Confira aqui algumas dicas para economizar nas compras de fim de ano.

Com os dias contados para a chegada do Natal, muitas pessoas já começam a fazer seus planos para as compras de fim de ano. Depois de uma alta taxa de endividamento que atingiu uma parte considerável da população em 2012, dos índices de inadimplência alarmantes de 2013, da falta de oportunidades no mercado de trabalho em 2014 e 2015, do aumento do desemprego e da crise econômica que perdura neste ano, nada mais normal (e ideal) do que controlar os gastos.

Em dezembro o aumento de determinadas despesas é significativo e os especialistas em planejamento financeiro chamam a atenção para os chamados gastos excessivos (ou seja, aqueles que poderiam ser de alguma forma evitados) de uma família que podem, nessa época, representar de 30% a 40% da renda mensal.

Entretanto, para não se enrolar nas contas, é necessário saber quais são as despesas que realmente não podem ser adiadas. Sabendo disso, fica mais fácil se prevenir para não começar o ano no vermelho.

Nesse artigo trazemos algumas dicas para você para aproveitar as ofertas e as festas sem problemas.

1 – Planeje os Gastos

Essa é uma boa época para se familiarizar e usar uma planilha de orçamento familiar. Para se organizar da melhor forma, coloque na planilha escolhida todos os ganhos (renda fixa mensal, rendimentos extras, etc). Depois liste todas as despesas desde as fixas até as variáveis. Sempre confira se existe alguma pendência financeira. Depois de fazer tudo isso fica mais fácil saber o quanto você gasta e quanto será possível guardar.

2 – Não faça Compras por Impulso

Antes de ir às compras, é interessante criar uma lista com tudo o que de fato precisa para o período. Com isso, quando chegar na loja ou na rede supermercado a chance de escolher um produto por impulso cai assim como as compras de algo “que não tinha certeza de que precisa”.

3 – Seja Original

Essa é uma alternativa interessante para quem quer economizar na hora de presentear os amigos. Em muitos casos, uma lembrancinha personalizada para eles garante maior sucesso do que um presente um pouco extravagante.

4 – Planeje sua Celebração

Fazer um jantar no Natal ou uma celebração no Ano Novo não é sinônimo de gastar muito. Antes de sair às compras coloque em uma lista tudo que será necessário sempre pensando a quantidade de pessoas que estarão presentes. Assim fica mais fácil comprar apenas o necessário e claro, evitar os gastos.

5 – Aproveite a Internet

A Internet é uma “mão na roda” na hora de economizar. O final de ano é uma época onde muitas lojas online fazem promoções e descontos especiais. Porém, é bom ter cuidado. Não se leve por ofertas que parecem muito atraentes, podem ser falsas! Sempre pesquise sobre a reputação da loja ou do serviço que irá adquirir. Busque também por opiniões de quem já comprou para não cair em golpes.

Por Denisson Soares


Para aproveitar as ofertas da Black Friday é preciso tomar muitos cuidados e, assim, não cair em falsas ofertas e armadilhas.

Quem não gosta de obter um bom desconto em qualquer loja? Talvez aquele sonho de consumo que jamais foi realizado porque os preços estão realmente altos e impraticáveis.

Quem sabe chegou a hora de trocar de geladeira, fogão, TV? O momento de comprar por um preço compensador pode ser esse!

Foi pensando nesse público que as Black Fridays foram criadas. Na verdade, o termo surgiu nos Estados Unidos nos idos de 1869, e tinha um significado bem distinto naquele período. O termo estava sempre ligado a fatos desagradáveis, como os problemas nas bolsas de valores americanas.

Com o passar do tempo, passou a significar momento de pechinchar. Por lá, por volta de 1939, o mês de novembro, próximo ao Dia de Ações de Graças, foi escolhido para oferecer ofertas arrasadoras.

De lá pra cá, boa parte do mundo adotou o evento, sendo muito aguardado por consumidores e comerciantes.

O fato é que, de fato, as vendas “bombam” em todo lugar neste período. Mas por conta dessa suposta avalanche de ofertas, muitos cuidados precisam ser tomados. É sabido, por exemplo, que muitos comerciantes aumentam seus preços pouco antes do evento a fim de que o preço promocional pareça de fato arrasador.

