É possível realizar o pagamento retroativo do INSS para solicitar aposentadoria.

Preocupação constante de qualquer contribuinte no momento de requerer sua aposentadoria ou até mesmo um pouco antes de se aposentar é saber como esta seu histórico de contribuições e caso tenha períodos sem contribuição como deve proceder para quitá-los alcançando assim valores para cálculo melhores ou mesmo atingindo o tempo necessário para se aposentar.

A boa notícia é que o INSS permite o pagamento retroativo deste período faltante, podendo assim somar no cálculo da aposentadoria, porém para este processo ter validade é preciso a comprovação de que o trabalhador exerceu efetivamente atividades remuneradas neste intervalo sem o devido pagamento ao órgão.

Cálculos das parcelas podem ser feitos de duas formas

Basicamente o INSS calcula o pagamento em atraso das parcelas de duas formas, a primeira e mais fácil com débitos vencidos até os últimos 5 anos antes de requerer a aposentadoria, estas são feitas através do pagamento das Guias de Previdência Social (ou simplesmente GPS) podem ser geradas pelo próprio trabalhador para pagamento e são suscetíveis a multas e juros dependendo do período.

A segunda forma é quando o prazo se torna maior que os últimos 5 anos, neste caso o trabalhador entrará no que o INSS chama de período decadencial, neste caso tanto a análise dos pagamentos que faltam como também os valores serão possíveis através de apresentação de documentos específicos em agências ou postos do INSS para pagamento.

Atenção para as regras de cada tipo de contribuição

Atualmente existem basicamente três tipos de contribuições: as contribuições do segurado já empregado, as contribuições do empregado doméstico e por fim as contribuições do trabalhador individual, isto é, do autônomo.

Para os dois primeiros casos, a situação é mais tranquila, uma vez que a responsabilidade não é dele e sim do empregador que o emprega, sendo assim uma eventual falta de contribuição não é de sua responsabilidade e não deve prejudicá-lo.

Já para a última opção é preciso atenção, uma vez que qualquer falta de contribuição é de responsabilidade da própria pessoa, sendo ele o detentor do controle e identificação dos meses sem pagamento, tendo a liberdade de fazer os pagamentos retroativos e valores que julgar melhor conveniente.

Casos excepcionais podem ser resolvidos na Justiça

Se, por ventura, o INSS não reconhecer as comprovações de vínculos empregatícios ou o de pagamento dos valores faltantes, recorrer a Justiça pode ser uma opção.

Para outros casos existe o chamado “Período de Graça” que basicamente significa um período em que qualquer segurado pode manter seus direitos junto a Previdência Social, mesmo deixando de contribuir. Este estado pode ser aplicado tanto ao contribuinte individual como também ao contribuinte facultativo, este direito é importantíssimo uma vez que garante a qualidade e manutenção de todo o serviço aos cidadãos muitas vezes incapacitados de poder contribuir a Previdência.

Fora isto, a legislação permite o benefício para outros casos específicos como, por exemplo, quando o cidadão estiver recebendo qualquer auxílio-doença, aposentadoria por invalidez, auxílio-acidente ou mesmo um auxílio-suplementar, para todos estes casos não existira um limite de tempo em que ele perde os seus direitos.

Porém é preciso atenção, o Período de Graça existe e deve ser usado de acordo com cada caso, por exemplo, o direito é garantido até o período de 12 meses depois do término do recebimento do benefício por incapacidade de uma pessoa (o chamado auxílio-doença) ou no prazo de 12 meses para qualquer pessoa que foi detida ou presa, existem casos com períodos menores como quando a pessoa que é incorporada recentemente as Forças Armadas, tendo o direito mantido por apenas três meses.

Uma vez perdido o direito no chamado “Período de Graça”, o trabalhador perde o seu vínculo com a Previdência Social, deixando de ser coberto pelos serviços do seguro social e seus benefícios.

Para sanar dúvidas, o cidadão pode acessar diretamente o site do INSS: https://www.inss.gov.br.

Por Carlos B.

Inss retroativo


Veja aqui o calendário de pagamento da Aposentadoria e Pensão em 2018.

O número de pessoas que dependem do Instituto Nacional do Seguro Social, o INSS, é muito grande. Sejam pessoas que recebem aposentadorias ou que são pensionistas, qualquer anúncio feito pelo órgão é muito importante. Pois, afeta diretamente milhões de brasileiros. E o último anúncio do INSS foi referente as datas com os pagamentos do ano de 2018. O calendário foi divulgado no dia 16 de novembro de 2017, no endereço eletrônico do INSS, para que qualquer pessoa possa verificar todas as informações.

