Rendimento da Poupança não registrou bom desempenho no 1º semestre de 2014



  

O indivíduo que optou por registrar suas economias na caderneta de poupança no primeiro semestre de 2014, não efetivou um bom desempenho financeiro. Ou seja, tal execução ao invés de propiciar ao investidor um aumento e resultado significante a totalização de um valor abundante e positivo, infelizmente se deparou não com o ganho, mas a perda de dinheiro.

A aplicação designada aos primeiros seis meses deste ano, permitiu a frustração da sociedade que efetivou o dinheiro acumulado à carteira de poupança. Pois, apesar do intuito ser relacionado primordialmente ao investimento e ótima progressão de desenvolvimento financeiro, a redução foi instituída ao quesito, desfavorecendo todos aqueles que compartilharam da aquisição.  

Esse fato ocorreu devido o proveito nominal referenciado pela poupança ter finalizado com grande redução, evidenciando a evolução da inflação. Essa descrição teve afirmação por estatísticas executadas através da empresa de consultoria Economatica.

Concernente a informações mencionadas pela empresa responsável pelos cálculos explicitados, a caderneta propiciou ao sujeito apenas 3,47% no primeiro semestre, enquanto a inflação a qual foi analisada pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) obteve um rendimento maior, totalizando propriamente em 3,75%.





Avaliando dados expostos e concretizados a partir do ano de 1994, a empresa argumenta e implica a condição de que a poupança também participou de uma grande diminuição de valores comparada à inflação no início dos anos correspondentes 2003, 2008, 2011 e 2013. A aplicação feita pelo indivíduo diretamente a poupança, ultimamente não tem gerado lucros, e sim redução no valor.

A perda que se tornou mais evidente em relação a todos os anos que foram mencionados e afirmados com dano registrado, foi nos primeiros seis meses do ano de 2003, integrando impreterivelmente uma manifesta diminuição relacionado ao retorno real negativo.

Tal retorno foi interligado pela percentualidade de 0,77%. No primeiro semestre de 2014, a queda foi retribuída a 0,26% propiciando ao ano especificado o segundo lugar no período considerado.  

Por Lorena de Oliveira



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