Conheça aqui o Trigg, novo serviço de cartão de crédito gratuito.

Há algum tempo, tem sido algo cada vez mais normal que as pessoas passem a aderir cartões de crédito como o Digio e o Nubank. Aumentando este mercado de oferta de cartões não vinculados diretamente a bancos e contas correntes, acaba de surgir mais uma opção no Brasil, o chamado Trigg.

Assim como os concorrentes Digio e Nubank, o usuário poderá começar o processo de solicitação do cartão a partir de uma análise de crédito feita diretamente no aplicativo do Trigg, onde poderá posteriormente acompanhar todos os seus gastos. No que se refere ao envio do cartão Trigg, ele é feito via Correios. Além disso, enquanto o cartão de crédito, cuja bandeira é Visa, não chegar à casa do solicitante (o tempo aproximado para envio do cartão depois da aprovação é de 25 dias, de acordo com informações da empresa), a Trigg possibilita um "cartão de crédito virtual" por meio do qual o usuário poderá fazer compras pela internet durante esse período de espera da chegada do cartão físico.

Todo o relacionamento entre o usuário e a empresa acontece por meio do aplicativo do cartão, que também poderá ser utilizado para fazer o bloqueio e desbloqueio do cartão e gerar gráficos que auxiliam na visualização de quais são as categorias em que o cliente tem gastado mais dinheiro.

Com o objetivo de chamar a atenção de novos clientes, foi divulgado que um dos diferenciais desse novo cartão diz respeito a um sistema que engloba uma quantia que se refere a até 1,3% do valor da fatura. Contudo, isso ocorre somente quando o gasto for maior que 5 mil reais (tendo um retorno médio de 65 reais), no caso de quantias menores do que essa, o retorno é de apenas 1%. Outra maneira de ganhar dinheiro é fazendo a indicação do cartão a amigos, porém, não foi mencionado o montante que será repassado ao fazer essa ação.

No que diz respeito à anuidade, é necessário desembolsar uma taxa no valor de R$ 118,80 por ano, podendo ser parcelada no cartão em até doze vezes. Além disso, é possível recorrer ao programa de indicação de amigos para que esse abatimento seja feito e os três primeiros meses saem gratuitamente.

Iris Gonçalves


Os juros do cartão de crédito rotativo para pessoas físicas registrou queda e passa operar em 363,3% ao ano.

Com o menor valor registrado em dois anos, a taxa média de juros do cartão de crédito rotativo para pessoas físicas sofreu recuo e passa operar em 363,3% ao ano. Vale destacar que, segundo o Banco Central, os dados são de maio, que por sinal é o segundo mês em que vigoram as novas regras da referida modalidade. Trata-se de um resultado muito bom para aqueles que utilizam o cartão de crédito com frequência. A última vez que essa taxa ficou abaixo do patamar indicado foi no mês de maio de 2015 quando chegou a 355%.

Vale destacar que 2017 vem registrando quedas sucessivas da taxa de juros do cartão de crédito rotativo para pessoas físicas. No mês de abril, por exemplo, os juros recuaram de 490% para 422,5% ao ano. Vale destacar que o mês de março foi o último a operar antes das mudanças nas regras que estabelecem tal taxa de juros.

Em resumo, a nova regra estabelecida para o cálculo da taxa destaca que o rotativo só poderá ser utilizado até a data do vencimento da fatura seguinte. Dessa forma, caso o cliente não tenha efetuado o pagamento total da fatura na data de vencimento prevista, o restante deverá ser parcelado ou quitado.

Além disso, saiba que a expectativa do governo federal é que tais medidas acarretem na queda brusca dos juros do cartão de credito em comparação com a atual taxa praticada. Com isso, a taxa deve recuar para 245% ao ano. Porém, é importante destacar que mesmo se essa queda acontecer, a taxa de juros cobrada no Brasil ainda será bastante elevada se comparada com os padrões internacionais.

O Banco Central ainda destaca que no mesmo período, maio de 2017, os juros anuais do cheque especial pessoas físicas registram queda de 328% para 325% ao ano.

Outro parâmetro que registrou queda foi o juro bancário médio. Com isso, a taxa média de juros referentes às operações de crédito vinculadas ao sistema financeiro recuou um ponto percentual em maio, passando a operar em 29,2% ao ano. A taxa média no credito livre, por sua vez, ficou em 46,8% ao ano após uma queda de 2,5 pontos percentuais.

Por Bruno Henrique

Cartão de crédito


Saiba aqui o que muda com as novas regras do crédito rotativo no cartão.

O Banco Central do Brasil (BCB) determinou novas regras para utilizar o rotativo dos cartões de crédito. A mudança já é válida a partir do dia 3 de abril (segunda-feira). Confira aqui quais são as principais alterações.

restrição para pagar o valor mínimo da fatura. Não será mais possível escolher essa opção de pagamento por vária vezes subsequentes no ano. Antes, funcionava da seguinte maneira: o cliente, para evitar a inadimplência, deveria pagar até a data de vencimento pelo menos 15% do montante total da fatura do cartão do crédito. Assim, o saldo devedor seria cobrado com juros no próximo mês. Caso o consumidor não conseguisse realizar o pagamento integral, seria possível efetuar o pagamento do valor mínimo novamente e por quantas vezes quisesse.

Para evitar a conhecida "bola de neve" que esse tipo de pagamento pode gerar aos consumidores, o BCB estabeleceu que eles podem quitar 15% do valor da fatura, como antes. Todavia, não é mais permitido realizar essa operação seguidas vezes. De acordo com as novas regras, os bancos devem ofertar uma linha de crédito para que os clientes parcelem a dívida. Os prazos e taxas de juros serão negociados. Alguns bancos já divulgaram que os juros cobrados serão menores do que aqueles cobrados com o parcelamento do cartão de crédito. A variação está entre 1,99% e 9,99% por mês.

