Saiba aqui por quanto tempo é preciso guardar os comprovantes de pagamento.

Se você resolveu fazer aquela faxina e viu que está guardando um monte de comprovantes de pagamentos, mas não sabe bem se pode descartar, pois pode precisar depois, o Senado Federal disponibilizou uma cartilha que pode ajudar sobre isso. Para cada tipo de comprovante existe um prazo de vida útil para sua utillização. Seguem abaixo os comprovantes mais comum e suas datas.

  • Para comprovantes de Imposto de Renda, IPTU, IPVA e demais impostos: A vida útil dos comprovantes é de 5 anos, contando sempre do primeiro dia útil do próximo ano. Comprovantes que são utilizados para deduções do Imposto de Renda também devem ser guardados pelo período citado.
  • Telefone, gás, água e luz: Vida útil de 5 anos.
  • As notas fiscais: Podem ser usadas até o fim da garantia do produtos.
  • Crédito imobiliário: Vida útil até o momento de quitação do imóvel.
  • Aluguel: Vida útil de 3 anos.
  • Condomínio: Vida útil de 5 anos.
  • Cartão de Crédito: Para faturas, a vida útil é de um ano. Para comprovantes de pagamento, a vida útil é de 6 meses para compras à vista e de 5 anos para compras parceladas.
  • Financiamentos, dívidas e contratos: Os comprovantes terão a vida útil até o término do contrato. Para o termo de quitação, o prazo equivale a dois anos.
  • Planos de saúde: Apenas 5 anos, em caso de ser utilizado na declaração de IR.
  • Documentos gerais do veículo e multas: Para o certificado de compra e venda do automóvel a vida útil é da duração da posse do veículo. Para documentos de licenciamento e para pagamento de seguro a vida útil equivale ao prazo de um ano, até serem renovados. Para os comprovantes de multas, a vida útil é de dois anos.
  • Contadores, advogados, dentistas e demais honorários: Vida útil de 5 anos.
  • Seguros: vida útil de um ano após o prazo de vigência.
  • Contracheque: Vida útil de 5 anos.
  • INSS: Por conta da Previdência Social, os contribuintes devem manter o carnê do INSS guardado até o pedido da aposentadoria e do benefício.

Importante: Para a obtenção de quaisquer direitos em cima dos comprovantes, é importante preservar os comprovantes em locais seguros, longe de umidade e calor, para que não se danifique o documento. Alguns locais não aceitam documentos danificados, ainda que no prazo de vigência.

Yamí de Araújo Couto


Queda do ICF foi de 2,4% em setembro em comparação ao mês de agosto. As maiores quedas foram encontradas nas regiões do Norte e Nordeste do País.

O ajuste fiscal do Governo Federal, que enxugou gastos em diversas áreas da economia, incluindo os programas sociais, já tem reflexos negativos no consumo dos estados do Norte e do Nordeste do País, conforme avalia Juliana Serapio, assessora econômica do CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo).

No mês de setembro, a intenção de consumo das famílias (ICF) do País teve um recuo de 2,4%, diante do mês anterior. E a análise feita revela quedas ainda maiores para as regiões como o Norte e o Nordeste do País: 4,8% e 3,4%, respectivamente.

A queda do consumo dessas regiões é pronunciada, pois é exatamente onde os programas sociais do Governo têm sua maior atuação, e com o enxugamento ou extinção para alguns beneficiários, o consumo tende a ser menor.

Uma das medidas que desacelerou o comércio, foi a suspensão, no mês de março, do Minha Casa Melhor, que facilitava a compra e financiamentos de móveis e eletrodomésticos para quem era beneficiário do Minha Casa Minha Vida. Se antes o consumidor utilizava o crédito para mobiliar a nova casa, agora espera um tempo maior para não se endividar, desaquecendo dessa forma, as vendas nos setores equivalentes.

O Bolsa Família também está mais difícil de ser conseguido, com as novas medidas do Governo de controle do programa, dessa forma, alguns beneficiários que antes pertenciam ao programa, agora tiveram sua renda reduzida, e consequentemente, consomem menos em setores como o alimentício, por exemplo.

Outros fatores ainda são agravantes da queda do consumo: a alta dos preços e dos juros, acaba por influenciar na escolha do consumidor.

A especialista aponta ainda para a alta do dólar, que pode se refletir em preços ainda maiores, o que traria maior desânimo ao consumidor. Com esse cenário pessimista, é comum esperar que a intenção de consumo continue em queda.

Por Patrícia Generoso

Compras


A queda registrada no 1º semestre deste ano foi de 1,8% no consumo das famílias brasileiras.

O consumo familiar continua caindo frente à crise que continua assolando o País. Os números apontam que para o consumo familiar o semestre foi o pior dos últimos 14 anos.

