Inscrições para os cursos podem ser feitas neste mês de novembro.

Estão abertas inscrições para quem desejar aprender mais sobre como investir em ações e educação financeira. Os cursos serão disponibilizados pela BM&FBovespa.

Os cursos serão disponibilizados de duas maneiras distintas. A primeira na modalidade presencial e a segunda em ensino a distância, onde o ensino se dará de forma virtual.

Para aulas de forma presencial estão disponíveis os cursos “Educação Financeira – Módulo Mulheres em Ação” e “Educação Financeira – Módulo Master”. O primeiro terá uma carga horaria de 4 horas e o segundo 6 horas. Aos que desejam participar dos módulos presenciais, as inscrições podem ser realizadas até os dias 16 de novembro (para o módulo mulheres em ação) e 24 de novembro (para o módulo máster). O foco destes dois cursos é no ensino de como pode ser feita a elaboração de um orçamento familiar e pessoal, explicando também como funcionam os mais variados tipos de investimentos.

Para o curso presencial de “Como investir em ações” as inscrições vão até o dia 5 dezembro. Este curso terá uma carga horaria de 5 horas. O objetivo principal desse curso se baseia em ensinar detalhadamente ao aluno como adquirir ações e vendê-las, bem como os valores envolvidos na negociação e diferentes maneiras de se negociar os papéis.

Para as pessoas que desejam participar, porém, não podem se deslocar de sua cidade para aprender, existe a possibilidade de realizar o curso no formato digital. O curso disponível virtualmente é sobre “Finanças pessoais e investimento em ações”. No formato online, serão disponibilizadas vídeo aulas explicativas, quizzes, entre diversos materiais. A plataforma utilizada pelo curso será a Veduca.

Para se inscrever, o candidato pode acessar o site do Instituto Educacional BM&FBovespa, pelo link https://educacional.bmfbovespa.com.br/home. Quaisquer outras dúvidas sobre os cursos podem ser sanadas através dos telefones de contato da companhia, que são o (11) 2565-6313, (11) 2565-6826 e (11) 2565-6586, ou ainda através do e-mail de contato da empresa, que é o cursosie@bvmf.com.br.

Não perca essa chance de aprender mais sobre um assunto tão importante como este.

Por Igor Furraer


Em meio a grande incerteza que será o ano de 2015, haja vista o sobe e desce dos candidatos à Presidência da República, o mercado financeiro brasileiro tem passado por muitas mudanças e dúvidas. Por isso, é muito importante se manter atento na hora de aplicar o seu dinheiro. A Bolsa de Valores de São Paulo, BM&FBovespa, teve um grande destaque em 27 de agosto, pois a mesma chegou aos 61 mil pontos, algo inédito desde janeiro de 2013. Em contrapartida o dólar caiu 0,82% passando para R$ 2,24.

Apesar da grande disparada da Bolsa de Valores de São Paulo os analistas financeiros acreditam que este é um momento de reflexão e muita calma quanto aos investimentos. A grande preocupação é justamente quanto à incerteza do cenário econômico brasileiro nos próximos meses e no próximo ano. O consultor da Corretora DX Investimentos, Ivens Filhos, explicou que essa onda de otimismo pode acabar rápido ou durar muito e essa incógnita é a grande barreira. Vale ressaltar que nos últimos meses a bolsa vem reagindo de forma positiva quando a candidata do PT a reeleição, Dilma Rousseff, tem resultados negativos.

O consultor ainda fez o seguinte comentário: “Esse não é um bom cenário para investir, principalmente para quem não tem experiência. As ações da Petrobras, por exemplo, chegaram a oscilar 7% de um dia para outro”. O principal objetivo do comentário é alertar justamente aqueles que não têm experiência no mercado financeiro e se encontram afobados com esse grande otimismo após a Bolsa de Valores de São Paulo chegar a 61 mil pontos. Ele ainda completou: “Começar a operar na Bolsa em momento de alta não é aconselhável. Pelo contrário, é hora de retirar o dinheiro”.

Apesar das várias incertezas no cenário econômico brasileiro parece que apostar nos papéis de renda fixa é uma opção muito boa. Isso é resultado da taxa básica de juros (Selic) de 11% ao ano nesta área de investimentos. Além disso, outra vantagem muito interessante é que neste tipo de negócio o investidor poderá saber de forma antecipada quanto irá receber. “Até outubro, a volatilidade será muito alta no mercado. Por isso, operações conservadoras são mais aconselháveis, principalmente se há pouco dinheiro envolvido. O ideal é aplicar em títulos de alguma forma atrelados à Selic, mesmo que a tendência da taxa de juros seja de queda (já que a inflação tem cedido)”, explicou René Garcia, que é ex-diretor da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Por Bruno Henrique

Investimentos

Foto: Divulgação


A queda das ações da Petrobras que aconteceu nos últimos meses causa debate para parte da critica que desconfia se o investimento vale a pena ao longo prazo, para colher os frutos apenas dois da aposentadoria, por exemplo. Por outro lado, também surgem especialistas que indicam ser momento ideal para fazer a compra, ao aproveitar para adquirir na baixa e vender à alta.

De acordo com representantes da “TOV Corretora” os dias atuais são momentos exatos para comprar as ações da Petrobras. De acordo com especialistas que defendem a tese de alta, os papeis da estatal chegaram ao fundo do poço e têm caminho único a seguir, ou seja, começar a subir.

O analista chefe da “TOV Corretora” indica que a empresa espera acontecer aumento de quase 96% no valor dos papéis, ou seja, quantia que ultrapassa a casa de R$ 26,60, no final do ano de 2014. A opinião do especialista aparece com destaque na mídia especialista em mercado de ações.

Não se pode ignorar o fato de que no início do ano de 2014 as ações da Petrobras tiveram média de queda. O mínimo chegou em R$ 17,08 ao final do primeiro bimestre. Quem ficou feliz por conta do aumento da gasolina, no final de 2013, desanimou ao não acontecer aumento no valor dos papeis da estatal. Na prática, o preço diminuiu 22,13% nos dois primeiros meses.

Em consequência das intervenções governamentais e problemas na gerência para administrar e valorizar as ações, os papéis da estatal podem abaixar além do que os atuais valores considerados apocalípticos, conforme parte da crítica. Preços com chances de descer dos R$ 17 para R$ 10.

A Info Money indica em publicação na internet que parte dos governantes usa a estatal para fazer propaganda política ao invés de centrar os objetivos a recuperar o valor das ações.

Por Renato Duarte Plantier

Foto: divulgação


A Bolsa de Valores de São Paulo, Bovespa, apresentou uma tendência de queda no pregão do dia 9 de novembro, sexta-feira.

A Bovespa está acompanhando de perto a crescente tensão do mercado financeiro americano com os problemas das contas pública do país. A discussão deve ser o centro da vida política americana até o final do ano, quando será decidido o orçamento para 2013, agora que as eleições presidenciais terminaram.

O Ibovespa chegou a bater no piso dos 57 mil pontos pela manhã de sexta-feira acompanhando Nova York, onde o mercado de futuros caía 0,46%. A tendência de queda se alastrou nos índices da S&P 500, que caiam 0,44%. Somente o índice da Nasdaq apresentou variação positiva, com 0,33%.

O problema é o abismo fiscal nos Estados Unidos. Com a arrecadação estagnada pela recessão econômica, o governo norte-americano vê sua dívida pública chegar a patamares gigantescos, nunca antes alcançados. Além disso, o risco de recessão neste final de ano na França, que é a segunda maior economia da zona do euro, impacta o mundo financeiro.

Outro fator de desestabilização é a situação crítica na Espanha. O país em recessão não quer pedir socorro financeiro ao Banco Central Europeu, que certamente irá impor medidas de austeridade em troca do empréstimo ao país.

Por Matheus Camargo

Fonte: UOL   


As bolsas de Nova York  no dia 9 de novembro ampliaram suas perdas da semana. Os investidores estão cada vez mais preocupados com a crise financeira na Grécia e com a situação das contas públicas dos Estados Unidos.

A situação das contas públicas dos EUA mais preocupante é o abismo fiscal que vem demandando do governo norte-americano uma política de cortes de gastos vigorosa. Por outro lado, há também o temor do final dos incentivos fiscais adotados no governo Bush. Sem uma solução para a estabilidade do endividamento público dos EUA o país vive a ameaça de voltar a uma profunda recessão. O Congresso norte-americano precisa posicionar-se até final do ano  sobre a situação orçamentária do governo.

Wall Street teme também com a situação das exportações no país. Dados do departamento de comércio do governo americano apontam que os custos para exportar subiram nos Estados Unidos nos últimos meses. Isso pode afetar negativamente a economia americana.

Em Nova York também se teme pelos rumos da economia europeia. Os mercados financeiros da Europa recuam com a incerteza sobre o futuro da Grécia. O Parlamento grego discutiu no domingo, 11 de novembro, o orçamento do país. Os investidores temem que a Grécia volte a não pagar a próxima parcela de empréstimo de seu pacote de ajuda financeira.

Por Matheus Camargo


A confirmação na madrugada de quarta-feira, dia 7 de novembro, da reeleição do presidente Barack Obama, nos Estados Unidos, impactou positivamente a maioria das bolsas na Asia.

Em um primeiro momento, com a situação da eleição indefinida, as últimas pesquisas apontavam empate entre o Obama e Romney, os investidores ficaram precavidos às vésperas da eleição. E as bolsas do mundo todo apresentaram movimentação financeira abaixo do normal.

A Bolsa de Hong Kong subiu cerca de 0,71%, de acordo com o índice Hang Seng. Ela encerrou as negociações no patamar de 22.099,85 pontos. Os investidores esperam que o Governo dos Estados Unidos permaneça com sua atual política monetária, baseada na desvalorização do dólar frente as principais moedas do mundo. Essa medida foi uma marca do Governo Obama na tentativa de incentivar as exportações americanas em meio à crise econômica.

Na China, as bolsas apresentaram comportamentos estáveis. Os investidores do gigante asiático estão cautelosos com o início do Congresso do Partido Comunista, que define as diretrizes política e econômicas do país para o próximo ano. O Xangai Composto sofreu variação negativa de 0,01% e fechou as negociações na casa dos 2.105,73 pontos. O Shenzhen Composto caiu em 0,2%.

A Bolsa de Taipé, em Taiwan, apresentou alta no pregão de quarta-feira, 7 de novembro, e fechou com o índice Taiwan Weighted em 0,7% de variação positiva.

A boa maré com a reeleição de Obama também afetou as negociações na Bovespa, impulsionada pelo mercado financeiro internacional, e apresentou alta no pregão desta quarta-feira (07/11).

Por Matheus Camargo

Fonte: UOL


Com o clima positivo nos mercados financeiros mundiais a Bovespa seguiu uma trajetória de alta rumo ao patamar de 60 mil pontos. O patamar é considerado como o "teto" atual das negociações da Bovespa, pois sempre que a bolsa consegue atingir ele não sustenta o patamar por muitos pregões consecutivos, apresentando queda logo em seguida.

Os principais papéis que apresentaram alta e ajudaram no bom resultado do pregão de terça-feira, 6 de novembro, foram os das siderúrgicas Vale e Petrobras.

Contribuiu para o clima positivo no mercado financeiro internacional o rápido processo de apuração de votos das eleições presidenciais no Estados Unidos. Já, durante a madrugada de terça para quarta-feira, 7 de novembro, os resultados foram anunciados e Obama foi reeleito para mais quatro anos na Casa Branca.

