Confira aqui o que muda para os correntistas do HSBC com a mudança para Bradesco.

Nos últimos anos, os consumidores tem sido surpreendidos com frequentes notícias a respeito do término de algumas instituições bancárias que estão sendo compradas por outras de maior porte ou até mesmo por meio de fusão, sendo que a mais nova instituição que passará por este processo de transição será o conhecido HSBC. Essa mudança ocorrerá depois que ocorreu a aprovação da compra do HSBC pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), ocorrida no mês de junho, transação esta que foi efetivada pelo valor US$ 5,2 bilhões.

Na realidade essa modificação já começará a mudar os hábitos dos correntistas do HSBC nessa próxima quarta-feira, dia 05 de outubro de 2016, haja vista que a partir dessa data eles terão que fazer as suas operações no banco Bradesco, porém, apesar de ser uma novidade, para os correntistas do HSBC não é uma novidade que os pegou de surpresa, pois desde o começo do mês de setembro o Bradesco começou uma campanha de divulgação dessa mudança, na qual os clientes que possuem cartões de crédito e débito começaram a receber nas suas residências kits de boas vindas. Em muitos locais essa mudança já foi até efetivada, haja vista que não só as fachadas dos antigos bancos HSBC passaram a estampar a fachada do Bradesco, mas também os serviços de internet banking já foram habilitados e já estão operando com a nova interface.

Outro marco importante dessa mudança de instituição bancária será o dia 08 de outubro 2016, data em que os correntista do HSBC poderão de fato utilizar todas as funções disponíveis no pacote de serviço dos caixas eletrônicos.

Vale ressaltar que toda essa modificação será feita de forma gradativa, um exemplo disso é o fato de que os correntistas do HSBC que tiverem talões de cheque e cartões de crédito poderão continuar utilizando-os normalmente até o término do talão no caso de cheque, no entanto, no caso dos cartões de crédito os clientes devem providenciar a substituições destes até a data limite do dia 08 de outubro de 2016.

Para obter maiores esclarecimentos ou para retirar quaisquer dúvidas referente a este processo de transição os clientes podem ligar na Central de Boas-Vindas criada pelo Bradesco, cujo telefone é o 3003-5150 para as capitais e regiões metropolitanas e 0800-718-5150 para as demais localidades.

Por Adriano Oliveira


Nesta semana foi anunciada a venda do HSBC para o banco brasileiro Bradesco. Com isso, várias dúvidas surgiram em relação ao que irá acontecer com os clientes do HSBC. Pois bem, em um primeiro momento as mudanças serão mínimas.

Assim que o Bradesco anunciou a aquisição da unidade financeira do HSBC, os clientes deste último banco ficaram preocupados, principalmente, aqueles que possuem algum investimento ou empréstimo realizado junto ao banco, afinal, como ficará a situação deles agora que passam automaticamente a serem clientes do Bradesco?

Muitas são as dúvidas sobre o que vai ocorrer com os clientes do HSBC, mas em um primeiro momento, estas mudanças serão mínimas, quase que imperceptíveis para os clientes, pois a integração entre o Bradesco e o HSBC só vai de fato acontecer, quando houver a aprovação dos órgãos reguladores brasileiros. Até lá, os clientes do HSBC não deverão perceber nenhuma mudança significativa.

Quando os órgãos aprovarem a integração do HSBC com o Bradesco, nenhuma mudança poderá ocorrer para os clientes do HSBC em relação aos serviços que já vinham sendo oferecidos ou os custos que estes tinham em relação ao banco e se alguma mudança neste sentido acontecer, os clientes poderão procurar o PROCON para reclamarem seus direitos.

E é importante ressaltar que o próprio Bradesco se comprometeu a oferecer aos clientes do HSBC os mesmos produtos e serviços que eles já estavam acostumados a terem à disposição.

O Bradesco também se comprometeu em relação às facilidades que são oferecidas pelo HSBC no exterior, já que o Bradesco conta com uma rede de parcerias em diversos países.

E para quem é cliente do Bradesco, este banco ainda está estudando se vai oferecer aos seus antigos clientes os serviços e os produtos que eram oferecidos pelo HSBC, mas isso ainda vai demorar um pouco, pois o Bradesco vai analisar cada um dos serviços e produtos para ver o que é ou não interessante para disponibilizar.

