IPCA registrou queda em julho



  

Índice teve queda em julho, registrando a marca de 0,62%, mas em relação aos últimos 12 meses a marca ficou em 9,56%.

Uma das notícias que foi divulgada nos últimos dias foi a desaceleração do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que ficou na marca de 0,62% no mês de julho de 2015.

Ao passo que ocorreu esse tipo de desaceleração temos ainda uma marca de 9,56% acumulada nos últimos 12 meses e no mês de junho esse registro ficou em 8,89%, conforme informações divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Quais foram os motivos desse tipo de aumento?

Um dos pontos levantados é que a tarifa de energia tem uma grande influência, principalmente pelo fato de ter ficado mais cara e ao mesmo tempo também temos a pressão que é voltada para o Banco Central do Brasil (Bacen) para tentar realizar uma mudança nesse tipo de situação. No caso da conta de energia elétrica o aumento foi de 4,17% e as tarifas de água e esgoto ficaram no valor de 2,44%.





O dólar também é outro fator que tem certo peso nos preços, tanto que quando vemos um IPCA registrado em 0,62% é algo preocupante, pois a última alta foi de 0,91% registrada no ano de 2004.

A pesquisa ainda aponta os seguintes dados, onde podemos destacar que:

  • O grupo da Habitação ficou em 1,52% nesse último mês, o qual era acima de 0,86% do mês de junho;
  • O grupo da Alimentação e Bebidas aumentou 0,65%, ou seja, uma variação de caráter positivo em torno de 0,63% com relação ao mês de junho.
  • O IBGE ainda registrou uma alteração no INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) que em julho ficou em 0,58%, enquanto que em Junho a marca foi de 0,77%. Para o ano passado essa marca era de 7,42% em 12 meses, no qual já  alcançou a marca de 9,81%.

Entre tudo isso uma coisa é certa, o governo precisa tomar o mais rápido possível uma decisão para que essa situação não continue ainda repercutindo direto na vida da população brasileira de uma forma negativa e com isso traga grande prejuízo para a vida de todos.

Por Fernanda de Godoi

Inflação



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