, seja com cartão de crédito, cheque especial ou até mesmo com cheque pré-datado já ultrapassou os 60% e especialistas dizem que este número tende a aumentar neste segundo semestre.

O PEIC – Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, que foi divulgada pela CNC – Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, deixou isso claro, que é muito grande o número de famílias endividadas, inclusive com empréstimos pessoais, prestação do carro, carnês de loja, entre outras dívidas e isso está afastando as pessoas de buscarem crédito.

Uma outra pesquisa, esta feita pelo Boa Vista SCPC, apontou que no segundo trimestre deste ano, a busca por crédito caiu 1,2% e em 12 meses a queda chega a 10,2%. É uma queda recorde, desde que o indicador foi criado, há 5 anos atrás.

Em tempos de crises e, principalmente, de incerteza quanto ao futuro econômico do país, o consumidor brasileiro tem se mostrado muito mais cauteloso.

E outro fator que tem contribuído muito para a queda na busca por crédito, é a alta das taxas de juros, um mal considerado necessário pelo Governo.

E tem ainda, um outro fator que faz com que o consumidor pense melhor antes de buscar por crédito, que é a insegurança no mercado de trabalho. O número de trabalhadores demitidos continua aumentando e quem ainda tem o seu emprego sabe que é melhor não fazer novas dívidas agora, pois o melhor a ser feito é aguardar um pouco mais para ver se a situação melhora ou ao menos, dê sinal de que vai melhorar.

E, por fim, números que tornam o cenário ainda mais assustador: o porcentual de famílias brasileiras que estão assumindo não terem condições de pagar suas contas está aumentando e isso, somando aos fatores anteriores, faz com que a busca por crédito caia ainda mais nos próximos meses.

Por Russel

Famílias endividadas


Limite foi ampliado para 35% da renda do trabalhador, porém, esses 5% a mais de crédito somente pode ser utilizado para quitar dívidas do cartão de crédito.

O crédito consignado, que vem sendo cada vez mais utilizado, é aquele que mensalmente é descontado da folha de pagamento do trabalhador, teve o seu limite de crédito ampliado, através de medida provisória, subindo de 30% para 35% da renda do trabalhador que precisa do empréstimo. A medida provisória foi publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira, dia 13.

Porém, de acordo com o texto que já está valendo desde sua publicação, estes 5% a mais só pode ser utilizado se for para quitar as despesas no cartão de crédito, assim o trabalhador brasileiro passa a contar com um empréstimo exclusivo para as dívidas do cartão de crédito, porém com taxas de juros mais baixas.

Todo trabalhador continua tendo direito aos 30% de crédito consignado mais 5% para uso na quitação das dívidas referentes ao seu cartão de crédito.

Dilma Rousseff vetou no mês de maio um aumento no crédito consignado que iria dos 30% para 40% da renda dos trabalhadores brasileiros. Dilma se justificou afirmando que ainda não há uma proteção para o trabalhador que precisa de empréstimos, o que iria comprometer a renda de muitas famílias.

De acordo com pesquisa realizada pelo Banco Central, hoje no Brasil, quase metade das famílias estão com a renda comprometida com dívidas. Em abril chegou a 46,3% o endividamento das famílias, sendo este o maior percentual desde 2005.

Os especialistas criticam duramente o aumento do limite de crédito, uma vez que isso gera a uma ilusão de que a pessoa terá mais dinheiro, quando na verdade, ela apenas estará trocando uma dívida com juros mais altos por outra com juros mais baixos, mas que será paga de todo jeito, porque todos os meses terá aquele valor da parcela para pagar a dívida, descontada de seu salário.

Ainda de acordo com a medida provisória nº 681, o servidor poderá efetuar o empréstimo em favor de terceiros, o que pode ser um risco ainda maior, já que assumirá a dúvida caso a outra pessoa não honre com seus compromissos.

Por Russel

Dinheiro


O segmento que apresentou o maior aumento de inadimplência foi o de recursos livres.

O mês de maio registrou mais um dado negativo: pelo segundo mês consecutivo a inadimplência no mercado de crédito registrou aumento. Em maio o aumento foi significativo no segmento de recursos livres. Com isso, este passa a ser o maior patamar desde o ano de 2013. O cenário é bastante preocupante, pois em meio ao aumento da inadimplência também temos o aumentos dos juros, bem como o forte aperto monetário do Banco Central visando ao controle da inflação.

