No acumulado do ano até agosto, a busca por crédito por parte dos consumidores teve uma redução de 9,2%.

Continua em queda a procura do consumidor por crédito no Brasil. De acordo com a Boa Vista SCPC – Serviço Central de Proteção ao Crédito, o acumulado do ano até o mês de agosto já chega a apresentar uma redução de 9,2% em comparação ao mesmo período do ano passado.

Neste último mês de agosto a queda por crédito apresentou uma queda de 4,5% em relação a julho, já dando sinais claros de que o brasileiro está cada vez mais preocupado com os próximos meses e a crise que não quer passar. Vale ressaltar que entre agosto e julho de 2014 a queda chegou a 4%.

E no acumulado dos últimos 12 meses a redução na procura por crédito foi de 9,9% sendo que entre todos os seguimentos que formam este indicador, a procura por crédito nas instituições financeiras ficou entre as que apresentaram maior baixa, com uma redução de 4,8% de agosto para julho e no setor financeiro a queda chegou a 4,3%.

A redução na busca por crédito demonstra claramente como o consumidor brasileiro está cauteloso em uma época em que o país atravessa uma forte crise.

Outros motivos também estão contribuindo para manter o consumidor afastado do crédito, por exemplo, o crescente desemprego. O comércio continua com as vendas em baixa, as indústrias produzindo menos e ambos os setores estão demitindo. Final de ano é uma época em que há um número maior de contratações, mas para este ano não há expectativa que sejam oferecidos muitos novos empregos e sem remuneração, as pessoas acabam não tendo como buscar por crédito, mesmo que esta seja sua vontade.

Outra questão que tem afastado o consumidor da busca por crédito é a questão dos juros que continuam altos.
As pessoas, em muitos casos, preferem ficar inadimplentes, com o nome cadastrado nas empresas de proteção ao crédito, do que buscar por crédito e mais adiante se complicarem ainda mais.

Diante deste cenário a expectativa é que a busca do consumidor brasileiro por crédito continue em queda pelo menos até o segundo semestre do próximo ano.

Por Russel

Busca por crédito


Alta registrada foi de 16,9% de janeiro a agosto deste ano.

O cenário econômico adverso que o país está passando nos últimos meses vem desencadeando uma série de consequências à economia. É neste contexto que o Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor fez a divulgação dos dados na última segunda-feira, dia 14 de setembro de 2015, referentes à inadimplência dos consumidores brasileiros obtidos nos oito primeiros meses deste ano de 2015, em comparação com os dados obtidos no ano passado foi verificado que a inadimplência teve uma alta de 16,9%.

Quando esta comparação foi feita levando em consideração somente o mês de agosto, do ano atual com o ano passado, constatou-se que também houve um acréscimo de 16,7%. Um dos únicos dados que, apesar de não representar muito para o atual momento, foi satisfatório, foi o relativo à variação mensal, dado este que é obtido por meio da comparação com o mês de julho, neste caso em especifico verificou-se uma queda de 2,8% na inadimplência.

Os principais vilões da inadimplência dos cidadãos brasileiros são as dívidas não bancárias que incluem os seguintes serviços: lojas em geral e serviço de telefonia e fornecimento de energia elétrica, financeiras, cartões de crédito, setor este que impulsionou o valor médio das dívidas com uma elevação de 22,5%, ao subir de R$ 363,17, valor este mensurado no período de janeiro a agosto de 2014, para R$ 445,02 na mensuração feita no mesmo período do ano de 2015.

Com relação aos dados referentes aos valores médios dos cheques sem fundo e da inadimplência com os bancos, no acumulado dos oito primeiros meses do ano de 2015 em comparação com o mesmo período do ano passado, as notícias também não são boas, uma vez que houve (com relação aos cheques sem fundo) um crescimento de 9,7%, valor médio este que subiu de R$ 1.715,50 para R$ 1.882,47. Já com relação a inadimplência com as instituições bancárias o aumento foi de 1,4%, sendo que o valor médio passou de R$ 1.265,15 para R$ 1.282,87. Outro dado teve uma mensuração positiva foi o valor médio dos títulos protestados que teve um decréscimo de 2,9%, tendo em vista que era de R$ 1.428,39 e caiu para R$ 1.387,24.