Há alguns anos o Instituto Nacional do Seguro Social é o responsável por fazer pagamentos para pessoas que são aposentadas e outros indivíduos que por algum motivo recebem uma pensão sejam por algum parente falecido ou por outro motivo. Com isso, o INSS criou uma série de regras para estabelecer esses pagamentos para que eles aconteçam de forma correta e não cause nenhum problema. Esses requisitos vêm sendo seguidos há anos e para o pagamento de 2018, essa regras estão valendo. O cronograma funciona da seguinte maneira, confira:

– As primeiras pessoas que recebem os pagamentos, são os indivíduos que ganham o piso da previdência no período dos últimos cinco dias úteis do mês.

– Já para quem recebe um valor acima do mínimo da previdência, o pagamento vai acontecer nos primeiros cinco dias úteis do mês. Em qualquer um dos dois casos citados, caso aconteça do pagamento do INSS acontecer em uma data que seja um feriado, o pagamento será feito no dia seguinte, quando for um dia útil.

No próximo ano, os pagamentos vão ser iniciados no dia 25 de janeiro, data reservada para os segurados que recebem até o piso da previdência e o pagamento vai ser encerrado em 07 de fevereiro, data para quem recebe acima do teto imposto pelo órgão.

Se você é aposentado ou pensionista do INSS e quer saber o dia em que você vai poder sacar o seu benefício, é muito simples, basta: conferir o último número do cartão cedido pelo Instituto Nacional do Seguro Social, retirando o último dígito (o número que parece depois do traço).

Criado pelo Ministério do Trabalho e da Previdência Social, órgão ligado ao Governo Federal do Brasil, o Instituto Nacional do Seguro Social, o INSS, foi criado no ano de 1990, com o intuito de regularizar a situação dos contribuintes em diferentes casos. Seja eles para aposentados, pensionistas, beneficiários, dentre outros. Com os diferentes governos que já comandaram o país, ao longo desses 27 anos desde a sua criação, as regras de aposentadoria foram mudando ao longo do tempo. Nos dias atuais, existem diferentes leis para se dar entrada no pedido de aposentadoria. Como por meio de tempo de contribuição e pela idade, isso varia de caso para caso. Então, quando uma pessoa desejar averiguar como está a sua situação, ela deve ir a uma agência do INSS e marcar uma consulta para verificar o seu caso.

Se você quiser conferir o calendário informando corretamente as datas com os pagamentos, acesse o endereço eletrônico do Instituto Nacional do Seguro Social, através do seguinte link: https://portal.inss.gov.br/. O calendário vai aparecer de cara na página principal. Caso você não consiga acessar o portal da previdência, existem mais dois sites que você pode fazer essa consulta. O primeiro é o recém lançado site da Previdência Social, que é o: http://www.previdencia.gov.br/. Basta rolar a página, na parte de notícias você encontra o cronograma. Por fim, a terceira maneira é através deste link direto do site da Previdência Social: http://www.previdencia.gov.br/. Não deixe de conferir essas informações, para saber exatamente que dia você vai poder sacar o seu benefício. Em caso de qualquer dúvida entre em contato com o Instituto Nacional do Seguro Social, através do seguinte número de telefone: 135. Lembrando que o atendimento pela ouvidoria do INSS está disponível de segunda – feira a sábado, das 7:00 horas até às 22:00 horas. Boa sorte!

Isabela Castro.


Reservando apenas 8% do seu salário todo mês é possível garantir uma aposentadoria tranquila.

Com a crise financeira e o futuro incerto, tem mais brasileiro se preocupando com o futuro e, claro, com a aposentadoria. Só que com um salário pequeno não é possível economizar muito, então como seria possível fazer um bom investimento para garantir a aposentadoria?

Quando se fala em aposentadoria o melhor investimento é a longo prazo e, claro, encontrando uma forma de fazer suas economias renderem mais ao longo dos anos em que você estará juntando o dinheiro.
Até bem pouco tempo atrás, as pessoas abriam uma poupança e iam depositando um pouquinho todos os meses, mas isso não compensa mais, porque o dinheiro na poupança sofre desvalorização, então quem coloca dinheiro na poupança está é perdendo dinheiro.

Outra dica muito importante é aprender a gastar menos do que você ganha. Ninguém consegue planejar um futuro seguro que os gastos excedem o salário. Você não precisa deixar de comprar as coisas que precisa para economizar, basta reservar cerca de 8% do seu salário todo mês, reservando este valor para um investimento que garanta rendimento para seu dinheiro até sua aposentadoria.
Claro que, quanto mais novo o trabalhador for, melhor será sua aposentadoria, porque conseguirá juntar um montante maior, mas nunca é tarde para começar a pensar no futuro.

Uma boa alternativa para investir o seu dinheiro é em "títulos públicos", por exemplo, o Tesouro IPCA+ oferece bons juros acrescidos da inflação. Você deve escolher os que têm vencimentos mais distantes e todo mês comprar mais títulos.

Importante também é que a pessoa tenha disciplina, porque no início ela está pensando na aposentadoria e começa a juntar dinheiro, só que quando ela consegue atingir um valor mais alto já muda os planos, pensa em comprar um carro 0Km, um imóvel ou fazer uma viagem para o exterior.

É preciso definir que o dinheiro separado mensalmente para a aposentadoria não será utilizado para outro propósito. Mesmo recebendo um salário pequeno você pode e deve já começar a pensar em sua aposentadoria. Acesse o site do Tesouro e veja como é fácil começar um investimento seguro com apenas R$ 30,00www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro-direto.

Por Russel

Investir na aposentadoria


Quanto mais cedo começar a planejar a aposentadoria, melhor. Para isso, alguns pontos devem ser analisados para fazer um bom planejamento.

Falar sobre aposentadoria é sempre necessário. E isso não é algo que deve ser considerado apenas por pessoas que já atingiram uma determinada idade ou que trabalham em uma empresa e querem saber sobre os planos oferecidos. Os mais novos, principalmente, tentam evitar pensar sobre isso e vão deixando para depois. Entretanto, especialistas advertem: quanto mais cedo começar a planejar a aposentadoria melhor! Com isso em vista selecionamos algumas dicas para você que quer saber mais sobre o assunto e como dar o primeiro passo. Confira:

–  Saiba sua meta final:

Planejar a aposentadoria não é diferente de muitas coisas do dia a dia onde é preciso contar com um objetivo. Ou seja, planejar a aposentadoria está intimamente ligado ao fato de se saber o objetivo final. O objetivo é necessário, pois sem ele fica muito complicado traçar um plano e desenvolvê-lo. Para fazer isso considere coisas como quando pretende se aposentar. Aliás, esse é um dos principais pilares de uma aposentadoria e por isso mesmo não deve ficar de fora de nenhum planejamento.

– Quanto guardar:

Uma boa aposentadoria é algo que todo mundo quer. Por isso mesmo saber exatamente quanto isso vai pesar no bolso atualmente é essencial. E como saber se a aposentadoria (valor) estimada será o suficiente? Bom, para isso é necessário se imaginar no futuro. Pensar que tipo de gastos deverá ter. Na medida em que o tempo passar alguns gastos deixarão de existir enquanto que outros surgirão. Por exemplo, os filhos crescem e os gastos caem, mas os gastos relacionados à saúde tendem a aumentar com a idade.

– Faça as contas:

Depois que a meta de aposentadoria é definida é hora de saber quanto será necessário investir. Uma boa ideia é saber quanto terá que guardar até o tempo estimado para a aposentadoria. Depois, converta esse valor em uma espécie de poupança. Assim, já estará definido quanto por mês será necessário reservar.

– Quanto antes melhor:

Com todas as informações primordiais em mãos (vistas e revistas para não ter erro) é hora de colocar o plano em ação. Nesse ponto é preciso considerar alguns aspectos fundamentais como a regularidade. Para aquelas pessoas que têm uma certa dificuldade de criar uma estratégia para guardar dinheiro opte por algo que seja um investimento automático. Como exemplo, temos os planos de previdência dentre outros.

Por fim, mais duas observações para quem quer planejar uma aposentadoria: Se ainda não começou, comece. Lembre-se do “antes tarde do que nunca”. Em segundo lugar é muito importante não se esquecer de sempre rever a estratégia. Ter certeza de que está tudo indo como o planejado é garantir o futuro.

Por Denisson Soares

Planejar aposentadoria

Foto: Divulgação


É de conhecimento geral que todos os trabalhadores trabalham a vida toda e sonham no final da sua carreira ter uma aposentaria que seja muito confortável e que dê para cobrir todas as despesas pessoais, além de sobrar dinheiro para luxos como viagens, um bom carro e porque não uma boa casa.

Contudo, para aqueles desconhecem, conforme a previsão do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), as tendências com relação à aposentadoria dos brasileiros vão totalmente de encontro a esses anseios dos trabalhadores de ter uma aposentadoria farta, uma vez que segundo os estudos dessa instituição até o ano de 2060 a população, no Brasil, acima de 65 anos deve superar os atuais 14,9 milhões chegando a, aproximadamente, 65 milhões de idosos. Fato este que irá impactar sobremaneira o sistema previdenciário do país, devido ao grande número de idosos aposentados que teremos nessa ocasião.

Uma excelente opção para o trabalhador ainda continuar sonhando com uma aposentadoria farta é a previdência privada, uma vez que ela permite que o trabalhador faça uma reserva, em vida, para que em um momento de necessidade ou na velhice retire um bom valor para ter um pouco mais de conforto.

Então que tal se aposentar com R$ 1 milhão em mãos?

Vamos dar algumas sugestões que irão demonstrar como esse sonho pode virar realidade muito fácil na vida de muito brasileiros, basta um pouco de controle e planejamento das finanças.

Para se ter R$ 1 milhão em 40 anos, por exemplo, se uma pessoa a partir dos 20 anos de idade juntar R$ 520,00 aos 60 anos ela terá R$ 1 milhão.

Uma outra possibilidade é se com os mesmos 20 anos a pessoa juntar, apenas R$ 254 por mês e com uma ajuda de R$ 50.000 aos 60 anos ela também alcançará a sua meta.

Outra alternativa seria para os pais que pensam no futuro dos filhos, haja vista que se a partir de um ano de idade os pais começarem a poupar R$ 160,00, aos 40 anos o filho já terá R$ 1 milhão em mãos.

Então fica a dica, no momento de incerteza em que estamos vivendo atualmente, vale a pena procurar uma instituição financeira e simular como será o seu futuro financeiro.

Por Adriano Oliveira

Aposentadoria


O Instituto Nacional do Seguro Social, INSS, possui diversos benefícios popularmente conhecidos por trabalhadores do regime CLT, porém, este bem pode ser destinado a autônomos. O contribuinte do INSS tem direito de aposentadoria seja por tempo de contribuição, idade ou invalidez além de auxílio-doença, auxílio-reclusão e salário maternidade.

Para participar destas vantagens é preciso ter um cadastro no Regime Geral de Previdência Social que pode ser adquirido no site da Dataprev, ou no telefone 135 ou comparecendo a alguma agência da Previdência Social. Este procedimento fornecerá um Número de Inscrição do Trabalhador chamado NIT e através deste, o cadastro junto a Previdência se torna possível e assim o próximo passo é só realizar o pagamento mensal da taxa de acordo com sua categoria. Quem já trabalhou de carteira assinada anteriormente e tem PIS, não será necessário realizar um cadastro de NIT e o procedimento ficará mais fácil.

Tornando-se contribuinte INSS e precisando do salário maternidade ou tendo se acidentado de maneira que impossibilite ou dificulte a execução do trabalho, atente-se a algumas informações essenciais antes de procurar os direitos como, por exemplo: atraso de pagamento, comprovante de pagamento e tempo de contribuição.

É possível também realizar pagamento retroativo, caso a pessoa tenha como comprovar o trabalho realizado deste período os documentos podem ser apresentados na agência e assim, o pagamento pode ser efetuado. Esta opção é ideal para quem precisa se aposentar, sendo válido para donas de casa, e é chamado de “contribuinte facultativo” aquele que se dispõe a participar deste direito.

Vale lembrar também que, o pagamento fora do período estipulado, ou seja, em atraso, também acarreta juros e pode deixar o contribuinte de fora de alguns benefícios dependendo do quando os mesmos ocorrerem. Um exemplo desta situação se dá quando a pessoa sofre um acidente e não pode trabalhar, dependendo do tempo em atraso não poderá receber auxílio-doença. Por esses motivos e por questões de planejamento futuro, o pagamento correto da taxa previdenciária se faz necessário.

Por Ricardo Laurentino da Silva


Em nossa vida sempre nos deparamos com vários paradigmas e problemas e, cada vez fica mais difícil tomar decisões em um mundo em que a informação e conhecimento se desenvolvem muito rápido.

Temos tempo para tudo, mas nem sempre sabemos como organizar e planejar nossa vida e, principalmente nosso futuro.

Com o desenvolvimento da ciência e da medicina, o homem moderno criou a possibilidade de viver cada vez mais. Neste ponto temos um impasse a respeito de nosso futuro, a tão sonhada aposentadoria. Quem não quer se aposentar aos 40 anos e viver os outros muitos anos viajando e fazendo tudo que sempre sonhou.

Obviamente, ninguém se aposentará aos 40 anos, tradicionalmente todos trabalham e pagam seus tributos até os 65 anos e no máximo até os 70 anos. Com isso, todo cidadão espera uma aposentadoria digna, mas o que vemos atualmente é um sistema público falido e que não terá capacidade para absorver toda a população que entrará com este  processo em um futuro breve.

Uma das saídas para não ficar a mercê do governo é investir em uma conta para a previdência privada. Hoje em dia inúmeras instituições bancárias e financeiras oferecem inúmeros serviços, cabe ao cliente saber avaliar e escolher o melhor plano para a sua vida.

Uma pergunta que nos tira o sono é: qual a melhor forma de investimento, previdência privada ou investir por conta própria? Pois bem, depende muito de pessoa para pessoa, se no seu caso, você sabe como fazer e acompanha as variações de mercado, invista em uma conta própria e em fundos fixos que lhe renderão lucro com o tempo, caso contrário, contrate uma instituição adequada, que cuidará de seu dinheiro e de seu plano até a sua aposentadoria, apenas tome cuidado e estabeleça tudo em um contrato bem detalhado. Ambas as possibilidades renderão a você o benefício de uma aposentadoria plena e satisfatória.

Por Claudemir Pereira

Investimentos para a aposentadoria

Foto: Divulgação


Muitos brasileiros vêm investindo em previdências privadas para completar seu rendimento no futuro, já que consideram a Previdência Pública como insuficiente quando desejarem se aposentar. Porém, com diversos tipos de investimentos existentes no mercado, existe uma forte dúvida em qual seria o melhor (e obviamente) mais rentável investimento para dedicar suas finanças. Existem alguns conhecimentos básicos que são necessários na hora de optar pela escolha adequada.

Primeiramente, a Previdência Privada é complementar, não sendo vinculada ao INSS. O Susep (Superintendência de Seguros Privados) é seu órgão fiscalizador. A quantia investida varia de acordo com sua renda, mas existem especialistas que aconselham o investimento de acordo com a idade, ou seja, quem está na casa dos 20, investe menos do que quem já passou dos 50. Ou ainda, subtrai-se 20 anos da sua idade e essa é a porcentagem ideal do seu salário que deverá ser poupado. Com 23 anos tenho que investir 3% ao mês da minha renda para ter um futuro tranquilo. Essa porcentagem aumenta anualmente.

Na hora de escolher um plano é fundamental prestar atenção em alguns detalhes: imposto e resgate. Existe a forma Progressiva e a Regressiva: quem pretende resgatar toda a renda de uma única vez, deve optar pela Regressiva, e, quem deseja retirar aos poucos, mês a mês, por exemplo, deve optar pela Progressiva. Se tiver dúvidas, o ideal é analisar com calma a variação dos impostos cobrados ao longo dos anos.

Após a decisão da retirada, vamos aos tipos existentes. Existe o PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e o VGBL (Vida Geradora de Benefício Livre). O PGBL é mais indicado para pessoas com rendas elevadas, pois, pode ser abatido do Imposto de Renda, se tiver no mínimo, 12% da sua renda bruta anual e a taxação incide sobre seu valor total, ou seja, se no total tiver um milhão de reais acumulados, o imposto incidirá sobre esse valor. Já o VGBL, não pode abater do IR, mas quando for resgatar o total, o imposto só incide sobre o que acumulou.

Exemplificando, uma pessoa de 30 anos, com renda de R$ 3.000 que deseja fazer um investimento a curto prazo, deve optar por Progressivo/VGBL pois, a tabela de tributação varia de 0% a 27%, de acordo com o tempo que foi investido e por ser uma pessoa com renda baixa, não precisará pagar uma imensa quantia de impostos posteriormente, apenas sendo taxado do rendimento.

Por Deise Gomes

Previdência Privada

Foto: Divulgação


Novo Fator Previdenciário.

Entrou em vigor neste sábado, dia 01 de dezembro, a nova tabela do fator previdenciário e deve alterar os benefícios dos aposentados por tempo de contribuição.

Tais mudanças vão ser favoráveis para os segurados que estão na faixa etária dos 52 até 80 anos, que tiveram uma redução na expectativa de sobrevida.