Como já foi destacado, um dos seguimentos que mais registrou aumento de inadimplência foi o de recursos livres. Vale ressaltar que este segmento se destaca pelas taxas de juros bastante livres, ou seja, as próprias instituições financeiras são quem decidem as taxas nestes segmentos. Neste segmento tivemos a taxa de inadimplência passando de 4,6% em abril para 4,7% em maio.

Seguindo a linha do aumento da taxa de inadimplência, a taxa de juros também não ficou para trás no segmento de recursos livres: foram registrados 42,5% em maio, sendo que a taxa em abril era de 41,8%.

Vale ressaltar que toda essa movimentação no segmento de recursos livres é consequência direta da elevação da taxa Selic promovida pelo Banco Central desde outubro de 2014. O objetivo do BC era controlar a inflação, que já chegou a 8,47% em maio, sendo que a meta do governo era de 4,5%.

Além disso, saiba que o cenário ainda pode piorar, pois o BC já anunciou no Comitê de Política Monetário que elevou a Selic para 13,75% ao ano. Esse aumento nada mais é que um índice de que novos aumentos devem surgir nessa missão do BC para amenizar a inflação que já estourou a meta.

A boa notícia do Banco Central é quanto ao segmento de recursos direcionados. Segundo a entidade, esse segmento conseguiu manter sua taxa de inadimplência, 1,2% no mês de maio. No entanto, a taxa de juros no segmento conseguiu elevação para 9,3%. Caso não saiba, o segmento de recursos direcionados conta com operação que dispõem de taxas ou recursos que são previamente definidos através de normas do governo.

Por Bruno Henrique

Inadimplência


Em 2015, é bem provável que o crédito mantenha o seu crescimento contínuo, superando o PIB – Produto Interno Bruto, porém, a taxa será inferior à do crescimento registrado em 2014, que chegou aos 10%. Levando em consideração a última década, o crédito foi de 26% para 59% do Produto Interno Bruto.
E a informação foi confirmada pela FEBRABAN – Federação Brasileira de Bancos – que divulgou os dados nesta quinta-feira (26) através do presidente da Federação, Murilo Portugal, que estava participando do VI Prêmio INFI-Febraban de Economia Bancária 2014. Mas o presidente da FEBRABAN não conseguiu mostrar de forma mais objetiva qual seria a expectativa para que o crédito possa ter uma expansão ainda este ano, mas Murilo Portugal teve como adiantar que havendo uma redução na oferta de crédito, isto iria acontecer devido à demanda, que, aliás, é um fato que já vem sendo registrado desde 2011.

Poderíamos dizer então que o brasileiro, neste ano de 2015, está mais cauteloso e mesmo havendo uma oferta maior de crédito no mercado, os brasileiros, ou pelo menos a grande maioria da população, está evitando buscar este crédito, seja por já estar endividado ou por medo da insegurança que o país atravessa.

Portugal fez questão de lembrar que os serviços oferecidos pelos bancos estão presentes no dia a dia de milhões de brasileiros e que é justamente este crédito oferecido que tem ajudado no crescimento do país. Isso torna o cenário ainda mais pessimista, pois poderíamos ligar o fato de que a redução no crescimento desse crédito significaria que o país cresceria menos este ano.

A título de comparação, podemos ver nos dados fornecidos pela FEBRABAN que no ano de 2013 as transações financeiras aqui no Brasil chegaram a 40 milhões, sendo o dobro do ano de 2009 onde foram registradas 23,6 milhões. Porém, em 2014 este número chegou a 56 milhões de operações!

Estamos caminhando para o terceiro mês de 2015 e as incertezas econômicas e financeiras continuam, pois o brasileiro foi pego de surpresa no início do ano com tantos aumentos, além das muitas contas a serem pagas neste período do ano, por isto, a única certeza que temos agora, é que o brasileiro não quer se arriscar, seja fazendo empréstimos ou compras parceladas. Quanto menos comprometer o orçamento familiar, melhor, é o que a grande maioria pensa neste momento.

Por Russel

Cr?dito


Recentemente, a Serasa Experian informou que o ritmo de avanço anual da demanda do consumidor por crédito foi o menor registrado nos últimos cinco meses. A informação foi divulgada na última terça-feira, 10 de fevereiro. Esse resultado obtido opõe-se ao conseguido nos meses de novembro e dezembro, quando no mês antes das festas o ritmo de crescimento anual de crédito tinha tido uma alta de 8,8% e no último mês do ano registrou uma alta maior de 13% ao ano. 