Por Adriano Oliveira

Inadimplência


Em agosto deste ano o INC registrou 81 pontos, sendo o pior resultado desde 2005. O consumidor brasileiro está perdendo a esperança de que a economia do país possa melhorar a um curto ou médio prazo.

De acordo com a ACSP – Associação Comercial de São Paulo, a confiança do consumidor brasileiro continua baixa e vem batendo recordes negativos. No último mês de agosto o INC – Índice Nacional de Confiança – chegou a registrar apenas 81 pontos, sendo este o pior desempenho desde 2005, ano em que a pesquisa começou a ser realizada e o INC passou a servir de referência.

Só no espaço de 1 ano, o INC teve uma queda de 62 pontos, sendo que quando o Índice está acima de 100 pontos indica que o consumidor está otimista e abaixo de 100 pontos, mostra um consumidor mais pessimista.
Roberto Mateus Ordine, que é presidente da ACSP, explicou que uma das causas desta queda acentuada do índice é justamente o fato do brasileiro se sentir bem mais inseguro atualmente, inclusive aqueles que estão empregados. E outro fator que explica tal queda é que os brasileiros estão perdendo a esperança de que a economia do país possa melhorar a um curto ou médio prazo.

O INC mostra a confiança do consumidor brasileiro e os números baixos é o retrato da desconfiança do cidadão em relação ao atual cenário econômico e de forma especial ao medo de ser demitido. O desemprego continua crescendo, a crise vem forçando as empresas de todos os setores a cortarem gastos e chega uma hora que o corte de gastos em uma empresa chega ao corte de funcionários.

E a tendência é que a confiança do consumidor continue caindo. Para termos uma ideia, em julho o percentual era de 53% e em agosto foi para 57%, mostrando que a desconfiança está se elevando rapidamente. Em agosto do ano passado, este percentual era de apenas 26%.

Outro dado apontado pela pesquisa é que os brasileiros estão cada vez mais pessimistas quando se trata do futuro da economia do país, onde mais de 34% acredita que a situação só tende a piorar e 33% acham que a economia brasileira pode melhorar nos próximos meses. Esta é a primeira vez, desde o início destas pesquisas, que o número de otimistas é menor que os dos pessimistas.

Por Russel

Confiança do consumidor


O brasileiro anda com bastante crédito na praça. Pelo menos é o que garante uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira das Empresas de Cartão de Crédito e Serviço (Abecs). Segundo o levantamento realizado pelo instituto, no ano passado foram realizadas compras no valor de R$ 978,8 bilhões com cartões de crédito e débito.

O número de transações em comparação ao ano anterior também teve aumento. De janeiro a dezembro, foram realizadas 10,3 bilhões de transações em todo o território nacional, uma alta considerável de 11%.

Em comparação nas compras nos cartões de crédito e débito, o de crédito teve a preferência dos consumidores brasileiros. Os gastos nesta modalidade foram responsáveis pelo montante de R$ 625,5 bilhões. O de débito, por sua vez, registrou R$ 353,3 bilhões.  Nestes valores não estão computados os gastos realizados por brasileiros no exterior.

O uso maior do cartão de crédito tem a sua explicação. Por oferecer maior facilidade no parcelamento de compras, muitas vezes sem juros, o cartão de crédito permite que seja utilizado em compras maiores. Além disso, a oferta de crédito no mercado tem crescido e contribuído para esses números.

Outro fator que pode colaborar para essa superioridade do cartão de crédito ante o cartão de débito são os pacotes de benefícios oferecidos pelos de crédito, que dão pontos em programa de fidelidade que podem ser trocados por produtos e serviços, entre eles, passagens áreas.

Para transações no cartão de crédito, o valor médio de compras foi de R$ 86,90. Já o de débito registrou a média de R$ 45,80.  