No pregão de terça-feirs o índice Ibovespa encerrou com uma variação positiva de 2,15% chegando a 59.458,59 pontos. No pico o índice apresentou uma alta de 2,32% com cerca e 59.561 pontos. Foram movimentados cerca de R$ 6,231 bilhões nesse pregão.

As ações da empresas Petrobras, Vale, Usiminas e outras siderúrgicas operaram em alta junto com a subida de preço das commodities no mercado exterior. As ações nominativas ordinárias da Petrobras (ON) apresentaram uma alta de 2,00%, enquanto as ações nominativas preferenciais subiram cerca de 2,07%.

Outro fator que poderia ter impulsionado as ações da petroleira teria sido rumores entre os investidores da bolsa de que o novo reajuste do preço dos combustíveis poderia ocorrer ainda esse ano, mesmo sem nenhuma sinalização oficial por parte do governo que isso poderia ocorrer.

Por Matheus Camargo


As ações da petroleira brasileira Petrobrás abriram em frente queda no pregão dessa última segunda feira, dia 29 de outubro. O motivo da queda é o fraco desempenho da empresa  no terceiro trimestre de 2012. O balanço financeiro apresentado pela empresa nesse dia mostra que o desempenho ficou abaixo das expectativas dos analistas.

As quedas nas ações da Petrobras na Bolsa de Valores de São Paulo chegaram a atingir o patamar  de 3,45 % no pregão de segunda feira. No começo da semana passada era previsto um lucro de 8 bilhões de reais para empresa entre julho à setembro desse ano. Desta maneira o lucro de 5,5 bilhões de reais foi considerado  uma decepção para o mercado financeiro.

Em setembro, a Petrobrás produziu cerca de 1,843 milhões de barris de petróleo por dia no Brasil. Segundo o diretor de exploração da Petrobrás,  José Miranda Formigli, a empresa deve apresentar resultados melhores nos próximos meses.

Apesar disso, a empresas admite que não conseguirá atingir a meta de produção este ano. Este é um novo corte nas previsão de produção da Petrobrás, após aquele que foi é realizado nos meses anteriores.

Por Matheus Camargo


No final das negociações de terça-feira, 23 de outubro, da Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) associada a Bovespa, a projeção da taxa DI para janeiro de 2013 estava em 7,10 por cento.

A taxa DI indica as projeções prefixadas de juros em contratos com liquidação futura. Atingindo a média de 7,10 por cento ontem com 655.330 mil contratos negociados. Já as taxas prefixadas em contratos para janeiro de 2014 estavam em 7,39 por cento, uma queda de 0,01% para os 268.350 mil contratos fechados na segunda-feira.

Esses números relevam uma trajetória de queda das taxas prefixadas de juros nos contratos futuros. Os motivos da queda são indicados como a deteriorização da situação na Europa com o anuncio do Banco Central da Espanha sobre o aprofundamento da recessão no país. 

A queda teria sido forçada também pelas previsões dos índices inflacionários no Brasil, com os últimos dados, mostrando que o ritmo de aceleração do crescimento da taxa de inflação começava a ser revertido na terceira semana de outubro, o que levou Alexandre Tombini, presidente do Banco Central, a afirmar que o país vai conseguir manter-se dentro da meta do governo para a inflação acumulada em 2012.

Por Matheus Camargo


Após alguns bons pregões no início da semana passada a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) começou a apresentar uma sucessão de quedas fortes. No pregão de terça-feira, 23 de outubro, a queda chegou ao impactante 1,72%, deixando o pregão no patamar dos 57.690 pontos.

