Alta registrada foi de 2,46%. Itens como cebola, tomate e carne foram os que mais apresentaram alta em seus preços.

A Abras – Associação Brasileira de Supermercados – informou que o preço dos itens que compõem a cesta básica nos supermercados por todo o Brasil teve um aumento em maio de 2,46%.

O estudo realizado pela Abras se baseia em uma cesta básica composta por 35 produtos que são amplamente consumidos pelos brasileiros. A pesquisa foi realizada pela GFK e a Abras fez a análise dos resultados obtidos.

Em abril deste ano o preço da cesta básica composta pelos produtos indicados pela Abras, era de R$ 396,44. Esta mesma cesta básica, em maio, já custava R$ 406,20, o que gerou um aumento de 2,46%. Se for compararmos o valor da cesta básica de abril deste ano com o mês de maio do ano passado, o aumento obtido é de 7,48%.

Ainda, levando em consideração os 35 produtos da cesta básica montada pela Abras, os itens que mais tiveram aumento no preço foram:

– Cebola – aumento de 39,33%;

– Tomate – aumento de 14,73%;

– Carne – aumento de 10,23%.

Alguns itens chegaram a apresentar queda no preço, são eles:

– Farinha de mandioca – queda no preço de 11,37%;

– Ovo – queda no preço de 4,58%;

– Margarina – queda no preço de 1,88%.

Outra avaliação realizada, agora pelo Dieese – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos – também apontou aumento no preço da cesta básica.

A pesquisa realizada pelo Dieese apontou aumento na cesta básica em 12 capitais brasileiras, sendo que o maior deles foi em Florianópolis, chegando a 4,44%. Já a cidade de Goiânia teve uma variação negativa, ficando em -3,23%.

Além de Florianópolis, outras capitais que apresentaram aumento na cesta básica, foram:

– Fortaleza: 3,64%;

– João Pessoa: 3,02%;

– Recife: 2,88%;

– Natal: 2,53%;

– Porto Alegre: 2,46%;

– Manaus: 1,94%;

– Belém: 1,31%;

– Belo Horizonte: 0,34%;

– São Paulo: 0,18%.

Além de Goiânia, Manaus também apresentou deflação no preço da cesta, sendo que nesta pesquisa do Dieese a cesta foi composta por 13 itens.

São Paulo não teve o maior aumento na cesta básica, mas em compensação é a cidade com a cesta básica mais cara do país. Em São Paulo, a cesta básica do Dieese, formada por 13 produtos, chegou a R$ 273,48 no mês de junho, com uma alta de 0,18% em relação a maio. No período de 12 meses, a alta chega a 9,80%.

Por Russel

Cesta básica


No mês de agosto, o preço da cesta básica subiu em 15 das 17 capitais que foram avaliadas pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica que foi divulgada nesta terça (04), pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Segundo o departamento, as maiores altas foram registradas nas cidades de Florianópolis (10,92%), Curitiba (4,69%) e Rio de Janeiro (4,09%).

As cidades que apresentaram recuo foram Natal (1,64%) e Belo Horizonte (0,66%).  No segundo mês consecutivo, a cidade de Porto Alegre apresentou o maior valor para a cesta básica, com o preço de R$ 308,27, seguido de São Paulo (R$ 306,02) e Rio de Janeiro (R$ 302,52).

Para os menores valores médios, eles foram observados nas cidades de Aracaju (R$ 212,99), Salvador (R$ 225,23) e João Pessoa (R$ 233,36).

No mês de julho, o preço da cesta básica em Porto Alegre já tinha apresentado um maior valor em centavos do registrado em São Paulo.

A capital paulistana deixou de ter o maior valor para os produtos de primeira necessidade em julho pela primeira vez desde o mês de novembro de 2011.


Cesta básica mais cara foi encontrada em Porto Alegre (RS)

As 17 capitais brasileiras pesquisadas mensalmente pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) apresentaram alta no preço do conjunto da cesta básica de alimentos em julho deste ano.

As maiores altas foram registradas em Belo Horizonte (8,41%), Rio de Janeiro (7,5%) e Porto Alegre (7,03%). Já, as menores foram vistas em Manaus (1,95%) e João Pessoa (1,61%).

O maior valor da cesta básica foi encontrado em Porto Alegre, com o preço de R$ 299,96, seguido de São Paulo, com R$ 299,39. Separados por questão de centavos, São Paulo deixou de ser a capital com o maior custo desde novembro do ano passado, quando o preço da cesta era de R$ 276,31, contra os R$ 279,64 da capital gaúcha (que também era a mais cara do país na época).

Os outros preços mais altos foram vistos em Vitória (R$ 290,80) e Rio de Janeiro

(R$ 290,64).

Do outro lado, os menores preços foram encontrados em Aracaju (R$ 208,14), Salvador (R$ 218,78) e João Pessoa (R$ 233,25).

