Segundo dados de uma pesquisa do IBGE, a agropecuária brasileira se modernizou nos último ano. Nessa sexta-feira, dia 19 de outubro, o IBGE lançou o Atlas do Espaço Rural Brasileiro, com pesquisas sobre a situação da agricultura no Brasil. De acordo com a publicação, a mecanização e a irrigação aumentaram significativamente no país desde 2006.

No setor da pecuária bovina, o uso de transferências de embriões, razões industriais, inseminação artificial e tecnologias de rastreamento de animais, são as principais novidades.

Segundo o Atlas, o Brasil possuiu 5,3 milhões de empresas agropecuárias, possuídas por 3,9 milhões de pessoas. Delas, 82% são analfabetos ou não completaram o ensino fundamental. A participação das mulheres como proprietárias rurais é de aproximadamente 13% e elas possuem melhor índice de escolaridade que os homens.

O documento mostra também que o bioma (um conjunto de ecossistemas próximos) mais impactado pelo agronegócio é a região do Pampa Gaúcho, que possui mais de 70% de sua extensão ocupada para uso do agronegócio. Na sequência dos biomas mais afetados estão: o Pantanal (com 69% de ocupação), a Mata Atlântica (com 66% de ocupação) e o Cerrado (com 59% de ocupação). 

Fonte: O Estado de São Paulo

Por Matheus Camargo


Foi aprovada pelo CMN (Conselho Monetário Nacional) uma linha de crédito que irá beneficiar os produtores de café, o Fundo de Defesa da Economia Cafeeira, chamado de Funcafé.

O crédito poderá ser usado para financiar a safra de 2012. Além dessa linha, outros orçamentos foram aprovados para ajudar as indústrias que trabalham como torrefadoras de café, nesse caso, a verba deverá ser utilizada para financiar o capital de giro dessas empresas.

Ao todo, cerca de R$ 500 milhões deverão ser investidos no custeio das operações, R$ 900 milhões serão usados para estocar o produto e R$ 50 milhões serão investidos no financiamento de contratos e operações em mercados.

Os cafezais que sofreram algum tipo de dano também serão beneficiados, nesse caso, o  valor a ser investido será de R$ 40 milhões.

O CMN também aprovou uma linha de crédito chamada de extraordinária, que servirá para quitar dívidas feitas por financiamentos contratados para serem investidos no processo produtivo.

Já os recursos a serem investidos no capital de giro receberão uma verba de cerca de R$ 200 milhões. As micro, pequenas e médias empresas também serão beneficiadas.

Essas linhas de crédito poderão ser contratadas até o dia 30 de novembro desse ano.

Por Joyce Silva





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