As taxas de juros das operações de crédito apresentaram redução pelo oitavo mês consecutivo, de acordo com pesquisa feita pela Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

Para a pessoa física, caiu de 5,81% ao mês em setembro para 5,5% em outubro. Para a pessoa jurídica, passou de 3,31% ao mês em setembro para 3,17% ao mês em outubro.

Os números mostram que, pela primeira vez, a taxa de juros média do cartão de crédito rotativo ficou abaixo de 10% ao mês devido à redução de 9,99% nas taxas agora em outubro.

Segundo a Anefac, as reduções estão ligadas à melhora dos indicadores econômicos e à maior competição no sistema financeiro depois de os bancos públicos diminuírem os juros. A expectativa dos executivos em finanças é que as taxas de juros continuem caindo nos próximos meses.


A Bolsa de Valores de São Paulo, Bovespa, apresentou uma tendência de queda no pregão do dia 9 de novembro, sexta-feira.

A Bovespa está acompanhando de perto a crescente tensão do mercado financeiro americano com os problemas das contas pública do país. A discussão deve ser o centro da vida política americana até o final do ano, quando será decidido o orçamento para 2013, agora que as eleições presidenciais terminaram.

O Ibovespa chegou a bater no piso dos 57 mil pontos pela manhã de sexta-feira acompanhando Nova York, onde o mercado de futuros caía 0,46%. A tendência de queda se alastrou nos índices da S&P 500, que caiam 0,44%. Somente o índice da Nasdaq apresentou variação positiva, com 0,33%.

O problema é o abismo fiscal nos Estados Unidos. Com a arrecadação estagnada pela recessão econômica, o governo norte-americano vê sua dívida pública chegar a patamares gigantescos, nunca antes alcançados. Além disso, o risco de recessão neste final de ano na França, que é a segunda maior economia da zona do euro, impacta o mundo financeiro.

Outro fator de desestabilização é a situação crítica na Espanha. O país em recessão não quer pedir socorro financeiro ao Banco Central Europeu, que certamente irá impor medidas de austeridade em troca do empréstimo ao país.

Por Matheus Camargo

Fonte: UOL   


Somente no dia 7 de novembro os investidores estrangeiros retiraram cerca de R$ 270,918 milhões da Bolsa de Valores de São Paulo, a Bovespa.

No pregão do dia 7 de novembro houve uma queda de 1,58% no Ibovespa, índice de negociações da Bovespa, atingindo um patamar de 58.517,35 pontos. O volume de negociações financeiras ficou em R$ 6,073 bilhões.

O saldo de investimentos estrangeiros aplicados na Bovespa está em R$ 4,730 milhões em negativo nos primeiros quatro dias úteis de novembro.

A debandada de capital externo na Bolsa deveu-se às expectativas ruins no mercado financeiro mundial nos últimos dias. As notícias sobre a possibilidade do não pagamento da dívida Grega, mais o problema nas contas públicas dos Estados Unidos fizeram os investidores recuarem em todo o mundo.

Para piorar a situação o Banco Central da França fez um anúncio em que prevê que a economia do país entrará em recessão nos últimos meses do ano.

As compras dos investidores estrangeiros na Bovespa ficaram no começo de novembro, até o dia 7, em R$ 9,698 bilhões. Já as vendas ficaram em R$ 9,703 bilhões. No acumulado desse ano o déficit de recursos externos nas comercializações da Bovespa está na casa dos R$ 2,431 bilhões.

Por Matheus Camargo

Fonte: UOL


Mauricio Tolmasquim, presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), diz que é preciso relativizar as quedas das empresas concessionárias do setor elétrico na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Segundo ele, as ações estão sempre oscilando.

O presidente da EPE afirma que as quedas no valor de mercado das ações de empresas de energia elétrica não poderiam se justificar por uma "surpresa" por parte dos investidores sobre as novas medidas do Governo tomadas em relação ao setor. Segundo ele, a redução das tarifas de energia elétrica foi amplamente anunciada e não deveria espantar ninguém. Ele ironizou: "só quem não leu jornal não sabia isso".

Tolmasquim disse ainda que se os fundos de investimento ou os analistas esperavam algo diferente e apostaram acima do que era possível nos papéis do setor a responsabilidade cabe a eles. Segundo o executivo, o mercado super estimou os valores das indenizações com ativos não amortizados das empresas e também os preços das tarifas e receitas. Por essa razão houve desapontamento entre os investidores com o anúncio do Governo sobre esses valores em 1º de novembro.

Por Matheus Camargo

Fonte: Estadão


No dia 6 de novembro, terça-feira, o preço do dólar caiu na Bovespa sob a expectativa do resultado do processo eleitoral para a presidência dos Estados Unidos que ocorre neste dia. As cotações operaram neste dia apertadas com a maioria dos investidores aguardando o resultado do pleito americano.

O baixo movimento no mercado cambial na terça-feira fez com que o preço do dólar caísse no pregão na Bolsa de Valores do Dow Jones. Em Nova Iorque o clima de suspense também cerca os investidores, com as últimas pesquisas dando uma vitória apertada de Barack Obama.

Por lá, o euro oscilou frente ao dólar sendo negociado a até US$ 1,2816. Na Europa o problema da insolvência do governo grego continua. Sem margem de recursos para continuar a pagar sua dívida o governo de Atenas ameaça dar um novo calote em seus credores. No dia 7 de novembro foi em votação no parlamento grego novas medidas de austeridade fiscal. As mobilizações contra as medida já começaram e uma greve geral de dois dias foi lançada na terça, dia 6, no país deverá parar toda Atenas.

Por Matheus Camargo

Fonte: UOL


Com o clima positivo nos mercados financeiros mundiais a Bovespa seguiu uma trajetória de alta rumo ao patamar de 60 mil pontos. O patamar é considerado como o "teto" atual das negociações da Bovespa, pois sempre que a bolsa consegue atingir ele não sustenta o patamar por muitos pregões consecutivos, apresentando queda logo em seguida.

Os principais papéis que apresentaram alta e ajudaram no bom resultado do pregão de terça-feira, 6 de novembro, foram os das siderúrgicas Vale e Petrobras.

Contribuiu para o clima positivo no mercado financeiro internacional o rápido processo de apuração de votos das eleições presidenciais no Estados Unidos. Já, durante a madrugada de terça para quarta-feira, 7 de novembro, os resultados foram anunciados e Obama foi reeleito para mais quatro anos na Casa Branca.

No pregão de terça-feirs o índice Ibovespa encerrou com uma variação positiva de 2,15% chegando a 59.458,59 pontos. No pico o índice apresentou uma alta de 2,32% com cerca e 59.561 pontos. Foram movimentados cerca de R$ 6,231 bilhões nesse pregão.

As ações da empresas Petrobras, Vale, Usiminas e outras siderúrgicas operaram em alta junto com a subida de preço das commodities no mercado exterior. As ações nominativas ordinárias da Petrobras (ON) apresentaram uma alta de 2,00%, enquanto as ações nominativas preferenciais subiram cerca de 2,07%.

Outro fator que poderia ter impulsionado as ações da petroleira teria sido rumores entre os investidores da bolsa de que o novo reajuste do preço dos combustíveis poderia ocorrer ainda esse ano, mesmo sem nenhuma sinalização oficial por parte do governo que isso poderia ocorrer.

Por Matheus Camargo


A Bovespa começou o pregão de segunda-feira (29/10) com grandes peças, operando em baixa em grande medida levada pela queda das ações da Petrobras. A grande estatal brasileira apresentou lucros muito abaixo do esperado pelos analistas,  o que derrubou o valor de mercado da suas ações.

Com um total de 57.176,58 pontos o pregão de segunda-feira teve uma queda de 0,17%.

No ano, as negociações da Bovespa ocupam uma posição de valorização de 0,74%. O volume de transações financeiras no pregão do dia 29 de outubro chegou a R$ 3,995 bilhões. Este é o menor giro de transações financeiras na Bovespa desde 3 de setembro. Os maus resultados na Bovespa, com a passagem do furacão Sandy nos Estados Unidos e a falta de comunicação com Dow Jones, deveu-se principalmente aos maus resultados das ações da Petrobras.