É válido esclarecer que o cliente pode, a qualquer tempo, mesmo antes do prazo para pagamento da conta do cartão, extinguir a dívida, pagando o valor total. O Banco Central esclarece que essa alternativa é para que os clientes, acostumados ao uso rotativo dos cartões de crédito, não acumulem dívidas com juros exorbitantes. Essa determinação visa por fim ao uso sem fim do pagamento mínimo e ao descontrole financeiro.

As taxas menores permitem menos dívidas. Mas os clientes devem ficar atentos ao financiamento dos débitos que venha a fazer junto aos bancos para não ficar inadimplente. Avalie o seu orçamento financeiro e faça um acompanhamento dos gastos para evitar déficit.

A mudança foi divulgada pelo BCB em 26 de janeiro (quinta-feira).

O Banco Central foi instituído em 1964. Trata-se de uma autarquia federal vinculada ao Ministério da Fazenda responsável pela política monetária e cambial do Brasil.

Melisse V.


Pesquisa revela quais os cartões de crédito preferidos pelos brasileiros.

Não é segredo para ninguém o fato de poder fazer compras parceladas no cartão de crédito é algo tentador difícil de se resistir. Diante disso, todas as agências bancárias oferecem aos seus clientes essa facilidade que é o chamado “dinheiro de plástico”, o bem conhecido cartão de crédito.

São tantas as ofertas de cartões de crédito, que algumas empresas tentam conquistar pela cobrança de taxas menores e outras oferecem a não cobrança da taxa de anuidade.

Apesar de já existir uma lista bem grande de cartões, alguns já foram considerados os preferidos dos brasileiros. Veja abaixo os cartões de créditos eleitos os mais utilizados pelos brasileiros.

Bem, o primeiro da lista é o recém-chegado Nubank, que já está disseminado entre os adeptos de cartão. O motivo dele encabeçar a lista dos preferidos se dá pelo fato de ser o melhor em relação de custo-benefício, pois dentre as suas diversas vantagens, não cobra anuidade.

O segundo lugar ficou para o Amex, que também oferece custo-benefício inferior aos demais.

Em terceiro lugar está a Citibank e seus cartões que há algum tempo já fazem parte da vida dos brasileiros oferecendo taxas menores, o que atrai muito a preferência de todos.

Dessa forma, estes são os quatro cartões de créditos mais utilizados em todo o país.

Esse levantamento foi realizado após a consulta do total de quatro mil pessoas que utilizam cartões de crédito. Desse total de pessoas que foram ouvidas, as faixas etárias, as profissões e as faixas de renda são diversificadas. Esse estudo foi realizado no último mês de novembro, ouvindo clientes de todas as localidades do Brasil.

É sexta vez que esse tipo de estudo foi realizado, para a pesquisa foram ouvidos usuários de todos os cartões e eles tinham que avaliar o cartão que usa dando nota de 1 até 10 pontos, considerando questões sobre custos, juros, baixa anuidade, zero anuidade, promoções segurança, entre outros.

Dentre todos os cartões que fizeram parte da pesquisa estavam Santander (4º lugar), Caixa ( 5º lugar), Bradesco ( 6º lugar), Itaú, Banco do Brasil e Credicard ( 7º lugar), HSBC e Banrisul ( 8º lugar), Porto Seguro ( 9º e último lugar).

Nesse sentido, este estudo serve para que os brasileiros se informem melhor sobre os cartões de créditos que costumam utilizar, cabendo a esses consumidores a opção de mudarem.

Sirlene Montes


Confira aqui algumas dicas e cuidados ao usar o Cartão de Crédito.

Hoje em dia quase todas as pessoas possuem cartões de créditos, seja pela facilidade de uso ou pelas parcelas “milagrosas”, mas em tempos de crise vale a pena ficar ligado para não ser passado para trás. Veja agora 10 dicas valiosíssimas para você usufruir de seu cartão sem surpresas quando chegar à fatura.

1 – Um Cartão de Crédito é Suficiente

Com tantas bandeiras no mercado fica difícil escolher apenas uma, ainda mais com promessas que uma empresa oferece que a outra não possui, por isso, é de extrema importância tomar cuidado com a quantidade de cartões de créditos que você possui. Se você possui apenas um salário, para que vários cartões? Isso apenas lhe renderá mais juros no final do mês atrapalhando sua organização financeira.

2 – Evite Parcelar as suas Compras

Não é surpresa para ninguém que as lojas comem juros e mais juros em cima de compras parceladas, mas por que então não paramos de dividir o valor total da mercadoria? Muito simples, com uma boa estratégia de marketing até o mais sábios dos economistas pode cair na tentação de pagar em 12 vezes. Além de pagar mais caro, com compras parceladas apenas o valor da primeira parcela é descontado no limite atual do cartão, lhe possibilitando fazer mais e mais compras, o que quando a fatura fechar lhe renderá muito mais do que o seu limite.

Uma boa dica é comprar em lojas que ofereçam serviços sem juros, pois dessa forma apenas o valor real do produto irá ser debitado dos créditos do cartão, evitando um amontoado de contas no fim do mês.

3 – Limite do Cartão

Muitas pessoas se iludem em confiar no seu cartão de crédito quando o assunto é limite, tendo em mente de que nunca passarão o limite, como se o cartão “travasse” ao chegar a certo valor, mas infelizmente não funciona assim. As empresas de cartões de crédito, ao criar seu cadastro, lhe empurram limites altos e exorbitantes, que quando não pagos no dia do vencimento da fatura são cobrados juros por cada dia, então ao final de um mês uma fatura que era de R$ 880,05 se torna R$ 1.557,17. Fique atento! Se você tem um salário legal não tenha isso como alicerce para crer que pode ter um limite alto. Procure algum sempre na margem de seu salário ou de quanto está disposto a gastar.