O fechamento do primeiro semestre de 2015 apontou uma queda de 1,8% no consumo das famílias brasileiras que estão fazendo de tudo para cortar gastos. Desde 2001 que este indicador não tem um resultado tão ruim assim, pois nesta época a queda chegou a 2%.

E são vários os motivos que estão fazendo com que o consumo familiar caia, entre eles os altos juros, a disparada da inflação e o péssimo cenário para o mercado de trabalho que continua demitindo.

As pessoas físicas tiveram um crescimento quanto ao crédito nominal de 4,7% em se tratando de operações de crédito, apontando uma queda e que teve ainda a inflação para fazer com que as famílias passassem a consumir menos.

Com a aceleração contínua da inflação, o IPCA já cresceu 8,5% só no segundo trimestre deste ano, sendo que no segundo trimestre de 2014 o crescimento foi de 6,4%. A Selic também aumentou e o crédito não vem acompanhando o crescimento, em termos reais.

Há alguns anos atrás, o crescimento da economia foi impulsionado pelo consumo das famílias brasileiras, bem diferente do quadro que temos hoje. Em 2010, quando o Brasil se recuperava da crise global, o primeiro semestre teve uma alta acumulada que chegou a 6,6% e o PIB subiu 7,6%.

O futuro a curto e médio prazo não é nada animador, pois para este final de ano a expectativa é que haja uma piora no ritmo de consumo, já que o mercado de trabalho continuará demitido e a inflação segue sem controle por parte do Governo.

Analistas do mercado já chegam a citar mais de 1 milhão de postos de trabalhos formais perdidos e os próximos trimestres trarão dados negativos.

O consumo familiar continuará em queda, porque as famílias brasileiras estão se vendo obrigadas a economizar ao máximo, pois os produtos nas prateleiras estão cada vez mais caros, sem contar as tarifas de luz e água que estão subindo e com isso sobra menos dinheiro para as compras do dia a dia.

Por Russel

Dinheiro


Famílias brasileiras apresentaram recuo de 32,3% na intenção de consumo no mês de agosto. Motivo seria que a renda não é suficiente para comprar tudo o que se precisa.

Comparando-se com agosto do ano passado, a intenção de consumo das famílias brasileiras teve um recuo de 32,3%, atingindo uma mínima história pelo 7º mês. E o motivo para a grande maioria dos entrevistados na pesquisa que apontou este resultado é que a renda não é suficiente para comprar tudo o que se precisa.

Foi a sétima queda consecutiva na intenção de consumo das famílias e nunca se viu uma situação tão preocupante como agora, pois desde 2010 quando o indicador teve início, não se via uma baixa como esta, de acordo com o que foi informado pela CNC – Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo.

No mês de agosto, o indicador da CNC apontou 81,8 pontos, ficando 5,9% abaixo do que foi registrado em julho e 32,3% abaixo do mês de agosto em 2014. A partir do último mês de maio a intenção de consumo das famílias brasileiras apontou queda e desde então tem se mantido abaixo dos 100 pontos.

Ainda de acordo com a CNC somente os "subíndices" que fazem a medição da atual situação de renda e emprego é que ficaram acima dos 100 pontos, sendo que para 32,1% dos entrevistados, atualmente no Brasil a renda é considerada insatisfatória para que uma família possa comprar ao menos os itens considerados básicos. Este é um percentual recorde desde que o índice foi criado! Para se ter uma ideia, em agosto do ano passado esta taxa era de apenas 15% e em agosto deste ano, a taxa mais que dobrou!

Para os entrevistados, a intenção de compra teve queda maior em relação aos bens duráveis sendo apontados por 49,5% das pessoas que participaram da pesquisa. 69,2% destas pessoas, quase que 7 em cada 10 entrevistados, acreditam que o momento atual não é favorável para o consumo de produtos considerados bens duráveis.

Para a CNC, o motivo principal para uma queda tão acentuada está no fato da atividade econômica estar vivendo uma fase tão ruim e também o fato da inflação ter voltado, o que faz com que as famílias se preocupem mais com os gastos, reduzindo o consumo e a intenção de comprar a médio prazo.

Por Russel

Intenção de consumo


Queda registrada em junho foi de 1,5% impulsionada pelo setor industrial.

O consumo de energia elétrica no Brasil teve uma queda em junho, de 1,5% de acordo com os dados divulgados pela EPE – Empresa de Pesquisa Energética. Levando em consideração o primeiro semestre de 2015, a redução no consumo de energia elétrica foi de 1,1% em relação ao mesmo período do ano passado.

A EPE também informou que no mês de junho foram consumidos 37.170 gigawatts-hora (GWh), lembrando que a Empresa de Pesquisa Energética é ligada ao Ministério de Minas e Energia, por isso os dados informados têm total credibilidade perante o mercado.