De acordo com as informações concedidas pelos economistas da Serasa Experian, essa diminuição do ritmo foi causada pela situação atual das famílias que evitam o endividamento por conta das dificuldades econômicas. Entre as medidas que podem ter sufocado o ritmo podem ser citadas o aumento da inflação, taxas de juros mais altas e desconfiança por parte dos consumidores.

Comparado ao resultado registrado no mês de dezembro de 2014, houve uma queda de 2,5% da demanda por crédito.

A demanda em janeiro caiu 4,7% no grupo das famílias que tem renda de até R$ 500 por mês. Já nas famílias que possuem uma renda entre R$ 500 e R$ 1.000 por mês, a demanda recuou 3%. Seguindo os grupos de renda, encontra-se aquele que é caracterizado por uma renda familiar entre R$ 1.000 e R$ 2.000, nesses a demanda por crédito caiu 1,8%, o mesmo nível foi registrado para o grupo familiar com renda entre R$ 2.000 e R$ 5.000. A queda foi de 1,3% no grupo das famílias que possui uma renda mensal entre R$ 5.000 e R$ 10.000. Nas famílias cuja renda supera os R$ 10.000 a demanda recuou 1,1%.

No estudo feito por regiões, a única região do País que registrou aumento na demanda por crédito durante o mês de janeiro foi a Centro-Oeste, nela houve um aumento de 1,5% da demanda comparando com a porcentagem obtida no mês de dezembro de 2015. As demais regiões registraram queda na taxa de demanda, sendo que a queda mais severa ocorreu na Região Sudoeste. 

Por Melina Mariel Menezes Pereda

Cr?dito


Na última terça- feira, 10 de fevereiro de 2015, foi divulgada a pesquisa do Banco Central que informa a situação do Brasil no que se refere à liberação de recursos tanto para pessoa física quanto para pessoa jurídica.

Conforme o BC, o início de 2015 está sendo marcado por uma maior restrição na liberação de créditos. A pesquisa foi feita em 46 instituições financeiras em todo o país no período entre 8 e 19 de dezembro de 2014. A divulgação dos dados ficou por conta do Chefe do Departamento Econômico do IBGE, Tulio Maciel.

De acordo com as informações contidas no relatório redigido pelo Banco Central (o Boletim Regional Trimestral), foi percebido um decréscimo nas possibilidades de liberação de créditos para os meses de janeiro, fevereiro e março (primeiro trimestre do ano) ao comparar o resultado obtido neste primeiro trimestre do ano com os números alcançados no mesmo período de 2014. Dos quatro segmentos analisados, a deterioração ocorreu em três deles.

No caso de pessoas jurídicas, empresas de micro, pequeno e de médio porte o poder de liberação de crédito passou dos 0,18% negativos para -0,56%. Já para as grandes empresas o indicador passou doa 0,08% para -0,29%.

Já para pessoas físicas, o crédito habitacional passou de 0,22% no último trimestre de 2014 para -0,22% neste trimestre de 2015. Para o crédito ao consumo houve uma leve melhora de -0,18% passou para -0,09%. Por mais que tenha havido uma exceção para as pessoas físicas, a expectativa é que a restrição à liberação de crédito continue.

Nesta pesquisa realizada pelo Banco Central, que tem como objetivo informar sobre a capacidade de liberação de recursos no país, o indicador varia de menos duas concessões a mais duas concessões.

Como pode-se perceber quase todos os setores registraram um quadro de dificuldade na captação de créditos para pessoas físicas e jurídicas.

Por Melina Menezes

Restri??o na libera??o de cr?dito


Carlos Hamilton de Araújo, diretor de Política Monetária do Banco Central, afirma nesta última quinta-feira, dia 8 de novembro, que o cenário que o BC trabalha é de que haverá o cumprimento da meta fiscal tanto no ano de 2012, como no ano de 2013. Porém no ano 2012, a meta será alcançada com ajuste. Em 2013, afirma a autoridade, a meta de superávit primário que é de 3,1% do Produto Interno Bruto deverá ser alcançada sem nenhum tipo de ajuste.

