Codefat libera R$ 5 bilhões para capital de giro de micro e pequenas empresas.

Para uma empresa ser considerada micro empresa, geralmente ela precisa ter um faturamento anual de aproximadamente 240 mil reais e empregar no máximo até 9 pessoas. Já as pequenas empresas recebem um faturamento anual entre 240 mil reais e 2,4 milhões, empregando entre 20 e 99 pessoas.

No dia 9 de maio (segunda-feira) foi autorizado pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), a contribuição de 5 bilhões de reais no capital de giro de micro e pequenas empresas. Sendo que 2 bilhões de reais serão oferecidos pelo FAT e 3 bilhões de reais pelo BNDES. Entretanto, somente as empresas que tem o faturamento bruto de até 3,6 bilhões de reais ao ano terão o direito ao financiamento.

De acordo com Miguel Rossetto, ministro do Trabalho e Previdência Social, esse investimento nas micro e pequenas empresas contribuirá para preservar os empregos e gerar oportunidades para os jovens. Assim sendo, as empresas que contem 10 ou mais funcionários serão obrigadas a contratar um jovem aprendiz. E terão que manter os demais empregos por 12 meses.

O limite máximo de financiamento que o FAT oferecerá para cada empresa é de R$ 200.000,00 e as empresas terão o prazo de 4 anos para o pagamento do dinheiro, com uma taxa de 12% ao ano. Já o financiamento do BNDES, as empresas terão 3 anos para o pagamento do dinheiro, com um acréscimo de 9,6% ao ano.

Esses financiamentos têm como objetivo diminuir o número de desemprego que há hoje no Brasil, envolvendo o Programa de Proteção ao Emprego (PPE) e o decreto que foi assinado pela presidente Dilma Roussef, que tem como objetivo aumentar o número de oportunidades para os jovens no mercado de trabalho através da Lei de Aprendizagem.

O MTPS (Ministério do Trabalho e Previdência Social) supõe que aproximadamente 100 mil empresas utilizarão os financiamentos oferecidos pelo FAT e BNDES, concedendo assim R$ 50.000,00 para o capital de giro de cada empresa. Se o número de empresas que solicitar o financiamento coincidir com o número estimado pelo MTPS, 1,5 milhão de empregos serão preservados e cerca de 100 mil jovens aprendizes serão contratados até dezembro de 2017.

Aline Aparecida Feitosa Dias


O BNDES, Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social, deverá propor linhas de financiamento especial para o setor de inovação no Brasil. O BNDES possui um grupo de trabalho com o Ministério de Ciência e Tecnologia  e o Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior para estruturar as linhas de crédito.

Luciano Coutinho, presidente do BNDES, informa que o objetivo das linhas de crédito especiais para programas de inovação serão voltadas para áreas da produção que são intensivas em uso de conhecimentos de ponta, tais quais faltam no país atualmente.

Dentre os setores que se devem beneficiar do novo crédito devem estar a área da saúde, aeronáutica, tecnologia da informação (T.I.) e telecomunicações. As afirmações foram feitas nesta última terça-feira, 6 de novembro, durante seminário intitulado  "Atração de Centros de P&D para o Brasil".

As linhas visam estimular esses setores para fazer incrementar sua capacidade de competição frente às empresas internacionais de tecnologia de ponta. Segundo Coutinho, as condições de crédito para esses setores devem ser parecidos com aqueles oferecidos pelo BNDES para os produtores de etanol e petróleo no Brasil, afim de abrangir cada vez mais empresas de alta tecnologia.

Por Matheus Camargo


O BNDES, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, liberou até agora em 2012 três por cento a mais de crédito do que no mesmo período de 2011, com a soma de 94,6 bilhões de reais emprestado pelo banco entre janeiro e setembro desse ano.

A indústria e a infra-estrutura foram as que mais se beneficiaram do crédito do BNDES. Elas participam de 68% do total de empréstimos feitos pelo banco nesse ano, informa o banco em nota pública emitida nessa última terça-feira, 23 de outubro.

A indústria recebeu do BNDES 33,5 bilhões de reais em 2012 e o setor de infra-estrutura outros 31 bilhões. Esses número indicam, de acordo com o BNDES, uma retomada de investimentos da industria nacional. Os setores industriais que mais receberam dinheiro do governo foi o de papel e celulose, a indústria química e petroquímica, setor de mecânica e material de transporte.

Esse ano o BNDES apresenta uma expansão em todos os seus ramos de empréstimo, quando comprado com 2011. De acordo com a nota emitida pelo banco na terça-feira a expectativa da instituição é de que o ritmo de liberações de empréstimos se acelere nos próximos meses.

Isso ocorreria com os efeitos da redução das taxas de juros para algumas linhas de crédito no BNDES. Essas linhas seriam em especial a do Programa BNDES de Sustentação do Investimento voltado para a aquisição de máquinas e equipamentos

Considerando somente o mês de setembro, o BNDES realizou empréstimos de 13,4 bilhões de reais para empresas nacionais. Isso representa um valor 20,5% maior do que o mesmo período do ano passado. As consultas para a realização de empréstimos também aumentaram expressivamente em setembro somando um montante de 33,1 bilhão de reais, número 64,4 por cento maior do que no mesmo período do ano passado.

Por Matheus Camargo


O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou na quinta-feira (19/04) que os desembolsos relativos ao primeiro trimestre do ano atingiram R$ 24,5 bilhões, com leve queda de 1% se comparado ao mesmo período do ano passado. No entanto, a consulta e enquadramento de projetos tiveram aumento nos três primeiros meses do ano, sendo que as consultas somaram R$ 55,7 bilhões (alta de 37% em relação ao resultado de janeiro, fevereiro e março de 2011) e os enquadramentos de projetos totalizaram R$ 48,3 bilhões (crescimento de 28% no período).

O resultado obtido no ano foi impulsionado principalmente pela indústria, que registrou alta de 120% nas consultas e de 104% nos enquadramentos. Os setores industriais que mais contribuíram com os dados foram o de Química e Petroquímica e Material de Transporte.

Já a infraestrutura teve participação de 41% nas liberações feitas pelo BNDES de janeiro a março deste ano. No total, o segmento somou R$ 9,9 bilhões, sendo que os principais destaques foram os setores de transporte rodoviário (R$ 4,2 bilhões) e energia elétrica (somando R$ 2,6 bilhões liberados).

O estudo ainda apontou que as micro, pequenas e médias empresas tiveram participação recorde no trimestre, com soma de R$ 10,1 bilhões investidos pelo BNDES nos três primeiros meses do ano e respondendo por 41% do valor total liberado pelo Banco.

Por Matheus Camargo

Fonte: BNDES





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