Com esse resultado, pode-se verificar a alta nos preços no acumulado de janeiro a julho, sendo que os resultados mais expressivos ficaram em Natal (15,45%), Aracaju e João Pessoa (ambas com 14,22%), Fortaleza (11,89%) e Brasília (11,17%). Já, as menores altas ficaram em Florianópolis (1,50%), Salvador (4,77%) e Goiânia (4,85%).

O Dieese também estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário para se viver. Sendo assim, para julho o valor calculado ficou em R$ 2.519,97.

Esse cálculo é feito com base no maior valor registrado para a cesta básica e de acordo com a determinação constitucional, que estabelece que o salário mínimo deveria suprir as necessidades e despesas do trabalhador e sua família com alimentação, saúde, moradia, vestuário, educação, transporte, higiene, lazer e previdência.


O preço da cesta básica acumula considerável crescimento em 2010, com destaque para São Paulo. Conforme números divulgados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), nas 17 capitais os produtos apresentaram aumento de preços.

Manaus computou o maior avanço de custos, de 9,28%, com a cesta básica já custando R$ 250,56. Fortaleza também foi outro local de crescimento (8,03%), elevando o valor para R$ 208,91. Como já citado, São Paulo continua com o custo mais elevado de todo o Brasil, de R$ 264,61, acréscimo de 4,26% entre outubro e novembro. Segundo a Band Online, os itens que mais apertaram a cotação da cesta básica foram o açúcar, o óleo de soja e a carne.

No acumulado anual até novembro, o local de alta mais sentida foi Goiânia, em 23,79%. Nos últimos 12 meses, porém, Recife contabilizou o maior acréscimo de preços, de 17,29%. Na contramão de ambos figuram Aracaju e João Pessoa, com reajuste de 4,28% e 3,84%, respectivamente.

Valendo-se desses dados, o Dieese avalia que o salário mínimo em novembro deveria abranger R$ 2.222,99, suficiente, pois, para o trabalhador gerir e sustentar toda a família sem passar apertos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O preço da cesta básica tem crescido nas últimas semanas em praticamente todas as regiões do país. Os principais produtos responsáveis pelo avanço são o feijão e a carne bovina, conforme menção de especialistas. O segundo item citado, inclusive, tem impulsionado o consumo da carne de frango.

Para Airton Porto, diretor de Política Agrícola e Informação da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o incremento no custo da carne tem por origem resultados do abate de matizes de 2005, diferentemente do que se supõe, de que a causa tem por ascendência o valor de rações ou os índices de exportação.

Desse ano até 2010, na concepção do diretor, não ocorreu no segmento estoques de bezerras e novilhas para engorda em número aceitável para assegurar oferta mais ampla de carnes.

Por fim, de acordo o portal de Economia Terra, Porto realça que os preços da carne deverão apresentar normalidade no transcorrer do ano que vem.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O preço da cesta básica caiu em 16 das 17 cidades pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) no mês passado.

O valor da cesta básica no Rio de Janeiro em julho apresentou a menor queda em relação às cidades pesquisadas, recuando 6,6%. A cidade de Belo Horizonte apresentou queda de 5,86%, seguida pela cidade de Curitiba, cujo preço da cesta básica recuou 4,86%, e pela cidade de Florianópolis, que apresentou queda de 4,75%.

Em São Paulo, o preço caiu 3,89% no mês.

Os alimentos essenciais ficaram em R$ 239,38. Apesar da queda, o valor ainda é 30% maior que o preço registrado na cidade de Aracaju, em Sergipe, cujo valor da cesta ficou em R$ 181,04.

Por Luana Neves


Durante o mês de agosto produtos como o tomate, ajudaram a puxar o preço da cesta básica para cima: o produto exerceu forte ação de alta no preço da cesta na maioria das capitais. Em Goiânia, o produto apresentou alta de 33,06% em agosto.

Outro produto que foi destaque de alta foi a manteiga, já o leite, devido ao fim da entressafra, começa a ter efeito menor no custo da cesta básica.  A cesta básica consiste de 13 itens: carne, leite, feijão, arroz, farinha, batata, tomate, pão, café, banana, açúcar, óleo e manteiga. A capital gaúcha é a cidade brasileira onde a cesta básica tem seu maior preço, seguida por São Paulo e Vitória. Já as cestas mais baratas podem ser adquiridas em Aracaju, Fortaleza e João Pessoa.


Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), o custo da cesta básica em agosto diminui em 17 capitais brasileiras em relação à medição feita em julho. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (5).

Já a Pesquisa Nacional da Cesta Básica apontou o barateamento da cesta básica em 15 capitais do país. Essa pesquisa verifica o preço de 13 produtos alimentícios considerados essenciais. A pesquisa feita compreendeu o período de janeiro a agosto de 2009.

Na pesquisa realizada pelo DIEESE,  a maior queda de preço foi verificada em Natal, 3,22%, seguida por Aracajú, de 3,12% e Fortaleza 3,05%. Já na Pesquisa Nacional da Cesta Básica, os produtos ficaram 13,05% mais baratos em Aracajú e 11,185 em João Pessoa.





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