No âmbito internacional, o BC prevê riscos mais baixos de acontecer graves eventos econômicos, em virtude das políticas financeiras adotadas pelos bancos centrais dos Estados Unidos e da Europa.

Carlos Hamilton afirma também que há previsão de crescimento das operações de crédito no Brasil. Segundo ele, deverá ocorrer um crescimento de 16% no setor. Para ele o crescimento do crédito continua com espaço, mesmo avançado a uma proporção superior do que o Produto Interno Brasileiro. Para Carlos, isso ajuda a manter o crescimento econômico do país.

O diretor do BC ressalta ainda que a inflação deverá convergir para o centro da meta no ano de 2013. Embora essa expectativa não seja mais esperada para 2012, quando ela deve ficar um pouco acima do cento da meta para este ano.

Por Matheus Camargo


Carlos Alberto dos Santos, diretor do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), afirmou que continua apostando na expansão do crédito para as pessoas jurídicas e para o crédito imobiliário. Segundo dos Santos, o grande número de microempresas e empreendedores com empréstimo em pessoa física proporciona grande espaço para a expansão de setores.

Segundo ele, as pessoas estão contraindo dívidas através do sistema do cheque especial. Ele afirmou ainda que o Sebrae, de acordo com seus dados, aponta que 90% dos novos empreendedores não buscam crédito na forma de pessoa jurídica.

De acordo com os dados da instituição, o Brasil deve ter 22 milhões de pessoas no comando do seu próprio negócio até o ano de 2022. Essas informações fazem com que o Sebrae acredite ser possível uma expansão expressiva do crédito para pessoas jurídicas no Brasil durante os próximos anos.

As informações do diretor do Sebrae foram dadas durante o painel de inclusão financeira no Brasil, que foi realizado no 4º Fórum do Banco Central sobre o tema. A atividade acontece desde segunda-feira, dia 28 de outubro, na cidade de Porto Alegre.

Fonte: R7

Por Matheus Camargo


De acordo com as declarações do Banco Central a expansão do crédito no mercado brasileiro segue em ótimo estado.

As afirmações são de Luiz Awazu Pereira, diretor do Banco Central, e afirmam que o crescimento do crédito no Brasil ocorreu em um contexto muito diferente do que aconteceu  em economias avançadas  durante a crise de 2008. Para ele, o baixo grau de endividamento das famílias e das empresas e até mesmo do campo governamental  é uma diferença elementar dos dois contextos.

Awazu realizou suas afirmações durante um fórum promovido pelo Banco Central na capital gaúcha, Porto Alegre. Essas afirmações do diretor foram feitas mesmo com a avaliação de que as taxas de calotes nos empréstimos têm sido elevadas nos últimos 3 meses.

O diretor afirmou, ainda, que o crédito imobiliário do Brasil tem espaço para operar sua expansão. Segundo ele, este crédito representa apenas 6% do Produto Interno Bruto brasileiro. Segundo ele, o rápido crescimento do crédito no setor ocorre com regras de prudência e de forma sólida. Ele explicou que isso é muito diferente de uma  expansão do crédito sem uma base sólida determinado apenas pela deteriorização dos critérios de seleção das carteiras  de crédito.

Por Matheus Camargo

Fonte: Estado de Minas


O presidente do Banco Central afirmou em porto alegre no dia vinte e seis de outubro, que irá criar um fundo garantido do cooperativismo de crédito. O objetivo do novo fundo é dar suporte financeiro para as cooperativas de crédito no país. Segundo o presidente do BC, o fundo deve ajudar a garantir a liquidez das instituições de cooperativa de crédito.

Ele informou ainda que Banco Central emitirá medida em que ele colocará a disposição a realização de remessa dos demonstrativos financeiros que reflita a posição das agências de crédtio cooperativo.  O  documento será composto com as entidades colocando os ativos financeiros, despesas e receitas de cada uma das instituições.

O novos documentos serão chamados de balanço combinado do sistema cooperativo. O presidente do banco central  informou ainda foram operados pelo sistema cooperativo quarenta bilhões de reais até junho de dois mil e doze.

De acordo com ele, esse valor representa  39% a mais do foi operado em dezembro de dois mil e dez. Isso representa em dez anos que o volume de operações cresceu 600% em dois anos. Isso deveu-se em decorrência do crescimento no volume de captação de recursos no período.

