Os boletos com valores de R$ 400 a R$ 799,99 poderão ser quitados em qualquer instituição bancária após o prazo para vencimento.

A partir do último sábado, dia 25 de agosto, começou a ser válida uma nova mudança no que diz respeito ao pagamento de boletos bancários vencidos. Com essa alteração, os boletos com valores de R$ 400 a R$ 799,99 poderão ser quitados em qualquer instituição bancária após o prazo para vencimento.

A informação é da Federação Brasileira de Bancos, a Febraban. A mudança já estava em pauta a algum tempo, tendo sido prevista anteriormente para entrar em vigor em 26 de maio de 2018. Porém, a mesma foi adiada.

A mudança de prazos foi justificada pelo diretor adjunto de operações da Federação, Walter de Faria. Segundo ele, esse adiamento foi necessário levando-se em conta o gigantesco volume de boletos que são compensados a cada ano no Brasil. Conforme Walter, essa soma equivale a aproximadamente 4 bilhões.

Como era anteriormente?

São muitos os tipos de títulos bancários, sendo que a maioria podia ser paga em qualquer instituição financeira até a data de seu vencimento, seja por meio de caixas eletrônicos ou pelo internet banking. Antes da criação da Nova Plataforma de Pagamentos, após a data, os documentos vencidos somente eram aceitos em seu banco emissor.

Sendo assim, era preciso se deslocar para longas filas em agências correspondentes, para a realização do cálculo das multas e dos juros pelo atraso do pagamento.

Sobre outros valores de boletos

Desde o mês de março de 2018, a regra já se aplica para os boletos que possuem valores maiores a R$ 800. Já para os documentos vencidos e que possuem valores iguais ou acima de R$ 100, esses poderão ser quitados em qualquer agência bancária a partir da data de 13 de outubro de 2018.

A tendência é de que, até 27 de outubro do mesmo ano, a mesma regra seja aplicada para os boletos que possuem um valor inferior a esse também. Para os boletos de doações, cartões de créditos, e outros, a regra começa a valer apenas a partir de 10 de novembro de 2018.

Plataforma de cobrança mais eficiente e transparente

De acordo com dados da Febraban, a nova plataforma que será utilizada para a cobrança dos boletos permite que seja identificado o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica, o CNPJ, ou o Cadastro de Pessoa Física, o CPF, do pagador. Com isso, facilita-se o rastreamento de seus pagamentos.

Então, ao realizar a quitação do boleto, o sistema inteligente consegue verificar todas as informações. Caso os dados do boleto e da plataforma coincidam, a operação é tida como válida.

Para a Federação Brasileira de Bancos, a nova plataforma é uma garantia para que o consumidor pague o seu boleto que já está vencido em qualquer um dos correspondentes não bancários ou em uma agência bancária. Além disso, a mesma permite uma maior transparência em todo o seu processo, uma vez que assegura às próprias empresas uma melhor gestão de todos os seus recebimentos e possibilita, assim, que as condições de suas operações e negociações com os clientes sejam totalmente preservadas.

Modernização necessária

Apesar de ainda estar em pleno funcionamento no Brasil, o sistema de pagamento de boletos anterior já possui uma longa trajetória. Ele foi criado no ano de 1993, dando início ao procedimento de compensação eletrônica.

Passados desde então 25 anos e após uma longa avaliação, o setor bancário sugeriu a sua modernização para aquilo que foi apresentado. Pode-se citar, principalmente, como um importante benefício da nova plataforma, o pagamento dos boletos que já extrapolaram a data de vencimento em qualquer uma das agências bancárias.

Vale ressaltar que a quitação não possui nenhum risco que prejudique o consumidor. Sendo assim, o mesmo poderá pagar o documento sem que recaiam sobre si os erros de cálculos de multas ou os demais encargos.

Por Kellen Kunz

Boleto


Saiba aqui o que é e as principais diferenças entre o Depósito DOC e TED.

Com o avanço da tecnologia nas últimas décadas, algumas tarefas como, por exemplo, transações financeiras, se tornaram cada vez mais comuns e simples. Dessa forma, é bastante comum hoje em dia usuários em todo o mundo optarem pela Transferência Eletrônica Disponível (TED) ou Documento de Ordem de Crédito (DOC) quando o assunto é transferir dinheiro de sua conta para outra conta que pertence a um banco diferente do seu. Apesar de ser algo presente na vida das pessoas, muita gente ainda não sabe diferenciar exatamente estes dois tipos de operações.

A Transferência Eletrônica Disponível, ou simplesmente TED, permite com que o cliente do banco possa fazer transferências para contas de outros bancos sem nenhum limite de valor pré-estabelecido. Vale destacar que antes de janeiro de 2016, quando entrou em vigor a nova regra, os usuários que optavam pelo TED deveriam fazer transações entre R$ 250,00 e R$ 30.000,00.

Dentre as principais vantagens do TED, não podemos deixar de destacar o fato de o dinheiro ser depositado na conta destinada minutos depois de a operação ser confirmada. Isso ocorrerá desde que a transferência seja realizada antes das 17h00. Caso contrário, o agendamento do TED implicará no depósito do valor na conta apenas no dia seguinte.

O Documento de Ordem de Crédito, ou DOC, é uma transação financeira com limite superior pré-estabelecido: R$ 4.999,99. Assim como o TED, o DOC é destinado aos usuários que desejam depositar ou transferir dinheiro para uma conta pertencente a um banco diferente do seu. Sendo restrito apenas para instituições devidamente autorizadas pelo Banco Central, o DOC é depositado na conta do destinatário no dia útil seguinte a operação, caso a transação em questão tenha sido confirmada até às 21h59. Do contrário, o valor será depositado apenas no segundo dia útil ao da realização da transação.

Diferença entre as duas operações

A grande diferença entre o DOC e o TED é de fato o tempo para que o dinheiro seja depositado na conta desejada. Além disso, como destacados nos parágrafos acima, o valor a ser depositado também diferencia as duas operações: o DOC é restrito a transações de valores até R$ 4.999,99, sendo que o TED, depois de passar por mudanças, não dispõe de valores mínimos ou máximos para que a operação seja efetuada.

Onde as transações via DOC e TED podem ser realizadas?

Outro detalhe bastante interessante quanto a esses dois serviços é que ambos podem ser feitos através de agências presenciais ou virtuais. Dessa forma, o usuário pode efetuar o DOC ou o TED através de sua agência física, utilizando o serviço internet banking, postos eletrônicos de autoatendimento ou por meio do aplicativo de seu banco.

A opção por meio do aplicativo do banco ou através do internet banking vem se tornando bastante popular. Além da praticidade e maior rapidez na conclusão do serviço, as taxas cobradas pelo serviço costumam cair pela metade quando o mesmo é realizado pela internet.

Melhores horários para realizar o TED

Se efetuado num determinado horário, o TED será depositado na conta desejada no mesmo dia da transação, em questão de minutos. Por isso, é importante saber os melhores horários para realizar tal transação. Vale destacar que o horário varia bastante de acordo com o banco do usuário. Confira aqui os principais bancos e seus respectivos horários para o TED seja concluído no mesmo dia:

  • Caixa Econômica Federal: Das 7h00 às 17h00;
  • Banco Santander: Das 8h00 às 17h00;
  • Banco do Brasil: Das 7h30 às 17h00;
  • HSBC: Das 8h00 às 16h30;
  • Banco Itaú: Das 8h00 às 17h00.