A estatal brasileira de petróleo acumulou perdas de 3,4% em suas ações ordinárias nominativas e perdas de 3,39% em suas ações preferenciais normativas. O mau resultado das ações da Petrobras é produto da decepção da avaliação dos analistas financeiros com os lucros da empresa no terceiro trimestre de 2012.

Além da redução dos lucros, influenciou para a queda das ações o fato de que a estatal diminuiu a sua produção diária de barris de petróleo. No último período a produção no terceiro trimestre de 2012 chegou a 2,523 milhões de barris diários. Isso representa uma retração de 2,2% na comparação com o mesmo período do ano de 2011.

Por Matheus Camargo

Fonte: Exame


O Conselho de Administração da empresa de energia elétrica Transmissão Paulista informou o mercado financeiro na terça-feira, 23 de outubro, que irá cancelar o aumento de capital com subscrição de ações à Bovespa no valor previsto de 28,83 milhões de reais. A empresa usou do direito de retratação para realizar a operação.

A empresa considera também a devolução do dinheiro da integralização de ações. A Transmissão Paulista não conseguiu obter a homologação parcial para o aumento de capital com venda de ações ordinárias nominativas. Com o direito de retratação realizado pela empresa de energia elétrica, ficaram para trás cerca de 1,292 milhões de ações não subscritas dividas entre 546.539 mil ações ordinária nominativas e 745.724 ações preferências nominativas.

As ações em conjunto teriam um valor de mercado no lançamento de 28,83 milhões de reais, que com o cancelamento da subscrição dos papeis deixaram de ser arrecadados pela empresa em sua proposta de aumento de capital com a operação na Bolsa de Valores de São Paulo.

A Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista é uma concessionária da rede de transmissão de energia elétrica no Brasil. A empresa é responsável por quase um terço da rede de transmissão de energia no país com mais de doze mil quilômetros de linhas em operação.

Por Matheus Camargo


No final das negociações de terça-feira, 23 de outubro, da Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) associada a Bovespa, a projeção da taxa DI para janeiro de 2013 estava em 7,10 por cento.

A taxa DI indica as projeções prefixadas de juros em contratos com liquidação futura. Atingindo a média de 7,10 por cento ontem com 655.330 mil contratos negociados. Já as taxas prefixadas em contratos para janeiro de 2014 estavam em 7,39 por cento, uma queda de 0,01% para os 268.350 mil contratos fechados na segunda-feira.

Esses números relevam uma trajetória de queda das taxas prefixadas de juros nos contratos futuros. Os motivos da queda são indicados como a deteriorização da situação na Europa com o anuncio do Banco Central da Espanha sobre o aprofundamento da recessão no país. 

A queda teria sido forçada também pelas previsões dos índices inflacionários no Brasil, com os últimos dados, mostrando que o ritmo de aceleração do crescimento da taxa de inflação começava a ser revertido na terceira semana de outubro, o que levou Alexandre Tombini, presidente do Banco Central, a afirmar que o país vai conseguir manter-se dentro da meta do governo para a inflação acumulada em 2012.

Por Matheus Camargo


Após alguns bons pregões no início da semana passada a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) começou a apresentar uma sucessão de quedas fortes. No pregão de terça-feira, 23 de outubro, a queda chegou ao impactante 1,72%, deixando o pregão no patamar dos 57.690 pontos.

As quedas da Bovespa começaram na quinta-feira passada, 18 de outubro, após a Bolsa alcançar o patamar dos 60.000 pontos no pregão de quarta. Como motivos das quedas, têm sido apontados por analistas as preocupações com a situação da Europa. Os mercados internacionais vieram sofrendo fortes perdas depois da reunião de lideres europeus na quarta-feira passada, onde se discutiu a possibilidade da união bancária entre os países da zona do Euro. As discussões, no entanto, não foram muito para a frente e o futuro da União Europeia é incerto.

A situação na Europa ficou ainda pior com o anúncio do Banco Central da Espanha de que a recessão no país está ainda pior, nesta terça-feira. Segundo informações do BC espanhol o Produto Interno Bruto do país está em queda de 1,7% no acumulado do ano de 2012.  A agência financeira Moody's rebaixou as notas dos ratings de todas as regiões da Espanha. O dado indica a perda de confiança nas instituições espanholas em conseguirem pagar suas dividas.

Sobre as notícias domésticas, a Bolsa vive o impacto da apresentação dos balanços financeiros das empresas com as ações mais negociadas na Bovespa. Essa semana devem ser apresentados os balanços da Companhia Vale do Rio Doce, da Petrobras e dos bancos privados nacionais. O Bradesco já apresentou o seu e demonstrou um lucro líquido de R$ 3,412 bilhões entre julho e setembro deste ano.

Por Matheus Camargo

Fonte: UOL


Essa promete ser uma semana agitada na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) com a divulgação dos balanços comerciais das principias ações negociadas no Brasil. Entre 22 e 26 de outubro a Companhia Vale do Rio Doce e Petrobras, que possuem as ações mais negociadas na Bovespa devem divulgar seus resultados do terceiro trimestre de 2012. Ainda os bancos Bradesco e Itaú Unibanco também devem publicar seus balancetes financeiros do último período.

Quarta-feria, 24 de outubro, é a vez da Vale publicar seu balanço financeiro para o trimestre que vai entre julho e setembro. De acordo com analistas a empresa deve apresentar uma pequena subida na produção do minério de ferro, principal produto comercializado pela Vale. Porém os resultados podem não ser bons, devido a queda no preço médio da commodity no período que deve ficar em volta de 21 por cento mais barata. Isso pode levar a um duro golpe no rendimento da empresa no período.

A Petrobras prevê a publicação de seu balanço financeiro do trimestre para sexta-feira, 26 de outubro. No segundo trimestre de 2012, a gigante brasileira decepcionou o mercado ao apresentar um resultado de 1,346 bilhão de reais em prejuízo líquido. Analistas previam que a Petrobras deveria demonstrar um lucro líquido de 1,58 bilhão de reais para esse período.

Por Matheus Camargo


Na segunda-feira, 22 de outubro, os papéis da companhia operadora de cartão de crédito  Cielo sofreram grandes perdas. A queda no valor das ações teria sido o resultado da notícia de que o Governo Federal teria iniciativas para tentar reduzir as tarifas cobradas pelas operadoras de cartão de crédito.

As ações ordinárias nominativas da empresa registraram uma perda de 5,47 pontos percentuais no pregão dessa segunda na Bovespa. Elas fecharam as negociações cotadas em R$ 46,94. A maior queda no valor de ações no pregão de segunda-feira.

O Estado de São Paulo publicou uma matéria na sua edição dessa segunda informando que o governo teria considerado as taxas cobradas pelas operadoras de cartões de crédito estavam muito elevadas. A equipe econômica do governo apurou que estavam sendo cobradas taxas de, em média, 4% por cada operação com cartão de crédito e de 6% em cada operação nos cartões de vale-alimentação.

A matéria informou, ainda, que a presidenta Dilma Rousseff teria solicitado ao Ministério da Fazenda e ao Banco Central que estudassem um meio de reduzir essas taxas. Os estudos seriam acompanhados de perto pelo gabinete da Casa Civil.

Por Matheus Camargo

Fonte: Infomoney


Com o horário de verão, a Bovespa decidiu aumentar o tempo de negociação de contratos futuros na segunda-feira, dia 22 de outubro. O horário do pregão de ações da Bovespa continua com o horário inalterado.

Com a alteração, no dia 22 de outubro os contratos futuros passarão a ser negociados das 9:00 às 18:00, normalmente o tempo de negociação se encerra às 17:00.

Essa é a única mudança expressiva no funcionamento da Bovespa com o novo horário de verão, que entrará em vigor no país a partir da meia-noite de domingo, dia 21 de outubro. O pregão de negociação de ações se mantém normalmente, começando às 10:00 e se encerrado às 17:00.

Além das negociações de contratos futuros, ainda haverá a extensão do tempo de negociação para o leilão de fechamento de mercado do balcão organizado e para os Fundos de Investimento Imobiliário (FII).