Por Matheus Camargo


O BNDES, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, liberou até agora em 2012 três por cento a mais de crédito do que no mesmo período de 2011, com a soma de 94,6 bilhões de reais emprestado pelo banco entre janeiro e setembro desse ano.

A indústria e a infra-estrutura foram as que mais se beneficiaram do crédito do BNDES. Elas participam de 68% do total de empréstimos feitos pelo banco nesse ano, informa o banco em nota pública emitida nessa última terça-feira, 23 de outubro.

A indústria recebeu do BNDES 33,5 bilhões de reais em 2012 e o setor de infra-estrutura outros 31 bilhões. Esses número indicam, de acordo com o BNDES, uma retomada de investimentos da industria nacional. Os setores industriais que mais receberam dinheiro do governo foi o de papel e celulose, a indústria química e petroquímica, setor de mecânica e material de transporte.

Esse ano o BNDES apresenta uma expansão em todos os seus ramos de empréstimo, quando comprado com 2011. De acordo com a nota emitida pelo banco na terça-feira a expectativa da instituição é de que o ritmo de liberações de empréstimos se acelere nos próximos meses.

Isso ocorreria com os efeitos da redução das taxas de juros para algumas linhas de crédito no BNDES. Essas linhas seriam em especial a do Programa BNDES de Sustentação do Investimento voltado para a aquisição de máquinas e equipamentos

Considerando somente o mês de setembro, o BNDES realizou empréstimos de 13,4 bilhões de reais para empresas nacionais. Isso representa um valor 20,5% maior do que o mesmo período do ano passado. As consultas para a realização de empréstimos também aumentaram expressivamente em setembro somando um montante de 33,1 bilhão de reais, número 64,4 por cento maior do que no mesmo período do ano passado.

Por Matheus Camargo


O diretor executivo do Bradesco, Luiz Carlos Angelotti, prevê que o crédito no Brasil deve se ampliar em 15% em 2013. Um dos fatores favoráveis à ampliação do crédito no país teria sido a estabilidade do índice de inadimplência.

O Bradesco, segundo Angelotti, deve publicar suas expectativas de ampliação de crédito para 2013 junto com o próximo demonstrativo financeiro da instituição, em janeiro próximo. No período entre julho e setembro a carteira de crédito do banco atingiu um patamar de R$ 371,674 bilhões. Isso significa um aumento de 11,8% em relação ao mesmo período de 2011. O maior aumento ocorreu para os correntistas, como pessoas jurídicas, que subiu 13,3%.

O resultado é abaixo da meta do banco para o período, porém, Angelotti afirma que a instituição cumprirá  a meta de expansão para o ano de 2012. Segundo o diretor do Bradesco, a instituição atingirá o 'guidance' com o resultado do quarto trimestre. Ele destacou ainda que a equipe econômica do banco prevê que o último trimestre deve apresentar uma significativa elevação na tomada do crédito e, dessa maneira, fazer o resultado da expansão da carteira de crédito do banco entrar dentro da meta para o ano de 2012.

Fonte: O Estado de São Paulo

Por Matheus Camargo


Segundo o indicador Serasa Experian, agência de informação financeira do Serasa associada a empresa internacional de dados financeiros Experian, a procura por crédito por parte dos consumidores caiu em 16,5% no mês de setembro deste ano em relação ao mês passado. Isso interrompeu uma seqüência de duas altas nos meses anteriores. De acordo com a pesquisa, isso representa uma queda de 9,0% em comparação com o ano passado, no mesmo período.

A Serasa Experian afirma que esse resultado deveu-se aos dias úteis de setembro serem em número excepcionalmente pequeno. Em setembro de 2012 foram apenas 19 dias úteis, enquanto em setembro de 2011 foram 21 dias e agosto deste ano 23. Quando os dados sobre consumidores buscando crédito são analisados por dia o mês de setembro apresenta uma de 1,1% em relação ao mês de agosto. O que demonstra que a queda expressiva não revela uma fuga dos consumidores do mercado de crédito.

Segundo os economistas da Serasa Experian esse crescimento é o produto de diversas causas: “as reduções das taxas de juros, o recuo gradual da inadimplência e a manutenção de taxas de desemprego historicamente baixas".  Na análise por região os dados mostram que a menor queda no mês de setembro se deu na região sul, menos 14,5%, e a maior no nordeste com menos 17,6% de consumidores à procura de crédito.