Tarifas cobradas pelos principais bancos

Ao realizar uma das operações aqui destacada, o usuário estará sujeito à cobrança de taxas pelo serviço. Tal taxa pode variar de acordo com o seu banco. Confira abaixo os valores praticados atualmente:

  • Banco Itaú: R$ 15,50 (modalidade presencial) ou R$ 8,50 (autoatendimento, internet e meios eletrônicos).
  • Banco Santander: R$ 16,30 (modalidade presencial) ou R$ 8,80 (autoatendimento, internet e meios eletrônicos).
  • Caixa Econômica Federal: R$ 15,50 (modalidade presencial) ou R$ 8,65 (autoatendimento, internet e meios eletrônicos).
  • Banco Bradesco: R$ 16,30 (modalidade presencial) ou R$ 8,80 (autoatendimento, internet e meios eletrônicos).
  • Banco do Brasil do Brasil: R$ 18,70 (modalidade presencial) ou R$ 8,80 (autoatendimento, internet e meio eletrônicos).

Por Bruno Henrique


Agências bancárias reabrirão apenas no na quarta-feira de cinzas, após o meio dia.

Estamos a poucas horas da abertura do Carnaval 2017, apesar de que em muitas cidades brasileiras ele já começou. Porém, o primeiro dia oficial de Carnaval é o sábado, abrindo os festivos para os quatro dias de folia, que se encerram na terça-feira.

Embora muitas pessoas emendem esses dias, fazendo com que o fim de semana se prolongue até a quarta-feira de cinzas, nem todos esses dias são considerados feriados oficias. Mas a verdade é que o brasileiro não se importa muito com isso.

Porém, a grande maioria das pessoas possuem em casa faturas, boletos, contas a pagar em que a data para pagamento pode ser justamente nos dias da folia, como segunda e terça-feira e ninguém gosta de pagar aqueles “jurinhos” por atraso de pagamento.

Nesse sentido, as agência de banco de todo o Brasil já informaram que durante alguns dias do Carnaval não estarão realizando atendimentos, sendo estes dias a Segunda-Feira (dia 27) e a Terça-Feira (dia 28). Além disso, as agências alertam que o atendimento ao público na quarta-feira de cinza, 1º dia do mês de março, terá início somente a partir do meio-dia.

Contudo, a Federação Brasileira de Bancos,a Febraban, comunica que as pessoas podem durante estes dias utilizar as ferramentas eletrônicas como os canais disponíveis pelos bancos, bem como seus correspondentes para assim poderem fazer suas operações.

Uma outra forma de fazer o pagamento é por meio da leitura do código de barras que as faturas, boletos e contas em geral possuem. É só agendar esse pagamento em um dos caixas eletrônicos que as agências possuem, ou por meio da internet banking, também através do sistema de telefonia dos bancos, que estarão funcionando e através de um cadastramento de contas no sistema autorizado de Débito Direto Autorizado.

Com tanta tecnologia nos dias de hoje, os clientes possuem a facilidade de pagar suas contas sem nem precisar ir a uma agência. Toda a movimentação bancária hoje pode ser acompanhada através de aplicativos no celular.

Além disso, contas relacionadas a consumo como telefone energia e água que possuem vencimento para esses dias 27 e 28 , em que as agências estarão fechadas, podem ser quitadas na quarta-feira de cinzas e sem a cobrança de juros.

Sirlene Montes


Confira aqui algumas dicas de como renegociar dívidas com o banco.

A cada ano o índice de inadimplência de brasileiros aumenta de forma considerável. Número que aumentou ainda mais em 2016, em decorrência da forte crise econômica pela qual o país vem atravessando.

A maioria dos inadimplentes brasileiros possuem dívidas com instituições bancárias, cujos juros são altos e assim a cada ano a dívida vai se tornando maior e mais difícil de ser quitada.

E com a chegada de um novo ano, a maioria dos bancos procuram seus devedores para propor uma negociação da dívida. O que pode ser uma boa oportunidade para quem deseja pagar e tirar o nome do cadastro negativo.

Se você faz parte do grupo de brasileiros que possuem alguma dívida com algum banco ou instituição credora e deseja fazer um acordo para pagar o que deve e tirar seu nome do cadastro de inadimplentes, veja aqui as dicas de como fazer um bom acordo:

– Antes de procurar a instituição a qual você possui débitos faça uma lista com todos os seus gastos mensais e essenciais e veja o que sobra. Com base nesse valor estipule um valor que você possa pagar sem comprometer as dívidas fixas e essenciais. Dessa forma, já leve esse valor anotado e o apresente.

– Antes de fechar o acordo procure se informar sobre as taxas de juros. Se as taxas estiverem muito altas, não assine o novo contrato. Há bancos que tentam se aproveitar nesse quesito. Por isso pesquise. Para realizar essa pesquisa, consulte em http://www.bcb.gov.br/pt-br/#!/c/TXJUROS/ ou peça ajuda a alguém que entenda melhor. Se caso as taxas estejam realmente abusivas, faça outra proposta e se a instituição credora se negar a baixar os valores, faça uma denúncia ao Banco Central ou ao PROCON. Nesse caso, os bancos acabam cedendo.

Depois de assinado o acordo, comprometa-se a pagá-la. Para não ficar enrolado, procure cortar os gastos supérfluos. E sempre que aparecer um dinheiro extra, como o 13º, por exemplo, use-o para abater no valor da dívida, assim você termina de pagá-la mais rápido e se livra da dívida e dos juros mais cedo.

Em tempos de crise, uma dica importante é evitar os financiamentos a longo prazo.

Sirlene Montes


Confira aqui o que muda para os correntistas do HSBC com a mudança para Bradesco.

Nos últimos anos, os consumidores tem sido surpreendidos com frequentes notícias a respeito do término de algumas instituições bancárias que estão sendo compradas por outras de maior porte ou até mesmo por meio de fusão, sendo que a mais nova instituição que passará por este processo de transição será o conhecido HSBC. Essa mudança ocorrerá depois que ocorreu a aprovação da compra do HSBC pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), ocorrida no mês de junho, transação esta que foi efetivada pelo valor US$ 5,2 bilhões.

Na realidade essa modificação já começará a mudar os hábitos dos correntistas do HSBC nessa próxima quarta-feira, dia 05 de outubro de 2016, haja vista que a partir dessa data eles terão que fazer as suas operações no banco Bradesco, porém, apesar de ser uma novidade, para os correntistas do HSBC não é uma novidade que os pegou de surpresa, pois desde o começo do mês de setembro o Bradesco começou uma campanha de divulgação dessa mudança, na qual os clientes que possuem cartões de crédito e débito começaram a receber nas suas residências kits de boas vindas. Em muitos locais essa mudança já foi até efetivada, haja vista que não só as fachadas dos antigos bancos HSBC passaram a estampar a fachada do Bradesco, mas também os serviços de internet banking já foram habilitados e já estão operando com a nova interface.

Outro marco importante dessa mudança de instituição bancária será o dia 08 de outubro 2016, data em que os correntista do HSBC poderão de fato utilizar todas as funções disponíveis no pacote de serviço dos caixas eletrônicos.

