Com o rebaixamento da nota do Brasil, o dólar disparou e atingiu o valor de R$ 4,35.

Um acontecimento negativo e que trouxe diversos impactos indesejados para a economia brasileira foi o rebaixamento da nota brasileira pela Standard & Poor’s. dentre as principais consequência tivemos a grande alta do dólar que ultrapassou o patamar de R$ 4,00 ao bater R$ 4,35. Portanto, esse é um impacto forte no câmbio e que acaba prejudicando diversos setores de nossa economia.

Vale ressaltar que as consequências do rebaixamento da nota brasileira, o que acabou retirando o selo de bom pagador do Brasil, foram imediatas. Portanto, o Governo Federal logo foi em busca de alternativas para conter a alta do dólar. Uma das primeiras medidas em repostas a alta da moeda norte-americana foi o leilão de US$ 1,5 bilhão de linhas de crédito por parte do Banco Central.

Apesar da medida destacada acima, os impactos do aumento do dólar não cessaram. Para se ter uma ideia, o dólar que é vendido aos turistas, ou seja, aquele que engloba tanto o valor da taxa de câmbio à vista como as taxas e margem de lucro de corretoras, alcançou alta de 3% em relação ao valor da semanada retrasada.

Levando em consideração o valor em espécie, às 11h da quinta-feira, 10 de setembro, o valor do dólar chegou a variar entre R$ 4,05 e R$ 4,10 quando as contas foram feitas com a alíquota de 0,38% do Imposto sobre Operações Financeiras. Porém, o resultado foi ainda maior quando o assunto é o cartão pré-pago, haja vista a tributação de nada menos que 6,38%. Nessa categoria o dólar chegou a variar entre R$ 4,25 e R$ 4,35.

Apesar do grande aumento no valor do dólar, as corretoras também acabaram enfrentando problemas. O grande motivo para isso está relacionado à queda na procura do dólar que soma 30%. Com isso, as corretoras buscam oferecer descontos tanto na cotação, bem como a serviços oferecidos aos clientes.

Por Bruno Henrique

Dólar


Nos anos de 2008 e 2009, o Banco Itaú foi eleito pela revista de negócios Global Finance como o melhor banco de câmbio do Brasil.

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Por Teresa Almeida





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