A confirmação na madrugada de quarta-feira, dia 7 de novembro, da reeleição do presidente Barack Obama, nos Estados Unidos, impactou positivamente a maioria das bolsas na Asia.

Em um primeiro momento, com a situação da eleição indefinida, as últimas pesquisas apontavam empate entre o Obama e Romney, os investidores ficaram precavidos às vésperas da eleição. E as bolsas do mundo todo apresentaram movimentação financeira abaixo do normal.

A Bolsa de Hong Kong subiu cerca de 0,71%, de acordo com o índice Hang Seng. Ela encerrou as negociações no patamar de 22.099,85 pontos. Os investidores esperam que o Governo dos Estados Unidos permaneça com sua atual política monetária, baseada na desvalorização do dólar frente as principais moedas do mundo. Essa medida foi uma marca do Governo Obama na tentativa de incentivar as exportações americanas em meio à crise econômica.

Na China, as bolsas apresentaram comportamentos estáveis. Os investidores do gigante asiático estão cautelosos com o início do Congresso do Partido Comunista, que define as diretrizes política e econômicas do país para o próximo ano. O Xangai Composto sofreu variação negativa de 0,01% e fechou as negociações na casa dos 2.105,73 pontos. O Shenzhen Composto caiu em 0,2%.

A Bolsa de Taipé, em Taiwan, apresentou alta no pregão de quarta-feira, 7 de novembro, e fechou com o índice Taiwan Weighted em 0,7% de variação positiva.

A boa maré com a reeleição de Obama também afetou as negociações na Bovespa, impulsionada pelo mercado financeiro internacional, e apresentou alta no pregão desta quarta-feira (07/11).

Por Matheus Camargo

Fonte: UOL


Presidente da nação estopim da crise financeira mundial do biênio 2008 e 2009 e do mais recente entrave global devido à injeção de US$ 600 bilhões na esfera econômica local por meio de seu banco central (Federal Reserve), Barack Obama, dos Estados Unidos, avaliou na última quinta-feira, 10 de novembro, que uma economia forte de seu país é essencial para a recuperação de todo o planeta.

Em discurso emitido com foco na cúpula do G20 (grupo das 20 maiores economias), Obama pediu aos participantes do grupo deixarem para trás as disparidades e perpetrarem sua parte para estimular o desenvolvimento econômico. Em sua visão, quando isso ocorrer todos sairão ganhando.

Conforme carta enviada aos líderes do G20, Obama endossou que a força da moeda dos Estados Unidos depende da própria economia do país. Avaliou, de acordo com a agência de notícias Reuters, que assim como os Estados Unidos precisam mudas seus trejeitos para gerir recuperação forte e estável, outras economias que dependeram de exportações em outras ocasiões – no intuito de encobrir a fragilidade de sua própria demanda – também necessitam de modificações.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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