Nubank oferecerá uma conta bancária totalmente online. Confira.

Na data de 24 de outubro (terça-feira), a empresa Nubank realizou um evento chamado Nubank Livre, em São Paulo, para apresentar ao seu público os seus planos e as suas estratégias para o futuro.

Dentre as novidades anunciadas no evento, está a NuConta, que será a conta bancária oferecida pelo Nubank aos seus usuários.

Confira mais detalhes a respeito dessa novidade a seguir.

Serviços Bancários

A proposta da empresa é oferecer aos clientes de conta corrente a mesma praticidade e rapidez na prestação dos serviços de cartão de crédito que já são fornecidos aos usuários.

Normalmente, a maioria dos bancos exigem muitos requisitos para abrirem conta corrente. Por esses e outros motivos, ainda há milhões de brasileiros que não possuem conta em banco. A ideia dos executivos é ofertar a toda a população do Brasil a chance de abrir uma conta em banco.

Quem tem o cartão de crédito do Nubank poderá efetuar o pagamento da fatura através da NuConta. Para essa situação, a quitação será imediata, liberando o limite para o usuário do cartão.

Outro serviço disponível na NuConta será a possibilidade de realizar transferências, tanto entre clientes NuConta, quanto para outros bancos. No primeiro caso, as transações podem ocorrer pelo QR Code, em tempo real e sem tarifa. Já no caso de transferências entre bancos distintos, não serão imediatas.

Nesse primeiro momento, ainda não será possível efetuar saques ou pagamentos no débito. Diferentemente dos bancos tradicionais, a NuConta é 100% digital e suas operações são realizadas de modo on-line.

Como vai funcionar?

Quem já é cliente do Nubank pelo cartão de crédito, pode abrir a conta de modo muito fácil no aplicativo.

Aqueles que não possuem o cartão devem baixar o app e realizar o cadastro. Para abertura da conta corrente não há análise de crédito. A conta será aberta automaticamente.

Tanto para a utilização do cartão quanto para a abertura da conta bancária não haverá cobrança de tarifas.

Em segundos você terá sua NuConta. Será necessário apenas fazer o download do aplicativo, efetuar seu cadastro, enviar uma foto e começar a usar. Não precisará comprovar crédito.

O dinheiro colocado na NuConta, vai gerar renda de modo automático, sem que o cliente selecione o tipo de aplicação. O objetivo é tornar o acesso a investimentos de modo mais fácil e prático. Segundo o Chief Executive Officer (CEO) e fundador da Nubank, David Velez, muitos não têm domínio do conhecimento para realizar investimentos. Assim, por diversas vezes, o saber investir é monopolizado por poucas pessoas.

Nesse sentido, as contas correntes são inovadoras, uma vez que também funcionam como poupanças, todavia, a taxa de correção utilizada é maior. Atualmente, a taxa anual da poupança no Brasil é de 7,28%, enquanto a da NuConta é de 9,46%, que é a do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (SELIC).

Essa proposta do Nubank é muito inovadora e visa solucionar as três grandes dificuldades dos clientes de banco: 1) Complexidade para realizar investimentos; 2) Cobrança de tarifas ao realizar transferências de montantes e 3) Burocracia para abertura de contas bancárias.

Desse modo, a NuConta se mostra como uma solução para essas três problemáticas, segundo Velez.

Oferecimento aos Usuários

A previsão de disponibilizar esse serviço de conta corrente é para o primeiro trimestre de 2018. Mas você já pode acessar o endereço eletrônico www.nubank.com.br/nuconta, preencher o formulário com seu nome completo, CPF e e-mail para se cadastrar na lista de espera.

Somente alguns usuários terão acesso a uma fase beta, que servirá como teste para os clientes do Nubank e será acessível apenas por convite. Na lista, terá prioridade quem já é cliente da empresa no serviço de cartão de crédito.

Por Melisse V.

Nubank


Nos últimos 8 anos o número de contas correntes saltou para 60%, tornando o Brasil uma potência no que diz respeito à inclusão financeira das nações emergentes.

É quase um senso comum. A maioria das pessoas acha que bancos só visam lucros e não são muito de se importar com os benefícios – em forma de dinheiro e facilidades – para os seus clientes. Apesar dessa visão quase que generalizada, acreditem, o Banco Central do Brasil, órgão que regula todos os bancos do país, sejam eles de iniciativa pública ou privada, informou que nos últimos oito anos nunca os brasileiros abriram tantas contas correntes.  