Com estes números sobre o aumento das transações em cartões de crédito e débito, a Associação Brasileira das Empresas de Cartão de Crédito e Serviço projeta um crescimento de 12% a 14% nas transações para 2015, o que significa que este número pode alcançar o montante de R$ 1,1 trilhão.

Por Julio Abreu

Comprar no cart?o

Foto: Divulgação


Um cartão de crédito às vezes é a única forma de consumir sem possuir dinheiro. Além do mais, é uma forma mais fácil de gastar mais do que se tem e depois não ter como pagar tudo o que deve no final do mês.

Como ainda não sabemos como lidar com esses problemas, siga a seguir algumas dicas de como utilizar seu cartão de crédito de forma inteligente e não ficar no zero todo o fim de mês:

1 – Estabeleça de forma consciente seu limite de crédito para ser gasto. Seja rigoroso neste sentido e respeite seu crédito, evite cair nas tentações de limites aprovados, faça uma análise rigorosa antes, pois isso pode vir a se tornar uma armadilha para você, além de ter sua dívida triplicada a curto prazo.

2 – Estabeleça negociações com a administradora de tarifas de seu cartão de crédito antes de começar utilizá-lo.

3 – Pague rigorosamente o valor de sua fatura sempre na data do vencimento, para que os juros absurdos não comprometam seu crédito futuramente. Caso houver um descontrole financeiro, procure imediatamente outras formas de financiamento para a sua fatura, tais como empréstimo pessoal ou consignado, por exemplo, para seu cartão não ficar sem saldo.

4 – Faça um controle de todos os parcelamentos do seu cartão. A soma do valor de todas as parcelas já poderá estar bem próxima do seu limite, e, fazendo isso você estará estabelecendo um limite consciente da sua renda mensal.

5 – Tenha apenas um único cartão de crédito. Se houver necessário de ter mais de um cartão(ões) adicional(is) para outra(s) pessoa(s) de seu convívio, a comunicação sobre finanças entre vocês deverá ser de forma mais clara possível, dessa maneira, vocês evitarão surpresas ao receber a fatura.

6 – Seja cuidadoso com a sua senha e com as compras eletrônicas. Se você não souber usar a segurança que os cartões proporcionam, por evitar andar com grandes quantidades de dinheiro por aí, você poderá entrar em um enorme pesadelo.

Por Daniela Almeida da Silva


A Fundação Getúlio Vargas (FVG) divulgou uma notícia nesta terça-feira, 6 de novembro, sobre a pesquisa no mercado consumidor de materiais de construção. Segundo a FGV, os consumidores desse tipo de produto devem passar por mudanças de perfil no próximo ano.

Segundo o pesquisador Robson Gonçalves, deverá ter uma maior presença de vendas no varejo de materiais de construção em 2013, acompanhado pelo crescimento do setor de infraestrutura e uma diminuição da demanda por materiais importados.

Segundo ele, as mudanças devem ocorrer pois as empresas construtoras estão entregando um grande volume de obras e não tem se notado um crescimento no lançamento de grandes projetos. Isso deverá fazer com que as compras no atacado de materiais de construção caiam no futuro em favor de compras no varejo. Além disso, o setor de infraestrutura deve ampliar a demanda com a aceleração das obras para a Copa de 2014 no país.

Os dados da FGV mostram que no ano passado as vendas de materiais de construção no varejo representavam cerca de 47% do total do mercado, enquanto o setor de empresas imobiliárias era responsável por 31% das compras.

Por Matheus Camargo

Fonte: A Tarde


Segundo o indicador Serasa Experian, agência de informação financeira do Serasa associada a empresa internacional de dados financeiros Experian, a procura por crédito por parte dos consumidores caiu em 16,5% no mês de setembro deste ano em relação ao mês passado. Isso interrompeu uma seqüência de duas altas nos meses anteriores. De acordo com a pesquisa, isso representa uma queda de 9,0% em comparação com o ano passado, no mesmo período.