Todas as extensões de negociação serão marcadas por uma chamada de fechamento dos negócios, com antecedência de dez minutos, seguida de outras chamadas. O fechamento definitivo das negociações ocorrerá dois minutos após a última chamada de fechamento de negociações.

Fonte: Infomoney

Por Matheus Camargo


A Bolsa de Valores de São Paulo consolidou na tarde dessa sexta-feira, dia 19 de outubro, uma trajetória de queda. O pregão da Bovespa perdeu o patamar dos 59.000 pontos e apresentava uma forte queda de 1,47% às quinze horas e trinta minutos da tarde, com 58.853 pontos.

O pregão dessa sexta-feira começou com oscilações entre perda e ganhos e atingiu um pico de 59.844 pontos por volta das dez horas e dez minutos da manhã, com alta de 0,18 pontos percentuais. Após isso se iniciou uma trajetória de queda que se acentuou à tarde.

A Bovespa seguiu a queda generalizada das bolsas internacionais com a Dow Jones, na liderança das perdas acumulando menos 1,64 por cento. O centro dos maus resultados no mercado financeiro volta a ser a Europa. Apesar de na última reunião da União Europeia os líderes políticos europeus terem dado um passo na criação de um supervisor bancário para a zona do euro, as bolsas não reagiram bem.

A situação do mercado brasileiro não está melhorando, o que contribuiu na baixa da Bovespa. O IPCA-15, prévia do índice de inflação ao consumidor nos primeiros quinze dias do mês, mostrou que outubro já acumula uma inflação de 0,65%. Isso pode indicar que a inflação de outubro supere a alta forte de setembro e faça com que o acumulado do ano de 2012 supere o centro da meta do governo.

Fonte: Infomoney

Por Matheus Camargo


Papéis da Hering e Gafisa lideram as quedas em mau dia da Bovespa que rompeu o patamar dos 59.000 pontos e apresenta perdas de mais de 1% na sexta-feira, dia 19 de outubro.

A Bovespa, seguindo os resultados ruins das bolsas internacionais, apresentou seu segundo dia de queda na semana passada. Os papéis que mais desvalorizaram foram da Gafisa (com menos 5,04%, às 15h30), sendo negociados a R$ 4,33 a unidade. A segunda maior queda no meio da tarde era apresentada pelos papéis da Hering, que acumularam perdas, até o momento, de 4,30% sendo negociados a R$ 44,45 a unidade.

As ações da Gerdau e da Usiminas apresentavam fortes quedas também. Os papéis da Gerdau passaram o limite de perdas de 4% na sexta-feira e eram negociados a R$ 18,03 a unidade (para as ações GERDAU PN N1) e R$ 22,85 a unidade (para as ações GERDAU MET PN N1). Já os papéis da Usiminas apresentavam baixa de menos 3,89% por volta das 15h, sendo negociados a R$ 11,42 a unidade.

Na sexta-feira, as perdas da Bovespa também foram influenciadas pela publicação feita pelo IBGE da prévia da inflação de outubro, que ficou em 0,65% para os primeiros quinze dias do mês. Com esse índice, a inflação de outubro pode superar a de setembro e empurrar o acumulado de 2012 para cima do centro da meta estabelecida pelo governo.

Por Matheus Camargo

Fonte: BovespaInfoMoney


As ações das empresas brasileira na Bovespa tiveram juntas uma valorização de 6,4% esse ano contra o ano passado. São 295 companhias que possuem papeis que são negociados na Bolsa de Valores de São Paulo ela valem em conjunto 2,3 trilhões de reais. Esse resultado desconsidera ainda o bom desempenho da Bovespa na segunda-feira, 15 de outubro, quando o pregão fechou em alta de 0,74%.

A líder nos ganhos da bolsa de valores foi com as ações da cervejaria Ambev. O valor de mercado da empresa está em 230,3 bilhões de reais e obteve um crescimento esse ano de quase 43 bilhões de reais. A empresa que mais teve redução no seu valor de mercado foi a OGX, de Eike Batista. Ela perdeu em 2012 quase 26 bilhões em seus papeis negociados na bolsa.

No quadro geral, os piores desempenhos das ações de empresas brasileira em 2012 estão associadas as empresas do setor elétrico e os bancos. Dentre eles o que sofreram mais desvalorização em suas ações foi o Itaú Unibanco, que vale menos dez bilhões de reais no resultado acumulado desse ano.

Analistas atribuem essa desvalorização nos papeis dos bancos à política proporcionada pelo governo federal de impulsionar a competitividade no setor com corte das taxas de juros e valor de tarifas na Caixa e no BB.

Por Matheus Camargo


Na terça-feira, 9 de outubro de 2012, a Bolsa de Valores de São Paulo fechou em baixa de 0,64% com o patamar de 58.939 pontos. O volume das transações foi de R$ 6,492 bilhões.

Esse resultado é o produto de diversos fatores, apontaram os analistas, como a oscilação negativa das principais bolsas mundiais, como a Dow Jones, que variou negativamente em 0,81%, e a Nasdaq, que apresentou queda de 1,52%. Além disso, o que puxou para baixo o desempenho da Bolsa de Valores brasileira foi a queda nos papéis dos grandes bancos nacionais.

O mau desempenho internacional está relacionado, também, com as reduções de projeções de crescimento avaliadas pelo FMI em seu relatório mensal. O Brasil sofreu uma importante queda na redução da projeção de seu crescimento, que era de 2,5% e agora é avaliada pela instituição internacional em 1,5%.

Por aqui, as ações que tiveram a maior baixa em seus valores foram as dos bancos. O Bradesco perdeu menos 3,06%, a segunda maior perda da bolsa nesta terça, seguido dos papéis do Itaú Unibanco, com menos 2,46%, e depois do Santander, com menos 2,38%. O Banco do Brasil, apesar do recente anúncio no corte de preços de tarifas e pacotes de serviços e do bom desempenho dos últimos meses, ganhando mercado frente aos bancos privados, também sofreu uma baixa de menos 0,13%.

Por Matheus Camargo

Fonte: Valor Econômico


Nesta terça (11), a Bovespa encerrou em alta, quando o governo brasileiro divulgou a redução de tarifas de energia elétrica.

Tal medida deverá beneficiar ações do setor industrial, com maior destaque para as siderúrgicas. Em âmbito externo, os pacotes de estímulo na China e nos Estados Unidos influenciaram os mercados.

Para os Estados Unidos, o pensamento é para que aconteça uma nova rodada de afrouxamento monetário. Já na China, o pacote de estímulos que foi anunciado na semana passada contribuiu para o avanço das ações na sessão, de acordo com os operadores.

O Ibovespa, que é principal índice da bolsa de São Paulo, subiu 1,74%, a 59.422 pontos. Os investidores ainda esperam o anúncio do Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, nesta quinta (13).

Na quarta (12), será conhecida a decisão da corte da Alemanha sobre o fundo de resgate da zona do euro.

 Nesta terça, o governo brasileiro anunciou a redução de tarifas de energia elétrica de 16% para 28% para a indústria e consumidores residenciais. Segundo especialistas, a medida deverá ajudar especialmente as siderúrgicas.


Nesta terça (04), a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera em queda, acompanhando o clima de cautela dos mercados externos.

Os investidores estão em compasso de espera por detalhes da ação vinda do Banco Central Europeu (BCE) nesta semana.

Por volta das 15h22 (horário de Brasília), o Ibovespa apresentava recuo de 1,14%, a 56.621 pontos.

Nesta quinta-feira, haverá a decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE), o que deixa os agentes na expectativa. O presidente da Instituição, Mario Draghi, fará uma coletiva de imprensa, que poderá anunciar medidas de estímulo frente a zona do euro.

Nesta segunda-feira, o principal indicador do mercado acionário brasileiro operou em alta de 0,39%, a 57.281 pontos.


Bovespa opera em queda.

Depois de operar em alta na manhã desta sexta (31), a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) mudou o seu rumo e já opera em baixa no dia de hoje.

Isso ocorreu depois do discurso do presidente do Federal Reserve (banco central dos EUA), Bem Bernanke.