Vale ressaltar que toda essa modificação será feita de forma gradativa, um exemplo disso é o fato de que os correntistas do HSBC que tiverem talões de cheque e cartões de crédito poderão continuar utilizando-os normalmente até o término do talão no caso de cheque, no entanto, no caso dos cartões de crédito os clientes devem providenciar a substituições destes até a data limite do dia 08 de outubro de 2016.

Para obter maiores esclarecimentos ou para retirar quaisquer dúvidas referente a este processo de transição os clientes podem ligar na Central de Boas-Vindas criada pelo Bradesco, cujo telefone é o 3003-5150 para as capitais e regiões metropolitanas e 0800-718-5150 para as demais localidades.

Por Adriano Oliveira


Votação do Supremo Tribunal Federal considera válido o acesso de dados bancários sigilosos pela Receita Federal.

O Supremo Tribunal Federal votou e decidiu nesta semana que o direito da Receita Federal de acessar dados bancários sigilosos de pessoas jurídicas e físicas independente de autorização da justiça é constitucional e, portanto, válido.  

A decisão contou com 09 votos a 02 e a maior parte dos ministros compreendeu que como a análise era liberada apenas para a Receita, ela não se caracteriza como uma quebra de dados, e sim uma espécie de transferência do sigilo bancário.

Foi com base nesta norma que a Receita passou, a partir desse ano, a ampliar o controle sobre as movimentações financeiras. Agora, ela receberá informações sobre transações mensais que ultrapassem a casa dos R$ 6.000 no caso de empresas e de R$ 2.000,00 para pessoas físicas.

Segundo os ministros, a medida não fere nossos princípios constitucionais de privacidade nem tampouco são abusivas. Ainda de acordo com eles, o interesse público deve prevalecer. A decisão contou ainda com os argumentos de que esse tipo de informação auxilia no combate de crimes como lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e corrupção.

Outro ponto de destaque levantado pelos ministros é o de que caso haja algum tipo de irregularidade ou vazamentos de dados, estes serão apurados não só administrativamente como também criminalmente.

A discussão girou em torno de 05 ações que foram apresentadas por entidades, partidos e também a de um contribuinte que se tornou alvo da Receita por conta da norma. O pedido principal era de que o Supremo Tribunal Federal desconsiderasse por meio de invalidação o trecho da lei que prevê a autorização de quebra de sigilo em alguns casos.

O STF discutiu cinco ações que foram apresentadas por partidos e entidades, como a Confederação Nacional do Comércio, a Confederação Nacional da Indústria e o Partido Social Liberal, além de um contribuinte que foi alvo da Receita por causa da norma.

Jorge Rachid, secretário da Receita, compareceu pessoalmente para tratar sobre o assunto com os ministros. Ele alegou que caso a anulação da fiscalização fosse realizada, esta poderia prejudicar grandes operações da Polícia Federal, como por exemplo, a Lava Jato, Zelotes, entre outras.

Durante a sessão, os ministros Ricardo Lewandowski, Luiz Fux e Gilmar Mendes defenderam a medida e afirmaram que não estão duvidando que os indivíduos tenham direito de proteger assuntos pessoais como finanças, no entanto, eles alegam que esse tipo de informação não poderia ser negada ao Fisco.

Marco Aurélio Mello e Celso de Mello foram os dois ministros que votaram contra a permissão de concessão das informações bancárias à Receita. Segundo Celso de Mello, a medida pode acabar abrindo lacunas para devassa em dados sigilosos por outras instituições. 

Por Beatriz


Nos últimos 8 anos o número de contas correntes saltou para 60%, tornando o Brasil uma potência no que diz respeito à inclusão financeira das nações emergentes.

É quase um senso comum. A maioria das pessoas acha que bancos só visam lucros e não são muito de se importar com os benefícios – em forma de dinheiro e facilidades – para os seus clientes. Apesar dessa visão quase que generalizada, acreditem, o Banco Central do Brasil, órgão que regula todos os bancos do país, sejam eles de iniciativa pública ou privada, informou que nos últimos oito anos nunca os brasileiros abriram tantas contas correntes.  

Para usar de mais exatidão nas informações, o setor de Administração e Relações Institucionais e Cidadania do Banco Central fez uma pesquisa, confirmando que a quantidade de correntistas teve um incremento de 60%, levando em consideração, como já citado, os últimos anos para servir como amostra da pesquisa.  

A entidade também explica que o mais surpreendente nesses números está nas oscilações econômicas que o Brasil tem passado e vem passando ao longo desses anos, o que não serviu, de modo algum, como freio para que os brasileiros desistissem de por os pés em bancos; abrir uma conta corrente e movimentá-la.  

Claro que esse aumento de correntistas foi muito comemorado pelo Banco Central, pois, em posse de dados como esses, fica evidenciado no mercado financeiro global que o Brasil é uma potência no que diz respeito à inclusão financeira, ficando na 3ª posição dos países com maior inclusão financeira, entre as nações consideradas emergentes.  

Apesar de toda a vibração com a elevação de contas correntes abertas no Brasil, que também causou um reflexo positivo em torno de 45% no Sistema Financeiro Nacional (SFN), o Banco Central comunica que ainda há muitos esforços a serem feitos para que mais contas correntes sejam abertas; mais investimentos lucrativos sejam feitos e que o Brasil se eleve, em breve, para a primeira colocação dos países de inclusão financeira.  

Certamente que a elevação de correntistas no Brasil se deve ao fato de aquisições como compra da casa própria, financiamento de carro, empréstimos para abertura de um empreendimento, entre outros, só poderem ser feitos para quem possui conta corrente e a movimentação seja feita com frequência. No entanto, o Banco Central coloca como o centro do avanço o uso da internet pelos bancos, afirmando que a tecnologia tornou muito cômodo para os correntistas observarem, direto do seu smartphone ou computador pessoal, como está a situação da sua conta bancária.  

Nos últimos anos, o que se conhece como Internet Banking, foi fator crucial para que 60% a mais de brasileiros abrissem contas correntes e confiassem suas finanças em bancos.

Segundo o Banco Central, o fator comodidade foi decisivo para que as transações financeiras do país não tivessem uma queda significativa, o que é importante para que a máquina da economia não pare de girar. 

Por Michelle de Oliveira

Conta corrente


Os consumidores devem adotar algumas estratégias para evitar transtornos no pagamento das contas e outros serviços que necessita dos bancos.

Com a greve dos bancários em diversos municípios do Brasil as pessoas precisam dispor de outras estratégias para garantir que as contas sejam pagas em dia.

As multas por atraso continuam sendo aplicadas e é indispensável que os consumidores saibam driblar as barreiras da greve para evitar futuros problemas maiores e dores de cabeça.

Confira algumas dicas essenciais para contornar a situação da greve dos bancários:

Caixas Eletrônicos continuam funcionando – Apesar dos bancários estarem em greve, os caixas eletrônicos das agências bancárias estão ativos. É possível realizar saques e pagar contas através dos códigos de barras das contas. O procedimento é simples e fácil.

Casas Lotéricas – O horário de funcionamento é comercial e é possível pagar contas, realizar saques, consultar saldos, extratos e até mesmo depositar dinheiro. Vale lembrar que as filas de algumas lotéricas são grandes e que muita gente recorre a esse método, portanto vá com uma folga no horário.