As quedas da Bovespa começaram na quinta-feira passada, 18 de outubro, após a Bolsa alcançar o patamar dos 60.000 pontos no pregão de quarta. Como motivos das quedas, têm sido apontados por analistas as preocupações com a situação da Europa. Os mercados internacionais vieram sofrendo fortes perdas depois da reunião de lideres europeus na quarta-feira passada, onde se discutiu a possibilidade da união bancária entre os países da zona do Euro. As discussões, no entanto, não foram muito para a frente e o futuro da União Europeia é incerto.

A situação na Europa ficou ainda pior com o anúncio do Banco Central da Espanha de que a recessão no país está ainda pior, nesta terça-feira. Segundo informações do BC espanhol o Produto Interno Bruto do país está em queda de 1,7% no acumulado do ano de 2012.  A agência financeira Moody's rebaixou as notas dos ratings de todas as regiões da Espanha. O dado indica a perda de confiança nas instituições espanholas em conseguirem pagar suas dividas.

Sobre as notícias domésticas, a Bolsa vive o impacto da apresentação dos balanços financeiros das empresas com as ações mais negociadas na Bovespa. Essa semana devem ser apresentados os balanços da Companhia Vale do Rio Doce, da Petrobras e dos bancos privados nacionais. O Bradesco já apresentou o seu e demonstrou um lucro líquido de R$ 3,412 bilhões entre julho e setembro deste ano.

Por Matheus Camargo

Fonte: UOL


A Bolsa de Valores de São Paulo consolidou na tarde dessa sexta-feira, dia 19 de outubro, uma trajetória de queda. O pregão da Bovespa perdeu o patamar dos 59.000 pontos e apresentava uma forte queda de 1,47% às quinze horas e trinta minutos da tarde, com 58.853 pontos.

O pregão dessa sexta-feira começou com oscilações entre perda e ganhos e atingiu um pico de 59.844 pontos por volta das dez horas e dez minutos da manhã, com alta de 0,18 pontos percentuais. Após isso se iniciou uma trajetória de queda que se acentuou à tarde.

A Bovespa seguiu a queda generalizada das bolsas internacionais com a Dow Jones, na liderança das perdas acumulando menos 1,64 por cento. O centro dos maus resultados no mercado financeiro volta a ser a Europa. Apesar de na última reunião da União Europeia os líderes políticos europeus terem dado um passo na criação de um supervisor bancário para a zona do euro, as bolsas não reagiram bem.

A situação do mercado brasileiro não está melhorando, o que contribuiu na baixa da Bovespa. O IPCA-15, prévia do índice de inflação ao consumidor nos primeiros quinze dias do mês, mostrou que outubro já acumula uma inflação de 0,65%. Isso pode indicar que a inflação de outubro supere a alta forte de setembro e faça com que o acumulado do ano de 2012 supere o centro da meta do governo.

Fonte: Infomoney

Por Matheus Camargo


Em 19 de outubro de 1987 ocorria um dos piores crashes da bolsa de valores. O dia ficou conhecido como “Black Monday” ou “segunda-feira negra”. Nesse dia, a Dow Jones registrou perdas de 22,6% de seu valor acionário em um único pregão.

O crash das bolsas de valores de 1987, que completou 25 anos, começou no dia 19 de outubro daquele ano com a abertura ruim nas bolsas orientais. Os maus resultados foram se espalhado em cadeia pelo mundo e a Dow Jones amargou o pior pregão da sua história.

As causas da segunda-feira negra ainda são debatidas por historiadores e economista e não se tem consenso entre os estudiosos. O fato é que o contexto da economia americana era positivo com uma sequência de recuperação desde 1982, após a terrível crise do petróleo nos anos setenta. Entre 1982 e 1987 tanto a economia americana quanto os mercados financeiros apresentavam sucessivos bons resultados. Em 1987, a Dow Jones acumulou ganhos de 44% entre janeiro e agosto, no que parecia ser um ano excepcionalmente bom. Em 25 de agosto ela atingiu um pico histórico com a maior marca até então, com 2.722 pontos.