Os especialistas apontam alguns caminhos que o consumidor deve trilhar para fugir das armadilhas das promoções miraculosas. Dentre elas, eis algumas importantes:

1) Mesmo sendo produtos promocionais, os mesmos não estão isentos das regras que regem os direitos do consumidor. Ou seja, a loja deve cumprir todos os itens legais com relação à venda do produto;

2) É preciso ter cuidado ao fornecer informações pessoais aos sites na internet. Tente escolher lojas conhecidas e consagradas por sua capacidade de cumprir as normas legais;

3) Muitos sites ficam estranhamente fora do ar por horas, e quando retornam, as promoções já não mais existem;

4) Procure conhecer o produto desejado, seu preço normal, e o que pode ser entendido como um bom desconto. Não acredite nos “milagres de venda”. Saiba discernir um bom desconto e aquilo que é bom demais para ser verdade;

5) Guarde todos os comprovantes das compras realizadas e certifique-se dos prazos das garantias dos produtos.

No mais, boas compras!

Por Dan Dias

Black Friday


Saiba aqui a data e a expectativa das empresas para a Black Friday deste ano.

Com a aproximação de novembro, os comerciantes já começam a pensar na Black Friday deste ano. Mesmo com a crise econômica, a edição de 2015 foi um sucesso, as promoções do período movimentaram cerca de 1,5 bilhões em vendas online e por conta de todo esse sucesso, as expectativas para este ano são as melhores possíveis, mesmo com o país em crise.

A Black Friday é a oportunidade que as pessoas têm de comprar produtos por preços bem abaixo do normal, este dia é dedicado a promoções onde diversas empresas de diferentes ramos colocam todo seu estoque ou parcialmente em promoção. Muitas pessoas economizam e esperam ansiosamente por esse dia para adquirir um produto, pois existem descontos de até 80% que valem muito a pena.

Esse dia foi criado nos Estados Unidos e sempre acontece na última sexta-feira do mês de novembro, um dia depois do feriado de ação de graças no país. No embalo do sucesso feito por lá, a Black Friday chegou ao Brasil em 2010, fazendo muito sucesso. E desde então, cada vez mais empresas aderem ao dia de promoções.

A Black Friday é positiva tanto para os consumidores quanto para os comerciantes. Geralmente os melhores descontos são para os eletrodomésticos e eletrônicos, que costumam ter altos descontos. Por isso, muitas pessoas economizam e esperam a Black Friday para comprar aquele produto tão especial.

A Black Friday de 2016 não deve ser diferente do sucesso das edições anteriores. Os comerciantes já começam a pensar nas estratégias que irão adotar. É muito importante que as empresas se preparem com antecedência, principalmente o mercado online, que costuma a ser o campeão de vendas nessa época. Investir em e-commerce é essencial.

São 24 horas de desconto, com preços que podem mudar a qualquer momento, por isso, tanto os consumidores quanto os comerciantes têm de estar preparados para essa intensa maratona de descontos.

As expectativas são as melhores possíveis, as empresas acreditam que será um ótimo momento, pois as pessoas podem aproveitar da Black Friday para iniciar as compras de Natal. Essa época do ano costuma ser bem positiva para o comércio. Tanto os sites quanto as lojas físicas esperam muitas visitas de possíveis compradores.

A edição do Black Friday de 2016 acontecerá na última sexta-feira de novembro, que será no dia 25.

Camilla dos Santos Batista


Veja aqui algumas dicas para aproveitar os descontos em imóveis na Black Friday 2015.

A Black Friday também vai contar com ofertas de imóveis que são realizadas por sites, construtoras e incorporadoras. São várias as empresas que prometem os descontos nesse segmento, mas alguns cuidados devem ser tomados.

Mas será que vale a pena?

A principal dica é que a pessoa observe se realmente o desconto acontece. Se sim, é uma boa oportunidade, uma vez que a economia não está boa e encalha a venda de alguns imóveis.

Internet:

Utilize a web para fazer uma pesquisa sobre como estão os preços do imóvel que procura.

Conheça o Imóvel:

O consumidor deverá visitar a região do imóvel para observar se tudo está de acordo com o que busca (tamanho, vagas da garagem, entre outros). Outro ponto a se verificar é a localização do mesmo dentro do condomínio, por exemplo. Alguns imóveis podem se apresentar em andares mais baixos do prédio ou de frente para ruas, por exemplo, o que ocasionam mais barulho e fazem o preço ser menor. Os especialistas dão conta que essas são as unidades que são as que mais encalham.

Como estão as ofertas no prédio?