Internet Banking – Muita gente ainda é receosa em contar com a internet como grande aliada, mas o constante investimento em segurança e tecnologia por conta das instituições financeiras tornou a possibilidade vantajosa, principalmente em momentos como esse.

Cartão Bloqueado – O que fazer? Os clientes que receberam cartões em suas residências em plena greve dos bancários precisam desbloqueá-los para que possam utilizar o benefício. É necessário saber que a greve não afeta esses serviços, pois eles podem ser realizados pelo telefone, internet ou nos próprios caixas eletrônicos ou correspondentes bancários como supermercados e casas lotéricas.

Vale lembrar que o inverso é o mesmo, para bloquear cartões, independente do motivo, é possível utilizar esses mesmos canais.

Transferências – Os consumidores podem realizá-la através do internet banking ou ainda por meio dos terminais de autoatendimento. Quando a transferência tratar de valores mais altos será preciso realizar um cadastro do destinatário, isso varia entre os bancos, alguns exigem a realização na agência, outros, porém, permitem cadastramento via internet ou telefone.  

Por Beatriz 

Pagar contasna greve dos bancos

Foto: Divulgação


Nesta semana foi anunciada a venda do HSBC para o banco brasileiro Bradesco. Com isso, várias dúvidas surgiram em relação ao que irá acontecer com os clientes do HSBC. Pois bem, em um primeiro momento as mudanças serão mínimas.

Assim que o Bradesco anunciou a aquisição da unidade financeira do HSBC, os clientes deste último banco ficaram preocupados, principalmente, aqueles que possuem algum investimento ou empréstimo realizado junto ao banco, afinal, como ficará a situação deles agora que passam automaticamente a serem clientes do Bradesco?

Muitas são as dúvidas sobre o que vai ocorrer com os clientes do HSBC, mas em um primeiro momento, estas mudanças serão mínimas, quase que imperceptíveis para os clientes, pois a integração entre o Bradesco e o HSBC só vai de fato acontecer, quando houver a aprovação dos órgãos reguladores brasileiros. Até lá, os clientes do HSBC não deverão perceber nenhuma mudança significativa.

Quando os órgãos aprovarem a integração do HSBC com o Bradesco, nenhuma mudança poderá ocorrer para os clientes do HSBC em relação aos serviços que já vinham sendo oferecidos ou os custos que estes tinham em relação ao banco e se alguma mudança neste sentido acontecer, os clientes poderão procurar o PROCON para reclamarem seus direitos.

E é importante ressaltar que o próprio Bradesco se comprometeu a oferecer aos clientes do HSBC os mesmos produtos e serviços que eles já estavam acostumados a terem à disposição.

O Bradesco também se comprometeu em relação às facilidades que são oferecidas pelo HSBC no exterior, já que o Bradesco conta com uma rede de parcerias em diversos países.

E para quem é cliente do Bradesco, este banco ainda está estudando se vai oferecer aos seus antigos clientes os serviços e os produtos que eram oferecidos pelo HSBC, mas isso ainda vai demorar um pouco, pois o Bradesco vai analisar cada um dos serviços e produtos para ver o que é ou não interessante para disponibilizar.

Outro fato que poderá acontecer é que as agências do HSBC que se encontrem próximas às agências do Bradesco sejam fechadas. Quando o Itaú se uniu ao Unibanco, a grande maioria das agências do Unibanco foram mantidas, já que as agências do Itaú não estavam preparadas para receber os novos clientes.

No caso do Bradesco/HSBC ainda é muito cedo para dizer o que será feito, mas o certo é que, todo cliente que se sentir prejudicado, deverá procurar imediatamente o Procon.

Por Russel

Clientes do HSBC

Foto: Divulgação


Os bancos apostam na facilidade da tecnologia para oferecer empréstimos por meio dos smartphones.

Cada dia mais as funcionalidades nos celulares estão crescendo. O celular atualmente é praticamente uma extensão do computador e para alguns usuários o substitui completamente.

Os bancos sabem dessa funcionalidade crescente dos aparelhos e atualmente já oferecem serviços de movimentações simples de conta bancária, como consultas, pagamentos e transferências.  E agora uma novidade pretende revolucionar a forma como os usuários utilizam o celular para acesso a conta. A opção de solicitar um empréstimo estará disponível também via celular!

Atualmente o número de empréstimos pessoais vem crescendo, mas as pessoas ainda têm algumas barreiras, como ter que ir à sua agência, ou chegar em algum local com computadores com acesso à internet para solicitar o empréstimo.  O problema é que com a cultura imediatista implantada nos dias atuais, as pessoas querem cada vez mais acessibilidade imediata. Os bancos apostam nessa tendência ao oferecer essa nova funcionalidade. A expectativa é que aumentam ainda mais os pedidos de empréstimo com essa nova facilidade.

O perigo dos empréstimos por celular ainda deve ser medido. O acesso instantâneo a opção de empréstimo com apenas um toque na tela do celular, pode causar o perigo do consumo excessivo. Apesar de ser uma facilidade que ajudará em casos de emergência, por exemplo, alguns clientes podem acabar lesados por tamanha facilidade. Chegará ao fim, por exemplo, o momento de decisão antes de contratar um pacote financeiro de emergência.

O empréstimo pessoal é um recurso para momentos de crise e emergência financeira e deve ser usado com cautela pelos usuários. É preciso ter a consciência de que o empréstimo não é renda extra. Todo o dinheiro emprestado a você deverá ser pago em um prazo determinado para o banco. Mesmo que a tentação de pegar um empréstimo seja grande é preciso pensar se ele é realmente necessário e principalmente se você terá a possibilidade de pagar as parcelas sem maiores prejuízos para sua a renda familiar.

Por Patrícia Generoso

Empréstimo por celular

Foto: Divulgação


Fevereiro teve alta nos juros bancários, nos juros de cartões de crédito e na inadimplência

Os juros cobrados pelos bancos para pessoas físicas seguem em alta. No mês passado, a taxa atingiu 54,3%, mais alta do que em janeiro, que foi de 52%.

Segundo o Banco Central (BC), esse aumento de 2,3% em relação ao mês passado é o maior patamar atingido desde o início da série, em 2011.  Em janeiro deste ano, a autoridade monetária realizou uma alteração na metodologia de cálculo dos juros bancários. Para o Banco Central, esta mudança integra o processo de aprimoramento das estatísticas, que deverá ser permanente.

No entanto, além do aumento dos juros bancários, a taxa básica da economia também aumentou. Esta, foi criada, também pelo Banco Central, para tentar conter as pressões inflacionárias e é revista a cada 45 dias.  De acordo com uma matéria publicada no G1, o aumento de juros por parte da Instituição Bancária vem acontecendo desde outubro do ano passado, quando a taxa beirava os 11% ao ano e, em janeiro, aumentou em 1,25%.

Além disso, os juros dos cartões de crédito também tiveram aumento – 342,2% em fevereiro – o que significa que o consumidor está pagando, em média, 0,4138% ao dia. Em termos práticos, se o cliente dever R$ 1.000,00 no início do mês, no final, estará devendo R$1.127,00. Ou seja, pagará R$ 127,00 apenas em juros. Já a inadimplência entre pessoas físicas e jurídicas ficou em 4,4%, valor considerado estável em relação a janeiro deste ano e a fevereiro de 2014.