Com relação a cena doméstica, o mercado estava avaliando o desempenho da economia brasileira no segundo trimestre, apresentando um crescimento de 0,4% frente ao primeiro trimestre.

Por volta das 13h56, o Ibovespa, que é o principal índice da bolsa paulistana, tinha uma baixa de 0,10%, a 57.198 pontos.

Hoje, Bem Bernanke comentou que o avanço para a redução do desemprego no país ainda é muito lento e que o banco central poderá agir conforme o necessário para o fortalecimento a recuperação econômica.

Bernanke disse que o mercado de trabalho dos Estados Unidos representa hoje uma grande preocupação.

Nesta quinta, 30 de agosto, o Bovespa encerrou os negócios com queda pelo segundo dia seguido, o que reflete o mau humor dos mercados externos, trazendo investidores cautelosos frente as incertezas sobre possíveis novas medidas de estímulo pelo Fed.

O Ibovespa apresentou queda de 0,20%, a 57.256 pontos. O giro financeiro do pregão foi de R$ 5,79 bilhões, o que é abaixo da média diária.


Bovespa.

Nesta terça (28) a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) está operando com valorização. Por volta das 13h04, o Ibovespa, que é o principal índice da bolsa paulistana, apresentava valorização de 0,76, aos 58.555 pontos.

Nesta segunda (27), o indicador tinha fechado em queda pelo terceiro pregão seguido, apresentando investidores cautelosos frente aos crescentes sinais de desaceleração da China e também pela espera de novas medidas dos bancos centrais para a estimulação da recuperação global.

Com isso, o Ibovespa encerrou em queda de 0,54%, com 58.111 pontos. Com relação ao giro financeiro da bolsa, ele foi de R$ 4,7 bilhões, o que foi abaixo da média de 2012 que era de R$ 7,2 bilhões.

Neste ano, a bolsa apresentava uma alta acumulada de 2,39%, sendo que no mês de agosto, o número foi de R$ 3,59%.


Bovespa.

Nesta sexta (24), depois de recuar cerca de 1% na véspera, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera hoje em queda, acompanhando o movimento dos mercados externos.

Isso acontece frente ao enfraquecimento das expectativas de atuação dos bancos centrais para estimular a recuperação da economia global.

Por volta das 14h02, o Ibovespa apresentava recuo de 0,33%, com 58.319 pontos. A bolsa estava acompanhando o clima de maior aversão frente aos riscos dos mercados externos, que lidam com incertezas diante dos novos estímulos da zona do euro e Estados Unidos.

Ontem, dia 23 de agosto, o principal índice do mercado acionário brasileiro teve queda de 1,46%, a 58.511 pontos.


Ibovespa fechou com leve alta nesta segunda-feira

A Bovespa encerrou o dia de hoje (20/08) com leve alta, após as negociações terem ficado sem direção definida por boa parte do dia. O mercado ainda está à espera de medidas de ajuda à zona do euro.

O Ibovespa encerrou em alta de 0,34%, a 59.283 pontos. O giro financeiro do pregão foi de R$ 9,917 bilhões. No acumulado mensal a alta é de 5,68%, e no anual, 4,46%.

O dia também foi marcado pelo vencimento de opções sobre ações. Segundo a BM&FBovespa, o exercício de contratos de opções sobre ações movimentou R$ 3,97 bilhões, sendo R$ 944,92 milhões em opções de venda e R$ 3,03 bilhões em opções de compra.

Os investidores também estão ansiosos com os eventos que serão realizados nesta semana, como os encontros do premiê grego, Antonis Samaras, com o presidente do Eurogrupp, Jean-Claude Juncker, na quinta-feira, dia 22; com a chanceler alemã, Ângela Merkel, na sexta-feira, dia 24; e com o presidente francês, François Hollande, no sábado, dia 25.


Ibovespa opera em queda no dia de hoje

O principal índice da Bovespa opera em queda nesta sexta-feira (17/08), indo em sentido oposto da véspera, quando encerrou o dia em alta de 2,16%.

Às 11h20, o Ibovespa registrou queda de 0,36%, a 59.229 pontos.

Outra influência no pregão de hoje, foi a divulgação do resultado do IBC-Br, que revelou alta da atividade econômica do Brasil no mês de junho.

Ontem, o índice encerrou em alta de 2,16%, a 59.445 pontos, influenciado pelos bons números da economia doméstica, e pelos dados das vendas no varejo, que mostraram crescimento de 1,50% no mês de junho em relação a maio.


Boas notícias sobre a economia doméstica brasileira e o bom humor sobre a economia externa fizeram com que a Bolsa de Valores de São Paulo fechasse o dia de hoje com uma boa valorização, subindo 2,16%, a 59.445 pontos.

Portanto, trazemos os resultados finais das principais ações do índice de hoje:

  • Maiores altas:

– PDG REALT ON: 10,29%, a R$ 3,75;

– BRASKEM PNA: 7,78%, a R$ 15,37;

– MRV ON: 5,84%, a R$ 11,97;

– GAFISA ON: 5,80%, a R$ 3,65;

– GOL PN: 5,02%, a R$ 10,25.

  • Maiores baixas:

– ULTRAPAR ON ED: -1,64%, a R$ 45,05;

– COSAN ON: -0,56%, a R$ 32,02;

– TELEF BRASIL PN: -0,52%, a R$ 49,83;

– MARFRIG ON: -0,39%, a R$ 10,34.


Ibovespa fechou o dia em alta de 2,16%

A Bovespa terminou o dia em alta nesta quinta-feira (16/08).

O resultado positivo foi impulsionado pelas ações da Vale, que voltaram a ganhar valorização no mercado externo, e pela rodada de bons números na economia nacional.

Portanto, o Ibovespa fechou em alta de 2,16%, a 59.445 pontos, registrando o maior índice desde 11 de maio. O giro financeiro do pregão foi de R$ 6,577 bilhões.

Além dos fatores que influenciaram a valorização da bolsa citados acima, a notícia de ontem sobre o projeto de concessões de ferrovias e rodovias também repercutiu positivamente no mercado.

O setor da construção civil também aparece otimista, e disparou na bolsa hoje, liderado pela PDG Realty, que encerrou o dia em alta de 10,29%, a R$ 3,75.


Ibovespa registra alta nesta quinta-feira

O principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo opera em alta no dia de hoje (16/08), impulsionado pelos ativos da Petrobras e da Vale, e com os investidores analisando o bom resultado (melhor do que o esperado) das vendas no varejo brasileiro de junho deste ano.

Por volta das 13h53, o Ibovespa registrava alta de 1,12%, a 58.848 pontos.

Ontem, o índice fechou em alta de 0,18%, a 58.189 pontos.


O Ibovespa fechou o dia em leve alta de 0,18%, a 58.189 pontos, influenciado pelos resultados empresariais que estão sendo revelados desde terça-feira.

Com isso, trazemos os principais resultados das ações obtidos no dia de hoje (15/08):

  • Maiores altas:

– GAFISA ON: 6,12%, a R$ 3,47;

– BROOKFIELD ON: 5,76%, a R$ 3,49;

– SANTANDER BR UNT: 3,03%, a R$ 15,99;

– BRASIL ON: 2,98%, a R$ 23,14;

– GOL PN: 2,93%, a R$ 9,83.

  • Maiores baixas:

– COPEL PNB: -4,78%, a R$ 41,42;

– LOJAS AMERIC PN: -4,60%, a R$ 14,31;

– OGX PETROLEO ON: -3,88%, a R$ 5,95;

– B2W VAREJO ON: -3,72%, a R$ 6,47;

– MMX MINER ON: -2,84%, a R$ 5,47.


Ibovespa encerrou o dia em alta de 0,18%

O principal índice da Bovespa encerrou esta quarta-feira (15/08) em leve alta, depois de passar o dia com oscilações negativas e positivas.

O Ibovespa fechou em alta de 0,18%, a 58.189 pontos. O giro financeiro da sessão foi de R$ 21,056 bilhões.

A bolsa teve grande influência dos vencimentos de índice e dos resultados corporativos, que estão sendo revelados desde terça-feira, fazendo com que as ações tenham bastante movimentação.

A mínima do índice de hoje foi de -0,78%, e a máxima, de 0,50%.