E o maior responsável por esta baixa na redução de consumo foi o setor industrial, nem tanto pela consciência de que é preciso economizar ainda mais o consumo de energia nesta época do ano, por causa da escassez de chuva, mas principalmente pela crise econômica que tem feito com que o consumidor reduza as compras e com as vendas caindo no comércio de um modo geral, as indústrias vão se vendo obrigadas a reduzir a produção.

O setor industrial registrou uma redução no consumo de energia elétrica de 3,7% em junho, enquanto que o setor residencial teve uma redução de 1,1%.

No primeiro semestre deste ano, o consumo de energia elétrica no Brasil ficou 1,1% menor do que foi consumido no mesmo período em 2014, chegando a 235.939 GWh.

A pesquisa divulgada pela EPE mostrou que ainda no primeiro semestre de 2015, a redução no consumo de energia elétrica também esteve relacionada ao baixo consumo do setor industrial, que teve uma queda de 4,2%, enquanto que o consumo no setor residencial apresentou um ligeiro aumento, de 0,3%. O setor comercial também apresentou um crescimento muito inferior ao industrial, chegando a 1,7%.

Estes números são resultados de fatores que juntos contribuíram para a redução no consumo de energia, entre eles, a redução do poder aquisitivo do consumidor brasileiro, as temperaturas que se mantiveram mais amenas, além das tarifas mais elevadas.

Para o segundo semestre deste ano, no setor industrial, com a crise econômica castigando as indústrias, o consumo de energia elétrica neste setor deverá continuar em baixa. Porém, com o aumento das temperaturas, o consumo residencial e comercial poderá apresentar uma ligeira alta.

Por Russel

Consumo de energia elétrica


Foi registrada queda de 2,2% no consumo de energia elétrica em fevereiro de 2015

O consumo de energia elétrica caiu no mês de fevereiro, a queda foi de 2,2% se comparado ao mesmo período de 2014 e mais do que uma economia da população, esta queda reflete diretamente a retração de demanda em praticamente todos os setores. E quem chegou a esta constatação foi a EPE – Empresa de Pesquisa Energética, o relatório foi divulgado no último dia 31 de março indicando que o consumo fechou o mês de fevereiro com 40.489 gigawatts-hora (GWh).

As residências e o setor comercial é que estavam sustentando o crescimento do consumo de energia e nestes a queda foi de 0,9% e 1%, respectivamente. A maior redução foi nas regiões sul e sudeste.

A EPE informou que um dos motivos que contribuíram para esta queda foi o fato do mês de fevereiro contar como menos dias úteis no mês, além do carnaval e também as temperaturas mais baixas no período que também ajudaram na redução do consumo de energia. Mas a retração da atividade econômica também é citada no relatório, como uma das causas da queda no consumo de energia elétrica em fevereiro.

É a primeira vez, desde 2008, que se registra uma redução no consumo de energia nas residências.

A retração na atividade econômica teve um impacto mais significativo no consumo industrial que continua em declínio (-4,6%).

Essa queda no consumo de energia elétrica pelo setor industrial foi em todas as regiões, mas concentrando-se principalmente nas regiões sudeste e sul do país, onde o consumo foi menor em todos os estados destas regiões.

Mas a EPE registrou alta no consumo em outras regiões, como no Norte onde a expansão foi de 5,8%. Já no nordeste, a alta registrada foi de 6,2% e  no Centro-Oeste houve uma alta de 4,9%.

Uma observação feita pela EFE é que esta redução no consumo de energia elétrica não pode ser associada ao aumento das tarifas e que somente nos próximos meses é que a pesquisa irá mostrar se as tarifas irão interferir em uma contínua baixa no consumo da energia.

Por Russel

Energia elétrica


O período de férias acabou e, como diz a sabedoria popular, o ano no Brasil só começa depois do carnaval. E com os gastos das festas de fim ano somado às férias, carnaval e as outras contas do início de ano, como IPTU, IPVA, gastos com materiais escolares, é possível que muitas pessoas cheguem à conclusão que gastaram bem mais do que ganharam nesse período.

Se você é uma delas, veja 5 dicas de como equilibrar as suas contas e seguir com a vida financeira tranquila durante o resto do ano.

1. Evite o Cheque Especial

A tentação é grande. Você está cheio de contas para pagar e quando olha no seu extrato bancário, possui uma quantia à sua disposição que daria para quitar algumas delas, ou até mesmo todas. Segundo informações divulgadas pelo Banco Central, a taxa de juros superou os 200% ao ano, sendo considerada a mais alta dos últimos 16 anos.

Então, embora pareça ser uma solução fácil para os seus problemas, a longo prazo poderá aumentar ainda mais as suas dívidas.