 Por Matheus Camargo


Busca por crédito subiu 8% em julho

Segundo a Serasa Experian, a quantidade de pessoas que buscaram por crédito em julho avançou 8% ante junho, e em relação a julho de 2011, a alta foi de 2%. Porém, a demanda por crédito no ano apresenta queda de 6% em relação ao mesmo período do ano passado.

Essa alta vista em julho é reflexo dos impactos feitos pelas reduções das taxas de juros, pelos incentivos fiscais através do corte do IPI e pela redução da inadimplência do consumidor.

Na comparação entre as classes de renda, a maior alta verificada na busca por crédito ocorreu entre os consumidores que ganham entre R$ 1.000 e R$ 2.000 mensais (8,2%), os que apresentam renda mensal entre R$ 500 e R$ 1.000 avançaram 8%, e os que ganham até R$ 500 mensais aumentaram a demanda em 7,9%.

De acordo com a análise, a alta da procura por crédito foi maior em todas as regiões do Brasil na comparação com junho. O Sul ficou com 8,8%, o Centro-Oeste com 8,7%, o Nordeste com 8,6%, o Sudeste com 7,7% e o Norte com 3,8%.


O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, disse, na quinta-feira (dia 10 de maio), que a instituição financeira esperava que o crédito voltasse a crescer num ritmo mais rápido do que o que está sendo verificado na prática.

A princípio, o esperado era de que a alta registrada no indicador fosse de 15% este ano, mas o resultado deverá ser menor, já que o setor automobilístico ainda deve registrar um aumento no número de financiamentos, fazendo com que a economia cresça com o passar dos meses.

Apesar dessa situação, Tombini ressaltou que o Banco Central pretende manter a concessão de créditos mesmo em situações de crise, permitindo que a economia seja retomada.

Já nos momentos em que há aquecimento da economia, o cuidado dever ser para que o crédito não acabe aumentando a inflação, afirma o presidente do BC. “Agora, nos momentos em que a economia começa a recuperar, é natural que se espere que o crédito acompanhe esse processo e não que as inflações fiquem excessivamente severas no processo de concessão do crédito”, comentou.

Apesar do resultado com projeção menor do que o esperado, a economia neste ano deve registrar alta em comparação com o ano passado. O segundo semestre deste ano deverá apresentar concessão de crédito maior e deve registrar alta se comparado ao primeiro semestre.

Além disso, Tombini falou que acredita que o desenvolvimento positivo da economia deve manter a inadimplência em patamares baixos. “Nossa visão é que com o crescimento maior da economia, no segundo semestre, essa inadimplência recue. Olhando à frente, o crédito tem condições de crescer”, concluiu.

Fonte: Banco Central

Por Matheus Camargo


A qualidade de crédito das empresas subiu para 95,8 pontos nos três primeiros meses deste ano, segundo dados divulgados pela Serasa Experian na última sexta-feira (27).

Este resultado foi a primeira alta apresentada pelo indicador desde o quarto trimestre de 2010.

A qualidade de crédito avalia a probabilidade de inadimplência das empresas, sendo que, quanto mais alto foi o resultado, menor é a probabilidade (a escala varia de zero a 100).

De acordo com os especialistas da Serasa Experian, os motivos que impulsionaram a alta do indicador foram as medidas de estímulo à produção das empresas, a retração do nível de inadimplência dos consumidores, a retomada do crescimento da economia e a redução dos juros da taxa básica, a Selic.

A análise por porte das empresas apresentou que as micro e pequenas empresas (MPEs) tiveram melhora no índice de qualidade de crédito, sendo que passaram de 95,66 pontos (registrados no quarto trimestre do ano passado) para 95,72 pontos (apresentado nos três primeiros meses deste ano).

Apesar disso, as MPEs ainda têm maior risco de inadimplência do que as empresas de grande porte (que fecharam o valor com 98,3 pontos) e das médias (98,4 pontos).

 

Fonte: Serasa Experian


Foi aprovada pelo CMN (Conselho Monetário Nacional) uma linha de crédito que irá beneficiar os produtores de café, o Fundo de Defesa da Economia Cafeeira, chamado de Funcafé.

O crédito poderá ser usado para financiar a safra de 2012. Além dessa linha, outros orçamentos foram aprovados para ajudar as indústrias que trabalham como torrefadoras de café, nesse caso, a verba deverá ser utilizada para financiar o capital de giro dessas empresas.