O mercado financeiro nos anos 80 vivia um crescimento impulsionado pela vertiginosa expansão do mercado de aparelhos eletrônicos tendo a frente as empresas de computadores pessoas na liderança. Na ocasião, James Baker, então secretário do tesouro dos EUA, comentou que as ações deveriam começar uma tendência de queda após a sequência de bons resultados.

Esse comentário levou os investidores a reavaliarem suas posições em relação aos papeis das empresas de tecnologia. Nessa segunda, a bolsa de Honk Kong começou com queda refletindo a preocupação do mercado com a notícia de que navios militares dos Estados Unidos tinham bombardeado poços de petróleo iraquianos. A iminência de uma guerra entre os dois países e uma instabilidade na produção de petróleo no Golfo Pérsico deixou os investidores temerosos.

De fato, houve um conjunto de fatores independentes que provocou uma onda de pânico no mercado financeiro e levou ao tombo das bolsas de valores. O crash de 1987 mostrou que após 1929 os mercados continuavam expostos a uma quebra em virtude de uma onda de pânico entre os investidores.

Por Matheus Camargo

Fonte: InfoMoney


Nos noticiários econômicos internacionais se espalhou a notícia de que a maior rede de livrarias do Brasil, a Saraiva, poderia ser comprada pela Amazon.

A Amazon é uma livraria precursora do comércio online nos Estados Unidos e uma das maiores livrarias do mundo contando com filiais em diversos países, como a Inglaterra e a França.

Rumores de que a Amazon pretende entrar no mercado brasileiro não são novidades. Desde o início de setembro tem circulado a informação de que a empresa pretendia comprar alguma rede de livraria no país. Naquela ocasião se cogitava que a gigante americana poderia comprar a B2W Varejo, empresa de comércio eletrônico, onde as Lojas Americanas têm uma participação majoritária. Isso fez com que as ações da B2W subissem impressionantes 51,01% na Bolsa de Valores de São Paulo em setembro.

Com a nova notícia de que o alvo da Amazon no Brasil seria na verdade a rede de livrarias Saraiva, as ações da B2W despencaram no começo do pregão do dia 20 de outubro e às 14h30 marcavam uma desvalorização de quase 9%, a maior queda do dia na IBOVESPA até o momento.

Nem a Saraiva e nem a Amazon comentaram o assunto sobre a possível transação entre as empresas quando perguntas sobre o assunto.

Por Matheus Camargo

Fonte: UOL


As ações das empresas brasileira na Bovespa tiveram juntas uma valorização de 6,4% esse ano contra o ano passado. São 295 companhias que possuem papeis que são negociados na Bolsa de Valores de São Paulo ela valem em conjunto 2,3 trilhões de reais. Esse resultado desconsidera ainda o bom desempenho da Bovespa na segunda-feira, 15 de outubro, quando o pregão fechou em alta de 0,74%.

A líder nos ganhos da bolsa de valores foi com as ações da cervejaria Ambev. O valor de mercado da empresa está em 230,3 bilhões de reais e obteve um crescimento esse ano de quase 43 bilhões de reais. A empresa que mais teve redução no seu valor de mercado foi a OGX, de Eike Batista. Ela perdeu em 2012 quase 26 bilhões em seus papeis negociados na bolsa.

No quadro geral, os piores desempenhos das ações de empresas brasileira em 2012 estão associadas as empresas do setor elétrico e os bancos. Dentre eles o que sofreram mais desvalorização em suas ações foi o Itaú Unibanco, que vale menos dez bilhões de reais no resultado acumulado desse ano.

Analistas atribuem essa desvalorização nos papeis dos bancos à política proporcionada pelo governo federal de impulsionar a competitividade no setor com corte das taxas de juros e valor de tarifas na Caixa e no BB.

Por Matheus Camargo


Na terça-feira, 9 de outubro de 2012, a Bolsa de Valores de São Paulo fechou em baixa de 0,64% com o patamar de 58.939 pontos. O volume das transações foi de R$ 6,492 bilhões.