Analisando os números, pode-se perceber que esse aumento de juros, por parte dos bancos, tem sito feito de forma intensa, o que, muitas vezes, pode deixar o consumidor nervoso.  Ainda,  a rentabilidade dos grandes bancos que possuem capital aberto no Brasil foi, no ano passado, de 18,23%, valor duas vezes superior ao dos bancos americanos, que foi de 7,68%. O levantamento foi realizado pela consultoria Economatica para a BBC Brasil.

Por Andréa Corneli Ortis

Juro bancário


As taxas que os bancos cobram através da solicitação do Cheque Especial são os maiores do mercado, pois existem instituições financeiras que já cobraram até 200,6% de juros ao ano, sendo essa a maior porcentagem desde 1999.

Isso significa que entrar o ano no vermelho está cada vez mais caro, e os brasileiros precisam se atentar a quais são os melhores e os piores bancos para fazer a solicitação desse tipo de empréstimo.

A taxa de juros para aqueles que solicitam o cheque especial pode variar até 100% entre os principais bancos do Brasil.

Em uma pesquisa realizada pela Exame.com foi possível constatar que hoje a Caixa Econômica Federal é a que oferece as menores taxas de juros, e em contrapartida, o Santander é a instituição financeira com as maiores cobranças.

Um cliente que pega hoje o valor de R$ 500 na Caixa vai ter o total a pagar de R$ 529. Sendo isso avaliado após o período de um ano. Porém, se o cliente optar em pegar o mesmo valor no Santander, o valor final que o correntista vai pagar será de R$ 1.061, sendo 100,35% a mais.

Todas as informações sobre o valor cobrado de taxa de juros de cada banco foram fornecidas pelo Banco Central (BC), sendo isso referente ao período de 26 a 30 de janeiro de 2015.

Veja abaixo quais são os melhores e piores bancos para cair no cheque especial:

– A Caixa Econômica Federal cobra 7,34% de juros ao mês e 133,83% ao ano.

– Em segundo lugar vem o Banco do Brasil com a cobrança de 8,53% ao mês e 166,93% ao ano.

– Depois vem o Bradesco com 9,84% ao mês, e juros de 208,38% ao ano.

– O Itaú cobra 9,89% ao mês e 210,12% ao ano.

– O HSBC tem 12,54% de cobrança de juros ao mês e 312,77% por ano.

– E o último banco analisado é o Santander com o total de 12,81% ao mês e 324,69% por ano.

Dessa forma você pode comparar qual é a melhor instituição financeira para você fazer a aquisição do valor emergencial.

Por Yasmin Fernandes Robles

Cheque especial

Foto: Divulgação


 

O Banco Central (BC) mudou as regras para a realização de depósitos compulsórios. A mudança foi anunciada nesta quinta-feira, dia 8 de novembro. O banco BMG será beneficiado grandemente pela medida. No site do Banco Central apresentam-se dados que mostram que o BMG possui um patrimônio de referência com nota de nível 1, no montante de R$ 2,126 bilhões em junho de 2011. Esse patrimônio alcançou o valor de R$ 2,989 bilhões em junho de 2012. 

Ainda de acordo com os dados, o BMG é a instituição financeira com o maior montante de papeis no sistema de coobrigações de crédito no Brasil. Somente o BMG registrou R$ 16,4 bilhões desse tipo de coobrigação de crédito em junho deste ano.

Banco do Nordeste (BNB) possuiu um patrimônio de referência com nota de nível 1 em um montante de R$ 2,483 bilhões em junho de 2012. Agora que passa a vigorar a nova regra, o banco será adequado a nova regra do BC, mesmo tendo um volume de coobrigações de crédito muito menor do que o BMG, ficando em R$ 27 milhões em junho desde ano.

Outra instituição financeira que será beneficiada por essa medida que altera a realização de depósitos compulsórios é o banco BNP Paribas. Em junho do ano de 2012 a instituição possuía um patrimônio de referência com nota de nível 1 e um montante de R$ 2,483 bilhões.

Fonte: Exame

Por Matheus Camargo


O Banco do Brasil aumentou expressivamente sua participação no mercado internacional de operações financeiras com um crescimento de mais de 160% em 2012. Segundo dados do banco, a participação do BB no mercado internacional de renda fixa entre janeiro e setembro de 2012 cresceu 162,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

Nos três primeiros trimestres de 2012, o mercado de operações financeiras internacionais cresceu em média 23,3% esse ano. Dessa maneira os capitais internacionais captados por empresas brasileiras somaram um montante de US$ 36,7 bilhões até agora. Deste montante, o BB foi responsável por US$ 17,2 bilhões. No mesmo período de 2011, a participação do banco público tinha sido de US$ 6,5 bilhões de um total de US$ 29,8 bilhões em operações.

Paulo Caffarelli, vice-presidente de Atacado, Negócios Internacionais e Private Bank do BB, acredita que essa evolução expressiva ocorreu por meio de planejamento e cooperação das áreas de mercado de capitais e negócios internacionais do BB. Ele enfatiza também o investimento do BB na Ásia, que possibilitou a criação do BB Securities na região com operação 24 horas por dia no mercado externo.

Por Matheus Camargo


Segundo analistas do HSBC,  Victor Galliano e Mariel Santiago, o resultado dos balanços financeiros dos bancos brasileiros deve ser menor nesse ano. Eles avaliam que dentre os bancos nacionais aquele que deve obter o melhor desempenho no período de julho a setembro de 2012 será o Bradesco.

Para eles, o ponto que pressiona a queda dos resultados de lucro dos bancos é a desaceleração do crescimento do PIB esse ano. Com a desaceleração a expansão da carteira de crédito fica comprometida. Os bancos públicos e privados tiveram uma forte expansão de suas linhas de crédito no ano passado, o que alavancou seus lucros no período.

Outro fator que tem pressionado os lucros do setor é a política do Governo Federal em relação às taxas de juros cobradas nas linhas de crédito aos correntistas. Recentemente a presidenta Dilma Rousseff pediu ao Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal um esforço no sentido da redução das taxas de juros. Os bancos públicos responderam com o corte dos juros em suas linhas de crédito, o que aumentou significativamente sua competitividade no setor. Como resultado a participação dos bancos públicos no mercado de crédito cresceu entre setembro de 2011 e setembro desse ano, segundo dados do BC.

Além disso, mais recentemente o governo promoveu outra iniciativa no setor visando diminuir os custos bancários para a população com o corte de preços nas tarifas e pacotes básicos dos bancos públicos. Essa medida pressiona os bancos privados a adotar cortes nos preços de seus serviços também, como o Itaú, que já anunciou cortes.

Por Matheus Camargo


No final das negociações de terça-feira, 23 de outubro, da Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) associada a Bovespa, a projeção da taxa DI para janeiro de 2013 estava em 7,10 por cento.

A taxa DI indica as projeções prefixadas de juros em contratos com liquidação futura. Atingindo a média de 7,10 por cento ontem com 655.330 mil contratos negociados. Já as taxas prefixadas em contratos para janeiro de 2014 estavam em 7,39 por cento, uma queda de 0,01% para os 268.350 mil contratos fechados na segunda-feira.