A Serasa Experian afirma que esse resultado deveu-se aos dias úteis de setembro serem em número excepcionalmente pequeno. Em setembro de 2012 foram apenas 19 dias úteis, enquanto em setembro de 2011 foram 21 dias e agosto deste ano 23. Quando os dados sobre consumidores buscando crédito são analisados por dia o mês de setembro apresenta uma de 1,1% em relação ao mês de agosto. O que demonstra que a queda expressiva não revela uma fuga dos consumidores do mercado de crédito.

Segundo os economistas da Serasa Experian esse crescimento é o produto de diversas causas: “as reduções das taxas de juros, o recuo gradual da inadimplência e a manutenção de taxas de desemprego historicamente baixas".  Na análise por região os dados mostram que a menor queda no mês de setembro se deu na região sul, menos 14,5%, e a maior no nordeste com menos 17,6% de consumidores à procura de crédito.

 Por Matheus Camargo


Inadimplência do consumidor teve queda em julho deste ano

Segundo a Serasa Experian, a inadimplência do consumidor apresentou queda de 1,5% em julho deste ano em relação a junho. Essa baixa foi a segunda mensal consecutiva do indicador, pois em junho houve uma queda de 0,5% ante maio. Porém, na comparação anual houve uma alta de 10,5%, mas ela foi a menor desde julho de 2010, de acordo com a Serasa.

Já, no acumulado do ano até julho em relação ao mesmo período de 2011, a inadimplência cresceu 17,8%.

A queda em julho deste ano foi um fato atípico, pois, de acordo com a Serasa, normalmente no mês de julho sempre há alta na inadimplência, pois são realizados os pagamentos das compras parceladas do Dia das Mães, Dia dos Namorados e dos gastos com as férias escolares.

Porém, neste ano a queda ocorreu pelo fato do recuo no comprometimento da renda, dos lotes recordes de restituição do IR (que ajudaram no pagamento das dívidas), e dos juros mais baixos, evitando uma ampliação da inadimplência.

Dívidas:

A queda da inadimplência nas dívidas com os bancos fez com que o indicador da Serasa caísse em julho, com variação negativa de 4%. Já, a inadimplência no pagamento das dívidas não bancárias (financeiras, lojas em geral, cartões de crédito, prestadoras de serviço como telefonia e fornecimento de água e energia elétrica) caiu 0,8%.

Os cheques sem fundos e os títulos protestados registraram variações positivas e contribuíam para que a queda da inadimplência não fosse maior.

Segundo a Serasa, o valor médio das dívidas com bancos apresentou queda de 1% de janeiro a julho deste ano, indo para R$ 1.295,34, em relação ao mesmo período de 2011. Já, as dívidas não bancárias, os títulos protestados e os cheques sem fundos tiveram alta de 16,6%, 6,8% e 11,4%, indo para R$ 351,20, R$ 1.423,57 e R$ 1.476,45, respectivamente.


Jovens entre 18 e 25 anos estão participando mais da procura por crédito no Brasil. Segundo a Serasa Experian, em dados divulgados na quinta-feira (dia 22 de março), 18% dos consumidores nesta faixa etária buscam crédito. Esta foi a maior demanda desde 2008, quando o levantamento começou a ser realizado.

Na comparação com o ano passado, o índice cresceu, passando de 14,3% para 18%. Em 2010, a taxa era de 14,3%, em 2009 de 14,4% e em 2008 era de 15,7%.

De acordo com o presidente da Serasa Experian na América Latina, um dos fatores que têm impulsionado a procura por crédito entre os 18 anos e os 25 anos é a formalização do mercado de trabalho, que permite acesso ao comprovante de renda, documento necessário para poder comprar parcelado.

Entre os produtos mais procurados pelos jovens estão carros, celulares e motos.

De acordo com a Serasa Experian, a maioria dos jovens que procuraram por crédito pertence ao grupo social “Periferia Jovem”, que inclui Jovens na Informalidade, Excluídos do Sistema, Jovens Trabalhadores de Baixa Renda, Trabalhadores de Baixa Qualificação, Famílias Assistidas da Periferia e Estudantes da Periferia. Além disso, os dados apontaram que grande parte dos jovens credores é do sexo masculino (60,6%).

