Dicas para equilibrar as contas após férias e carnaval



  

O período de férias acabou e, como diz a sabedoria popular, o ano no Brasil só começa depois do carnaval. E com os gastos das festas de fim ano somado às férias, carnaval e as outras contas do início de ano, como IPTU, IPVA, gastos com materiais escolares, é possível que muitas pessoas cheguem à conclusão que gastaram bem mais do que ganharam nesse período.

Se você é uma delas, veja 5 dicas de como equilibrar as suas contas e seguir com a vida financeira tranquila durante o resto do ano.

1. Evite o Cheque Especial

A tentação é grande. Você está cheio de contas para pagar e quando olha no seu extrato bancário, possui uma quantia à sua disposição que daria para quitar algumas delas, ou até mesmo todas. Segundo informações divulgadas pelo Banco Central, a taxa de juros superou os 200% ao ano, sendo considerada a mais alta dos últimos 16 anos.

Então, embora pareça ser uma solução fácil para os seus problemas, a longo prazo poderá aumentar ainda mais as suas dívidas.

2. Fuja dos cartões de crédito

Além da taxa de juros alta nas compras parceladas, os cartões nos dão a ilusão de possuir mais dinheiro do que temos de fato, o que pode aumentar o desequilíbrio financeiro.

3. Pesquise os preços na hora do supermercado





As compras de mês são um dos gastos que pesam mais no orçamento doméstico. Fazer uma lista de compras necessárias e pesquisar os preços em diferentes mercados irão garantir uma economia significativa na compras realizadas.

4. Arranje uma fonte de renda extra

Use a sua criatividade e crie uma fonte de renda extra. Você pode usar seus talentos para oferecer aulas, vender bijuterias, alugar uma vaga não usada na garagem ou oferecer algum serviço que saiba fazer. Não venda produtos para pagamento posterior, pois você poderá ganhar mais dívidas caso a pessoa resolva não pagar por eles.

5. Corte os gastos supérfluos

Doces, lanchinhos fora da hora, gastos com noitadas, passeios, compras no shopping, entre outros. Verifique quais os seus gastos são realmente necessários e quais deles podem ser evitados.

Por Raquel Conrado

Foto: divulgação



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