O setor de telecomunicações passou a se expandir com elasticidade após a privatização da antiga Telesp, segundo afirmações do ex-governador de São Paulo, José Serra. O segmento, aliás, cresce ano a ano, tanto que na cidade de São Paulo, por exemplo, medidas de expansão de números para a telefonia móvel tiveram de ser emplacadas – tais como adição do dígito 5, antes utilizado apenas pela modalidade fixa.

Compreendo o setor, informações da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil) apontam aumento de 51,5% no número de acessos em banda larga móvel e fixa das prestadoras de telecomunicações no primeiro trimestre de 2011 em comparação ao período igual de um ano antes, para 38,5 milhões.

Os números favorecem alguns pontos estatísticos ao Brasil. Segundo a Telebrasil, consultorias internacionais indicam o país como o oitavo mais bem posicionado no mundio no ramo de banda larga móvel e a nova colocação entre as nações com os maiores acessos fixos.

Destacada a banda larga fixa, os acessos ao final do primeiro trimestre chegaram a 14 milhões, dados que representam aumento de 20,5% em comparação ao período análogo de 2010. Em relação às conexões móveis, 24,4 milhões, avanço de 77,7% em detrimento aos 13,7 milhões registrados no mesmo intervalo do ano passado.

Mantendo-se essa tendência o Brasil precisará, em poucos anos, adotar medidas que permitam a expansão do número de acessos fixos e móveis. Este setor, em especial, é um ótimo campo para quem deseja conquistar uma oportunidade de emprego e crescer profissionalmente, aos poucos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O setor de telefonia fixa e móvel cresce a cada ano no Brasil. Se relacionados somente aparelhos celulares, já são mais de 202,9 milhões de acessos registrados em 2010, indicando, assim, o grande potencial e o longo caminho a ser traçado pelo segmento para dar vazão à expansão.

Mesmo assim, parte da sociedade enfrenta dificuldades no ingresso aos serviços de telecomunicações. De acordo com o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), os elevados preços ainda afastam os consumidores, principalmente aqueles de baixa renda. A Pro Teste, por sua vez, reportou existir exclusão dos menos favorecidos em termos financeiros nos meios de comunicação.

O Idec ressalta ser o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), uma das bandeiras ostentadas pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pela atual líder do país, Dilma Rousseff, inviável com relação às suas opções fornecidas. Possivelmente, conexão de até 512 kbps será ofertada por R$ 15, enquanto para 512 até 784 kbps a projeção de custos abraça a casa dos R$ 35.

Para o Idec, em ambos os casos o mínimo a ser ofertado deve ser a conexão de 1 Mpbs, devido aos custos versus conteúdos, informações e aplicativos dispostos na rede mundial de computadores.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Economia UOL





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