Fonte: Serasa Experian

Por Matheus Camargo


De acordo com uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), em parceira com o SPC Brasil, o número de consumidores inadimplentes apresentou a segunda alta consecutiva. O aumento chegou a 0,97%, quando comparado os meses de fevereiro de 2012 e 2011.

Segundo a Confederação, a pesquisa revela uma situação persistente de endividamento por parte da população nesses primeiros meses do ano.

Ainda segundo a instituição, duas variantes contribuíram para essa situação. A primeira variante corresponde à combinação das altas taxadas de juros e da retirada de incentivos para o consumidor, essa medida estava em vigor até meados do ano de 2011. A outra variante aconteceu no segundo semestre do ano passado, quando o crescimento econômico do país foi considerado abaixo do esperado devido à crise que atinge países europeus, ou seja, o agravamento da crise econômica mundial.

Outro ponto abordado pelo estudo foi com relação às vendas a prazo, que apresentaram uma queda superior a 5%, quando comparados os meses de fevereiro e janeiro desse ano.

Uma boa notícia para o setor foram os números referentes aos cancelamentos de registros, esse índice mede o crédito e sua recuperação no segmento de varejo. De acordo com o estudo, esse número foi positivo e fechou o mês com alta de 0,27%.

Por Joyce Silva


Já nesse primeiro mês de 2012 a pesquisa realizada mensalmente pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) chamada de Índice de Confiança do Consumidor mostrou que os brasileiros estão 3% menos confiantes na economia brasileira se comparado a dezembro do ano passado.

Em dezembro de 2011 o índice era de 119,6 pontos e agora caiu para 116 pontos.

A pesquisa mostra que o poder de compra dos brasileiros diminuiu nesse mês de janeiro, apenas 15,9% dos entrevistados afirmaram que pretendem comprar algum bem durável nos próximos seis meses, enquanto que em dezembro cerca de 19,5% pretendiam.

De acordo com a pesquisa da FGV, a quantidade de consumidores que avaliam a economia como boa caiu de 27,1% para 24,4%, o aumento foi daqueles que responderam que a economia está ruim, de 17% em dezembro para 18,4% nesse mês.

A queda da confiança se deu pela redução dos subíndices da Situação Atual (que teve um decréscimo de 2,3%) e das Expectativas (que caíram 3,4%). Tais resultados provam que os brasileiros não estão contentes com o aumento do custo de vida e que pretendem comprar menos coisas do que no ano passado.

Fonte: Fundação Getulio Vargas

Por Jéssica Posenato


Muito se comenta nos principais noticiários do país sobre a atual desaceleração econômica, então motivada por fatores oriundos de medidas do governo federal e de outras fontes. Entretanto, o consumidor paulista continua a consumir, ao mesmo tempo em que seu endividamento apresenta recuo.

Estudo divulgado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) aponta que o percentual de paulistas com dívidas arrefeceu para 48,3% no mês de abril, contra índice de 52,8% de março. Traduzido em números, são menos 160 mil famílias endividadas entre os períodos.

A federação pondera que a alta confiança do paulista em vários pontos da economia e o número de trabalhadores atuando no mercado contribuíram para uma taxa mais baixa no mês. Além dessa constatação, os lares do Estado de São Paulo passaram a ter menos contas em atraso, uma vez que o índice baixou de 17,2% para 14,3%.

Nem sempre é possível terminar o mês com a remuneração adquirida por meio de um trabalho formal ou informal. Contudo, o Ipea aponta que apenas 5,1% das famílias sondadas pelo estudo não possuem qualquer condição de pagar parte ou o total de suas dívidas.

No próximo semestre, porém, a confiança pode diminuir na medida em que as iniciativas do Banco Central (BC) forem mais bem percebidas. O consumidor, não apenas o paulista, precisa ficar de olhos abertos para que o otimismo não dê vazão a novos endividamentos, embora uma situação leve a outra.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os próximos três meses serão certamente marcantes para a maior parte da população brasileira. Dezembro sempre é caracterizado por compras de presentes, quitutes e outros mais ao Natal e Ano Novo. De janeiro em diante é momento de preocupação com o pagamento de tributos, entre eles o Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) e Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), além de materiais e livros escolares, que elevam significativamente a despesa do consumidor.