4 – Uma boa Pesquisa

Essa é sempre uma boa aliada, a pesquisa. Economia sempre é vantagem e para se dar bem nesse ponto conte com uma boa pesquisa em diferentes lugares. Não tenha vergonha de comprar em mercados atacadistas, pois os grandes mercados também compram deles. Compare os preços e se divirta com isso. Na situação atual toda economia conta, então vale a pena economizar nas compras comprando em lugares mais baratos.

Na hora de abastecer seu veículo é imprescindível ficar de olho nos preços para não cair no golpe de cartéis, sempre prefira abastecer com dinheiro vivo.

5 – Cartões de Loja

Toda pessoa já foi abordada por lojas varejistas como a Riachuelo, Renner, Ricardo Eletro e diversas outras com ofertas de cartões de crédito. Por mais que os benefícios existam nesse tipo de cartão, como descontos na loja, milhagem e promoções, os juros tendem a ser altíssimos.

Por mais que eles na realidade tenham uma bandeira comum, são propícios a taxas por serviço, o que torna a fatura ainda mais cara no final do mês. Se você já possui um cartão de crédito ou está pensando em criar um, fique longe dos cartões de lojas, pois eles possuem um sistema tentador de crédito rotativo, que implica em utilizar o crédito de um cartão para pagar o outro, entrando assim em uma linha paradoxal sem fim.

6 – Pague a Fatura Total

É de suma importância você em hipótese alguma parcelar sua fatura (sim, é possível parcelar o faturamento de crédito). Se não conseguir pagar tudo, pague o máximo que conseguir, pois se pagar um valor baixo, na próxima fatura você vai se deparar com o montante do mês atual e o que deixou de pagar do mês passado, fora os juros pela dívida. Então procure sempre dar o máximo que conseguir para se ver livre e com o crédito livre no próximo mês.

7 – Consulte sua Fatura

Hoje em dia pode se checar as faturas de seus cartões e o que foi movimentado com o crédito através da internet, por isso não há mais desculpas para ser pego de surpresa no final do mês. Leia detalhe por detalhe de suas faturas a fim de encontrar alguma cobrança errada ou valor mais alto.

Caso seja leigo nesse assunto, pode usar planilhas baixadas na internet ou até mesmo o próprio Microsoft Excel para controle do seu movimento mensal financeiro.

Cuidado ao sincronizar dados bancários com seu celular, pois você está vulnerável a qualquer momento de ser roubado, por isso desative o preenchimento automático dos seus dados para não ser roubado duas vezes.

8 – Benefícios

Por mais terríveis que os cartões possam parecer, eles lhe oferecem alguns benefícios que valem a penas serem usados.

O famoso sistema de milhagem não é apenas o único aspecto em você pode investir seus benefícios. Atualmente já é possível utilizar os seus pontos para serviços como estacionamento, restaurantes, produtos eletrônicos, ingressos para shows, entre outros. Veja mais AQUI.

Ligue para a bandeira do seu cartão ou consulte no site todos os serviços que você pode usar.

9 – Desconfie

Sempre desconfie de promessas utópicas, lembre-se, nada nessa vida é de graça, por que o cartão seria? Por isso tenha em mente sempre procurar criar seu cartão em grandes bancos ou nas empresas das bandeiras, evite criar em “lojas de esquina” ou em qualquer lugar que lhe ofereçam. Esses cartões podem ser clonados de outras pessoas, podem ter juros sem limites ou até mesmo serem duplicados, onde enquanto você paga a fatura outras pessoas usam. Portanto tome cuidado!

10 – Deixe o Cartão no Descanso

Se a situação realmente ficou difícil e está cortando gastos, considere antes de qualquer coisa dar umas boas “férias” para seu cartão até a situação melhorar. Se cortar o cartão parece muito agressivo e radical, tente deixa-lo realmente em descanso, sem uso até que as coisas melhorem. Até lá, faça de forma “primitiva”, pague à vista, dessa forma juros não existirão e você terá na ponta do lápis exatamente quanto está gastando.

Wendel Dias Quaresma


Juros do cartão de crédito encerraram 2015 com o índice de 431,4% ao ano e os do cheque especial, 287% ao ano.

Levando em consideração nosso atual momento econômico é comum que vários fatores oriundos de tal crise comecem a surgir. Um dos principais destaques é, sem sombra de dúvidas, as altas taxas de juros praticadas no Brasil. Dentre tais taxas, podemos destacar os juros do rotativo do cartão de crédito, bem como do cheque especial que encerraram 2015 como as taxas mais altas registradas, segundo o Banco Central através de relatório divulgado em 27 de janeiro de 2016.

Com isso, a taxa de juros do rotativo do cartão de crédito cresceu nada menos que 16,1% apenas de novembro para dezembro de 2015, chegando assim ao seu patamar de 431,4% ao ano. Se compararmos com a mesma taxa em dezembro de 2014 o aumento é de 99,8%. Dessa forma, trata-se da maior taxa registrada na série histórica do Banco Central. Para aqueles que não sabem, o rotativo é a taxa a ser paga pelo consumidor quando o mesmo não efetua o pagamento integral de sua fatura de cartão de crédito.

Porém, não é apenas o juros do rotativo do cartão de crédito que anda em alta. Como destacado no início desta matéria, a taxa do cheque especial também segue em alta. A taxa chegou a impressionantes 287% ao ano em dezembro de 2015, isso significa um aumento de 2,1% em relação a novembro do mesmo ano. Com isso, temos o maior valor desta taxa desde abril de 1995, na ocasião a taxa alcançou o patamar de 288% ao ano. Quando efetuamos a comparação da taxa do cheque especial com dezembro de 2014 o aumento é de 86%.