Esses números relevam uma trajetória de queda das taxas prefixadas de juros nos contratos futuros. Os motivos da queda são indicados como a deteriorização da situação na Europa com o anuncio do Banco Central da Espanha sobre o aprofundamento da recessão no país. 

A queda teria sido forçada também pelas previsões dos índices inflacionários no Brasil, com os últimos dados, mostrando que o ritmo de aceleração do crescimento da taxa de inflação começava a ser revertido na terceira semana de outubro, o que levou Alexandre Tombini, presidente do Banco Central, a afirmar que o país vai conseguir manter-se dentro da meta do governo para a inflação acumulada em 2012.

Por Matheus Camargo


Essa promete ser uma semana agitada na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) com a divulgação dos balanços comerciais das principias ações negociadas no Brasil. Entre 22 e 26 de outubro a Companhia Vale do Rio Doce e Petrobras, que possuem as ações mais negociadas na Bovespa devem divulgar seus resultados do terceiro trimestre de 2012. Ainda os bancos Bradesco e Itaú Unibanco também devem publicar seus balancetes financeiros do último período.

Quarta-feria, 24 de outubro, é a vez da Vale publicar seu balanço financeiro para o trimestre que vai entre julho e setembro. De acordo com analistas a empresa deve apresentar uma pequena subida na produção do minério de ferro, principal produto comercializado pela Vale. Porém os resultados podem não ser bons, devido a queda no preço médio da commodity no período que deve ficar em volta de 21 por cento mais barata. Isso pode levar a um duro golpe no rendimento da empresa no período.

A Petrobras prevê a publicação de seu balanço financeiro do trimestre para sexta-feira, 26 de outubro. No segundo trimestre de 2012, a gigante brasileira decepcionou o mercado ao apresentar um resultado de 1,346 bilhão de reais em prejuízo líquido. Analistas previam que a Petrobras deveria demonstrar um lucro líquido de 1,58 bilhão de reais para esse período.

Por Matheus Camargo


O órgão fiscalizador do sistema econômico CADE, Conselho Administrativo de Defesa Econômica, aprovou a negociação entre Itaú e BMG para fundir as empresas. A decisão da  Superintendência Geral do órgão foi publicada hoje, no Diário Oficial da União.

A negociação entre as duas empresas financeiras deverá criar o banco Itaú BMG Consignado e deverá oferecer serviços de crédito consignado. Segundo a nota publicada no Diário Oficial, a criação da nova empresa não representa riscos ao mercado de crédito consignado, pois este vêm tendo um crescimento expressivo e alta competitividade nos últimos anos.

A aprovação do Cade para a fusão entre as empresas financeiras é a primeira a ser deliberada dentro da nova lei de defesa da concorrência na categoria de ato de concentração ordinária.

A lei foi aprovada em 30 de novembro de 2011, porém só entrou em vigor em 29 de maio desse ano. Dentre as novidades da nova legislação está o impedimento da consumação das operações de aquisição e fusão de grandes empresas de um mesmo seguimento do mercado antes da aprovação do pedido de licitude do processo junto ao CADE.

O superintendente geral do CADE, Carlos Regazzo, é quem assina a aprovação que ainda pode ser levada a debate no conselho caso algum de seus membros assim o solicitar dentro o prazo dos próximos 15 dias.

Por Matheus Camargo


Um Economista e ex-dirigente da Federação Brasileira de Bancos alerta que a expansão da carteira de crédito por parte de bancos púbicos pode ameaçar o equilíbrio do mercado financeiro brasileiro.

Roberto Luís Trosteranalisa que o crescimento de 71% da carteira de crédito disponibilizado no mercado pela a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil nos últimos doze meses pode ser uma estratégia que colocará em risco o equilíbrio do mercado de crédito nacional.

Os dados foram disponibilizados pelo relatório do Banco Central sobre a política de crédito nacional em agosto. Segundo o relatório do BC os bancos públicos lideram a expansão do crédito no último período e aumentaram significativamente sua participação total no mercado de crédito nacional.

Nos últimos meses, a expansão da concessão de crédito pelo o BB e a Caixa veio associada com políticas de redução da taxa de juros e de corte nos custos da tarifa. Essas políticas, diretamente associadas a decisões do Governo Federal, vêm impondo um aumento da competitividade no mercado financeiro nacional e já tem surtido efeitos nos bancos privados que nos últimos dias anunciaram corte nas taxas de juros e em preços de tarifas.

Troster afirma que essa política arrojada de competição dos bancos públicos pode ser insustentável. Segundo ele: “O problema é que os índices de eficiência das instituições públicas são piores e elas não suportam as reduções de taxas de juros”.

Outros analistas são menos pessimistas e afirmam que o crescimento da participação desses bancos no mercado de crédito tem sido sustentado por níveis de inadimplência que se mantém constantes.

Por Matheus Camargo

Fonte: Estadão


Bancos irão restringir financiamentos no 3º tri

Grandes bancos estão pessimistas diante da economia estagnada e de indícios de moderação no mercado de trabalho brasileiro. Apesar das diversas medidas implantadas pelo governo e dos juros estarem no menor patamar já visto, a oferta e a aprovação de novos financiamentos deverão ser restritas neste trimestre.

Na semana passada, Guido Mantega, ministro da Fazenda, convocou nove dos maiores banqueiros do país para tentar modificar a posição do grupo, que diz que o crédito não irá deslanchar como o governo prevê. Os argumentos dos banqueiros são: o emprego fraco, a desaceleração da renda e a falta de confiança na economia.

Esse pessimismo já era visto um mês antes da reunião com Mantega, quando 17 instituições financeiras foram sondadas pelo Bacen sobre as expectativas do mercado de crédito. Este grupo representa 85% do total de empréstimos ao consumo, sendo considerado essencial para manter o aquecimento da economia.

Nessa sondagem, o grupo declarou que a oferta de novos empréstimos terá moderada contração neste trimestre. Sendo assim, há uma tendência de redução da disponibilidade de empréstimos.

Os bancos também observam que os clientes não estarão com uma situação econômica boa o suficiente, por isso a aprovação de novos financiamentos terá uma leve contração.


Santander: lucro líquido apresentou queda no 1º semestre

O maior banco da zona do euro, Santander, registrou queda em seu lucro no primeiro semestre de 2012. Em relação ao ano passado, o lucro líquido caiu pela metade, ficando em € 1,7 bilhão, aproximadamente R$ 4,2 bilhões, ainda sentindo os prejuízos da crise imobiliária de 2008.

O banco precisa liquidar dívidas de financiamentos e empréstimos, que chegam a € 8,8 bilhões, até o final do ano, para cumprir obrigações com órgãos reguladores da UE (União Europeia).

As expectativas dos analistas eram de que no Brasil o lucro fosse maior e pudesse ajudar a matriz, que batalha para não sofrer tanto com a crise na Europa. Mas, o lucro líquido registrado no Santander Brasil foi de apenas R$ 1,464 bilhão, no segundo trimestre, com queda de 5,48% se comparado ao mesmo período de 2011.

As menores receitas foram registradas na América Latina, e as maiores perdas em crédito foram vistas especialmente no Brasil, onde a economia está ficando desaquecida, aumentando os calotes no setor bancário.

Mesmo assim, o Santander foi o banco que menos sofreu em comparação aos seus concorrentes na Espanha, pois apresenta vários negócios no México, Polônia, Brasil e Reino Unido. Portanto, a América Latina representa a metade do lucro do Santander.


Diminuição nas taxas de juros

O corte feito na Selic na semana passada, de 8,5% para 8% ao ano, anunciado pelo Copom, influenciou positivamente na movimentação econômica brasileira.

Os juros de empréstimos e financiamentos dos principais bancos privados e públicos do Brasil foram reduzidos.

O Santander começou o dia de hoje (20/07) operando com suas novas taxas. Para o crédito pessoal, a taxa mínima para pessoa física passou a ser 1,75% ao mês (era 1,79%), e a máxima, 6,89% ao mês (era 6,93%).

Quem também aproveitou para lançar as novidades foram o Banco do Brasil, Itaú, Bradesco e a Caixa Econômica Federal.

Portanto, o Itaú agora oferece taxas para crédito pessoal de 1,91% a 4,85% ao mês (era de 1,95% a 4,89% ao mês). No Bradesco as taxas ficaram de 1,93% a 1,89%.

Já a Caixa reduziu as taxas do Crédito Aporte Caixa (refinanciamento de imóveis), indo de 1,35% a 1,55% ao mês, mais TR, para 1,31% a 1,51% ao mês, mais TR. A redução foi feita também para operações de financiamento de veículos.

Por fim, o Banco do Brasil cortou os juros das linhas BB Crédito Material de Construção para pessoas físicas (variando de 1,53% a 1,98%) e BB Crédito Benefício para aposentados e pensionistas do INSS (variando de 2,21% a 3,79%).


Os juros cobrados pelas instituições financeiras referentes aos empréstimos pessoais apresentaram índice estável no mês de março no estado de São Paulo, a informação foi divulgada através de uma pesquisa realizada pela Fundação Procon.

De acordo com o estudo, o valor médio das taxas de juros foi de 5,87%, o que representa um acumulado de 98,31% ao ano.

Outro ponto abordado pela pesquisa foi com relação aos juros do cheque especial, a média nesse caso foi de 9,54%, o que representa 198,4% ao ano. A variação foi de 0,01% na comparação com janeiro e fevereiro, a média foi considerada estável pelos especialistas.

A pequena alta na taxa cobrada no cheque especial teve como principal causa a elevação de 0,03% nos juros cobrados pelo HSBC, sendo que as outras instituições financeiras não apresentaram variação.

Ao analisar os bancos isoladamente, a menor taxa cobrada foi apresentada pelo Banco do Brasil e a maior pelo Itaú.

O estudo contou com a participação de sete bancos que atuam no Brasil, foram eles: Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Itaú, Safra, Santander e HSBC.

Por Joyce Silva


Segundo o que foi decidido hoje pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), os bancos que trabalham com microcrédito produtivo em breve estarão habilitados para utilizar essas linhas de crédito em empréstimos para deficientes. Estes empréstimos poderão ser utilizados para a compra de bens e serviços, como cadeira de rodas, muletas, próteses e aparelhos auditivos.

De acordo com Sérgio Odilon dos Anjos, chefe do Departamento de Normas do Banco Central, a medida ainda não está válida e em breve será divulgada uma lista com todos os produtos que poderão ser comprados com esse crédito. A lista será feita em parceria com o Ministério da Fazenda, o Ministério da Ciência e Tecnologia e a Secretaria de Direitos Humanos.

A taxa de juros para este tipo de empréstimo não poderá passar de 2% ao mês. Além disso, a tarifa de abertura de crédito não pode exceder 2% do total do crédito cedido.

A linha de crédito também terá algumas regras importantes. Não terá direito quem ganhar mais que dez salários mínimos mensais, o valor máximo que poderá ser emprestado é de R$30 mil e os bens adquiridos não poderão ser utilizados para fins de comércio.

Fonte: G1

Por Jéssica Posenato


Desde 1º de março está em vigor a medida tomada pelo CMN que autoriza os bancos a oferecerem aos seus clientes uma opção de conta que seja exclusivamente movimentada eletronicamente. A intenção do Banco Central, com isso, é proporcionar comodidade e, principalmente, economia  aos clientes.

Isso significa que se você optar por acessar sua conta exclusivamente por caixas eletrônicos, celulares e pela web (caso o Banco decida oferecer esse serviço), ficará isento de pagar as tarifas de manutenção hoje vigentes para a maioria dos usuários.

Vale lembrar mais uma vez que a medida somente será aceita para comunicação exclusivamente eletrônica, pois se você optar pelo uso dos meios convencionais (guichê, atendimento gerencial ou por telefone), ficará sujeito às cobranças das tarifas pré-estabelecidas na legislação relacionada, porém o cliente ainda poderá ter direito a isenção, nos casos em que ocorram falhas nos meios eletrônicos.

Por Alberto Vicente


Levantamento realizado pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) revelou que as taxas de juros do cheque especial e do empréstimo pessoal avançaram levemente em fevereiro em comparação a janeiro.

Segundo a fundação, o cheque especial foi aquele que registrou a maior variação já constatada desde julho de 2010, ao mesmo tempo em que apresentou incremento de 0,16% em relação aos índices de janeiro de 2011. No empréstimo pessoal, particularmente, a alta chegou a 5,39% ao mês, meio ponto percentual acima do resultado anterior.

Na modalidade cheque especial, o Bradesco conduziu o maior avanço entre as demais redes sondadas, com diferença de 0,34%, para 8,79% ao mês. No Santander a taxa subiu de 9,66% para 9,96% ao mês, no HSCB o índice passou de 9,55% para 9,80%, no Banco do Brasil a alteração foi de 8,05% para 8,15% ao mês, e no Itaú, de 8,75% para 8,85%.

O consumidor deve ter maior atenção neste início de ano, principalmente porque muitos optam por parcelar o IPVA e IPTU, situação que comprime a renda mensal. Uma indicação para este período é contratar uma linha de crédito com taxas mais brandas e focá-la ao pagamento das dívidas, embora o recomendado seja mesmo evitar seu uso por agora.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Procon


Conforme mensurado nos últimos dias, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgaria o estudo “Sistema Indicadores de Percepção Social (SIPS) sobre Bancos: exclusão e serviços”. E como anúncio é promessa, eis que dados foram emitidos à imprensa, então transcritos à grande massa.

De acordo com o instituto, 39,5% dos cidadãos sondados revelaram não possuir conta em banco. Entre eles, 40,6% almejam fazer parte de uma instituição financeira e o restante, por outro lado, ou não quer ou não deu opinião. Ainda em relação ao primeiro índice, 26,6% das pessoas creem ter condições financeiras para fazer parte de algum banco.

Dividida por regiões, a pesquisa assoalha que com 50% e 52,6%, respectivamente, grande parte da população situada no Norte e Nordeste não se utiliza de conta bancária. No Centro-Oeste, Sul e Sudeste, por outro lado, os índices recuam para 37,7%, 47% e 47,1%, também respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Estadão


A cada ano o consumidor brasileiro obtém novas ferramentas e mecanismos que possibilitam maior controle de sua remuneração e gastos. Recentemente, os bancos foram obrigados a divulgar as várias taxas aplicadas às pessoas físicas, algo bem visto pela sociedade, porém observado de modo sucinto por especialistas.