Esse resultado é o produto de diversos fatores, apontaram os analistas, como a oscilação negativa das principais bolsas mundiais, como a Dow Jones, que variou negativamente em 0,81%, e a Nasdaq, que apresentou queda de 1,52%. Além disso, o que puxou para baixo o desempenho da Bolsa de Valores brasileira foi a queda nos papéis dos grandes bancos nacionais.

O mau desempenho internacional está relacionado, também, com as reduções de projeções de crescimento avaliadas pelo FMI em seu relatório mensal. O Brasil sofreu uma importante queda na redução da projeção de seu crescimento, que era de 2,5% e agora é avaliada pela instituição internacional em 1,5%.

Por aqui, as ações que tiveram a maior baixa em seus valores foram as dos bancos. O Bradesco perdeu menos 3,06%, a segunda maior perda da bolsa nesta terça, seguido dos papéis do Itaú Unibanco, com menos 2,46%, e depois do Santander, com menos 2,38%. O Banco do Brasil, apesar do recente anúncio no corte de preços de tarifas e pacotes de serviços e do bom desempenho dos últimos meses, ganhando mercado frente aos bancos privados, também sofreu uma baixa de menos 0,13%.

Por Matheus Camargo

Fonte: Valor Econômico


Nesta terça (04), a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera em queda, acompanhando o clima de cautela dos mercados externos.

Os investidores estão em compasso de espera por detalhes da ação vinda do Banco Central Europeu (BCE) nesta semana.

Por volta das 15h22 (horário de Brasília), o Ibovespa apresentava recuo de 1,14%, a 56.621 pontos.

Nesta quinta-feira, haverá a decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE), o que deixa os agentes na expectativa. O presidente da Instituição, Mario Draghi, fará uma coletiva de imprensa, que poderá anunciar medidas de estímulo frente a zona do euro.

Nesta segunda-feira, o principal indicador do mercado acionário brasileiro operou em alta de 0,39%, a 57.281 pontos.


Bolsas europeias fecharam, em seu maioria, em alta.

Nesta sexta, dia 31 de agosto, as principais bolsas da Europa fecharam hoje em alta, com um ganho de mais de 3% em Madri depois da divulgação de uma reforma bancária.

Isso acontece no mesmo dia de um discurso do presidente do Federal Reserve (Banco central dos EUA), considerado animador.

Com relação a Bolsa de Frankfurt, o índice Dax 30 dos principais valores apresentou alta de 1,09%, aos 6.970,79 pontos. O fato teve estímulo dos anúncios do Fed de que estaria disposto a aumentar o seu apoio frente a economia dos Estados Unidos.

Na França, em Paris, o seletivo CAC 40 terminou com uma alta de 1%, aos 3.413,07 pontos. Já na Bolsa de Londres, o índice FTSE 100 operou o seu fechamento em queda de 0,14%, aos 5.711,48 pontos.

No mercado de Madri, o Ibex 35 finalizou o dia em alta de 3,13%, a 7.420,50 pontos, com o estímulo da aprovação de uma nova reforma bancária, o que pode vir a sanear o setor por definitivo.


Bovespa opera em queda.

Depois de operar em alta na manhã desta sexta (31), a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) mudou o seu rumo e já opera em baixa no dia de hoje.

Isso ocorreu depois do discurso do presidente do Federal Reserve (banco central dos EUA), Bem Bernanke.

Com relação a cena doméstica, o mercado estava avaliando o desempenho da economia brasileira no segundo trimestre, apresentando um crescimento de 0,4% frente ao primeiro trimestre.

Por volta das 13h56, o Ibovespa, que é o principal índice da bolsa paulistana, tinha uma baixa de 0,10%, a 57.198 pontos.