Além disso, também podemos destacar a subida de 0,4% na taxa do crédito consignado que passou para 28,8% ao ano de novembro para dezembro de 2015. A taxa do crédito pessoal, por sua vez, registrou queda de 2,8% no mesmo período. A taxa média de juros cobrada das famílias também registrou um recuo no período avaliado: queda de 1,1% passando para 63,7% ao ano.

Por Bruno Henrique

Juros


Juros do cartão de crédito e do cheque especial aumentaram no mês de agosto, ficando em 350,79% ao ano e 218,17% ao ano, respectivamente. As Pessoas físicas foram as que mais sentiram a alta, pois o aumento para elas foi de 0,08 ponto percentual.

As coisas não vão bem para o consumidor brasileiro. A média de juros para o cartão de crédito chegou a impressionantes 350,79% ao ano. Os números são de um levantamento feito pela Anefac – Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade e foram divulgados à imprensa no dia 14 de setembro. Ao mês, a taxa de juros do cartão foi de 13,37%, o que representa 0,34% em relação ao mês de julho.

O cheque especial também não ficou para trás e a taxa ficou em 218,17% ao ano. Uma taxa de 10,14% ao mês, representando um aumento de 0,04 ponto percentual na comparação com o mês anterior. As pessoas físicas são as que mais sofreram, uma vez que o aumento para elas foi de 0,08 ponto percentual, entre os meses de julho e agosto, representando 128,78% ao ano e 7,14% ao mês.

Os juros para pessoas jurídicas foram menores, sendo que a taxa média de juros subiu 0,03 ponto percentual. Em agosto chegou a 61,77%. A pesquisa leva em consideração os juros do cartão de crédito, o cheque especial, o crédito para automóveis, o financiamento pessoal, entre outros indicativos. No caso do cheque especial a taxa foi de 6,99% ao mês.

A CSLL – Contribuição Social sobre o Lucro Líquido – também aumentou para os bancos e estes devem repassar uma parcela para os clientes. A medida que aumenta o tributo para 20% (antes era 15%) começou a valer no começo de setembro. Alguns clientes já sentem as medidas adotadas pelas instituições bancárias.

Segundo a Anefac, o aumento dos juros ocorre, principalmente, pelo cenário econômico de incertezas. A alta do dólar, da inflação, o aumento dos impostos e juros foram determinantes para a diminuição do poder aquisitivo das rendas das famílias. Em nota a associação afirmou que o baixo crescimento econômico pode levar a alta do desemprego. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

Juros do cartão de crédito


Governo liberou instituições financeiras a concederem crédito consignado para refinanciamento de dívidas de cartão de crédito.

As dívidas dos brasileiros podem estar com os seus dias contados. É o que diz a mídia recentemente, sobre o Governo ter liberado instituições financeiras a concederem crédito consignado para refinanciamento de dívidas de cartão de crédito.

A medida foi sancionada por nada mais nada menos que a presidenta Dilma Rousseff, que assinou um decreto que passou a valer a partir do mês de julho.

Apesar do crédito ser consignado, ou seja, descontado no holerite do trabalhador – o que facilita para muitos – as taxas de juros poderão vir absurdamente altas, pois se trata de um empréstimo. Alguns críticos temem o aumento da dívida ao invés de saná-la, pois muitas pessoas não têm educação financeira para lidar com um recurso a mais para pagar, aumentando ainda mais as despesas pessoais do trabalhador.

Outro fator preocupante desse recurso além da taxa alta, é a qualidade dos empréstimos da maioria dos bancos brasileiros, pois dependerá muito da proporção do valor inteiro recorrido pelo trabalhador. Esse decreto permite que as instituições de crédito liberem empréstimos de até 35% do valor total do salário do trabalhador.

Mesmo o empréstimo consignado sendo de pouco risco, é preciso ter muita cautela na hora de escolher uma instituição financeira para recorrer ao recurso. Só para ilustrar como exemplo, nos EUA, os bancos cobram apenas 15% ao ano de juros de cartões de crédito, enquanto no Brasil, os consumidores pagam cerca de 85% dos cartões de crédito e 27% de juros só de empréstimos consignados. Nos EUA o porcentual maior de crédito são as hipotecas, que equivalem cerca de 70% da economia americana, enquanto aqui no Brasil esse valor cai para 32%.

Vale lembrar que esse recurso pretende beneficiar primordialmente pessoas físicas, e com dívidas acumuladas de cartão de crédito.

Por Daniela Almeida da Silva

Empréstimo consignado


Entenda porquê utilizar cartão de crédito para cobrir despesas domésticas é muito perigoso para as finanças do lar

Tempos difíceis na economia brasileira, e o pior que nem sabemos quanto tempo essa  crise  vai durar. O que  sabemos é que tem atingido várias pessoas, empresas, comércios, etc. De acordo com levantamentos realizados, muitas pessoas estão fazendo uso do cartão de crédito para cobrir despesas domésticas.

O uso do cartão de crédito para esses fins são um perigo para as finanças do lar, pois os juros do pagamento rotativo são os mais elevados do mercado.

As compras com cartão muitas vezes são uma atrativo, pois o parcelamento sem juros é oferecido em vários estabelecimentos fazendo com que as pessoas se sintam atraídas para  comprar.

Não que comprar com cartão seja algo errado, mas no momento em que estamos vivendo é algo a ser feito com extrema cautela.

Ao chegar a fatura depois das compras somos tentados pelo pagamento da  fatura com o valor mínimo, achando que  com isso  teremos um  folga nas finanças, mas isso é algo muito perigoso a ser feito.

O pagamento de uma fatura no valor mínimo pode fazer com que a dívida venha a crescer  cerca de três vezes, no mínimo.

Outra armadilha é o cheque especial, onde muitas pessoas veem o seu limite como um refúgio, contando sempre com aquela quantia para usar e acabam esquecendo que aquela quantia limite do cheque especial não pertence a nós e sim ao banco, e que deveria ser usada em ocasiões que podemos chamar de emergenciais.