Outro fato que poderá acontecer é que as agências do HSBC que se encontrem próximas às agências do Bradesco sejam fechadas. Quando o Itaú se uniu ao Unibanco, a grande maioria das agências do Unibanco foram mantidas, já que as agências do Itaú não estavam preparadas para receber os novos clientes.

No caso do Bradesco/HSBC ainda é muito cedo para dizer o que será feito, mas o certo é que, todo cliente que se sentir prejudicado, deverá procurar imediatamente o Procon.

Por Russel

Clientes do HSBC

Foto: Divulgação


Propostas dos bancos Bradesco, Itaú e Santander foram enviadas ao HSBC, porém, a que mais se sobressaiu foi a do Bradesco, que ofereceu R$ 12 bilhões pela unidade brasileira do HSBC.

O Bradesco está mesmo disposto a adquirir a unidade brasileira do banco HSBC e para isso poderá pagar até R$ 12 bilhões. Se o HSBC aceitar a proposta feita pelo Bradesco, a negociação poderá ser concluída até o fim deste mês de julho.

A proposta feita pelo Bradesco avaliou o HSBC, ou seja, a sua unidade brasileira, em 1,2 vez o valor contábil desta unidade.

O que ainda não se sabe é se este pagamento seria feito em dinheiro, que até o final do mês de março contava com ativos de mais de R$ 170 bilhões e a proposta surpreendeu o HSBC que havia planejado a venda da unidade até o fim do mês de agosto.

Desde que a unidade brasileira do HSBC foi colocada à venda em maio, as negociações avançaram de forma muito rápida, pois o Bradesco tem grande interesse nesta aquisição, pois o cenário atual para as instituições bancárias é de buscarem o crescimento para superarem os concorrentes menores, isso fortaleceria os bancos maiores diante de um cenário econômico bastante deteriorado.

O HSBC no Brasil não conseguiu crescer o tanto que precisava, ficando com um patrimônio negativo em 4,2% em 2014. Sem perspectiva de que as coisas pudessem melhorar, o HSBC preferiu vender sua unidade aqui no país.

O lance feito pelo banco Bradesco ficou acima da oferta do banco Itaú e também da oferta feita pelo Santander. Os 3 bancos tiveram interesse na aquisição da unidade do HSBC no Brasil e há cerca de 2 semanas enviaram suas propostas. Informações dão conta que as propostas ficaram entre R$ 8 bilhões e R$ 12 bilhões e a do Bradesco teria sido a maior de todas.

O Bradesco agora é o favorito para ficar com o HSBC Brasil, o que deixou o Santander em uma situação delicada, pois o banco precisa expandir seus negócios no Brasil e via nesta oportunidade uma excelente forma de atingir suas metas rapidamente. A proposta do Santander ficou entre R$ 9 bilhões e R$ 10 bilhões, não superando a proposta do Bradesco.

Alguns bancos estrangeiros, interessados em atuarem no mercado brasileiro, fizeram suas propostas, como os chineses, mas ficaram bem longe da proposta apresentada pelo Bradesco.

Por Russel

HSBC


O diretor executivo do Bradesco, Luiz Carlos Angelotti, prevê que o crédito no Brasil deve se ampliar em 15% em 2013. Um dos fatores favoráveis à ampliação do crédito no país teria sido a estabilidade do índice de inadimplência.

O Bradesco, segundo Angelotti, deve publicar suas expectativas de ampliação de crédito para 2013 junto com o próximo demonstrativo financeiro da instituição, em janeiro próximo. No período entre julho e setembro a carteira de crédito do banco atingiu um patamar de R$ 371,674 bilhões. Isso significa um aumento de 11,8% em relação ao mesmo período de 2011. O maior aumento ocorreu para os correntistas, como pessoas jurídicas, que subiu 13,3%.

O resultado é abaixo da meta do banco para o período, porém, Angelotti afirma que a instituição cumprirá  a meta de expansão para o ano de 2012. Segundo o diretor do Bradesco, a instituição atingirá o 'guidance' com o resultado do quarto trimestre. Ele destacou ainda que a equipe econômica do banco prevê que o último trimestre deve apresentar uma significativa elevação na tomada do crédito e, dessa maneira, fazer o resultado da expansão da carteira de crédito do banco entrar dentro da meta para o ano de 2012.

Fonte: O Estado de São Paulo

Por Matheus Camargo


Queda nas ações do Bradesco

Após o Bradesco anunciar que seu lucro líquido do 2º trimestre ficou abaixo das expectativas dos investidores, as ações do banco despencaram nesta segunda-feira (23/07).