Bovespa registra desvalorização nesta quarta-feira

No início do dia de hoje (15/08) a Bovespa apresentava valorização, porém no decorrer do pregão passou a operar em queda.

Às 15h20, o Ibovespa registrava desvalorização de 0,16%, a 57.989 pontos.

Ontem, o índice encerrou em queda, após uma sessão carregada de resultados corporativos e às vésperas do vencimento de opções sobre índice futuro e opções sobre índice.


Bovespa encerrou o dia em queda de 1,76%

Após operar sem uma tendência definida na maior parte do dia, o principal índice da Bovespa encerrou esta terça-feira (14/08) em queda, acompanhando um movimento de realização de lucros após os ganhos recentes.

A queda ocorreu em uma sessão de resultados corporativos e às vésperas do vencimento de opções sobre índice e opções sobre índice futuro.

A baixa do Ibovespa foi de 1,76%, a 58.082 pontos, e o giro financeiro foi de R$ 6,730 bilhões.

Os papéis preferenciais da Gol registraram a maior baixa no índice, com queda de 12,86%, a R$ 9,55.


Ibovespa registra leve alta nesta terça-feira

A Bovespa opera em leve alta nesta terça-feira (14/08), acompanhando as bolsas externas, após informações que indicaram uma contração da zona do euro no 2º trimestre deste ano, reforçando as expectativas de que BCE possa tomar alguma atitude para conter a crise da região.

Às 11h21, o Ibovespa subia 0,13%, a 59.197 pontos.

No cenário doméstico, o destaque fica para a agenda carregada de resultados corporativos e o vencimento de opções sobre o índice na quarta-feira, que podem influenciar o pregão, adicionando volatilidade.


Ibovespa fechou em leve queda nesta segunda-feira

O principal índice da Bovespa encerrou esta segunda-feira (13/08) em leve queda de 0,27%, a 59.122 pontos. O giro financeiro da bolsa foi de R$ 5,22 bilhões.

Os investidores permanecem cautelosos e com pouca atração por ativos de risco, preocupados com andamento da economia mundial.

No acumulado mensal, a Bovespa registra valorização de 5,39%, e no anual, a elevação é de 4,17%.


Ibovespa opera em queda nesta segunda-feira

Diante das preocupações com a recuperação global, a Bovespa vem acompanhando o mercado externo nesta segunda-feira (13/08) e segue em queda.

Às 14h10, o Ibovespa registrava baixa de 0,10%, a 59.223 pontos.

Outro fator que vem influenciando esta queda é a nova piora nas expectativas para o desempenho da economia do Brasil neste ano, pois a perspectiva para o crescimento do PIB brasileiro foi reduzida para 1,81% ante 1,85% de antes.


Ibovespa fechou em alta nesta sexta-feira

O principal índice da Bovespa encerrou em alta nesta sexta-feira (10/08) influenciada pelas ações da Gafisa, que subiram mais de 15% após a divulgação dos resultados positivos obtidos no segundo trimestre.

O Ibovespa subiu 0,82%, a 59.280 pontos. O giro financeiro do pregão foi de R$ 6,248 bilhões. No acumulado semanal, o índice tem alta de 3,53%, e no anual a valorização é de 3,15%.


Ibovespa opera em alta nesta sexta-feira

Após abrir o dia de hoje (10/08) em queda, influenciada pela divulgação dos dados ruins registrados na China em julho, que é o principal parceiro comercial do Brasil e forte comprador de matérias-primas, a Bovespa inverteu a situação e passou a operar em alta.

Às 15h06, o Ibovespa registrou alta de 0,60%, a 59.148 pontos.

As ações da Gafisa também apresentaram alta de 9,97%, a R$ 3,42, influenciadas pelo bom desempenho obtido no segundo trimestre.

Por outro lado, os papéis da Rossi foram a principal baixa vista até o momento na Bovespa, com queda de 4,70%, a R$ 5,47.


Depois de quebrar as consecutivas altas registradas nos últimos 4 dias, o Ibovespa encerrou esta quinta-feira em queda de 0,26%, mas quase alcançou os 59 mil pontos, ficando nos 58.797.

As ações da Petrobras, que estavam em forte alta ontem, apresentaram um recuo de 0,85% (preferenciais), a R$ 21,00, depois que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, declarou que os preços dos combustíveis podem não sofrer reajustes neste ano.

Já, entre as ações com as maiores altas registradas entre as 18h10 e 18h41, estão:

– GOL PN: 4,38%, a R$ 10,49;

– CESP PNB EJ: 3,46%, a R$ 36,80;

– GAFISA ON: 2,98%, a R$ 3,11;

– ELETROPAULO PN: 2,91%, a R$ 19,09;

– OGX PETROLEO ON: 2,91%, a R$ 6,37.

E, as ações com as maiores baixas vistas entre as 18h22 e 18h41, foram:

– V-AGRO ON: -5,13%, a R$ 0,37;

– JBS ON: -3,72, a R$ 5,70;

– LOJAS RENNER ON: -3,45%, a R$ 63,05;

– USIMINAS PNA: -3,03%, a R$ 8,00;

– MMX MINER ON: -2,92%, a R$ 6,31.


Ibovespa fechou em queda nesta quinta-feira

O principal índice da Bovespa encerrou o dia de hoje (09/08) com leve queda, após quase se aproximar dos 59 mil pontos no fechamento de ontem. Com isso, quebrou a sequência de quatro altas consecutivas.

O Ibovespa registrou baixa de 0,26%, a 58.797 pontos. O giro financeiro foi o menor deste mês, com R$ 5,733 bilhões. No acumulado anual, a valorização é de 3,6%. Já, na semana a alta acumulada é de 2,69%, e no mês, é de 4,84%.

De acordo com os operadores de mercado, os investidores estavam otimistas e ao mesmo tempo cautelosos diante da falta de notícias dos mercados externos.


Impulsionada pela valorização dos ativos da Petrobras, a Bovespa encerrou esta quarta-feira em alta de 2,12%, a 58.950 pontos.

Com isso, as ações com as maiores altas registradas entre as 17h58 e 18h24, foram:

– GAFISA ON: 7,88%, a R$ 3,01;

– USIMINAS ON: 7,10%, a R$ 9,35;

– ROSSI RESID ON: 6,25%, a R$ 5,61;

– CIA HERING ON: 5,66%, a R$ 43,06;

– USIMINAS PNA: 5,64%, a R$ 8,24.

As ações com as maiores baixas, entre as 17h54 e 18h18, foram:

– SOUZA CRUZ ON: -2,85%, a R$ 27,20;

– CESP PNB: -2,61%, a R$ 35,69;

– FIBRIA ON: -2,42%, a R$ 15,68;

– ULTRAPAR ON: -1,55%, a R$ 46,09;

– LOCALIZA ON: -0,73%, a R$ 33,90.


Ibovespa fechou em alta de 2,12% nesta quarta-feira

A Bovespa reagiu no dia de hoje (08/08) e fechou em alta, impulsionada pela valorização dos papéis da Petrobras. As ações da estatal subiram após as afirmações do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, de que há possibilidade do preço da gasolina aumentar neste ano.

O Ibovespa apresentou alta de 2,12%, a 58.950 pontos. Sendo assim, a bolsa acumula alta de 5,09% neste mês, e crescimento de 3,87% no ano. O volume financeiro ficou em R$ 7,122 bilhões, um pouco acima da média dos últimos dias.


Bovespa opera em alta nesta quarta-feira

O principal índice da Bovespa opera em alta no dia de hoje (08/08) impulsionado pelos bons ganhos das ações da Petrobras, depois da notícia de que o governo estaria revendo um novo aumento nos preços dos combustíveis.

Às 13h34, a alta registrada foi de 1,83%, a 58.782 pontos. Por volta desse mesmo horário, as ações ordinárias da Petrobras apresentavam alta de 5,29%, cotadas a R$ 22,11.


Ibovespa encerrou esta terça-feira em queda

Após dois dias de alta a Bovespa encerrou esta terça-feira em queda, ficando do lado oposto dos mercados externos, influenciada pelos setores de siderurgia e construção.