Para usar de mais exatidão nas informações, o setor de Administração e Relações Institucionais e Cidadania do Banco Central fez uma pesquisa, confirmando que a quantidade de correntistas teve um incremento de 60%, levando em consideração, como já citado, os últimos anos para servir como amostra da pesquisa.  

A entidade também explica que o mais surpreendente nesses números está nas oscilações econômicas que o Brasil tem passado e vem passando ao longo desses anos, o que não serviu, de modo algum, como freio para que os brasileiros desistissem de por os pés em bancos; abrir uma conta corrente e movimentá-la.  

Claro que esse aumento de correntistas foi muito comemorado pelo Banco Central, pois, em posse de dados como esses, fica evidenciado no mercado financeiro global que o Brasil é uma potência no que diz respeito à inclusão financeira, ficando na 3ª posição dos países com maior inclusão financeira, entre as nações consideradas emergentes.  

Apesar de toda a vibração com a elevação de contas correntes abertas no Brasil, que também causou um reflexo positivo em torno de 45% no Sistema Financeiro Nacional (SFN), o Banco Central comunica que ainda há muitos esforços a serem feitos para que mais contas correntes sejam abertas; mais investimentos lucrativos sejam feitos e que o Brasil se eleve, em breve, para a primeira colocação dos países de inclusão financeira.  

Certamente que a elevação de correntistas no Brasil se deve ao fato de aquisições como compra da casa própria, financiamento de carro, empréstimos para abertura de um empreendimento, entre outros, só poderem ser feitos para quem possui conta corrente e a movimentação seja feita com frequência. No entanto, o Banco Central coloca como o centro do avanço o uso da internet pelos bancos, afirmando que a tecnologia tornou muito cômodo para os correntistas observarem, direto do seu smartphone ou computador pessoal, como está a situação da sua conta bancária.  

Nos últimos anos, o que se conhece como Internet Banking, foi fator crucial para que 60% a mais de brasileiros abrissem contas correntes e confiassem suas finanças em bancos.

Segundo o Banco Central, o fator comodidade foi decisivo para que as transações financeiras do país não tivessem uma queda significativa, o que é importante para que a máquina da economia não pare de girar. 

Por Michelle de Oliveira

Conta corrente


Em janeiro, no Brasil, conforme informações divulgadas pelo Banco Central na última terça-feira, dia 24, foi registrado déficit de 10,654 bilhões de dólares em transações correntes, que corresponde à exportação e importação de bens e serviços, além das transações unilaterais do Brasil com o exterior. Isso ocorreu devido a um rombo que tem por influência o alto déficit na balança comercial e em um resultado somente coberto de forma parcial por investimentos produtivos.

No acumulado ao longo de um ano, encerrado no mês de janeiro, o déficit em conta corrente do Brasil ficou em 4,17% do PIB (Produto Interno Bruto).

Conforme especialistas, já estava previsto saldo negativo da conta corrente num total de 10,99 bilhões de dólares no mês de janeiro, média obtida por meio de 19 estimativas que oscilaram entre déficit de 9,266 bilhões de dólares e 11,5 bilhões de dólares.

No mês passado, o ingresso de Investimento Estrangeiro Direto (IED) esteve mais alto do que a expectativa, ele ficou em 3,968 bilhões de dólares. Em 2014, no mesmo período, o IED foi de 5,115 bilhões de dólares.

Esse déficit ocorreu devido ao alto déficit de 3,174 bilhões de dólares na balança comercial em janeiro. Além do país, há também o fato do aumento dos gastos líquidos de brasileiros no exterior com viagens. Em janeiro de 2014 os gastos haviam sido de 1,477 bilhão dólares, já em janeiro de 2015 foi de 1,652 bilhão de dólares. Em relação às remessas de lucros e dividendos, elas chegaram a 1,685 bilhão de dólares em janeiro de 2015, enquanto ao mesmo período do ano passado ficou em 2,499 bilhões de dólares.

Esses valores baixos referentes às transações correntes de janeiro são indicativos que os resultados negativos permanecerão elevados nas contas externas do país, afinal não há sinal de resultados positivos da balança comercial. Em 2015, o Banco Central estima déficit de 83,5 bilhões de dólares.