A partir de 1º de dezembro, quinta-feira, as instituições bancárias divulgarão pela rede mundial de computadores a relação de pacotes e tarifas proporcionados às pessoas físicas. De acordo com a Band Online, esse será um meio de os brasileiros compararem os mais de 70 planos dispostos pelos bancos.

De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), com mais conhecimentos o cidadão poderá estender as possibilidades do repertório anterior, que compreendia somente 46 tarifas cobradas pelos bancos.

Para saber mais detalhes sobre as taxas aplicadas, acesse este link.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Dor de cabeça para muitos, o envio de cartão de crédito sem a devida requisição está próximo do fim. Muito próximo. Luiz Paulo Barreto, ministro da Justiça, recebeu da Associação Brasileira de Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) um documento público com a disposição – e compromisso – das instituições financeiras deixarem de praticar tal ato.

O relatório contém diretrizes pelas quais os bancos se empenham em encaminhar uma cópia de contratos aos seus clientes, além de elucidar, de modo cristalino, dados sobre juros inseridos nos sistemas de pagamento mínimo da cobrança do – temido para alguns – cartão de crédito.

De acordo com a Band Online, informações do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) indicam que os plásticos de crédito responderam por quase 36,5% do total de queixas da esfera financeira em 2009; grande fatia delas, cerca de 74,3%, correspondentes a cobranças.

Cabe ao consumidor vigiar se a prática de envio de cartão sem a devida solicitação será extirpada. Caso não o seja, as reclamações continuarão, certamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O mundo é moderno o suficiente para afastar a ideia de a frase “guardar dinheiro embaixo da cama” vigorar. Atualmente, como já observado há muitas décadas, as instituições financeiras são o meio pelo qual trabalhadores informais ou com carteira de trabalho, bem como aposentados e pensionistas, recebem sua remuneração mensal.

Apesar de o sistema ser seguro – evitando o trabalhador de perambular pelas ruas com cheque ou dinheiro em espécie empunhado nas mãos – reclamações contra os bancos sempre acontecem, seja devido às taxas praticadas em vários dos serviços, seja pelas grandes filas em dias de pagamento. Outros fatores podem ser citados, como é o caso de débitos não autorizados.

Segundo o Banco Central, a última ocorrência anteriormente citada foi o principal alvo de reclamações contra as instituições em agosto, com alta de 13% em comparação a julho passado. Dos mais de 900 protestos, 117 eram concernentes a essa operação, ou seja, quase 13% do total levantado.

A entidade com o maior número de reclamações no mês passado foi o Banco do Brasil (44), seguido pelo Itaú (26). O Bradesco também está na lista e representou 16 do total de queixas, acompanhado pela Caixa Econômica com outras dez.

Por Luiz Felipe T. ErdeiFonte: Band Online


O Banco Central (BC) informou nesta semana que o volume de crédito oferecido pelas instituições bancárias aumentou 1,2% no mês passado. De acordo com o BC, o montante oferecido em crédito chegou a R$ 1,54 trihão. A marca de crédito no mês é inédita no país.

Segundo a instutição, entre os meses de maio de 2009 e maio de 2010 o volume de crédito oferecido pelos bancos no Brasil cresceu cerca de 18,4%.

Apesar do aumento do volume de crédito oferecido pelos principais bancos brasileiros, crescimento da oferta de crédito desacelerou em julho, já que o volume de crédito havia apresentado alta de 2,1% em maio de 2010 e 2% em junho de 2010, segundo o Banco Central.

Por Luana Neves


Nos anos de 2008 e 2009, o Banco Itaú foi eleito pela revista de negócios Global Finance como o melhor banco de câmbio do Brasil.

Seguindo adiante para não perder a "boa" fama, no segmento corporativo, ou seja para empresas o banco conta com o câmbio on-line que permite que as organizações cotem e fechem operações de qualquer lugar do mundo através do Itaú Empresas 30 horas.

As transações podem ser feitas tanto pela internet quanto pelo celular de forma digital, sem que os contratos de câmbio virem aquela montanha de papéis e dores de cabeça burocráticas tão conhecida das empresas.

Mais informações pelo site www.itau.com.br/pj

Por Teresa Almeida


O Banco Central (BC) informou na última terça-feira (17) que recebeu um número menor de reclamações de clientes contra as instituições bancárias brasileiras no mês de julho.

Segundo o levantamento realizado pelo Banco Central, foram registradas 541 reclamações no mês, contra 542 contatos registrados no mês anterior. De acordo com o BC, os registros constatados se referiram a bancos com mais de um milhão de clientes.

As principais reclamações dos clientes foram direcionadas a débitos não autorizados em conta corrente e cobrança de tarifas não contratadas pelo usuário. O Banco do Brasil foi a instituição bancária que recebeu mais reclamações no periodo, seguido pelo Itaú Unibanco.

Por Luana Neves


Lançada em abril deste ano mediante parceria do Banco do Brasil e do Bradesco, a operadora de cartões de crédito Elo ganhou mais um adepto nesta última segunda-feira, 09 de agosto.

Trata-se da Caixa Econômica Federal, que entrou na parceria para ampliar os ganhos em sinergia já estimados anteriormente em um bilhão de reais. O presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, disse que os preços e condições da nova bandeira serão diferenciados em relação à concorrência.

O público-alvo da Elo serão clientes das classes C, D e E, e além de serviços de cartões de crédito, a operadora também irá trabalhar com funções de débito e cartões pré-pagos como o vale-alimentação.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Folha de São Paulo, Band


A caixa econômica federal e os correios assinaram um convênio visando facilitar a compra da casa própria para 100 mil funcionários ativos na empresa brasileira de correios e telégrafos (ECT).

Somente no Rio de Janeiro serão pelo menos 12.000 empregados que se beneficiarão da parceria.

As novas regras já estão valendo e os bancos também estão entrando na jogada para implementar o  convênio.

Os juros se tornarão mais acessíveis e o financiamente pode chegar a 100% do valor total do imóvel que só não pode ultrapassar R$350.000,00.

Quem possui vencimentos salariais de até R$2.790,00 contará com subsídios variantes de R$3.000,00 a R$23.000,00.

Por Teresa Almeida


Pesquisa realizada em Maio pelo PROCON-SP aponta que a diferença entre tarifas bancárias chega a 275%. A maior diferença notada é em relação a cheque de transferência bancária. No Banco Real, Banco do Brasil, Safra e Santander o valor registrado foi de R$1,50. No Itaú e Unibanco o mesmo serviço custa R$ 0,40. Variação de 275%.

O extrato mensal da conta, por exemplo, sai no HSBC por R$ 4,30. Já no Banco do Brasil ele custa R$ 1,45. O menor preço de pacote de serviços mensais é do Banco Itaú-Unibanco, que custa R$ 10,50. O mesmo pacote no Banco Safra tem taxa média de R$ 20,00.

A pesquisa demonstra que o consumidor ao escolher o banco que deseja trabalhar, deve pesquisar os preços de tarifas bancárias e dos pacotes de serviços. Sempre verificando junto ao seu gerente qual é o pacote de serviços que se melhor se enquadra à suas necessidades.

Fonte Terra

Por Fernanda Peixoto





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