O Ibovespa registrou queda de 1,06%, a 57.725 pontos. O giro financeiro do pregão foi de R$ 7,27 bilhões.

No acumulado anual a bolsa está em alta de 1,7%, e no mensal, 2,9%. Já, nesta semana a alta acumulada está em 0,82%.

A queda de hoje foi limitada pelo avanço dos papéis da Petrobras, que fecharam em alta.


Ibovespa registra alta nesta terça-feira

O principal índice da Bovespa iniciou o dia de hoje (07/08) em alta, acompanhando as bolsas internacionais.

Às 11h34, o Ibovespa registrava alta de 0,91%, a 58.876 pontos.

Os investidores estão otimistas, sendo favorecidos pela agenda esvaziada. Segundo o BB Investimentos, a trajetória para o longo do dia é boa e parece se favorável, mas dependerá do comportamento do Dow Jones.

Apesar disso, esta semana ainda está cheia de indicadores econômicos da China, com números de inflação nesta quarta-feira, produção industrial e vendas a varejo na quinta-feira, e a balança comercial na sexta-feira.

No exterior, as expectativas de novas medidas de estímulo monetário na zona do euro e nos Estados Unidos ainda continuam influenciando em todos os mercados.


Ibovespa encerrou o dia em alta de 1,90%

O principal índice da Bovespa encerrou em alta nesta segunda-feira (06/08), após as notícias de melhora no cenário externo e pela valorização das ações da Petrobras.

O Ibovespa fechou em alta de 1,90%, a 58.344 pontos. No acumulado mensal a bolsa tem valorização de 4,01%, e no anual, 2,8%.

A virada dos papéis da Petrobras influenciou diretamente na Bovespa, pois no início do dia apresentaram queda de até 5%, e acabaram encerrando o dia com valorização.

A Bovespa registrou hoje a maior pontuação final diária desde o dia 11 de maio, quando encerrou o dia nos 59.445 pontos.


Influenciado pelas notícias internacionais, especificamente da zona do euro, o Ibovespa encerrou esta quinta-feira em queda de 1,37%, a 55.520 pontos.

Com isso, as ações que registraram as maiores altas, entre as 17h59 e 1819, foram:

– TIM PART. S/A ON: 4,75%, a R$ 9,10;

– LOCALIZA ON: 3,94%, a R$ 33,26;

– BR MALLS PAR. ON: 2,89%, a R$ 24,90;

– SOUZA CRUZ ON: 2,39%, a R$ 29,08;

– ULTRAPAR ON: 1,48%, a R$ 47,95.

Já, as ações com as maiores baixas, registradas entre as 17h50 e 18h19, foram:

– MRV ON: -5,60%, a R$ 10,12;

– LOJAS RENNER ON: -4,42%, a R$ 59,26;

– ELETROPAULO PN: -4,17%, a R$ 18,36;

– PDG REALT ON: -4,13%, a R$ 3,25;

– SANTANDER BR UNT: -3,90%, a R$ 15,05.


Bovespa: queda de 1,37%

O principal índice da Bovespa encerrou o dia de hoje (02/08) em queda de 1,37%, a 55.520 pontos.

A grande influência para a baixa de hoje foi o discurso feito pelo presidente do BCE, Mario Draghi, que não apresentou novidades para a recuperação econômica da zona do euro.

Dentre as ações que apresentaram valorização, destaca-se as da TIM, que começaram a subir depois das informações de que a Anatel liberaria as vendas de chips que tinham sido suspensas. A alta dos papéis da TIM foi de 4,26%, a R$ 9,06.


Bovespa opera em queda após discurso de Mario Draghi (BCE)

Após o presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, afirmar que a instituição poderá efetuar operações diretas no mercado aberto para estabilizar os custos da dívida de países da zona do euro, mas que para definir essas medidas levaria algumas semanas, a Bovespa vem operando em queda nesta quinta-feira (02/08).

Com os investidores decepcionados com as decisões do BCE, o Ibovespa apresentou queda de 1,33%, a 55.543 pontos, às 14h26.

O mercado aguardava com grande expectativa pelo discurso de Draghi, que não trouxe muitas novidades e mudanças, limitando-se apenas a dizer que o conselho da autoridade monetária poderá adotar medidas não convencionais, e que os governos devem estar preparados para ativar os fundos de resgate da zona do euro no mercado de títulos.


Ibovespa fechou em alta de 0,35%

O principal índice da Bovespa encerrou o dia de hoje (1º/08) com leve alta, após a notícia de que o Fed não irá oferecer novos estímulos à economia.

Os investidores continuam cautelosos, esperando alguma definição da reunião do BCE que ocorrerá amanhã.

O Ibovespa fechou em alta de 0,35%, a 56.292 pontos. O giro financeiro do pregão foi de R$ 5,98 bilhões.


Com a Bovespa operando em queda nesta quarta-feira (-1,13%, a 55.456 pontos, às 11h18), as maiores altas das ações registradas às 11h03 foram:

– BROOKFIELD ON: 3,26%, a R$ 3,17;

– AMBEV PN: 2,00%, a R$ 80,18;

– DURATEX ON: 1,51%, a R$ 12,13;

– CCR SA ON: 1,40%, a R$ 17,34;

– CPFL ENERGIA ON: 1,27%, a R$ 23,94.

Já, as maiores baixas, registradas também às 11h03, foram:

– MRV ON: -4,48%, a R$ 10,65;

– OI PN: -4,42, a R$ 9,73;

– OI ON: -3,65%, a R$ 11,36;

– BRADESPAR PN: -2,93%, a R$ 29,83;

– SID NACIONAL ON: -2,85%, a R$ 10,23.


Ibovespa apresenta queda nesta quarta-feira

O principal índice da Bovespa está operando em queda nesta quarta-feira, 1º de agosto, pois os investidores estão ansiosos para saber o resultado da reunião do Fed, que será divulgado hoje, e do Banco Central Europeu, que será revelado amanhã (02/08).

Às 10h56, o Ibovespa registrava queda de 0,73%, a 55.688 pontos.

Ontem, a Bovespa fechou o dia em queda, mas apresentou a primeira alta mensal desde fevereiro. Porém, no acumulado do mês ficou com alta de 3,2%, e do ano, com queda de 1,16%.


Influenciado pelas movimentações internacionais, o Ibovespa encerrou o dia de hoje (31/07) em queda de 2%, a 56.097 pontos.

As ações com as maiores altas registradas entre 18h10 e 18h29 foram:

– USIMINAS PNA: 4,85%, a R$ 7,35;

– SID NACIONAL ON: 3,04%, a R$ 10,50;

– USIMINAS ON: 2,12%, a R$ 8,18;

– NATURA ON: 1,42%, a R$ 53,51%;

– DASA ON: 1,06%, a R$ 11,38.

Já, as maiores baixas registradas, entre as 18h13 e 18h29, foram:

– PDG REALT ON: -7,61%, a R$ 3,40;

– TIM PART. S/A ON: -5,73%, a R$ 8,55;

– CYRELA REALT ON: -5,29%, a R$ 14,68;

– B2W VAREJO ON: -5,25%, a R$ 6,68;

– PETROBRAS ON: -4,95%, a R$ 19,96.


Ibovespa registrou queda de 2% no último dia do mês

A Bovespa fechou o dia de hoje (31/07) em queda, mas apresentou a primeira alta mensal desde fevereiro deste ano.

O principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, Ibovespa, encerrou o pregão em baixa de 2%, a 56.097 pontos. No acumulado mensal, a alta fica em 3,2%, e no anual apresenta queda de 1,16%.

No início do dia a Bovespa operava em alta, porém houve várias oscilações influenciadas pelas especulações de que o Fed e o BCE irão anunciar novas medidas nos próximos dias.

As ações que apresentaram a maior alta foram as preferenciais da Usiminas, com alta de 5,28%. Já, as principais quedas registradas foram nas ações ordinárias da PDG Realty, com baixa de 7,34%, e as da TIM, com queda de 5,84%.


Ibovespa opera em baixa nesta terça-feira

Ontem (30/07), pelo terceiro dia consecutivo o principal índice da Bovespa fechou em alta. O Ibovespa registrou 1,22%, a 57.288 pontos.

