A Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção, a Abramat, publicou previsões sobre a diminuição das expectativas de aumento das  vendas de materiais de construção para esse ano. Inicialmente a Abramat previa um aumento de 4,5 por cento nas vendas para 2012, esse valor acabou sendo reduzido para 3,5 por cento. Nessa última declaração, espera-se um aumento de 2 a 2,5 por cento das vendas no setor para este ano.

As afirmações são de Walter Cover, presidente da Abramat. Segundo ele, o problema da redução das previsões de expansão do setor está relacionado com o aumento do endividamento das famílias, que teria proporcionado menos dinheiro para realizar reformas domésticas.

As pesquisas da Abramat, feitas em parceria com a Fundação Getulio Vargas mostra que o volume de materiais de construção vendidos possa chegar a 8.2 por cento em 2012 e de até 6 por cento no ano que vem.

Pesquisador da FGV, Robson Gonçalves, afirma que o setor está com um crescimento estável superior a taxa de crescimento do PIB para os dois anos. Segundo os dados de produção do setor de construção deve ter uma ampliação de 1,9 por cento em 2012 e uma projeção de ampliação de 4,2 por cento em 2013.

Por Matheus Camargo


A CNI, Confederação Nacional da Indústria, divulgou estudo nessa quinta-feira, 25 de outubro, onde demonstra que o setor da construção civil apresenta sinais estabilidade de seu crescimento no país. O estudo foi feito em parceria com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção.

Segundo o estudo de sondagem da indústria da construção, se observa que o setor apresentou uma estabilidade no período entre primeiro à onze de outubro. Quando foram consultadas 456 empresas do setor. A utilização da capacidade de operação das indústrias da construção, segundo o estudo, teve uma leve elevação no último período, indo para a taxa de 70 por cento, contra os 69 por cento de julho.

O número de empregados no setor de construção teria diminuído, de acordo com o índice usado na pesquisa, de 49,3 pontos em agosto para atuais 48,8 pontos no mês de setembro. O patamar dos 50 pontos não é ultrapassado pela pesquisa desde junho desse ano.

Danilo Garcia, economista da confederação, pontua que há indicações de retomada do setor, de acordo com a avaliação da situação econômica das empresas de construção. Segundo ele, os empresários do setor consideram a saúde financeira das empresas satisfatórias.

Por Matheus Camargo


Levantamento expresso pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) relacionou alta de 0,51% em outubro no custo do metro quadrado da construção civil do país. No mês passado o valor abrangeu R$ 757,86, saltando, deste modo, para R$ 761,74 no relatório atual.

Do novo valor acima relacionado R$ 331,53 referem-se a custos com mão-de-obra e R$ 430,21 atinentes a materiais. De acordo com o IBGE, o Índice Nacional de Construção Civil (INCC) acelerou o avanço em 0,16% entre setembro e outubro.

Matéria do portal de Economia Terra aponta que os materiais de construção sofreram alta de 0,50% em outubro sobre setembro, ao mesmo tempo em que a mão de obra progrediu 0,53% na mesma base de comparação. Respectivamente, esses elementos acumulam expansão no ano (até o mês passado) de 4,26% e 9,16%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O setor da construção civil é um dos mais beneficiados com o grande movimento financeiro e econômico gerenciado pela população. O crescimento de residências inseridas no programa “Minha Casa, Minha Vida”, as obras cerceadas pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e os intentos voltados à reforma, ampliação e construção de estádios, bem como a adequação infraestrutural da nação, compõem números relevantes.

Atrelado a esse fato surge a questão empregatícia. De acordo com estudo feito entre o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) e a Fundação Getúlio Vargas (FGV), somente na região paulista o estoque de trabalhadores com carteira assinada ascendeu 1,12% no mês de junho em confronto a maio, estabelecendo, portanto, recorde. Apesar do percentual positivo, o ritmo de novas contratações caiu.

Em reportagem administrada pelo portal de notícias G1, Sergio Watanabe, presidente da entidade, avalia que esse desaquecimento se deve ao término de obras públicas nos últimos meses, além do fato de, atualmente, o setor da construção imobiliária apresentar descimento em seu forte ritmo conjeturado anteriormente.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A construção civil brasileira aguarda meses positivos daqui em diante, até 2016, ocasião na qual o país agregará os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro. Antes, porém, a Copa do Mundo, em 2014, deverá estender a área de atuação a todo o país nas regiões que abrigarão as partidas do mundial de futebol.

Mesmo antes da edificação de espaços destinados às modalidades esportivas, a nação governada por Luiz Inácio Lula da Silva experimentou aumento nas vendas de materiais de construção e aquisição de novas residências, entre casas e apartamentos, devido ao “Minha Casa, Minha Vida”, bem como, a outra esfera, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que atualmente já atravessa sua segunda fase de implementação.

Apesar de todo esse otimismo envolto ao setor, a Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco) divulgou nas últimas horas que as vendas pelo setor apresentaram queda de 5,5% no mês passado em relação a maio. Segundo a entidade em reportagem emitida pelo Folha UOL, é a primeira vez desde março do ano passado que o varejo do segmento abriga arrefecimento.

Cláudio Elias Conz, presidente da Anamaco, diz-se surpreso com a constatação, mas relaciona que para isso a Copa do Mundo surtiu como peso preponderante no cenário, pois as lojas agregadas pela entidade – ao todo 138 mil – conferiram o baque na comercialização de materiais de construção em virtude da ausência de consumidores.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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