A Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis, ANP, afirmou que a produção do pré-sal de setembro foi recorde. O anúncio foi feito no dia 8 de novembro.

Segundo os dados da ANP, o pré-sal teria produzido somente naquele mês cerca de 220,1 mil barris de óleo por dia. Um aumento de 8,3% em relação ao mês de agosto desse ano. Foi produzido cerca de 182 mil barris de óleo por dia. A produção de petróleo em poços pós-sal caiu 4% em setembro, ficando em 1,924 milhão de barris por dia.

José Miranda Formigli, diretor de Exploração e Produção da Petrobras informou que a plataforma Cidade de São Vicente passou por uma mudança de localização e testes de longa duração, o que teria feito cair temporariamente a produção da empresa no pré-sal. A plataforma está sendo transferida de Iracema Sul para os campos de Sapinhoá Norte.

Formigli explicou ainda que não é possível controlar a produção dia a dia, pois ela flutua naturalmente.

Foi inaugurada uma nova plataforma de exploração no Campo de Baleia Azul, litoral do Espírito Santo. A plataforma já está produzindo cerca de 65 mil barris de óleo por dia e deverá alcançar um pico de produção de 100 mil quando todos os poços extratores estiverem em operação.  

Por Matheus Camargo


A ANP (Agência Nacional do Petróleo) afirmou nessa última terça-feira, 23 de outubro, que irá acompanhar a desapropriação da refinaria de Manguinhos pelo governo do Rio de Janeiro. Na semana passada Sergio Cabral, governador do Rio, anunciou a medida em discurso em comunidade próxima à refinaria.

Hoje, no dia 24 de outubro, ocorrerá uma reunião entre a diretoria da ANP para debater o caso. Alla Kardec, um dos diretores da APG afirmou que já receberam o decreto de Sergio Cabral que institui a desapropriação. Kardec afirma que o decreto "certamente" estará na pauta da reunião da ANP.

Além dos problemas com o pagamento de imposto por parte da refinaria de Manguinhos ao governo do Rio de Janeiro, motivo da desapropriação, o governador do Rio afirma que o combustível vendido pela refinaria é de baixa qualidade. Recentemente, denúncias de adulteração de combustíveis vinham sendo feitas contra Manguinhos. Fato que a empresa negou em nota.

Já a ANP, de acordo com Kardek, tem feito fiscalizações periódicas nos produtos vendidos pela refinaria. Segundo ele, teriam sido 49 fiscalizações nos últimos 22 meses. Com uma média de fiscalizações superior a duas por mês, enfatizou.

Por Matheus Camargo





CONTINUE NAVEGANDO: