Aposentados e pensionistas do INSS que quiserem realizar um empréstimo pessoal consignado terão que arcar com juros mais altos, que passou a ser de 2,34% ao mês.

Na última quinta-feira, 29 de outubro de 2015, o Conselho Nacional de Previdência Social aprovou o aumento das taxas de juros do crédito consignado. A medida é válida para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social, o INSS. É importante destacar que tal medida já vinha sendo discutida há alguns meses.

Dessa forma, com as mudanças anunciadas, o empréstimo pessoal passou a ter taxa de juros de 2,34% ao mês, sendo que anteriormente essa taxa era de 2,14% ao mês. O resultado final é ainda pior quando consideramos a taxa de juros para empréstimos feitos através do cartão de crédito: a mesma passou de 3,06% para 3,36%.

É importante destacar que a medida ainda não é válida, haja vista ser necessário que seja feita a publicação no Diário Oficial da União de Resolução do Instituto Nacional do Seguro Social. É esperado que a resolução seja publicada nos próximos dias.

Como já citado nesta matéria, essa era uma pauta bastante antiga e que vinha sendo discutida com frequência. O Conselho Nacional de Previdência Social já estava debatendo tal assunto desde maio de 2015. Além disso, o Ministério da Previdência destacou que o sistema financeiro que opera o crédito consignado para aposentados e pensionistas estava exigindo um aumento ainda maior que o resultado final divulgado, no entanto, os órgãos responsáveis pelo aumento decidiram não atender a tal exigência.

Outro detalhe muito importante é que o limite do crédito consignado também sofreu aumento, sendo que o mesmo passou de uma taxa de 30% da renda para 35%.

O texto da lei sancionada que estabeleceu o aumento de 5% no limite do crédito consignado destaca que o percentual de aumento apenas deve ser usado para quitar despesas com cartão de crédito. Portanto, o trabalhador terá o direito de solicitar juntamente com o seu banco o valor de até 30% de seu salário, sendo que os outros 5% disponíveis poderão ser usados para que o mesmo possa pagar suas dívidas juntamente com o cartão de crédito.

Por Bruno Henrique

Dinheiro


Dependendo da situação econômica do aposentado, a 1ª parcela do 13º salário pode ser usada para quitar as dívidas ou ser colocada em algum investimento.

O Governo havia ameaçado não pagar a primeira parcela integral do 13º salário dos aposentados e pensionistas, pagando somente 25% agora, os outros 25% mais adiante e só no final do ano os 50%, indo contra uma tradição de mais de 9 anos. Porém, o Governo recuou diante da pressão e os aposentados irão receber a primeira parcela do 13º salário como nos outros anos. Agora que essa questão foi resolvida, o importante é que os aposentados decidam-se sobre o que fazer com a primeira parcela recebida.

Há uma polêmica muito grande sobre o que fazer com o dinheiro extra que vai entrar, que é a primeira parcela do 13º. Para alguns, os aposentados devem quitar suas dívidas, que roubam o seu dinheiro através dos altos juros cobrados. Mas para outros, o dinheiro extra deve ser poupado para a realização de um sonho, por exemplo, uma viagem mais diante, uma televisão nova, um veículo, ou qualquer outro sonho que o aposentado tenha.

Na verdade, não existe uma regra que traga a "melhor dica", pois cada caso merece uma atenção especial. O importante é que o aposentado analise com muita cautela sua situação financeira e defina, desde agora, o que fazer com esta primeira parcela.

Para os aposentados que conseguiram chegar até esta segunda metade do ano sem dívidas, então o melhor a ser feito agora é realmente economizar. Deixar o dinheiro na poupança ou aplicá-lo, dependendo do valor, em algum investimento seguro que renda ao menos um pouco mais que a poupança. Assim, quando o aposentado receber a 2ª parcela do 13º salário, poderá juntar o montante e comprar algo que esteja querendo muito, ou então, realizar a viagem dos seus sonhos, ou ainda, deixar o 13º salário todo aplicado, até o ano que vem, assim, quando receber o 13º em 2016, poderá juntá-lo com o valor recebido este ano e terá o dobro do valor para fazer o que desejar.

No caso dos aposentados que, infelizmente, estão com dívidas, pode-se utilizar a primeira parcela do benefício para quitar a dívida, pois nenhum rendimento bancário será maior que os juros cobrados, por isso, a dica é sempre quitar as dívidas primeiro, mas fique muito atento à negociação, pois tendo o dinheiro em mãos, você pode exigir que a empresa lhe ofereça um bom desconto, para que assim você possa quitar sua dívida ou, ao menos, boa parte dela.

Por Russel

13° salário dos aposentados

Foto: Divulgação


Governo decidiu que o pagamento de 50% do adiantamento do 13º salário dos aposentados e pensionistas do INSS será feito a partir de 24 de setembro.

O Palácio do Planalto divulgou na noite desta segunda-feira (24/08) a decisão sobre o pagamento do adiantamento da metade do 13º salário dos pensionistas e aposentados que recebem do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS): será pago em uma só vez a partir do dia 24 de setembro.

Depois de já ter se pronunciado sobre parcelar o adiantamento, 25% seria pago na folha de setembro e os outros 25% na folha de outubro, o Governo voltou atrás e decidiu pagar como habitualmente faz: 50% em uma só parcela. Diluir o adiantamento em duas parcelas era uma tentativa do Governo de passar pelas dificuldades que está tendo com a arrecadação. Acontece que essa decisão foi bastante criticada e como o Governo não está em um de seus melhores momentos, está enfrentando uma grave crise política e os governantes estão com seus nomes envolvidos nos escândalos de corrupção – frente a isso a presidente Dilma Rousseff decidiu manter o pagamento integral (50%) do adiantamento dos aposentados.

Caso fosse mantida a decisão de pagar o adiantamento em duas parcelas, como fora decidido anteriormente, o Governo certamente enfrentaria um grande desgaste, pois essa é uma medida muito impopular. Já havia sido modificada, pois esse adiantamento é sempre pago em agosto (desde 2006) e isso já foi considerado uma medida impopular. O Sindicato dos Aposentados, Pensionistas e Idosos se pronunciou, acusando o Governo de criar um colapso nas finanças dos aposentados e pensionistas, uma vez que contavam com o valor e uma grande maioria já o havia até empenhado.

Quem também se pronunciou na semana passada foi a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), alertando para o risco de haver um grande número de ações judiciais, caso não fosse revista essa medida de parcelar o adiantamento.

Essa decisão é a última, depois de tantas idas e vindas o Governo bateu o martelo. A outra parcela será paga como de costume, no mês de novembro.

Por Elia Macedo

13º salário dos aposentados


De acordo com informações colhidas no site oficial da Prefeitura de São Paulo e conforme a Lei 11.614/1994, os pensionistas, aposentados e as pessoas que possuem renda mensal vitalícia no sistema previdenciário não precisam pagar o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). A isenção acontece apenas para pessoas que possuem um imóvel registrado no nome físico.

Não se pode ignorar o fato de que pessoas que se enquadram nas regras precisam solicitar a isenção de forma pessoal, com ou sem procurador. Necessário ter o requerimento de isenção, entregue nas subprefeituras que se localizam próximas do imóvel. Para conquistar o documento os interessados precisam seguir ao seguinte endereço: Vale do Anhangabaú, número 206, das 08h às 18h.

Pessoas interessadas em solicitar e preencher o requerimento, para conquistar isenção na taxa de pagamento do IPTU, também precisam trazer no documento o demonstrativo que demonstra de modo claro o rendimento. Quem não apresenta o documento que demonstra a renda tem o pedido de isenção arquivado até a entrega acontecer, na subprefeitura.

Para conquistar esse tipo de isenção existem cinco tipos de regras, de acordo com a Lei: o bem imobiliário precisa compor o patrimônio de quem solicita o direito, não ter outro imóvel na cidade de São Paulo, não utilizar o bem como rendimento, ter renda de no máximo três salários mínimos e ser aposentado (pensionista ou beneficiário).

Caso as condições para conquistar a isenção deixarem de ser atendidas, existe a necessidade de comunicar à Secretaria Municipal das Finanças a atual condição, em prazo de no máximo três meses.

A cópia do demonstrativo de contas e o requerimento de isenção são os únicos documentos solicitados para conquistar o direito de não pagar IPTU, na cidade de São Paulo. Porém, caso julgue necessário, a unidade que analisa o pedido pode solicitar outras fontes documentais para conceder direito ao dono do imóvel não quitar o imposto.

Por Renato Duarte Plantier


Em nossa vida sempre nos deparamos com vários paradigmas e problemas e, cada vez fica mais difícil tomar decisões em um mundo em que a informação e conhecimento se desenvolvem muito rápido.

Temos tempo para tudo, mas nem sempre sabemos como organizar e planejar nossa vida e, principalmente nosso futuro.

Com o desenvolvimento da ciência e da medicina, o homem moderno criou a possibilidade de viver cada vez mais. Neste ponto temos um impasse a respeito de nosso futuro, a tão sonhada aposentadoria. Quem não quer se aposentar aos 40 anos e viver os outros muitos anos viajando e fazendo tudo que sempre sonhou.

Obviamente, ninguém se aposentará aos 40 anos, tradicionalmente todos trabalham e pagam seus tributos até os 65 anos e no máximo até os 70 anos. Com isso, todo cidadão espera uma aposentadoria digna, mas o que vemos atualmente é um sistema público falido e que não terá capacidade para absorver toda a população que entrará com este  processo em um futuro breve.

Uma das saídas para não ficar a mercê do governo é investir em uma conta para a previdência privada. Hoje em dia inúmeras instituições bancárias e financeiras oferecem inúmeros serviços, cabe ao cliente saber avaliar e escolher o melhor plano para a sua vida.

Uma pergunta que nos tira o sono é: qual a melhor forma de investimento, previdência privada ou investir por conta própria? Pois bem, depende muito de pessoa para pessoa, se no seu caso, você sabe como fazer e acompanha as variações de mercado, invista em uma conta própria e em fundos fixos que lhe renderão lucro com o tempo, caso contrário, contrate uma instituição adequada, que cuidará de seu dinheiro e de seu plano até a sua aposentadoria, apenas tome cuidado e estabeleça tudo em um contrato bem detalhado. Ambas as possibilidades renderão a você o benefício de uma aposentadoria plena e satisfatória.

Por Claudemir Pereira

Investimentos para a aposentadoria

Foto: Divulgação





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