Em todos os anos o fator previdenciário é alterado. As mudanças ocorrem em virtude da atualização da tábua da expectativa de vida do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O cálculo também leva em consideração a idade e o tempo de contribuição do segurado no momento da aposentadoria. Para as aposentadorias por tempo de contribuição, o fator previdenciário costuma diminuir o valor do benefício, pois quem se aposenta por esta modalidade normalmente não tem a idade para se aposentar, mas já tem um tempo de contribuição para tal.

Como a sua expectativa de vida ainda é considerável, o valor do benefício é reduzido quanto mais jovem o assegurado for.

De acordo com o IBGE, a expectativa de vida quando o brasileiro nasce subiu de 73,8 em 2010, para 74,1 em 2011.  Diferente dos últimos anos, as projeções do IBGE mostram que a faixa entre os 52 a 80 anos, a expectativa de sobrevida diminuiu, o que deve beneficiar os segurados.

Valores da nova tabela – Fonte – Globo.com

Ou seja, para aqueles que ainda não têm idade para se aposentar, o fator previdenciário vai reduzir menos o valor do benefício. Para quem já tem a idade, o fator vai aumentar mais o valor do benefício.

Uma simulação do Ministério da Previdência Social aponta que um homem de 55 anos e 35 anos de contribuição, por exemplo, vai ter uma alteração no fator previdenciário de 0,715 para 0,716.

Com isso, para receber o mesmo benefício, ele contribuiria por 17 dias a menos. Se ele contribuir por mais tempo, o valor do benefício tem a tendência a aumentar.


Reajuste para aposentados e pensionistas do INSS em 2013

Foi aprovado no Congresso Nacional, o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2013 com uma emenda acima da inflação garantindo um reajuste real aos aposentados e pensionistas do INSS que recebem acima de R$ 622 (um salário mínimo). O percentual será decidido até o dia 31 de agosto deste ano.

O objetivo é utilizar no cálculo o crescimento da massa salarial dos trabalhadores, com base no FGTS. Em 2011, o dinheiro depositado no Fundo de Garantia dos trabalhadores apresentou uma alta real de 3%, segundo o senador que elaborou a emenda, Paulo Paim (PT-RS), juntamente com o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP).

A utilização desse crescimento da massa salarial para calcular o valor dos benefícios faz com que o valor obtido em 2012 seja usado para o cálculo do aumento do ano que vem. Ou seja, o aposentado ou pensionista que recebe acima do salário mínimo será beneficiado com a inflação acumulada do ano anterior.


Com o fim da longa discussão sobre o reajuste dos aposentados e pensionistas que ganham acima de um salário mínimo, que teve seu capítulo final no último dia 15 de junho, quando presidente Lula sancionou a decisão do congresso nacional que estabeleceu o reajuste no percentual de 7,72%, o governo já se programa para realizar os pagamentos nas folhas da Previdência Social a partir do pagamento de julho.

Para entender como ficou a situação de aproximadamente 8,3 milhões de aposentados e pensionistas em relação a este reajuste, basta lembrar que os aposentados e pensionistas que recebem acima de um salário mínimo tiveram no início deste ano um reajuste de 6,14%. Enquanto isso se discutia no congresso outro valor durante o trâmite da medida provisória que estabeleceu este percentual inicial. Após muitas discussões e negociações foi aprovado o percentual de 7,72%, que em princípio o governo não aceitava em função do impacto, algo em torno de 1,6 bilhões de reais, nas contas da Previdência Social.

Mas os 7,72% foi aprovado e enviado para a sanção do presidente da república que ainda poderia vetá-lo. Mas após reuniões com os ministros da previdência e da área econômica, o Presidente Luis Inácio Lula da Silva, não vetou o que foi aprovado pelo congresso.

Desta forma a diferença entre os 6,14% do início do ano e os 7,72% aprovados agora, conforme informações do Ministro da Previdência Social serão pagos na folha do mês de agosto, que é paga no final de agosto e início de setembro. Esta diferença gira em torno de 800 milhões. E conforme já informado pelo governo, o novo reajuste já será pago na folha de julho, que é recebida no início do mês de agosto.

Para equilibrar as contas da Previdência e arcar com esta nova despesa o governo pretende realizar cortes no orçamento, reduzindo despesas. Cortes estes que segundo o governo não atingirão os investimentos sociais.

Por Mauro Câmara

Fonte: G1





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