Você deve verificar se no local existem outras ofertas, pois elas podem ter preços melhores. A crise faz com que o repasse de imóveis seja maior, o que resulta em custo menores.

Conheça a empresa:

Você deverá pesquisar como é o histórico da empresa. Faça uma pesquisa sobre reclamações no Procon e em outros sites. Observe também ações judiciais da companhia nos sites do Tribunal de Justiça da região.

Caso seja um imóvel já mais antigo, você deverá pedir uma ajuda para algum engenheiro ou arquiteto para verificar a estrutura. A documentação também deve estar em dia.

Pagamento:

Verifique se você tem realmente condições de pagar o imóvel. Observe qual é o que você deseja e peça crédito pré-aprovado para o banco. Não se deve confiar apenas em avaliação feita por simulador, pois as mesmas não vão considerar a real situação de dívidas do consumidor. 


Pesquisa revelou que no e-commerce brasileiro a média de descontos em compras à vista é de 8%.

Sobre o e-commerce? Ele veio para ficar. Atualmente o varejo apresenta uma queda crescente nas vendas, enquanto isso, o e-commerce mostra um ótimo crescimento. Quem afirma a informação é a Sieve – empresa de inteligência de preços. Para obter o detalhe, o estudo da Sieve foi realizado no mês de agosto, com 305 mil URLs.

Além disso, a empresa analisou mais de 53 mil produtos, em 22 departamentos e analisou mais de 1.500 marcas. O resultado? Segundo a pesquisa, em média, 8% é o desconto que o e-commerce brasileiro oferece nas compras à vista.

De acordo com as informações da Sieve, o desconto pode chegar até a 10%, atingindo principalmente os departamentos de Esporte e Lazer e Câmeras e Filmadoras. Ainda com o levantamento, o setor que atinge o menor desconto é o setor de Cama, Mesa e Banho, apresentando aos brasileiros um desconto de apenas 2%.

O levantamento ainda mostrou a diferença de preços entre o varejo e o e-commerce, que, segundo os dados da pesquisa, a média de preço por item no e-commerce é de R$ 354, enquanto no varejo o valor é de R$ 376,55 – valores atingidos no primeiro semestre deste ano.

Mesmo com a média, é possível notar preço superior em nove departamentos, onde os maiores preços são detectados em setores de produtos de compra mais longa, como telefonia celular, eletrodomésticos e eletrônicos. Já os departamentos de perfumaria, livros e petshop são os que proporcionam preços mais baixos.

Detalhes dos preços nos setores de produtos:

– Eletrodomésticos (R$ 1.537);

– Eletrônicos (R$ 1.228);

– Telefonia Celular (R$ 584);

– Livros (R$ 51);

– Petshop (R$ 92);

– Perfumaria (R$ 148).

Ainda com detalhes do estudo, o mesmo apresenta a categoria com maior e com menor disponibilidade de produtos, juntas ocupam 83% dos produtos nos sites brasileiros. Na categoria com maior disponibilidade de produtos, o estoque de Livros chega a 96%. As Ferramentas ocupam 64%, categoria que possui a menor disponibilidade.

Por Flavinha Santos

Compras no e-commerce


Famílias brasileiras apresentaram recuo de 32,3% na intenção de consumo no mês de agosto. Motivo seria que a renda não é suficiente para comprar tudo o que se precisa.

Comparando-se com agosto do ano passado, a intenção de consumo das famílias brasileiras teve um recuo de 32,3%, atingindo uma mínima história pelo 7º mês. E o motivo para a grande maioria dos entrevistados na pesquisa que apontou este resultado é que a renda não é suficiente para comprar tudo o que se precisa.

Foi a sétima queda consecutiva na intenção de consumo das famílias e nunca se viu uma situação tão preocupante como agora, pois desde 2010 quando o indicador teve início, não se via uma baixa como esta, de acordo com o que foi informado pela CNC – Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo.

No mês de agosto, o indicador da CNC apontou 81,8 pontos, ficando 5,9% abaixo do que foi registrado em julho e 32,3% abaixo do mês de agosto em 2014. A partir do último mês de maio a intenção de consumo das famílias brasileiras apontou queda e desde então tem se mantido abaixo dos 100 pontos.

Ainda de acordo com a CNC somente os "subíndices" que fazem a medição da atual situação de renda e emprego é que ficaram acima dos 100 pontos, sendo que para 32,1% dos entrevistados, atualmente no Brasil a renda é considerada insatisfatória para que uma família possa comprar ao menos os itens considerados básicos. Este é um percentual recorde desde que o índice foi criado! Para se ter uma ideia, em agosto do ano passado esta taxa era de apenas 15% e em agosto deste ano, a taxa mais que dobrou!

Para os entrevistados, a intenção de compra teve queda maior em relação aos bens duráveis sendo apontados por 49,5% das pessoas que participaram da pesquisa. 69,2% destas pessoas, quase que 7 em cada 10 entrevistados, acreditam que o momento atual não é favorável para o consumo de produtos considerados bens duráveis.

Para a CNC, o motivo principal para uma queda tão acentuada está no fato da atividade econômica estar vivendo uma fase tão ruim e também o fato da inflação ter voltado, o que faz com que as famílias se preocupem mais com os gastos, reduzindo o consumo e a intenção de comprar a médio prazo.

Por Russel

Intenção de consumo


O brasileiro anda com bastante crédito na praça. Pelo menos é o que garante uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira das Empresas de Cartão de Crédito e Serviço (Abecs). Segundo o levantamento realizado pelo instituto, no ano passado foram realizadas compras no valor de R$ 978,8 bilhões com cartões de crédito e débito.

O número de transações em comparação ao ano anterior também teve aumento. De janeiro a dezembro, foram realizadas 10,3 bilhões de transações em todo o território nacional, uma alta considerável de 11%.

Em comparação nas compras nos cartões de crédito e débito, o de crédito teve a preferência dos consumidores brasileiros. Os gastos nesta modalidade foram responsáveis pelo montante de R$ 625,5 bilhões. O de débito, por sua vez, registrou R$ 353,3 bilhões.  Nestes valores não estão computados os gastos realizados por brasileiros no exterior.

O uso maior do cartão de crédito tem a sua explicação. Por oferecer maior facilidade no parcelamento de compras, muitas vezes sem juros, o cartão de crédito permite que seja utilizado em compras maiores. Além disso, a oferta de crédito no mercado tem crescido e contribuído para esses números.

Outro fator que pode colaborar para essa superioridade do cartão de crédito ante o cartão de débito são os pacotes de benefícios oferecidos pelos de crédito, que dão pontos em programa de fidelidade que podem ser trocados por produtos e serviços, entre eles, passagens áreas.

Para transações no cartão de crédito, o valor médio de compras foi de R$ 86,90. Já o de débito registrou a média de R$ 45,80.  

Com estes números sobre o aumento das transações em cartões de crédito e débito, a Associação Brasileira das Empresas de Cartão de Crédito e Serviço projeta um crescimento de 12% a 14% nas transações para 2015, o que significa que este número pode alcançar o montante de R$ 1,1 trilhão.

Por Julio Abreu

Comprar no cart?o

Foto: Divulgação


Chegaram os últimos meses do ano e com ele o tão esperado 13° salário. Em tempos de promoções e festas como Natal e Ano Novo, parece que em todo espaço de mídia existem chamarizes para gastarmos nosso dinheiro tão difícil de ganhar. Por isso, resolvemos elencar algumas dicas úteis:

  • Evite fazer as compras dos alimentos da ceia de Natal e Final de Ano com fome. Sério! Um estudo realizado pela Cornell University, no ano de 2013, revelou que se uma pessoa ficar 5 horas sem se alimentar e for ao supermercado fazer as compras, a tendência será a de comprar mais do que realmente necessita. Para piorar, a pessoa irá procurar subconscientemente por alimentos de maior teor calórico.
  • Separe uma parte do 13° salário e faça um investimento cuja facilidade de saque não seja muito grande. Explico: muitas pessoas depositam até mesmo o valor integral do abono de fim de ano em uma poupança, apenas para sacar alguns dias depois para comprar o presente dos filhos. Essa prática faz com que o valor tenha um rendimento baixo e gera um sentimento de incapacidade em relação à capacidade de economia. Aplicações em médio prazo podem ser mais indicadas para, pelo menos, não cair em tentações.
  • Em relação aos presentes, use da criatividade. Ao invés do videogame, podemos ter um livro, que será muito mais útil a evolução da criança. No lugar da roupa de grife, busque opções populares que não saiam do estilo do ente querido a ser presenteado. O carinho e principalmente o presente de acordo com o estilo da pessoa pode fazer mais sucesso do que a marca ou a tecnologia.

Estas simples dicas podem não somente fazer com que você economize o seu 13º salário, mas também ajudam a reinventar a maneira como você enxerga as festas de final de ano. Afinal, festejar nunca foi sinônimo de gastos e sim de alegria compartilhada!

Por Donizeti Nunes


Os brasileiros estão gastando menos em suas viagens ao exterior, a informação foi divulgada pelo Banco Central.

De acordo com a pesquisa realizada pela instituição, os gastos atingiram o valor de US$ 1,627 bilhão no mês de março, sendo que em fevereiro esse número foi de US$ 1,746 bilhão, já em janeiro esse valor foi de US$ 1,996 bilhão. Quando comparado ao mesmo período do ano passado, as despesas também apresentaram queda, em 2011 o valor foi de US$ 1,645 bilhão em março.

Mesmo com esse resultado de queda, os gastos de uma forma geral apresentaram aumento quando levado em consideração o período de janeiro a março de 2011 e 2012. Os gastos desse ano foram de US$ 5,381 bilhões, já em 2011 os gastos foram de US$ 4,752 bilhões.

O estudo também analisou os gastos dos estrangeiros que estão de passagem pelo Brasil. De acordo com os dados, o valor foi de US$ 630 milhões no mês de março desse ano, a receita total para o ano foi de US$ 1,92 bilhão, em 2011 o valor foi de US$ 1,748 bilhão nos primeiros meses.

Ao fazer a comparação dos gastos dos brasileiros e estrangeiros, o mês de fevereiro fechou com um déficit de US$ 997 milhões.

Por Joyce Silva


Essa semana a consultoria ComScore apresentou a pesquisa "2012 Brazil Digital Future in Focus", que traçou um panorama do uso da internet no país.

De acordo com o estudo, os consumidores do Brasil estão comprando mais pela internet. O aumento foi de 30% em 2011, quando comparado ao ano anterior. Esse crescimento seguiu uma tendência mundial, porém os brasileiros ainda gastam menos tempo em sites de e-commerce que os internautas de outros países. 

Outro ponto abordado pela pesquisa foi com relação às categorias dos sites. Entre os portais analisados, os sites que comparam preços estão entre os mais procurados pelas pessoas que estão dispostas a fazer alguma compra pela internet. A pesquisa apontou que um a cada três consumidores usou esses sites antes de realizar uma compra no ano passado. Em dezembro de 2011, foram realizadas quase 7 milhões de pesquisas nesses portais, o que representa um aumento de 37% quando comparado ao mesmo período de 2010.

Entre os sites mais visitados pelos internautas do Brasil, estão os blogs e os portais de entretenimento, sendo que os especializados em viagens não ocupam uma posição de destaque.

Outra característica dos usuários de internet no Brasil é a crescente procura por sites de notícias.

Por Joyce Silva


Antes mesmo das aulas começarem, os pais já saem à busca dos materiais escolares. As escolas entregam a lista do que será preciso comprar e é nessa hora que os filhos gostam de ir às compras para escolher o caderno, a mochila, o lápis e tudo que for possível dos seus personagens preferidos.

Quando se trata da lista dos materiais, considera-se que os pais vão comprar o necessário para o uso diário do filho na escola, no entanto, muitas vezes a lista tem mais itens que o esperado.

Além de pesquisar pelo bom, barato e agradar o gosto dos filhos, os pais também possuem o direito de esclarecimentos do uso dos materiais que foram pedidos pela escola.

Outra dica é não deixar para comprar as coisas de última hora, pois corre o risco de diminuir o estoque e você acabar ficando sem muitas opções para escolher o que é melhor para o seu filho e para o seu “bolso”.

Aproveite as ofertas que começam desde o mês de janeiro e compre tudo que precisa, porque se você comprar aos poucos, pode acabar gastando mais do que o esperado.

Confira no vídeo mais algumas dicas para economizar na compra do material escolar:

Por Luana Lima Mercado


Cada vez mais no mercado imobiliário a compra de imóvel por meio do sistema de administração ganha adeptos.

Para quem não se enquadra em programas do governo para adquirir imóveis mais em conta ou seja ganha em média renda acima de R$4.900,00,mas mesmo assim quer ter uma casa pra chamar de sua sem ter que se endividar todo, o sistema de obra por admnistração é um bom negócio que chega a custar em média 30% menos do que comparada ao modelo tradicional.

A única exigência que se faz é que o grupo de compradores se comprometa a pagar em dia as parcelas mensais.

Basicamente o sistema quer dizer que os próprios moradores pagam pelo empreendimento e pelo rateio do terreno. Algumas empresas oferecem um seguro que garanta a entrega da obra. Dê uma olhada neste sistema e se você se enquadra no perfil, não perca a chance de adquirir um imóvel sem gastar muito mais do que a sua própria renda.

Por Teresa Almeida


A cada dia que se passa cresce o consumo com coisas de menos importância em nosso dia a dia, isso porque se começa desde cedo, ainda na infância, quando aprendemos a consumir mais do que poupar.

Ao passo que atingimos a idade adulta, somos obrigados a aprender a poupar mais e consumir menos, mas nem sempre é isso que acontece.

Por isso é essencial reavaliarmos os nossos gastos fazendo uma reeducação financeira.

 E uma boa reeducação financeira começa-se por fazer uma planilha de custos, sendo assim, podemos reduzir alguns gastos, que se eliminados, não farão falta e sim ajudarão para uma boa reeducação financeira.

Por Sulamita Filisbelo


É verdade que a cada vez mais difícil economizar mais dinheiro, visto que os juros estão cada vez mais baixos e os produtos cada vez mais atraentes.

Quem não gostaria de adquirir um novo televisor para assistir aos jogos da copa de 2010? Ou quantas pessoas já adquiriram esse sonho?

Bom, para quem ainda não realizou esse sonho, olho vivo, porque embora os juros estejam mais baixos, os preços estão lá em cima, e o que era um sonho pode se tornar um pesadelo sem fim.

Mas calma, até mesmo os sonhos mais caros podem se tornar realidade se planejado corretamente, pois, mais vale poupar do que acabar em dívidas.

Cuidado com os crediários sem entrada, porque podem não ter saída também.

Por Sulamita Filisbelo

Fonte: VOCÊ S/A


Prosseguindo os últimos dados referentes ao desenvolvimento das vendas a crédito, os primeiros quinze dias de outubro registraram crescimento de 3,1% diante da quinzena inicial de setembro. Isto foi favorecido pela recuperação do crédito e pela confiança do consumidor.

Segundo Alencar Burti, presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), os resultados sinalizam boas premissas para este final de ano, mesmo após a crise que assolou grande parte dos países nos últimos meses.

Conforme noticiado durante a semana, as consultas ao Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC) da ACSP apresentaram baque de -8,6% em relação ao mesmo período de 2008, isto pertinente à primeira quinzena. Em comparação com setembro de 2009, constata-se alta de + 3,1% beneficiado pela recuperação da confiança e crédito do consumidor.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A fim de retardar a Lei do Bem, a Associação Brasileira da Indústria e Eletrônica (Abinee) proclamou que já deu início a esse intento perante o governo. Esta lei, entre outras palavras, isenta PIS e Cofins em computadores avaliados em até R$ 4 mil e amortizam pela metade as obrigatoriedades em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D).

Humberto Barbato, presidente da instituição, anunciou que a arrecadação pública ascendeu mais de 70% entre os anos de 2005 e 2008 com os desafogos tributários. Com isso, mais de 10 mil postos de trabalhos foram abertos, totalizando, no final das contas, 30 mil empregados pelo Brasil.

Para Hugo Valério, diretor da área de informática da Abinee, no ano de 2004, um antes da implementação da lei, o mercado oficial de computadores pessoais foi o responsável pela produção de, aproximadamente, 1 milhão de equipamentos, ou seja, 27% do total de PCs no mercado nacional. Depois desse intento, a fabricação em 2008 pulou para 8 milhões de unidades, uma fatia que representa 66% do negócio no Brasil.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Mesmo com o incentivo por parte de grandes magazines e hipermercados nas vendas relacionadas aos televisores de LCD, a alta apontada em 25% nos preços médios nestes equipamentos, desde junho de 2009, delongou o avanço em suas comercializações.

Inicialmente, esperava-se que a venda aumentasse devido ao recuo no valor comercializável desses aparelhos em 20% ao ano desde 2007, o que permitia aos especuladores projetar a superioridade de vendas das LCDs em detrimento às TVs convencionais de tubo.

Com isso, espera-se que somente em 2010 isto, de fato, aconteça, principalmente com o fato de que a Copa do Mundo, a ser realizada na África, alavanque o interesse do consumidor em acompanhar a competição com televisores de maior qualidade e definição de imagem.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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