O uso do limite do cheque especial faz que com venhamos a pagar juros e  com isso a situação  financeira fica cada vez mais no vermelho.

Os economistas sugerem que o limite do cartão de crédito ou cheque especial seja de 20% a 30% do salário do seu titular, assim ficará mais fácil para administrar.

Outra sugestão é que não se tenha muitos cartões de créditos, pois tendo uma quantidade menor de cartões fica fácil administrar tanto as contas como os  gastos. 

Por André Escobar

Cartão de crédito


Juro do rotativo do cartão de crédito subiu para 290,43% ao ano

Através de uma pesquisa realizada pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade, a Anefac, ficou constatado que pelo sexto mês consecutivo as taxas de juros relativas à operação de crédito aumentaram. Os dados da pesquisa foram divulgados na quinta-feira, 9 de abril. Confira mais detalhes na continuação desta matéria.

Com a elevação das taxas pelo sexto mês consecutivo, os juros médios para pessoas física atingiram 6,71% ao mês, o que representa uma taxa de 118% ao ano. Vale ressaltar que este é o maior nível das taxas de juros médios desde agosto de 2011. Em fevereiro deste ano a taxa tinha chegado a 6,60%, ou seja, 115,32% ao ano.

É importante destacar que a pesquisa da Anefac registrou dados de seis linhas de crédito e o resultado foi que todas essas linhas pesquisadas registraram aumento das taxas médias. Um dos maiores aumentos foi registrado no juro do rotativo do cartão de crédito. Tal taxa que era de 11,67% (276,04 ao ano) em fevereiro pulou para 12,02% ao mês que representa nada menos que 290,43% ao ano. Dessa forma, esta é a maior taxa registrada desde abril de 1999.

Além disso, também podemos destacar o aumento registrado na modalidade de cheque especial, que é uma das mais caras. A mesma também contou com elevação da taxa de juros mensal em março. Dessa forma, a nova taxa registrada é de 9,64% contra os 9,44% em fevereiro.

Vale ressaltar que outros juros médios também sofreram aumento. Um dos exemplos é o empréstimo pessoal, bem como os juros do comércio que registram uma leve alta nas taxas. O juro médio do crédito pessoal passou para 3,90% em março, sendo que em fevereiro essa taxa era de 3,64%.

Outro detalhe muito interessante é quanto às causas dos aumentos das taxas de juros em diversas modalidades. Segundo a Anefac um dos principais motivos para a elevação de tais taxas está no atual cenário econômico ao qual estamos inseridos. Com o cenário de inflação alta é comum os bancos e demais serviços elevarem as taxas de juros médios.

Por Bruno Henrique

Cartão de crédito

Foto: Divulgação


A taxa de juros rotativos do cartão de crédito subiu em janeiro para 334% ao ano, ante 309,5% ao ano no mesmo período de 2014. Em dezembro, essa taxa era de 331,6%.

O juro rotativo se trata da linha de crédito pré-aprovada no cartão e inclui também saques na função crédito do meio de pagamento. A média de juros para pessoas físicas com recursos livres alcançou 52,6% ao ano no mês de janeiro. Tal taxa subiu 2,5% em ralação à de dezembro e 6,9 pontos percentuais em 12 meses. O patamar de janeiro é o maior desde o início da nova série histórica do Banco Central, em março de 2011. Antes, a maior taxa de juros, de 51,25% ao ano, havia sido registrada em outubro de 2011.

O Banco Central revisou as séries históricas relativas aos juros devido à mudança de metodologia.   A principal mudança em relação à nova metodologia foi a introdução dos juros do cartão de crédito, que subiram 2,7% em janeiro na comparação ao mês de dezembro de 2014, ficando em 73,3% ao ano.  

A taxa de juros do cartão é dividida em dois: crédito rotativo e crédito parcelado. Em relação à taxa específica do crédito rotativo no cartão, os juros atingiram em janeiro 334% ao ano, crescendo 2,4 pontos percentuais sobre dezembro e 24,5% pontos percentuais em 12 meses. Já os juros do cheque especial ficaram em 208,7% ao ano, uma alta de 7,7 pontos percentuais no mês e 54,6 pontos percentuais em 12 meses. Tal patamar atingido em janeiro é o maior desde abril de 1996, quando os juros da modalidade alcançaram 212,26% ao ano.

Túlio Maciel, chefe do Departamento Econômico do Banco Central, admitiu que houve aumento "em quase todas as modalidades de taxas de juros" praticadas no país. De acordo com ele, o movimento pode estar relacionado ao ciclo de política monetária, ou seja, à política de elevação da Selic, taxa básica de juros da economia, adotada nos últimos meses pela autoridade monetária. "É possível que parte da alta de juros reflita mudanças anunciadas nas taxas em programas no âmbito do BNDES", acrescentou.   O Banco Central também informou que o mês de janeiro registrou queda na inadimplência das pessoas físicas.

O indicador relativo aos débitos com recursos livres ficou em 5,4%, ante 5,5% em dezembro. O patamar atingido no mês anterior é o menor desde o início da série histórica, em março de 2011.

Por William Nascimento

Cart?o de Cr?dito


O período de férias acabou e, como diz a sabedoria popular, o ano no Brasil só começa depois do carnaval. E com os gastos das festas de fim ano somado às férias, carnaval e as outras contas do início de ano, como IPTU, IPVA, gastos com materiais escolares, é possível que muitas pessoas cheguem à conclusão que gastaram bem mais do que ganharam nesse período.

Se você é uma delas, veja 5 dicas de como equilibrar as suas contas e seguir com a vida financeira tranquila durante o resto do ano.