Ao todo, cerca de R$ 500 milhões deverão ser investidos no custeio das operações, R$ 900 milhões serão usados para estocar o produto e R$ 50 milhões serão investidos no financiamento de contratos e operações em mercados.

Os cafezais que sofreram algum tipo de dano também serão beneficiados, nesse caso, o  valor a ser investido será de R$ 40 milhões.

O CMN também aprovou uma linha de crédito chamada de extraordinária, que servirá para quitar dívidas feitas por financiamentos contratados para serem investidos no processo produtivo.

Já os recursos a serem investidos no capital de giro receberão uma verba de cerca de R$ 200 milhões. As micro, pequenas e médias empresas também serão beneficiadas.

Essas linhas de crédito poderão ser contratadas até o dia 30 de novembro desse ano.

Por Joyce Silva


O Governo Federal irá fornecer linha de crédito especial para pessoas com algum tipo de deficiência. O benefício é voltado para deficientes que possuem rendimento mensal de até dez salários mínimos. O objetivo é que esse dinheiro seja usado para comprar equipamentos, como carros que sejam adaptados, cadeiras de rodas, mouses alternativos, computador portátil com o recurso de leitura em Braille e lupas eletrônicas.

Todo o recurso solicitado deverá ser investido em serviços e bens que possam contribuir, de alguma maneira, com a locomoção e ampliação das habilidades funcionais dos deficientes.

A lei já foi publicada no Diário Oficial da União, sendo que cada instituição financeira oficial irá receber um subsídio máximo de R$ 25 milhões anualmente para ser investido nesse microcrédito.

Cada deficiente deverá apresentar no momento da contratação os documentos necessários exigidos por cada uma dessas instituições, a liberação do recurso ficará sujeita ao cumprimento de todas as exigências. O dinheiro deverá ser usado sob os termos explicados acima, caso ele seja usado para outra finalidade, a transação será cancelada.

Por Joyce Silva


Foi lançado pela Caixa Econômica Federal o programa Caixa Melhor Crédito que irá reduzir as taxas de juros em até 88%.

A medida, que irá beneficiar cerca de 25 milhões de clientes da instituição, foi uma forma encontrada pela Caixa para fazer com que os brasileiros tivessem maior acesso às linhas de crédito oferecidas pelo banco, sendo que as micro e pequenas empresas também serão beneficiadas com melhores condições de financiamento. 

Segundo o presidente da instituição financeira, Jorge Hereda, o Caixa Melhor Crédito terá quatro vertentes: o aumento do número de recursos que estão disponíveis no mercado, a educação voltada para o crédito consciente, maior valorização dos clientes, e redução significativa das taxas de juros praticadas atualmente.

Ainda segundo ele, o programa posiciona a Caixa como o banco que oferece condições de crédito mais vantajosas que as de outros bancos. 

As micro e pequenas empresas irão receber um incentivo de aproximadamente R$ 10 bilhões pelo Caixa Melhor Crédito, sendo que os clientes mais antigos receberão benefícios extras como o refinanciamento de dívidas com o banco, prazos mais longos para pagamento, aplicações financeiras com taxas melhores e isenção de algumas tarifas. 

Entre as modalidades que irão fazer parte do Caixa Melhor Crédito estão o Cheque Especial, Cartão de Crédito, Crédito Consignado, Crédito Direto CAIXA, financiamento de veículos, entre outros.

Mais informações poderão ser obtidas no site da Caixa, ou direto em uma das agências bancárias.   

Por Joyce Silva


Jovens entre 18 e 25 anos estão participando mais da procura por crédito no Brasil. Segundo a Serasa Experian, em dados divulgados na quinta-feira (dia 22 de março), 18% dos consumidores nesta faixa etária buscam crédito. Esta foi a maior demanda desde 2008, quando o levantamento começou a ser realizado.

Na comparação com o ano passado, o índice cresceu, passando de 14,3% para 18%. Em 2010, a taxa era de 14,3%, em 2009 de 14,4% e em 2008 era de 15,7%.

De acordo com o presidente da Serasa Experian na América Latina, um dos fatores que têm impulsionado a procura por crédito entre os 18 anos e os 25 anos é a formalização do mercado de trabalho, que permite acesso ao comprovante de renda, documento necessário para poder comprar parcelado.

Entre os produtos mais procurados pelos jovens estão carros, celulares e motos.

