Empréstimos com juros baixos



  

Dicas de empréstimos interessantes e com juros baixos.

Por vezes uma pessoa está com suas finanças em baixa e necessita um empréstimo para equilibrar isso. Porém, você deve observar alguns pontos para não ficar com uma dívida maior ainda devido a contratar um empréstimo errado.

Primeiro vamos entender como estão os juros, segundo dados do Banco Central:

Cheque Especial – por volta de 230% ao ano.

Cartão de crédito rotativo (cobrança quando a fatura do cartão não consegue ser paga) – por volta de 360% ao ano.

Crédito Consignado Privado – O juro médio fica por volta de 40% no ano.

Os juros vão começar a aparecer quando a pessoa se encontra no negativo ou não paga a sua fatura. Porém, alguns clientes pagam juros de valores elevados, mas não percebem que há outras opções de empréstimo que são mais baratas.

Os especialistas apontam que a pessoa deve, primeiramente, observar se as suas dívidas podem ser sanadas em um empréstimo. Caso não seja possível, ela deve fazer uma avaliação sobre as linhas de crédito que possam ser mais vantajosas.

Nenhum tipo de empréstimo é muito barato, mas alguns apresentam taxas de juros mais baixas em comparação como o cheque especial, por exemplo.

O Crédito Consignado:

Os especialistas indicam muito essa modalidade, pois apresenta no mercado com juros mais reduzidos. As parcelas da dívida ficam descontadas na folha salarial da pessoa endividada. Os bancos contam com uma garantia maior de que vão receber e as taxas ficam menores.

Porém, nem todos os clientes contam com o acesso ao crédito consignado. Essa modalidade é voltada para aposentados do INSS e aos pensionistas.

Sites que disponibilizam crédito pessoal:





Certos portais oferece o crédito pessoal com uma taxa de juros reduzida em relação aos bancos de renome. Os sites não apresentam custos de manutenção com as agências físicas e ficam com um rigor maior em termos da concessão do crédito. Os sites contam com uma parceria com bancos médios e pequenos do mercado.

O ponto negativo é uma análise rigorosa do crédito que se faz, o que pode deixar algumas pessoas de fora.

Imóvel refinanciado:

Nessa modalidade de empréstimo o proprietário vai apontar o seu imóvel para ser uma garantia de dívida. O banco pode retomar o imóvel, uma vez que não tenha o pagamento da dívida. Com juros mais reduzidos, os valores do empréstimo chegam a ultrapassar os R$ 20 milhões com prazos bem longos.

O seu ponto negativo é o não pagamento da dívida e o banco retomar o imóvel.

O 13° salário antecipado:

Conta com a contrapartida do décimo terceiro salário e apresenta taxas de juros bem baixas em comparação com os outros empréstimos pessoais. O seu ponto de desvantagem é que, uma vez que o empregador não faça o depósito do 13° salário, a dívida será descontada na conta da pessoa com a dívida na data acordada.

A restituição do Imposto de Renda antecipada:

O pagamento da dívida é feito na conta do devedor quando acontece o depósito da restituição do Imposto de Renda. Com isso, os bancos também possuem maior garantia que vão receber e as taxas são reduzidas (a partir de 1,93% por mês e 25,78% anual).

Porém, caso aconteça uma inconsistência na declaração do seu Imposto de Renda, a pessoa poderá ficar na Malha Fina e o valor da restituição fica reduzido, ou então, nem é depositado.

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