1. Evite o Cheque Especial

A tentação é grande. Você está cheio de contas para pagar e quando olha no seu extrato bancário, possui uma quantia à sua disposição que daria para quitar algumas delas, ou até mesmo todas. Segundo informações divulgadas pelo Banco Central, a taxa de juros superou os 200% ao ano, sendo considerada a mais alta dos últimos 16 anos.

Então, embora pareça ser uma solução fácil para os seus problemas, a longo prazo poderá aumentar ainda mais as suas dívidas.

2. Fuja dos cartões de crédito

Além da taxa de juros alta nas compras parceladas, os cartões nos dão a ilusão de possuir mais dinheiro do que temos de fato, o que pode aumentar o desequilíbrio financeiro.

3. Pesquise os preços na hora do supermercado

As compras de mês são um dos gastos que pesam mais no orçamento doméstico. Fazer uma lista de compras necessárias e pesquisar os preços em diferentes mercados irão garantir uma economia significativa na compras realizadas.

4. Arranje uma fonte de renda extra

Use a sua criatividade e crie uma fonte de renda extra. Você pode usar seus talentos para oferecer aulas, vender bijuterias, alugar uma vaga não usada na garagem ou oferecer algum serviço que saiba fazer. Não venda produtos para pagamento posterior, pois você poderá ganhar mais dívidas caso a pessoa resolva não pagar por eles.

5. Corte os gastos supérfluos

Doces, lanchinhos fora da hora, gastos com noitadas, passeios, compras no shopping, entre outros. Verifique quais os seus gastos são realmente necessários e quais deles podem ser evitados.

Por Raquel Conrado

Foto: divulgação


O brasileiro anda com bastante crédito na praça. Pelo menos é o que garante uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira das Empresas de Cartão de Crédito e Serviço (Abecs). Segundo o levantamento realizado pelo instituto, no ano passado foram realizadas compras no valor de R$ 978,8 bilhões com cartões de crédito e débito.

O número de transações em comparação ao ano anterior também teve aumento. De janeiro a dezembro, foram realizadas 10,3 bilhões de transações em todo o território nacional, uma alta considerável de 11%.

Em comparação nas compras nos cartões de crédito e débito, o de crédito teve a preferência dos consumidores brasileiros. Os gastos nesta modalidade foram responsáveis pelo montante de R$ 625,5 bilhões. O de débito, por sua vez, registrou R$ 353,3 bilhões.  Nestes valores não estão computados os gastos realizados por brasileiros no exterior.

O uso maior do cartão de crédito tem a sua explicação. Por oferecer maior facilidade no parcelamento de compras, muitas vezes sem juros, o cartão de crédito permite que seja utilizado em compras maiores. Além disso, a oferta de crédito no mercado tem crescido e contribuído para esses números.

Outro fator que pode colaborar para essa superioridade do cartão de crédito ante o cartão de débito são os pacotes de benefícios oferecidos pelos de crédito, que dão pontos em programa de fidelidade que podem ser trocados por produtos e serviços, entre eles, passagens áreas.

Para transações no cartão de crédito, o valor médio de compras foi de R$ 86,90. Já o de débito registrou a média de R$ 45,80.  

Com estes números sobre o aumento das transações em cartões de crédito e débito, a Associação Brasileira das Empresas de Cartão de Crédito e Serviço projeta um crescimento de 12% a 14% nas transações para 2015, o que significa que este número pode alcançar o montante de R$ 1,1 trilhão.

Por Julio Abreu

Comprar no cart?o

Foto: Divulgação


Um cartão de crédito às vezes é a única forma de consumir sem possuir dinheiro. Além do mais, é uma forma mais fácil de gastar mais do que se tem e depois não ter como pagar tudo o que deve no final do mês.

Como ainda não sabemos como lidar com esses problemas, siga a seguir algumas dicas de como utilizar seu cartão de crédito de forma inteligente e não ficar no zero todo o fim de mês:

1 – Estabeleça de forma consciente seu limite de crédito para ser gasto. Seja rigoroso neste sentido e respeite seu crédito, evite cair nas tentações de limites aprovados, faça uma análise rigorosa antes, pois isso pode vir a se tornar uma armadilha para você, além de ter sua dívida triplicada a curto prazo.

2 – Estabeleça negociações com a administradora de tarifas de seu cartão de crédito antes de começar utilizá-lo.

3 – Pague rigorosamente o valor de sua fatura sempre na data do vencimento, para que os juros absurdos não comprometam seu crédito futuramente. Caso houver um descontrole financeiro, procure imediatamente outras formas de financiamento para a sua fatura, tais como empréstimo pessoal ou consignado, por exemplo, para seu cartão não ficar sem saldo.

4 – Faça um controle de todos os parcelamentos do seu cartão. A soma do valor de todas as parcelas já poderá estar bem próxima do seu limite, e, fazendo isso você estará estabelecendo um limite consciente da sua renda mensal.

5 – Tenha apenas um único cartão de crédito. Se houver necessário de ter mais de um cartão(ões) adicional(is) para outra(s) pessoa(s) de seu convívio, a comunicação sobre finanças entre vocês deverá ser de forma mais clara possível, dessa maneira, vocês evitarão surpresas ao receber a fatura.

6 – Seja cuidadoso com a sua senha e com as compras eletrônicas. Se você não souber usar a segurança que os cartões proporcionam, por evitar andar com grandes quantidades de dinheiro por aí, você poderá entrar em um enorme pesadelo.

Por Daniela Almeida da Silva


Para quem for viajar para o exterior um bom conselho é utilizar dinheiro em espécie. Depois que o governo aumentou a taxa do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) dos cartões pré-pagos e de débito, de 0,38% para 6,38%, ficou mais vantajoso usar o dinheiro em vez dos cartões.