De acordo com a Serasa Experian, a maioria dos jovens que procuraram por crédito pertence ao grupo social “Periferia Jovem”, que inclui Jovens na Informalidade, Excluídos do Sistema, Jovens Trabalhadores de Baixa Renda, Trabalhadores de Baixa Qualificação, Famílias Assistidas da Periferia e Estudantes da Periferia. Além disso, os dados apontaram que grande parte dos jovens credores é do sexo masculino (60,6%).

Fonte: Serasa Experian

Por Matheus Camargo


O Banco do Brasil apresentou a sua nova linha de crédito voltado para pessoas com deficiência, o BB Crédito Acessibilidade. O novo produto da instituição irá oferecer crédito de até R$ 30 mil com juros de 0,64% ao mês, o prazo máximo de pagamento será de 60 meses. A nova linha de crédito poderá ser contratada para a aquisição de equipamentos que visam melhorar a qualidade de vida do deficiente.

O Conselho Monetário Nacional já aprovou a transação, de acordo com as regras o contratante deverá apresentar um comprovante de renda mensal de até dez salários mínimos e a carência para o pagamento da primeira parcela será de 59 dias.

Entre os produtos que poderão ser comprados com o dinheiro estão computadores, cadeiras de rodas, tablets, impressoras, entre outros. A novidade foi apresentada em uma cerimônia realizada no Centro Cultural Banco do Brasil em Brasília.

O evento contou com a participação da ministra da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, Maria do Rosário, que ofereceu total apoio ao público que se insere no Programa Viver sem Limites, e do secretário Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência Física, Antônio José Ferreira, que ressaltou o fato da linha de crédito ser o primeiro passo do Programa.

Por Joyce Silva


Levantamento erguido pela Serasa Experian mostra que a perspectiva do crédito às empresas arrefeceu 0,5% entre fevereiro e março de 2011, para 100,8 pontos, em outras palavras a sexta baixa mensal seguida do indicador. Deste modo, o ciclo de elevação da taxa básica de juros da economia, a Selic, e as medidas de restrição ao crédito começaram a ser mais sentidas pelos empresários.

De acordo com a Serasa, o ambiente de desaceleração da economia, sobretudo no segundo semestre de 2011, deve exercer pressão sobre o crédito focado à atividade produtiva. Economistas da entidade preveem que a demanda das companhias por capital de giro propende a ser mais modesta.

Diferentemente do observado entre as empresas, o Indicador de Perspectiva do Crédito ao Consumidor apresentou estabilidade entre fevereiro e março após 11 baixas mensais seguidas, culminando em 99,6 pontos. Entretanto, o crédito ao consumidor deverá, no decorrer dos meses, manter o desenho de paulatina desaceleração.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Informações divulgadas recentemente pelo Banco Central (BC) indicaram alta de 1,6% no volume de crédito do sistema financeiro em dezembro, o qual abarca operações com recursos direcionados e livres. Com isso, segundo a instituição, mais de R$ 1,7 bilhão foram contabilizados no período.

No acumulado anual, o crescimento chegou a 20,5%, superior, deste modo, ao avanço de 15,2% registrado em 2009 e de 31,1% no ano anterior. Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), o crédito total correspondeu a 46,6%, também acima dos 44,4% de 2009 e 40,5% de 2008.

O BC assinala que o comportamento do crédito, no ano passado, obedeceu ao aquecimento da economia, com ênfase administrada pela demanda doméstica e consequentes evoluções do consumo agregado e do investimento.

Os bancos privados representaram, no âmbito nacional, 40,7% do total do crédito, enquanto o contexto estrangeiro concebeu 17,4%. As instituições financeiras públicas, diferentemente, sintetizaram 41,9% de toda a carteira do sistema de finanças.

Na distribuição por setores, o crédito ao ramo privado chegou a R$ 1,636 bilhão no final do ano passado, alta de 1,6% no mês de dezembro e 20,7% nos 365 dias de 2010, ou seja, 96% do total concedido. Os empréstimos voltados ao comércio, com ênfase às lojas de departamentos, produtos alimentícios e supermercados, saltaram 2,1% no mês, para R$ 172,5 bilhões.

Os créditos à indústria, diferentemente, totalizaram R$ 361,1 bilhões, alta de 0,4%, com destaque para as operações destinadas aos segmentos alimentícios, de energia e de veículos automotores.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Banco Central





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