Porém, nesta terça-feira (31/07), o índice abriu o dia em baixa de 0,37%, a 57.027 pontos,  influenciada pela divulgação do aumento do desemprego na Europa, mas vem oscilando. Com algumas altas registradas hoje, às 11h37 o Ibovespa voltou a cair, ficando em -0,93%, a 56.706 pontos.

As ações com maiores altas registradas na bolsa, entre as 11h20 e 11h22, foram:

– USIMINAS PNA: 4,56%, a R$ 7,33;

– USIMINAS ON: 3,75%, a R$ 8,31;

– EMBRAER ON: 1,98%, a R$ 13,36;

– SID NACIONAL ON: 1,86%, a R$ 10,38;

– LLX LOG ON: 1,69%, a R$ 3,01.

E as maiores baixas, registradas entre as 11h19 e 11h22, foram:

– TIM PART S/A ON: -3,20%, a R$ 8,78;

– CIA HERING ON: -2,82%, a R$ 40,33;

– PETROBRAS ON: -2,67%, a R$ 20,44;

– B2W VAREJO ON: -2,41%, a R$ 6,88;

– PETROBRAS PN: -2,02%, a R$ 19,90.


Ibovespa registrou a maior alta desde 09 de agosto de 2011

O principal índice da Bovespa fechou o dia de hoje (27/07) em grande alta de 4,72%, a 56.553 pontos. Durante o dia houve oscilações, e o Ibovespa chegou a registrar alta de mais de 5%.

Esta foi a maior alta diária vista desde 09 de agosto de 2011, quando o índice registrou 5,1%.

O giro financeiro foi de R$ 9,1 bilhões. Porém, no acumulado anual a bolsa ainda registra desvalorização de 0,36%. No mês de julho a alta é de 4,04%, e na semana, é de 4,35%.

A influência dos comentários de Mario Draghi, presidente do BCE, de fazer o possível para evitar um colapso na zona do euro, começando pela proposta de comprar os títulos da dívida da Espanha e Itália, aqueceram todos os mercados, amenizando os temores de calote nessas regiões.

Os destaques do Ibovespa hoje foram as ações da OGX, com alta de 12,75%, a R$ 5,75, e as da Usiminas, com alta de 11,56%, a R$ 6,66. Já, as que fecharam no negativo foram as ações da Natura, com queda de 1,29%, a R$ 51,03, e as da Redecard, com queda de 0,05%, a R$ 32,95.


Ibovespa: alta de 1,52% às 13h40

A Bovespa opera em alta nesta sexta-feira (27/07) estimulada pelas boas expectativas de que o Federal Reserve e o Banco Central Europeu possam anunciar novas medidas de estímulo monetário.

Às 13h40, o Ibovespa subia 1,52%, a 54.825 pontos. A maior alta do índice foi registrada pela Cia Hering, com alta de 5,6%, seguida pela OGX, com 4,12%. Já, do lado oposto, a principal queda foi alcançada pela Localiza, com baixa de 3,04%.

Ontem, o índice registrou alta de 2,65%, a 54.002 pontos, sendo sua maior valorização desde 29 de junho, quando alcançou uma alta de 3,23%.


As boas notícias dos mercados externos fizeram com que o Ibovespa fechasse o dia de hoje (26/07) em alta de 2,65%, a 54.002 pontos.

Essa influência também afetou as ações operadas na Bovespa. Seguem abaixo as maiores altas e as maiores baixas registradas entre as 17h47 e as 17h56:

  • Maiores altas:

– BROOKFIELD ON NM: 8,15%, a R$ 2,92;

– FIBRIA ON NM: 8,03%, a R$ 15,47;

– MARFRIG ON NM: 7,93%, a R$ 9,12;

– BRASIL ON NM: 6,91%, a R$ 20,58;

– B2W VAREJO ON NM: 6,16%, a R$ 6,20.

  • Maiores baixas:

– CIELO ON NM: -2,62%, a R$ 61,00;

– DASA ON NM: -2,16%, a R$ 11,30;

– ELETROBRAS ON N1: -0,68%, a R$ 13,16;

– SID NACIONAL ON: -,064%, a R$ 9,27;

– ELETROBRAS PNB N1: -0,53%, a R$ 18,64.


Ibovespa fechou em alta nesta quinta-feira

Influenciada pela melhora dos mercados externos, o principal índice da Bovespa encerrou o dia de hoje (26/07) em alta de 2,65%, a 54.002 pontos.

As ações da Vale, que durante do dia apresentaram oscilações, impedindo uma alta maior ainda da Bovespa, também encerraram o dia no positivo. Segundo informações preliminares, os ativos da mineradora fecharam em alta de 0,94%, a R$ 35,45.

O alívio para os investidores e a expressiva melhora na Bolsa de Valores de São Paulo, foram influenciados pelos comentários de Mario Draghi, presidente do BCE, que prometeu fazer o possível para evitar um colapso na zona do euro.


O Ibovespa continua operando em alta nesta quinta-feira (26/07), impulsionado pelo otimismo gerado pelos comentários de Mario Draghi, presidente do BCE, sobre a recuperação da zona do euro.

Com isso, as maiores altas das ações, registradas às 11h09, foram:

– BRASIL ON NM: 5,82%, a R$ 20,37;

– KLABIN S/A PN NA: 4,04%, a R$ 9,01;

– NATURA ON NM: 3,94%, a R$ 51,14;

– MARFRIG ON NM: 3,43%, a R$ 8,74;

– B2W VAREJO ON NM: 3,42%, a R$ 6,04.

Já, as maiores baixas, também registradas às 11h09, foram:

– SANTANDER BR UNT N2: -3,53%, a R$ 13,66;

– BRADESPAR PN N1: -2,75%, a R$ 28,23;

– VALE ON N1: -2,05%, a R$ 34,92;

– VALE PNS N1: -1,74, a R$ 34,51;

– SID NACIONAL ON: -1,61%, a R$ 9,18.


Ibovespa opera em alta nesta quinta-feira

Depois de encerrar o dia de ontem em queda, o principal índice da Bovespa está operando em alta nesta quinta-feira (26/07), seguindo com otimismo em relação à melhora dos mercados externos.

Às 11h00, o Ibovespa apresentava alta de 0,64%, aos 52.946 pontos.

O otimismo citado deve-se a afirmação feita pelo presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, que indicou que a autoridade monetária fará o possível para evitar um colapso na zona do euro. Com isso, as bolsas de valores e as moedas de risco seguem com expressiva valorização, amparadas pelos comentários feitos por Draghi, que amenizaram as preocupações existentes nos últimos dias.


O Ibovespa do dia de hoje (25/07) encerrou em queda de 0,06%, a 52.607 pontos, pelo quarto dia seguido. O giro financeiro registrado foi de R$ 5,4 bilhões.

Portanto, pode-se perceber que os investidores continuam cautelosos, e para acompanhar a movimentação das ações de hoje, trazemos as cinco maiores altas registradas (entre 17h55 e 18h06):

– SOUZA CRUZ ON: 2,12%, a R$ 29,80;

– P. AÇÚCAR-CBD PN N1: 2,07%, a R$ 78,80;

– NATURA ON NM: 2,07%, a R$ 49,33;

– TRAN PAULIST PN ES N1: 1,92%, a R$ 59,48;

– PETROBRAS ON: 1,55%, a R$ 19,60.

E as cinco maiores baixas, registradas entre 17h56 e 18h08, foram:

– LLX LOG ON NM: -6,43%, a R$ 2,62;

– DASA ON NM: -5,97%, a R$ 11,50;

– SID NACIONAL ON: -4,12%, a R$ 9,31;

– JBS ON NM: -2,75%, a R$ 4,95;

– EMBRAER ON NM: -2,51%, a R$ 12,44.


Bovespa fechou em queda de 0,06% nesta quarta-feira

Pelo quarto dia seguido o Ibovespa fechou em queda nesta quarta-feira (25/07), mesmo iniciando o dia em alta.

Após novos indícios de fraqueza econômica vistos na zona do euro e nos  Estados Unidos, os investidores permaneceram cautelosos à espera de que novas medidas de estímulo sejam adotadas nessas regiões.