Os especialistas recomendam que a pessoa faça uma pesquisa de preços antes de viajar. Sabendo o valor exato que deverá gastar no exterior, a pessoa pode levar o dinheiro necessário e apenas usar o cartão em casos de emergência.

Com a internet é possível pesquisar desde preços de estadia de hotéis até a passagem de metrô.

Apesar de estar livre de altas taxas de impostos, o dinheiro em espécie tem suas desvantagens. Existe o risco de roubo, de perda, além do fato de ser muito perigoso para uma pessoa andar com dinheiro vivo.

O cartão pré-pago, mesmo com a mudança de IOF, pode ser mais atraente para quem busca segurança. Ele permite ao cliente obter conversões de moeda rapidamente, fica livre de flutuações cambiais e pode ser carregado com o tanto certo de dinheiro que se pretende gastar.

Além do dinheiro em espécie, o cartão de crédito também se tornou vantajoso para ser usado no exterior, uma vez ele proporciona a possibilidade de adiar o pagamento dos 6,38% com o valor da compra junto ao prazo de fechamento da fatura.

Fora isso, o cartão de crédito tem vantagens como os benefícios em milhas, que o cliente pode usar em seu favor para trocar por passagens aéreas, reservas em hotéis e até mesmo nas compras em lojas específicas.

Porém, o cartão de crédito requer mais cuidado do cliente para que o “valor limite” não seja extrapolado nas compras, já que os juros são bem altos.

Sendo dinheiro em espécie, cartão pré-pago ou cartão de crédito, agora a pessoa que viajar ao exterior terá que fazer um planejamento muito mais detalhado para não gastar além do necessário.

Por Luciel Ribeiro


Na segunda-feira, 22 de outubro, os papéis da companhia operadora de cartão de crédito  Cielo sofreram grandes perdas. A queda no valor das ações teria sido o resultado da notícia de que o Governo Federal teria iniciativas para tentar reduzir as tarifas cobradas pelas operadoras de cartão de crédito.

As ações ordinárias nominativas da empresa registraram uma perda de 5,47 pontos percentuais no pregão dessa segunda na Bovespa. Elas fecharam as negociações cotadas em R$ 46,94. A maior queda no valor de ações no pregão de segunda-feira.

O Estado de São Paulo publicou uma matéria na sua edição dessa segunda informando que o governo teria considerado as taxas cobradas pelas operadoras de cartões de crédito estavam muito elevadas. A equipe econômica do governo apurou que estavam sendo cobradas taxas de, em média, 4% por cada operação com cartão de crédito e de 6% em cada operação nos cartões de vale-alimentação.

A matéria informou, ainda, que a presidenta Dilma Rousseff teria solicitado ao Ministério da Fazenda e ao Banco Central que estudassem um meio de reduzir essas taxas. Os estudos seriam acompanhados de perto pelo gabinete da Casa Civil.

Por Matheus Camargo

Fonte: Infomoney


Pesquisa da ABECS, a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços, aponta que 75% da população economicamente ativa no Brasil já possui um cartão bancário, ou de crédito ou de débito.

Em 2008 a parcela da população que utilizava algum tipo de cartão em suas compras era de 68%. De acordo com a pesquisa atual em 2012 essa parcela chegará a 75%. Ainda segundo a Associação, o uso de papel moeda em espécie nas transações comerciais no país caiu para 38% contra uma subida de 23% nas transações financeiras com cartão de débito.

A ABECS realizou a pesquisa em parceria com o Datafolha e ela foi publicada em seu site.  Avaliando a série histórica da pesquisa, que já está em sua quinta edição, o presidente da ABECS afirma que a tendência de crescimento de transações financeiras com cartão no Brasil  deve continuar em 2013.

A pesquisa informa também que a forma de pagamento mais comum nos estabelecimentos comerciais são os cartões, com uma participação de 58% nas transações. De todos os meios de pagamento aquele que perdeu mais espaço foram os cheques, que apresentaram uma queda na participação de 7% para 3% em relação ao ano de 2008.

A pesquisa mostra ainda que o Brasil é o sétimo país no ranking mundial de transações financeiras com cartões de crédito em volume de dinheiro.

Por Matheus Camargo


A Febraban, Federação Brasileira de Bancos, considerou em seu último Informativo Semanal de Economia Bancária, que o crédito rotativo, cheque especial e cartões de crédito, estão pesando expressivamente na economia das famílias brasileiras. Os dados do Relatório de Estabilidade Financeira do Banco Central também confirmam essa informação.

Segundo o relatório do BC o crédito pessoal comprometia, em abril de 2012, 43% da renda da população brasileira. Desse montante, 27% são destinados ao pagamento das linhas de crédito rotativo. Dentre os pagamentos deste a maior parte é destinada aos cartões de crédito que representam 80% do total de dinheiro gasto com pagamento desse tipo de crédito, afirma a Febraban.

Ainda segundo essa entidade, o comprometimento de renda com o pagamento de linhas de crédito no Brasil poderia ser muito menor, caso a maior parte do crédito disponível estivesse concentrada em crédito imobiliário, como nos Estados Unidos. A Febraban afirma que o comprometimento de renda com pagamento de crédito poderia cair no Brasil dos atuais 22,1% para 9,8% se 80% das linhas de crédito brasileiras fossem para gastos imobiliários. Isso ocorreria, pois o crédito imobiliário tem juros menos elevados.

O Relatório do BC aponta, ainda, que os bancos públicos ganharam parcela considerável de mercado de linhas de crédito no último ano. A participação deles passou de 41,8% em julho de 2011 para o patamar 45,1% em julho deste ano.

Os bancos privados tiveram sua parcela reduzida dos anteriores 40,9% para atuais 38% do total do mercado de crédito. Isso ocorreu devido à ofensiva da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil, com a redução das taxas de juros em suas linhas de crédito, o que atraiu muitos clientes no período.