Hoje, Bem Bernanke comentou que o avanço para a redução do desemprego no país ainda é muito lento e que o banco central poderá agir conforme o necessário para o fortalecimento a recuperação econômica.

Bernanke disse que o mercado de trabalho dos Estados Unidos representa hoje uma grande preocupação.

Nesta quinta, 30 de agosto, o Bovespa encerrou os negócios com queda pelo segundo dia seguido, o que reflete o mau humor dos mercados externos, trazendo investidores cautelosos frente as incertezas sobre possíveis novas medidas de estímulo pelo Fed.

O Ibovespa apresentou queda de 0,20%, a 57.256 pontos. O giro financeiro do pregão foi de R$ 5,79 bilhões, o que é abaixo da média diária.


Bovespa.

Nesta terça (28) a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) está operando com valorização. Por volta das 13h04, o Ibovespa, que é o principal índice da bolsa paulistana, apresentava valorização de 0,76, aos 58.555 pontos.

Nesta segunda (27), o indicador tinha fechado em queda pelo terceiro pregão seguido, apresentando investidores cautelosos frente aos crescentes sinais de desaceleração da China e também pela espera de novas medidas dos bancos centrais para a estimulação da recuperação global.

Com isso, o Ibovespa encerrou em queda de 0,54%, com 58.111 pontos. Com relação ao giro financeiro da bolsa, ele foi de R$ 4,7 bilhões, o que foi abaixo da média de 2012 que era de R$ 7,2 bilhões.

Neste ano, a bolsa apresentava uma alta acumulada de 2,39%, sendo que no mês de agosto, o número foi de R$ 3,59%.


Bovespa.

Nesta sexta (24), depois de recuar cerca de 1% na véspera, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera hoje em queda, acompanhando o movimento dos mercados externos.

Isso acontece frente ao enfraquecimento das expectativas de atuação dos bancos centrais para estimular a recuperação da economia global.

Por volta das 14h02, o Ibovespa apresentava recuo de 0,33%, com 58.319 pontos. A bolsa estava acompanhando o clima de maior aversão frente aos riscos dos mercados externos, que lidam com incertezas diante dos novos estímulos da zona do euro e Estados Unidos.

Ontem, dia 23 de agosto, o principal índice do mercado acionário brasileiro teve queda de 1,46%, a 58.511 pontos.


Bolsas Europeias.

Nesta sexta-feira (24), as bolsas europeias finalizaram a sessão com ganhos, depois que foram divulgados dados mais animadores nos Estados Unidos.

Em Londres, o índice FTSE-100 fechou com estabilidade, com 5.776 pontos. Já em Paris, o CAC-40, apresentou ganhos de 0,02, aos 3.433 pontos.

Na cidade de Frankfurt, o DAX, teve valorização de 0,31%, aos 6.971 pontos. Angela Markel, chanceler alemã, deu uma entrevista coletiva junto ao primeiro-ministro grego, Antonis Samaras, que contribuiu para o movimento.

Na sexta, Merkel, apontou, depois com uma reunião com o primeiro-ministro grego em Berlim, que tem o desejo que a Grécia permaneça na Eurozona. No caso de Samaras, comentou que o seu país não está pedindo mais dinheiro para que sejam resolvidos seus problemas, mas apontou que deseja mais “espaço para respirar” para a realização de cortes e reformas.

No ambiente econômico, a divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) britânico, aponta uma retração de 0,5% no segundo trimestre de 2012, segundo informações preliminares da ONS (Escritório Nacional de Estatísticas).

Nos Estados Unidos, os dados dos pedidos de bens duráveis deram uma animada no mercado. O número de pedidos e entregas de bens duráveis feitos para a indústria dos EUA superou a estimativa do mercado no mês de julho.

Tais dados foram apresentados pelo Departamento de Comércio dos Estados Unidos neste sexta (24). Foi registrado um avança no índice de 4,2% no mês em questão. O mercado apontava uma alta de 2,5%, o que superou suas expectativas.





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