2. Fuja dos cartões de crédito

Além da taxa de juros alta nas compras parceladas, os cartões nos dão a ilusão de possuir mais dinheiro do que temos de fato, o que pode aumentar o desequilíbrio financeiro.

3. Pesquise os preços na hora do supermercado

As compras de mês são um dos gastos que pesam mais no orçamento doméstico. Fazer uma lista de compras necessárias e pesquisar os preços em diferentes mercados irão garantir uma economia significativa na compras realizadas.

4. Arranje uma fonte de renda extra

Use a sua criatividade e crie uma fonte de renda extra. Você pode usar seus talentos para oferecer aulas, vender bijuterias, alugar uma vaga não usada na garagem ou oferecer algum serviço que saiba fazer. Não venda produtos para pagamento posterior, pois você poderá ganhar mais dívidas caso a pessoa resolva não pagar por eles.

5. Corte os gastos supérfluos

Doces, lanchinhos fora da hora, gastos com noitadas, passeios, compras no shopping, entre outros. Verifique quais os seus gastos são realmente necessários e quais deles podem ser evitados.

Por Raquel Conrado

Foto: divulgação


Consumo das famílias cresceu no 1º trimestre de 2012

Segundo um levantamento realizado pela FIA (Fundação Instituto de Administração) para a ABAD (Associação Brasileira de Atacadistas Distribuidores), que foi divulgado no dia 03 de agosto, o comércio varejista apresentou um bom desempenho no 1º trimestre deste ano, impulsionado pelo consumo das famílias, que aumentou 1% no período analisado em comparação ao 4º trimestre de 2011. Já, em relação ao 1º trimestre do ano passado o consumo das famílias foi melhor ainda, ficando 2,5% maior.

No acumulado semestral (de janeiro a junho), o faturamento do atacado de produtos de higiene pessoal, limpeza e alimentícios também apresentou bons resultados. A alta vista foi de 5,82%, se comparado ao mesmo período de 2011.

De acordo com o ranking da ABAD, em 2011 o setor cresceu 2,2% sobre o ano anterior, alcançando um faturamento de R$ 164,5 bilhões, representando 51,8% da movimentação de um mercado de consumo que registrou uma receita de R$ 317,6 bilhões no ano de 2011.

Mercado de trabalho:

O setor de atacado é responsável pelo emprego de 290,1 mil pessoas, sendo 60,9 mil representantes comerciais/autônomos, 40,5 mil vendedores diretos e uma frota de 32,9 mil veículos para a distribuição dos produtos.


Os brasileiros estão gastando menos em suas viagens ao exterior, a informação foi divulgada pelo Banco Central.

De acordo com a pesquisa realizada pela instituição, os gastos atingiram o valor de US$ 1,627 bilhão no mês de março, sendo que em fevereiro esse número foi de US$ 1,746 bilhão, já em janeiro esse valor foi de US$ 1,996 bilhão. Quando comparado ao mesmo período do ano passado, as despesas também apresentaram queda, em 2011 o valor foi de US$ 1,645 bilhão em março.

Mesmo com esse resultado de queda, os gastos de uma forma geral apresentaram aumento quando levado em consideração o período de janeiro a março de 2011 e 2012. Os gastos desse ano foram de US$ 5,381 bilhões, já em 2011 os gastos foram de US$ 4,752 bilhões.

O estudo também analisou os gastos dos estrangeiros que estão de passagem pelo Brasil. De acordo com os dados, o valor foi de US$ 630 milhões no mês de março desse ano, a receita total para o ano foi de US$ 1,92 bilhão, em 2011 o valor foi de US$ 1,748 bilhão nos primeiros meses.

Ao fazer a comparação dos gastos dos brasileiros e estrangeiros, o mês de fevereiro fechou com um déficit de US$ 997 milhões.

Por Joyce Silva


Estudo construído pelo Data Popular revela que a classe média brasileira consumiu 41,35% do total de serviços e bens nas regiões urbanas no ano passado, índice sucintamente inferior aos 42,9% conquistados pelas classes A e B, juntas. De acordo com a pesquisa, se somadas as classes A, B e C, o gasto total chega a R$ 2,1 trilhões no período.

Para se ter noção exata ou aproximada do novo perfil da classe C, o consumo dela, em 2002, correspondia a 25,8% do total de serviços e bens, enquanto o despendido pelas classes A e B, diferentemente, representava 58,1% do mercado de consumo.

Nos últimos oito anos, os gastos da nova classe média com componentes domésticos e móveis cresceram cinco vezes, para algo na casa de R$ 17,95 bilhões. Na aquisição de eletrodomésticos o montante avançou um pouco mais, para R$ 20 bilhões.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Fenabrave





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