Por Matheus Camargo


Cartões de crédito: juros de 323,14% ao ano

A Associação de Consumidores Proteste divulgou nesta terça-feira (17/07) que no Brasil os juros no rotativo do cartão de crédito é 7 vezes maior do que os cobrados nos países da América Latina.

Mesmo com a taxa básica de juros ter sido reduzida, ficando em 8% ao ano, a taxa média anual dos financiamentos dos cartões de crédito é de 323,14% no Brasil. Ou seja, por mês a taxa média atual fica em 12,77%, fazendo com que uma dívida de R$ 100 no rotativo se transforme em R$ 423.

As taxas praticadas nos países da América Latina ficam assim distribuídas:

  • Peru (55%); Chile (54,24%); Argentina (50%), México (33,8%), Venezuela (33%) e Colômbia (29,33%).

Sendo assim, a média da taxa anual deles fica em 42,54%, ou seja, 7,6 vezes menor que a do Brasil.

Segundo a Proteste, não há uma justificativa que explique essa diferença entre as taxas dos outros países em comparação a taxa praticada no Brasil. As diferenças entre os indicadores econômicos dos países citados não são significativas, o que indica que há um grande exagero das taxas de juros de cartões de crédito cobradas no Brasil.


Os jovens da geração Y possivelmente observaram seus pais adquirem máquinas de lavar, televisores, aparelhos de sons e outros utensílios por meio de pagamento em dinheiro vivo ou via cheques. A segunda modalidade referida tem caído em desuso entre boa parte dos brasileiros por inúmeros motivos, um deles a expansão da possibilidade de portar cartões de crédito ou débito, dois meios mais simplificados.

Como consequência dessa tendência, falta de pagamentos no pré-datado passou a ser constatada. Pesquisa divulgada pela Serasa Experian, empresa de análise de crédito, assinala que a inadimplência com cheques caiu 1,8% entre janeiro e outubro de 2010, abraçando, deste modo, o menor nível visualizado dos últimos seis anos.

Segundo a Serasa, os cartões são os preferidos tanto nas compras a prazo como à vista, pois os cheques possuem várias burocracias (consultas, referências pessoais, endereço, telefone etc.) e os plásticos não. Basta digitar uma senha e/ou assinar um recibo.

Para Wagner Tadeu Pinto, diretor da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o principal motivo da tendência de maior usabilidade de cartões ante cheques é a segurança, uma vez que os cidadãos creem que o valor transferido chegará ao destinatário.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: R7


Dor de cabeça para muitos, o envio de cartão de crédito sem a devida requisição está próximo do fim. Muito próximo. Luiz Paulo Barreto, ministro da Justiça, recebeu da Associação Brasileira de Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) um documento público com a disposição – e compromisso – das instituições financeiras deixarem de praticar tal ato.

O relatório contém diretrizes pelas quais os bancos se empenham em encaminhar uma cópia de contratos aos seus clientes, além de elucidar, de modo cristalino, dados sobre juros inseridos nos sistemas de pagamento mínimo da cobrança do – temido para alguns – cartão de crédito.

De acordo com a Band Online, informações do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) indicam que os plásticos de crédito responderam por quase 36,5% do total de queixas da esfera financeira em 2009; grande fatia delas, cerca de 74,3%, correspondentes a cobranças.

Cabe ao consumidor vigiar se a prática de envio de cartão sem a devida solicitação será extirpada. Caso não o seja, as reclamações continuarão, certamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Contando com parceiros como a Endeavor, Vivo Empresas, Staples, Blackberry, Walmart e Dicico, o Visa empresarial chega ao mercado corporativo como um cartão que disponibiliza linhas de crédito, assim como capital de giro para as empresas interessadas.

Com o Visa Empresarial, e única e exclusivamente com ele, é possível fazer parte do Clube de Negócios Visa Empresarial que proporciona conteúdo com exclusivadade como dicas e ferramentas necessárias para gerir e gerenciar seus negócios, painel de negócios, rede de empreendedores, dicas e outras histórias de sucesso.

Para participar do programa e do clube acesse o site da VISA  e desfrute do melhor para sua empresa.

Por Teresa Almeida


Lançada em abril deste ano mediante parceria do Banco do Brasil e do Bradesco, a operadora de cartões de crédito Elo ganhou mais um adepto nesta última segunda-feira, 09 de agosto.

Trata-se da Caixa Econômica Federal, que entrou na parceria para ampliar os ganhos em sinergia já estimados anteriormente em um bilhão de reais. O presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, disse que os preços e condições da nova bandeira serão diferenciados em relação à concorrência.

O público-alvo da Elo serão clientes das classes C, D e E, e além de serviços de cartões de crédito, a operadora também irá trabalhar com funções de débito e cartões pré-pagos como o vale-alimentação.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Folha de São Paulo, Band


Você gasta mais do que ganha? Será que é você que ganha pouco, ou você não está sabendo como administrar o dinheiro?

Já diria o bom poupador: “Mais vale ganhar R$ 2 mil / mês e economizar R$ 200, do que ganhar R$ 5 mil e não economizar nada”.

Muitas vezes o problema em não economizar está justamente nas pequenas despesas, as quais você não dá tanto valor. São aquelas despesas que não constam em sua planilha de gastos, mas que no final do mês acabam tendo grande representatividade.

As pessoas tendem a analisar apenas as despesas de supermercado, alimentação, internet, tv a cabo, água, energia, etc., porém, esquecem de que aquela compra diária de supérfluos pode impactar fortemente no orçamento doméstico.

É fácil hoje encontrar pessoas com bons salários (R$ 6 mil ou acima), e que no final do mês esquentam a cabeça com dívidas de cartão de crédito, compras parceladas, e outros transtornos mil. Não siga esses maus hábitos! Crie uma fórmula para controlar o que você gasta.





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