Aproximadamente às 11h10 as ações (BBDC4) apresentaram queda de 6,22%, cotadas a R$ 28,63.

O Bradesco anunciou que seu lucro líquido atingiu R$ 2,833 bilhões no 2º trimestre deste ano, apresentando alta de 1,7% em relação ao mesmo período do ano passado.

O maior influenciador para esse resultado foi o crescimento na inadimplência, que teve provisão para devedores duvidosos de R$ 3,4 bilhões no período divulgado, apresentando uma alta de 39,8% em comparação ao 2º trimestre de 2011.

Outro fator foi que a carteira de crédito (que inclui avais e garantias) não cresceu como o esperado, obtendo expansão de apenas 14,1% em 1 ano e de 4% em relação ao 1º trimestre, ficando em R$ 364,96 bilhões.


Depois da Caixa Econômica Federal, do Santander e do HSBC anunciarem seus pacotes de redução nas taxas de juros em seus produtos, o banco Bradesco também anunciou cortes expressivos em suas taxas.

Segundo a instituição, a taxa sobre o crédito pessoal irá passar de 2,66% para 1,97% mensais, já a linha CDC Bens a nova taxa de juros será de 2,97%, anteriormente os juros eram de 3,54%.

Com relação ao financiamento de veículos, a taxa passou de 1,35% para 0,97%. Os aposentados que possuem operações com crédito consignado contarão com uma taxa de 0,9%. Os cartões de créditos feitos em parceria com as redes varejistas também terão taxas de juros menores no caso de parcelamento, as taxas cobradas serão de 2,49% para um prazo de 24 meses, vale lembrar que nesse caso poderá haver alguma variação.

O Bradesco também anunciou que haverá uma ampliação no limite de crédito, o aumento será superior a R$ 15 bilhões, sendo que desse valor R$ 5 bilhões serão voltados para Pessoas Jurídicas e R$ 9 bilhões para Pessoas Físicas.

As micro e pequenas empresas também serão beneficiadas com esse novo pacote, o Banco criou uma linha de crédito para CDC e Capital de Giro no valor de R$ 1 bilhão, nesse caso a taxa de juros a ser cobrada é de 2,9%.

Por Joyce Silva


O banco Bradesco anunciou que irá distribuir para os seus clientes Prime novos cartões com a tecnologia contactless. A novidade permite que os usuários desses cartões façam pagamentos diversos apenas pela aproximação nas máquinas, ou seja, não será necessário nenhum contato físico. Um chip especial é o responsável por esse novo recurso.

A ideia da instituição é que esses cartões passem a ser distribuídos para todos os clientes Prime a medida que o cartão antigo perder a validade.  Ainda segundo o Bradesco, os clientes poderão usar o novo cartão em toda a rede Cielo, sendo que a previsão é que o tempo de execução do pagamento apresente uma queda de cerca de 30% quando comparado aos pagamentos feitos em dinheiro ou cheque.

Os cartões com contactless também possuem maior agilidade do que os cartões tradicionais.  Outro ponto destacado pelo banco é a segurança, o novo cartão evita que terceiros tenham qualquer contato direto com o cartão, o que acaba evitando fraudes ou clonagem.

Segundo Márcio Parizzotto, Diretor do Bradesco Cartões, essa é uma possibilidade única para difundir o uso do pagamento realizado por aproximação entre os brasileiros, além de abrir as portas para o uso de celulares e tablets como um meio alternativo de pagamento.      

Por Joyce Silva


Levantamento realizado pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) revelou que as taxas de juros do cheque especial e dos empréstimos pessoais aumentaram no início de 2011. O estudo assinala que ao primeiro o índice subiu para 9,13% ao mês, contra 9,12% de antes, enquanto ao segundo o avanço chegou a 5,34% ao mês, ante 5,27% registrado anteriormente.

Segundo matéria da Agência Brasil, a instituição bancária Bradesco foi a precursora pelo progresso das taxas. No banco, os juros do cheque especial saltaram para 8,45% (antes era 8,4%), enquanto as taxas dos empréstimos pessoais pularam para 6%, 0,5% acima do índice anterior (5,5%).

Santander, Safra, Itaú, HSBC, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil sustentaram suas taxas de juros. O Bradesco, contrariado com o estudo, assegurou à Agência Brasil não ter alterado seus índices.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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