Por esses e outros fatores que cada um, leitor, pode mensurar da maneira como convier, a empresa de análise de crédito Serasa Experian acredita que ocorrerá elevação da inadimplência na virada dos primeiros três meses de 2011 para o período imediatamente sucessor. O cálculo feito com base na alta de 0,6% do Indicador de Perspectiva da Inadimplência do Consumidor de setembro é capaz de sintetizar, num período médio de seis meses, movimentos periódicos da inadimplência.

Apesar dessa previsão, a Serasa pondera que o indicador continua inferior em relação ao padrão histórico do país, tanto que não se conjeturam possibilidades de a inadimplência tornar inviável a assiduidade da ampliação do crédito aos consumidores, pelo menos no que diz respeito ao curto prazo.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1


Dor de cabeça para muitos, o envio de cartão de crédito sem a devida requisição está próximo do fim. Muito próximo. Luiz Paulo Barreto, ministro da Justiça, recebeu da Associação Brasileira de Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) um documento público com a disposição – e compromisso – das instituições financeiras deixarem de praticar tal ato.

O relatório contém diretrizes pelas quais os bancos se empenham em encaminhar uma cópia de contratos aos seus clientes, além de elucidar, de modo cristalino, dados sobre juros inseridos nos sistemas de pagamento mínimo da cobrança do – temido para alguns – cartão de crédito.

De acordo com a Band Online, informações do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) indicam que os plásticos de crédito responderam por quase 36,5% do total de queixas da esfera financeira em 2009; grande fatia delas, cerca de 74,3%, correspondentes a cobranças.

Cabe ao consumidor vigiar se a prática de envio de cartão sem a devida solicitação será extirpada. Caso não o seja, as reclamações continuarão, certamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um levantamento realizado pela Visa revelou que os brasileiros costumam não lembrar no que foi gasto cerca de 26% de suas despesas semanais.

O estudo foi feito com doze países, incluindo o Brasil, onde doze mil pessoas foram entrevistadas, sendo que oito por cento delas eram brasileiras. De acordo com a pesquisa, os gastos com alimentação são os mais esquecidos pelos brasileiros, com 43% de participação, seguido por itens não essenciais e compras de lazer, com 35% e entretenimento, com 29%.

Também foi ressaltado por parte dos brasileiros entrevistados que, quando o gasto é feito em dinheiro, fica mais complicado realizar um controle, principalmente quando se tratam de compras de pequeno valor.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Band, Zero Hora


Dados do Serviço Nacional de Proteção ao Crédito (SPC) revelaram que no mês de julho deste ano houve uma queda de 1,41% no número de consumidores inadimplentes, em relação ao mês anterior. Isto reflete um maior poder aquisitivo da população do país, aliado a uma maior oferta de emprego.

Em comparação com o mês de julho do ano passado, a queda apresenta-se ainda maior, registrando-se em 5,99%. Além disso, o número de pessoas que regularizaram suas dívidas no mês de julho deste ano foi maior em 17,92% se comparado com o mês anterior.

Fatores que também contribuíram para uma melhor renda do trabalhador brasileiro foram a liberação do segundo lote da restituição do IRPF e o adiantamento da primeira parcela do 13º salário durante as férias.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Band, O Estadão


Começou a valer na última quarta-feira  uma lei que obriga os comércios e empresas que prestam serviços de todo o Brasil a ter um exemplar do Código de Defesa do Consumidor nos estabelecimentos, para que os clientes possam consultá-lo quando necessário.

De acordo com a lei, sancionada pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva, o estabelecimento que descumprir o requisito e não manter um exemplar no Código de Defesa do Consumidor poderá receber uma multa de até R$ 1.064,10.

O Código de Defesa do Consumidor traz informações a respeito dos direitos dos consumidores em relação ao setor de varejo e serviços. Em 2010, o CDC, como é conhecido, completa 20 anos de vigência no Brasil.

Por Luana Neves





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