Preços da Banda Larga afastam consumidores de baixa renda



  

O setor de telefonia fixa e móvel cresce a cada ano no Brasil. Se relacionados somente aparelhos celulares, já são mais de 202,9 milhões de acessos registrados em 2010, indicando, assim, o grande potencial e o longo caminho a ser traçado pelo segmento para dar vazão à expansão.

Mesmo assim, parte da sociedade enfrenta dificuldades no ingresso aos serviços de telecomunicações. De acordo com o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), os elevados preços ainda afastam os consumidores, principalmente aqueles de baixa renda. A Pro Teste, por sua vez, reportou existir exclusão dos menos favorecidos em termos financeiros nos meios de comunicação.

O Idec ressalta ser o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), uma das bandeiras ostentadas pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pela atual líder do país, Dilma Rousseff, inviável com relação às suas opções fornecidas. Possivelmente, conexão de até 512 kbps será ofertada por R$ 15, enquanto para 512 até 784 kbps a projeção de custos abraça a casa dos R$ 35.





Para o Idec, em ambos os casos o mínimo a ser ofertado deve ser a conexão de 1 Mpbs, devido aos custos versus conteúdos, informações e aplicativos dispostos na rede mundial de computadores.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Economia UOL



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