Com isso, o principal índice da Bovespa recuou 0,06%, a 52.607 pontos. A queda acumulada anual ficou em 7,31%. Em julho, a queda fica em 3,21%, e nesta semana, em 2,93%.

Os grandes fatores influenciadores nessas quedas continuam sendo os problemas na Grécia e na Espanha, que permanecem afetando todos os mercados.


Enquanto o principal índice da Bovespa oscila no dia de hoje, as ações que apresentam as maiores altas, registradas às 15h41, são:

– V-AGRO ON NM: 2,86%, a R$ 0,36;

– USIMINAS PNS N1: 2,49%, a R$ 5,76;

– SOUZA CRUZ ON: 2,40%, a R$ 29,88;

– BR MALLS PAR ON NM: 2,08%, a R$ 23,12;

– PETROBRAS PN: 2,02%, a R$ 19,17.

Já, as maiores baixas, também registradas às 15h41, são:

– DASA ON NM: -5,64%, a R$ 11,54;

– SID NACIONAL ON: -3,30%, a R$ 9,39;

– GERDAU MET PN N1: -2,33%, a R$ 20,94;

– JBS ON NM: -2,16%, a R$ 4,98;

– LLX LOG ON NM: -2,14%, a R$ 2,74.


Bovespa opera em queda na tarde desta quarta-feira

Mesmo iniciando o dia em alta, o principal índice da Bovespa está operando em queda.

Às 15h19 o Ibovespa caía 0,11%, aos 52.581 pontos. Portanto, os investidores estão cautelosos diante de decepções em relação a resultados corporativos e de fracos indicadores de recuperação nos Estados Unidos e na Europa.

O movimento de baixa está acentuado, pois as expectativas são grandes de que o banco central norte-americano poderá promover mais um estímulo monetário antes do previsto. Além disso, as especulações de que a zona do euro irá alavancar o “poder de fogo” de seu fundo de resgate permanente ainda estão em pauta.

O dólar comercial também está apresentando queda nesta tarde. Aproximadamente às 14h30, a moeda registrava um recuo de 0,35%, a R$ 2,0367 na venda.


Bovespa: alta nesta quarta-feira

O principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo abriu o dia de hoje (25/07) em alta de 0,89%, aos 53.105 pontos, depois de três dias seguidos de queda.

Já, por volta das 10h25, o Ibovespa subia 1,09%, aos 53.211 pontos.

Os temores sobre a crise na zona do euro foram amenizados depois das declarações feitas pelo integrante do conselho do Banco Central Europeu, Ewald Nowotny, que apresentou argumentos favoráveis à concessão de uma licença ao Mecanismo Europeu de Estabilidade, permitindo um empréstimo ao fundo permanente de resgate, para ajudar os países com dificuldades.

No Brasil, as expectativas são para os números da mineradora Vale, que  os anunciará hoje após o fechamento do mercado. As previsões dos analistas indicam que o lucro líquido poderá ficar entre R$ 6 bilhões e R$ 7 bilhões no 2º trimestre.


Bovespa encerrou o dia em queda de 0,75%

Apesar do principal índice da Bovespa ter iniciado o dia em alta, o seu fechamento não apresentou o mesmo resultado.

Ainda influenciado pelo temor dos acontecimentos na Espanha e pela situação econômica mundial, o Ibovespa fechou em queda de 0,75%, aos 52.638 pontos. O giro financeiro ficou em R$ 6,07 bilhões.

Outro fator que também pressionou o índice, foi a forte queda das ações da mineradora Vale. As ações preferenciais recuaram 4,69%, e as ordinárias, 4,88%, sendo consideradas as maiores baixas registradas no pregão, ficando atrás apenas das ações preferenciais da Bradespar, que registraram queda de 5,59%.

Inversamente a essas quedas, as ações ON da TIM ficaram entre as maiores altas vistas no dia de hoje. A alta registrada foi de 4,81%, atrás somente das ações ordinárias da LLX Logística, com alta de 8,11%.


Bovespa opera em alta nesta terça-feira

O principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo está operando em alta nesta terça-feira (24/07), após dois dias seguidos de queda.

Às 10h25, o Ibovespa apresentava alta de 0,54%, aos 53.321 pontos.

Ontem, a bolsa caiu, sentindo os reflexos dos problemas internacionais. O Ibovespa fechou o dia em queda de 2,14%, aos 53.033 pontos, sendo considerado o menor índice registrado desde 28 de junho, quando a Bovespa fechou aos 52.652 pontos.


Ações: valorização e desvalorização em 23/07

O principal índice da Bovespa fechou o dia em queda de 2,14%, aos 53.033 pontos.

Sendo assim, as ações preferenciais da Vale caíram 2,64%, a R$ 36,88, seguidas dos ativos da Petrobras, com queda de 1,15%, a R$ 18,96. A OGX também encerrou o dia de hoje (23/07) em queda de 3,67%, a R$ 5,25, e o Bradesco caiu 4,78%, a R$ 29,07.

Por outro lado, 15 dos 67 ativos do Ibovespa encerraram em alta, ficando na liderança a LLX (empresa do grupo de Eike Batista), com uma valorização de 12,12%, a R$ 2,59. Já, fora do índice, a CCX (também pertencente a Eike Batista), registrou alta de 11,24%, a R$ 4,75.


Ibovespa: queda de 2,14% em 23/07

As preocupações com os acontecimentos nos mercados internacionais (problemas na Espanha e Grécia), refletiram no fechamento da Bovespa nesta segunda-feira (23/07).

O principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo encerrou o dia em queda de 2,14%, aos 53.033 pontos. O Ibovespa chegou a cair 3,66% na mínima do dia. Já, a movimentação financeira do pregão foi de R$ 5,4 bilhões.

Portanto, neste mês de julho a Bovespa acumula perdas de 2,43% e no ano as perdas são de 6,55%.


Ibovespa opera em queda nesta segunda-feira

Após as notícias de que a Espanha poderá pedir ajuda internacional, a Bovespa segue o ritmo de sexta-feira (20/07) e continua em queda nesta segunda-feira (23/07).

Às 11h29 o Ibovespa operava em queda de 3,22%, aos 52.451 pontos. Na sexta-feira o índice fechou em baixa de 2,08%, aos 54.194 pontos.

Além do temor pelo que possa ocorrer na Espanha, as preocupações também se voltam à Grécia, pois o país poderá sair da zona do euro por não conseguir cumprir as condições de um acordo internacional de resgate.


Ibovespa 20/07: queda de 2,08%

Após três altas seguidas o Ibovespa encerrou o dia de hoje (20/07) em queda de 2,08%, aos 54.194 pontos.

Com isso, a bolsa acumula queda anual de 4,5% e semanal de 0,25%.

O fator influenciador, que fez com que o principal índice acionário da Bovespa caísse, foi o temor de que a Espanha seja o próximo país europeu a procurar resgate internacional.

Essa preocupação estremeceu uma possibilidade de empréstimo de até 100 bilhões de euros a bancos do país, fazendo com que a Espanha possa se unir aos países que buscaram ajuda internacional (incluindo Portugal, Grécia, Irlanda e Chipre). Ou seja, os custos de empréstimos da Espanha foram pressionados, deixando a negociação dos yields dos títulos de 10 anos acima de 7%.

Portanto, a expectativa para a semana que vem é que o Ibovespa continue oscilando entre 53 mil e 58 mil pontos.


Bovespa segue em alta nesta quinta-feira

A Bolsa de Valores de São Paulo abriu em alta nesta quinta-feira (19/07) e segue assim após dois dias de altas, acompanhando os mercados externos, depois da ata da Copom ter indicado que poderia ocorrer mais um corte na taxa de juros brasileira.

Às 10h30 o Ibovespa subia 0,60% aos 54.909 pontos.

Ontem (18/07) o índice fechou o dia em alta de 1,25%, com 54.583 pontos. O fato que chamou a atenção foi a baixa das ações das empresas de telefonia TIM e Oi, caindo 2,77%, a R$ 9,46 e 4,47%, a R$ 9,17, respectivamente.





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