Por Rafaela Fusieger

Dinheiro


A frase: "o rico cada vez fica mais rico" é atualmente uma das frases mais reais e sinceras existentes no mundo. De acordo com o site do Bloomberg Billionaires Index, o patrimônio líquido dos bilionários girou em torno de US$ 524 bilhões (valor líquido) somente no ano de 2013. A indústria da tecnologia liderou o ranking e apresentou um crescimento maior dos ganhos, fechando em 28%.

O nome que lidera essa lista novamente é o de Bill Gates, que foi o bilionário que mais aumentou o seu patrimônio, totalizando cerca de US$ 15,8 bilhões. A seguir vem o nome de Sheldon Adelson, renomado empresário americano e CEO da Las Vegas Sand Corporation, faturando nada menos que US$ 14,4 bilhões. O empresário chinês Lui Che Woo é o terceiro do topo com a marca semelhante a de Sheldom Adelson, faturando US$ 15,2 bilhões. A seguir aparecem nomes como de Warren Buffet (US$ 12,9 bilhões), Mark Zuckerberg (US$ 12,4 bilhões), Jeff Bezos (também com US$ 12,4 bilhões) e Ingvar Kamprad (US$ 10,5 bilhões), que lideram do quarto ao sétimo lugar desta posição.

Os três nomes que aparecem no final da lista – que certamente não deixam de ser os menos consideráveis – são:  Masayoshi Son, empresário japonês fundador e também atual CEO da SoftBank Mobile e que representa a Sprint Corporation, e Lawrence Edward Page (também conhecido como Larry Page), co-fundador da Google, ambos na marca dos US$ 10 bilhões. Em décimo lugar está Sergey Brin, também co-fundador da Google e presidente de tecnologia do site, com US$ 9,9 bilhões (apenas 1 milhão a menos que o seu amigo e companheiro Larry).

Na lista dos 100, somente dois brasileiros aparecem: Jorge Paulo Lemann, dono da rede de fast food Burguer King, Heinz e AB Inbev, e o banqueiro libanês, que é  naturalizado brasileiro, Joseph Safra (onde ocupa a segunda posição do ranking brasileiro atualmente).  

Por Luciana Ávila

Foto: Divulgação


Analistas financeiros reduzem suas projeções para o déficit em transações financeiras na conta corrente no ano de 2012.

Anteriormente, as projeções estavam na casa de US$ 56 bilhões de variação negativa. Agora os analistas prevêem que o déficit possa alcançar o valor de US$ 57,7 bilhões. As expectativas foram divulgadas no relatório de mercado Focus, do Banco Central. 

Segundo os analistas, o saldo da balança comercial deste ano deverá ficar em US$ 18,45 bilhões. Há um mês a expectativa era de que o saldo da balança comercial ficasse em US$ 18 bilhões. Para o ano de 2013 as previsões são de que a balança comercial alcance um superávit de US$ 15 bilhões.

Os dados do relatório Focus apresentam, ainda, as estimativas para os investimentos em IED (Investimento Estrangeiro Direto) no Brasil. Há previsões de que deverá entrar no país US$ 59,68 bilhões neste ano. A expectativa dos investimentos diretos no país subiu muito desde o último relatório Focus, quando se estimava que os investimentos estrangeiros chegariam a US$ 57 bilhões.

O relatório Focus é uma publicação semanal do Banco Central, que visa dar publicidade às pesquisas sobre a opinião de analistas e agências de investimento do setor financeiro do país.

Por Matheus Camargo

Fonte: Estadão


Em setembro, segundo o Banco Central, o déficit das transações em contas correntes no Brasil diminuiu em relação ao mesmo período de 2011. Informou Tulio Maciel, do Departamento Econômico do BC, nessa terça-feira, 23 de outubro.

O resultado do mês ficou em 2,596 bilhões de dólares de deficit, com esse número alcançou-se o resultado mais baixo para o mês de setembro desde o ano de 2009. Segundo Maciel, "Isso reflete moderação da atividade econômica" e seria também o resultado da " evolução do câmbio, pois as remessas ficam mais caras com esse câmbio". Ele afirmou ainda que isso é um aspecto positivo para as contas externa hoje em dia.

A moderação da atividade econômica do país, segundo o diretor do Departamento Econômico, é marcada pela a diminuição com gastos em viagens e redução de lucros e dividendos este ano. O BC prevê que o déficit em movimentações de contas correntes em outubro fique em 4,9 bilhões de dólares. O que significa que mais dinheiro esta sendo mandado para fora do país do que esta sendo enviado para o Brasil.

Por Matheus Camargo





CONTINUE NAVEGANDO: