Robson Andrade afirma que setor de indústrias de autopeças deve ser beneficiado pelo governo federal com abatimento de impostos. Andrade, presidente da Confederação Nacional da Indústria, quer que o governo faça uma nova extensão de um ano no regime especial de tributos para o setor.

Segundo o presidente da CNI ,o programa de regime especial de tributos ajuda na atração de investimentos nas indústrias automobilísticas. Isso deve ser repassado também para as indústrias de autopeças, segundo Robson.

Se o governo não adotar essa medida o setor de autopeças pode migrar para outros países e o Brasil ficaria apenas com as montadoras de carros. Isso acarretaria uma perda de empregos no setor de autopeças, que é responsável por boa parte dos trabalhos das empresas automobilísticas no país.

As declarações de Robson Andrade foram feitas após a participação dele em reunião do Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial. A reunião com os representantes do governo e dos industriais ocorreu em Brasília, nesta quinta-feira, dia 31 de outubro. Esta reunião foi convocado pelo governo federal para debater com os industriais os resultados e as perspectivas do plano “Brasil Maior”.

Por Matheus Camargo


A CNI, Confederação Nacional da Indústria, divulgou estudo nessa quinta-feira, 25 de outubro, onde demonstra que o setor da construção civil apresenta sinais estabilidade de seu crescimento no país. O estudo foi feito em parceria com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção.

Segundo o estudo de sondagem da indústria da construção, se observa que o setor apresentou uma estabilidade no período entre primeiro à onze de outubro. Quando foram consultadas 456 empresas do setor. A utilização da capacidade de operação das indústrias da construção, segundo o estudo, teve uma leve elevação no último período, indo para a taxa de 70 por cento, contra os 69 por cento de julho.

O número de empregados no setor de construção teria diminuído, de acordo com o índice usado na pesquisa, de 49,3 pontos em agosto para atuais 48,8 pontos no mês de setembro. O patamar dos 50 pontos não é ultrapassado pela pesquisa desde junho desse ano.

Danilo Garcia, economista da confederação, pontua que há indicações de retomada do setor, de acordo com a avaliação da situação econômica das empresas de construção. Segundo ele, os empresários do setor consideram a saúde financeira das empresas satisfatórias.

Por Matheus Camargo


A Confederação Nacional da Indústria divulgou uma pesquisa sobre o Índice de Confiança do Empresariado Brasileiro na última quarta-feira, 17 de outubro.

Segundo o índice da pesquisa da CNI, o empresariado brasileiro, em média, está refletindo uma perda de confiança na manutenção dos bons resultados da economia no país.

De acordo com a pesquisa houve uma queda de 1,2 pontos na escala de confiança dos empresários brasileiros que estão, agora, com o índice de 56,2 pontos. Essa é a primeira queda depois de dois meses de subida das boas expectativas da classe.

A pesquisa da CNI é realizada com empresários de todos os setores e contou com a participação de 2.246 empresas brasileiras. O índice de confiança da pesquisa varia em uma escala de zero a cem pontos e reflete as expectativas para os resultados da economia nacional e das empresas imediatamente e para os próximos seis meses.

As razões para a baixa da confiança do empresariado nacional são apontadas como sendo os resultados fracos apresentados pelo PIB brasileiro no terceiro trimestre, divulgados na última semana, e a alta de preços de produtos e serviços ao consumidor medido pelo índice IPCA. O que sinaliza que a economia braseira pode manter a tendência de desaceleração.

Por Matheus Camargo

Fonte: UOL





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